Filed under: Sem categoria
JÓ 37 – Aqui se encerram as discussões humanas. Fica mais que provado que a sabedoria, filosofia e teologia sem a revelação direta de Deus são insuficientes para lidar com a verdade, a realidade e a espiritualidade.
Até agora, nenhum dos amigos sábios de Jó conseguiu dar uma resposta convincente sobre seu terrível sofrimento. Nem mesmo o jovem Eliú, com sua intrepidez, indo um pouco além dos veteranos, conseguiu colocar um ponto final na questão do sofrimento de Jó.
Abaixo estão os tópicos deste último discurso elaborado detalhadamente por John E. Hartley:
Quarto discurso de Eliú (36:1-37:24) 1. Introdução (36:1-4); 2. Métodos disciplinadores usados por Deus: a) O ensino principal (36:5-15); b) Advertência a Jó (36:16-25). 3. A grandeza de Deus: a) Glória visível de Deus na tempestade (36:26-37-13); b) Advertência a Jó (37:14-20). 4. O esplendor divino (37:21-24).
Warren W. Wiersbe destaca os seguintes tópicos da preleção de Eliú sobre o poder de Deus. Ele fala sobre o…
• Outono (36:27-37:7); • Inverno (vs. 6-10); • Primavera (vs. 11-13); • Verão (vs. 14-18).
“No entanto”, continua Wiersbe, “Eliú estava fazendo muito mais do que dar uma palestra científica sobre as quatro estações. Seu desejo era que Jó refletisse sobre a grandeza de Deus e as maravilhas da natureza e percebesse quão pouco sabia, de fato, sobre Deus e sua operação no mundo”.
Eliú enfatiza a grandeza de Deus para fazer Jó se calar. Consequentemente apresenta uma “beleza” que flui de Deus, mas essa beleza é “temível”. Por isso, ele diz: “Poderoso Deus, tão longe do nosso alcance!”
Na verdade, Deus está acessível a nós através de Jesus (lembrando que a teologia é progressiva e Eliú possuía poucos raios da verdade, ele engatinhava no conhecimento de Deus).
Ao findar Eliú o seu discurso podemos destacar que…
• Não há descoberta da verdade independente de Deus. Deus é a fonte do conhecimento pleno, somente podemos saber o que é certo mediante Sua revelação.
• As opiniões humanas diferem da revelação divina; a compreensão humana é falha diante da revelação divina, assim, os supostos sábios querem intimidar os fracos com argumentos retumbantes.
Por insuficiente informação verdadeira, atualmente muitos, assim como Eliú, veem o juízo, o encontro com Deus e o Seu agir como algo perigoso. Estude por si mesmo(a) e veja que é diferente! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
“Inclina, Jó, os ouvidos a isto, para e considera as maravilhas de Deus” (v.14).
Mesmo sem saber, Eliú preparou o coração de Jó para o discurso divino. Exaltando a majestade de Deus e o Seu poder criador, suas palavras foram uma espécie de prelúdio ao que estava por vir. De um modo especial, Eliú destacou as obras do firmamento: o céu, as nuvens, a chuva, a geada, a neve, os relâmpagos, os trovões, o sol. Certamente, ele tinha uma fascinação por estas “maravilhas de Deus” (v.14) e, em estudá-las, deparou-se com um conhecimento que está acima da capacidade humana de compreender ou explicar.
Com o coração a tremer, imagino Eliú olhando para o céu, e quem sabe até estivesse no período de inverno, contemplando o clima da região nesta estação. Apesar de não haver uma opinião concreta acerca da localização da “terra de Uz” (Jó 1:1), o fato de Eliú se referir não somente às chuvas, mas também “à neve” (v.6), pode ser um forte indício de que Uz ficava “nas vizinhanças de Damasco. Em realidade, uma área 65 km a sudoeste de Damasco ainda mantém o nome de Deir Eiyurb, perpetuando o nome de Jó” (CBASD, v.3, p.554). Mas também poderia estar localizada às margens de um grande rio, com base em outra de sua fala, quando ele diz: “e as largas águas se congelam” (v.10).
Ainda que incerta a localização de Uz, aquele lugar foi o cenário para a composição do que é considerado um dos maiores tesouros literários da cultura hebraica. O que precisamos admirar nesta obra, porém, não tem que ver apenas com poemas ou riqueza literária, mas com a essência espiritual contida na experiência de Jó. A integridade deste patriarca e sua fé inabalável deve inculcar na mente de todo o sincero pesquisador das Escrituras que a verdadeira adoração não depende e está acima das circunstâncias.
Jó foi abatido em todos os aspectos de sua vida, menos um: o espiritual. E recebeu como primeira recompensa a aparição do Senhor e manifestação de Sua voz e sabedoria. Sabem, amados, as nossas palavras são falíveis, bem como muitas de nossas ações. Às vezes falamos do que não sabemos ou fazemos as coisas por impulso. Mas o Senhor conhece com exatidão cada uma de nossas intenções ou motivações. Ser fiel ao Senhor não significa que nunca iremos errar, mas que, mesmo quando erramos, há um Deus no Céu que já experimentou ser tentado e que Se inclina para ouvir cada sussurro e para erguer os de coração quebrantado e contrito.
Deus “não olha para os que se julgam sábios” (v.24), mas “sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus” (Sl.51:17). Que na palavra direta de Deus nos próximos capítulos, ainda que o lugar em que estamos não nos seja favorável, ainda que existam “grandes coisas, que nós não compreendemos” (v.5), que a essência “de toda palavra que sai da boca de Deus” (Mt.4:4) seja para nós alimento sólido, eficaz e suficiente. Vigiemos e oremos!
Bom dia, nutridos pela Palavra de Deus!
Desafio da semana: Estão se aproximando os dez dias de oração e jejum. Ore, pedindo ao Espírito Santo para lhe indicar pelo menos cinco pessoas que precisam voltar ao aprisco do Senhor e comece a interceder por elas.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jó37 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
479 palavras
1 Sobre isto. Não há uma divisão natural entre os cap. 36 e 37. Eliú continua usando a figura de uma tempestade para descrever o poder de Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 673.
2 Dai ouvidos ao … que sai da Sua boca. Muitas vezes nos atrevemos a falar em nome de Deus (como o fizeram os amigos de Deus), colocar palavras em Sua boca, ter certeza de Sua vontade ou interpretar seu silêncio significando que Ele está ausente ou não interessado. Mas Deus Se importa. Ele está no controle e falará. Esteja pronto para ouvir Sua mensagem – na Bíblia, na Sua vida através do Espírito Santo e através de circunstâncias e relacionamentos. Life Application Study Bible.
trovão de Deus. Literalmente, “o estrondo da Sua voz” (ver NVI). CBASD, vol. 3, p. 673.
7 torna Ele inativas. …cessação do trabalho ao ar livre durante o inverno, devido à neve, ao gelo e às chuvas pesadas. Esta pausa na atividade do homem dá tempo para reflexão e, assim, promove um conhecimento mais claro de Deus. CBASD, vol. 3, p. 673.
8 entram nos seus esconderijos. É no inverno que os animais hibernam. Isto … é para Eliú uma prova da sabedoria de Deus. Ele fez provisão para que os animais fossem protegidos do frio e subsistissem com pequenas quantidades de alimento durante a estação da escassez. CBASD, vol. 3, p. 673.
9 dos ventos do norte, o frio. … fortes ventos que dispersam as nuvens e deixam o tempo claro e frio. CBASD, vol. 3, p. 673.
10 sopro de Deus. Aqui, metáfora do vento gelado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
16 equilíbrio das nuvens. O balanço das várias forças naturais, que permitem a presença da água na atmosfera; cf o que Jó fala, 26.7. Bíblia Shedd.
O fenômeno das nuvens suspensas no céu, carregadas de chuva sem que nada as sustente, provocou a admiração de Eliú (ver Jó 26:8). CBASD, vol. 3, p. 673.
17 vento sul. O siroco, que, na área do Mediterrâneo, provoca um calor paralisante, um mormaço opressor, diante do qual até os pássaros se escondem, e toda a vida animal e vegetal dão a impressão de estar murchas. Bíblia Shedd.
18 duros como … bronze. Em Dt 28.23 os céus de bronze simbolizam calor sem alívio. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21 para o sol, que brilha. Os seres humanos não conseguem olhar para o sol ofuscante; quanto menos seriam capazes de ficar frente a frente com Deus! CBASD, vol. 3, p. 674.
24 não dá Ele atenção a todos os sábios de coração. Ou “pois Ele não tem consideração por ninguém que se ache sábio”. Nota Bíblia NVI.
os que se acham sábios. Isto é, os convencidos. Certamente é verdadeiro o que Eliú declara como um princípio. É tolice um homem pensar em comparar sua insignificante sabedoria com a de Deus. O erro de Eliú está em tentar aplicar o princípio a Jó. O problema com Eliú e com os outros protagonistas foi que eles ousaram julgar a Jó. CBASD, vol. 3, p. 674.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/job/36
“Ele [Deus] está atraindo você para longe das mandíbulas da aflição, para um lugar amplo e livre, para o conforto da mesa farta e seleta que você terá. Mas agora, farto sobre você é o julgamento que cabe aos ímpios; o julgamento e a justiça o pegaram. (Jó 36:16,17 NVI)
Até amigos bem intencionados podem machucá-lo. Aqueles amigos cristãos que vêm até você para explicar como Deus está trabalhando em sua vida. Com um sorriso, eles explicam o funcionamento do ser mais misterioso do universo, e você se pergunta como eles podem ter tanta certeza?
Em tempos difíceis, nunca fui confortado por alguém relatando seu conhecimento superior de como Deus trabalha. Mas fui confortado por um amigo que vinha e dizia: “Sei que você está passando por tempos difíceis. Não sei por que isso está acontecendo com você. Mas eu sei que Deus é bom e lhe ama.”
Por que precisamos entender as coisas que Deus não deixou claro? Será que é o nosso orgulho humano que nos leva a querer ser mais inteligente do que outra pessoa? Ou será uma necessidade que temos de controlar até a Deus?
É compreensível não saber tudo. É autêntico, cria confiança e conecta você com o coração de outras pessoas.
Lonnie Wibberding
Pastor, Igrejas Adventistas do Sétimo Dia de Glide e Turning Point
Oregon, EUA
Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=718
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Filed under: Sem categoria
JÓ 36 – Falar sobre Deus e por Ele é mais complexo do que se imagina. Pregar é mais sério do que se pensa. Fazer sermão é de uma responsabilidade sem igual. Ser um intérprete da Palavra de Deus exige mais do que conhecimento de hermenêutica e exegese, depende de discernimento dotado pelo Espírito Santo.
A fala de Eliú mais parece monólogo do que diálogo, é um sermão. São vários discursos os dele, mas sem interrupções. Os capítulos 36 e 37 contêm seu quarto e último discurso.
A introdução desse discurso poderia ser dita assim: “Acompanhe mais um pouco meu raciocínio. Vou convencer você. Há ainda muita coisa a ser dita a favor de Deus. Aprendi tudo isso em primeira mão, direto da Fonte. Tudo que eu sei sobre justiça devo ao meu Criador. Confie em mim, estou oferecendo a você a pura verdade. Acredite, conheço essas coisas muito bem” (vs. 1-4).
• Usar a lógica no sermão ou no discurso teológico não é suficiente;
• Convencer alguém com argumentos teológicos ou filosóficos nem sempre significa ter falado a verdade;
• Deus quer mais do que advogados de defesa, Ele quer testemunhas;
• Dizer que aprendeu diretamente com Deus o que diz sobre Ele nem sempre é verdade;
• Falar sobre justiça de Deus com convicção às vezes é uma revelação de uma mera opinião.
A teologia de Eliú no capítulo em questão tem estes pontos:
1. Ele faz apologia à declaração de Jó quando disse que o perverso prospera e o inocente sofre e depois combate as reclamações de Jó (vs. 6-15, ver Jó 21:7, 27-33, 24:1-17);
2. Sem compreender o tema do grande conflito, ele alega que o sofrimento de Jó é consequência de seus atos perversos contra o soberano Deus (vs. 16-33).
Além disso, Carol Ann Mayer-Marlow especifica outros detalhes da teologia de Eliú:
• Deus não preserva a vida dos ímpios (v. 6);
• Os justos passam por aflições a fim de que estejam dispostos a aprender e a dar atenção a Deus (vs. 7-10);
• Nossa prosperidade depende de nosso arrependimento e da obediência a Deus (vs. 11-12)
• Ímpios morrem cedo (vs. 13-14);
• Ouvidos que eram insensíveis ao som da voz de Deus tornam-se sensíveis como resultado da adversidade (v. 15).
Cuidado com teologias adulteradas de quem quer convencer da opinião particular. Ore e estude a Bíblia com intensidade! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
“Eis que Deus Se mostra grande em Seu poder! Quem é mestre como Ele?” (v.22).
Ainda que muitas de suas ideias e conceitos não pudessem ser aplicados à experiência de Jó, Eliú descreveu a justiça de Deus como um instrumento de correção por retribuição. Alegando ser “senhor do assunto” (v.4), sua visão farisaica o impedia de enxergar que a misericórdia de Deus é intrínseca à Sua justiça. Talvez, o que Eliú expôs em seus discursos tenha sido tão somente o que aprendeu com os mais velhos que acusavam a Jó de sua própria desgraça.
Não sabemos porque Eliú não foi classificado por Deus entre os transgressores contra o Seu servo Jó, nem porque foi ignorado. Também existem expressões que se divergem quanto à sua interpretação com relação ao sofrimento humano. Mas de uma coisa Eliú tinha certeza: Deus é grande e “Se mostra grande” (v.22). Há um Deus no Céu que é maior do que qualquer dificuldade e que “a ninguém despreza” (v.5). Talvez, um dos relatos que melhor expressem esta verdade seja o do diálogo entre Cristo e o ladrão da cruz.
À direita do Salvador, aquele homem reconheceu a sua condição de pecador, sabia que estava ali por mérito, e em seu coração clamava pelo ardente desejo de encontrar o perdão. Ao olhar para Aquele em cuja expressão facial podia ver um amor como jamais havia visto, deparou-se com a Inocente Oferta. Sobre “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29), o transgressor depôs a sua culpa, e sua sentença tornou-se em espetáculo da graça. Os pecados do ladrão foram perdoados: Eis a justiça. E ele foi guardado para receber a recompensa dos santos: Eis a misericórdia.
Assim como as palavras seguintes tiveram cumprimento na cruz com a conversão do ladrão, elas também se cumprirão até o último minuto do tempo de graça: “tendo [Jesus] amado os Seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim” (Jo.13:1). Não sabemos o dia e nem a hora em que os céus serão desfeitos pelo resplendor da glória do nosso Senhor e Salvador, mas, enquanto aguardamos, há uma obra a ser feita em nós: “E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:18), e através de nós: “a fim de sermos para louvor da Sua glória, nós, os que de antemão esperamos em Cristo” (Ef.1:12).
Oremos uns pelos outros, e confiemos Àquele que sonda os corações o julgamento que Ele faz com perfeição. Vigiemos e oremos!
Bom dia, amados por Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jó36 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
468 palavras
1 Eliú mostra como Deus é justo em Seus caminhos. 16 [Ele afirma que] os pecados de Jó impedem as bênçãos de Deus. 24 As obras de Deus devem ser magnificadas (CBASD, vol. 3, p. 669).
Os cap. 36 e 37 formam um único discurso [de Eliú]. Constituem um apelo final a Jó para que seja resignado e paciente diante de Deus (CBASD, vol. 3, p. 669).
1-22 Eliú conclama Jó a confiar na sua sabedoria, no ensinamento que vai dar (2-4). O procedimento de Deus é leal para com todos […], e Sua providência, adversa aos ímpios, benigna para com os justos, é digna de confiança (5-7). Deus se dirige aos homens no meio da angústia à qual os pecados os arrastara, oferecendo o caminho do arrependimento e da salvação (8-10); a obediência conduzirá à felicidade, e a recusa, à ruína (11-15). Jó está incluído no segundo grupo, sofrendo consequências das quais ninguém o poderá livrar (17-19). Jó deve sair desse caminho de rebeldia, convertendo-se ao Mestre que tem poderes para julgar seus passos (21-23) (Bíblia Shedd).
6-9 Declaração clássica da justiça de Deus, que recompensa os justos e castiga os pecadores (por contraposição ao que Jó tem alegado). No v. 7, é possível que Eliú tenha em mente a queixa de Jó, segundo a qual Deus não quer deixá-lo em paz (v. 7.17-19), e no v. 9 talvez esteja pensando na acusação de Jó, segundo a qual Deus não quer declarar as acusações contra ele (31.35, 36). Bíblia de Estudo NVI Vida.
13-15 Eliú entende que a necessidade espiritual básica do ser humano provém de sua dureza de coração – da recusa de submeter-se a Deus, de clamar a Deus na aflição (v. Sl 107) ou de escutar a voz de Deus em meio aos sofrimentos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
16-21 Eliú adverte Jó de que deve corresponder à disciplina divina e desviar-se de todo o mal. (cf. v. 21). O v. 16 demonstra que considera Jó um homem para quem ainda há esperança. Bíblia de Estudo NVI Vida.
22, 23 Eliú antecipa algumas das declarações de Deus nos discursos dos caps. 38-41. Bíblia de Estudo NVI Vida.
24-33 Eliú exorta Jó a humilhar-se perante Deus (24-25), cujo poder é demonstrado pelos fenômenos da natureza: a formação das gotas de chuva (27-28) e a trovoada (29-33; 37.1-5). A própria trovoada revela a Deus como juiz, v. 33) (Bíblia Shedd).
26 Um tema da literatura poética bíblica é que Deus é incompreensível; não podemos conhecê-Lo completamente. Podemos ter algum conhecimento a respeito dEle, porque a Bíblia é cheia de detalhes a respeito do que Deus é, como podemos conhecê-Lo e como podemos ter um relacionamento eterno com Ele. Mas nunca saberemos o suficiente para responder a todas as questões da vida (Ecl 3:11), para prever nosso próprio futuro ou para manipular Deus para nossos próprios fins. A vida sempre cria mais questões do que temos perguntas e devemos sempre ir a Deus para novos insights a respeito dos dilemas da vida. Life Application Study Bible Kinsgway.