Reavivados por Sua Palavra


ESDRAS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
24 de novembro de 2019, 0:45
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ESDRAS 5 – Se pessoas grandes ou pequenas, fortes ou fracas, influentes ou líderes políticos se opuserem a você, fique do lado de Deus e tudo dará certo. Se Deus estiver a seu favor e muitas pessoas se levantarem contra, espere por tua vitória e pela derrota de quem se alia ao inimigo do povo de Deus.

Deus envia dois profetas para pregar aos judeus, com toda autoridade celestial, para motivar a obra parada mais de 15 anos. Empolgados, reavivados e dispostos a agir, nem mesmo a reiteração das ameaças dos oponentes lograram parar novamente os judeus. “Deus estava com os líderes dos judeus; por isso, a obra não foi interrompida até Dario ser informado e enviar resposta oficial” (vs. 1-5). O governador do território a oeste do Eufrates, Tatenai, enviou carta oficial ao rei Dario, pedindo-lhe que verificasse a construção. Embora bem formal, a missiva testemunhava de Deus a Dario. Remetentes e destinatários estavam sendo impactados pelo Deus verdadeiro (vs. 6-17).

No capítulo 3 foi dada a reconstrução do templo após o retorno do cativeiro babilônico. No capítulo 4, a reconstrução foi paralisada e a razão é a oposição dos vizinhos dos judeus. Agora, no capítulo 5, a reconstrução foi retomada e “está sendo executada com empenho e rapidez”. O povo judeu, embora livre do exílio babilônico, nesse período estava sob o domínio persa, por isso precisava autorização legal. Contudo, Deus lida com burocracias e resolve os dilemas levantados pelos oponentes de Sua obra na terra; a qual, neste caso, avançou mediante:
• A própria supervisão do Deus da obra (v. 5);
• A pregação motivadora dos profetas enviados por Deus (vs. 1-2);
• A liderança ousada de Zorobabel e Jesua (v. 2).

A grandeza de um líder espiritual não é medida pelo sucesso em tudo o que faz, mas como reage nos momentos desafiadores. Zorobabel e Jesua aprenderam a lidar com a oposição. Ageu e Zacarias tiveram que ser intrépidos em relação aos fortes oponentes e diante da inanição dos judeus.
• Liderar certamente envolve assumir responsabilidades maiores que os desafios, ainda mais a liderança espiritual.

Os “participantes do remanescente [que retornaram à Jerusalém] não desfrutaram frequentemente de uma vida fácil, mas fruíram do favor de Deus” (Paul R. House).

Avancemos com Deus, apesar dos obstáculos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ESDRAS 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de novembro de 2019, 0:30
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“Ora, os profetas Ageu e Zacarias, filho de Ido, profetizaram aos judeus que estavam em Judá e em Jerusalém, em nome do Deus de Israel, cujo Espírito estava com eles” (v.1).

Decorrido o período em que a obra do templo foi interrompida, Deus interveio enviando os Seus profetas. Ageu e Zacarias desempenharam fundamental trabalho entre os judeus que acomodaram-se com a situação e ocuparam-se com a edificação e embelezamento de suas próprias casas, como disse o Senhor por intermédio do profeta Ageu: “cada um de vós corre por causa de sua própria casa” (Ag.1:9).

Em reconhecimento à palavra profética, os líderes do povo, juntamente com Ageu e Zacarias, lideraram o retorno à construção interrompida. Novamente, eles foram questionados a respeito. Desta vez, porém, de uma forma mais justa. Em época do rei Dario, este recebeu uma carta avisando sobre o projeto do templo de Jerusalém e o pedido para que buscasse “nos arquivos reais” (v.17) a existência do decreto de Ciro autorizando aquele feito.

O destaque da carta endereçada a Dario está em como os líderes da reforma se identificaram: “Nós somos servos do Deus dos céus e da terra” (v.11). O pecado de seus pais os levara a nascer em terra de cativeiro, mas a promessa do Senhor em reavê-los e devolver-lhes à sua herança, os fez submeter-se ao senhorio divino. De forma poderosa e como um escudo protetor, “os olhos de Deus estavam sobre os anciãos dos judeus, de maneira que não foram obrigados a parar, até que o assunto chegasse a Dario, e viesse resposta por carta sobre isso” (v.5).

O ministério profético rompe as cortinas do tempo e nos alcança com a força de sua influência. Nenhuma reforma é fácil, pois é sinônimo de bagunça, destruição e sujeira. Requer tempo, planejamento, determinação e vontade. Ninguém reforma sua casa, por exemplo, sem antes planejar o tempo que será gasto, o custo-benefício e as providências necessárias para então dar início à obra. A missão dos profetas era promover no meio do povo de Deus o reavivamento e a reforma essenciais para que a nação fosse quebrada e refeita.

Depois que nossos primeiros pais pecaram, todos nós nascemos na terra do cativeiro. Mas o Senhor não nos deixou sozinhos, não nos largou à nossa própria sorte. Ele colocou Seus olhos de amor sobre nós e nos proveu livramento. No tempo determinado, Deus enviou o Seu Filho unigênito ao mundo para morrer por nossos pecados, e, no tempo já indicado por Sua onisciência, Jesus voltará para completar a boa obra do Espírito Santo e nos levar do cativeiro para Casa.

Não fosse o Senhor, e a reconstrução do templo não teria acontecido. A obra de reforma não é genuína e não será completa se não houver submissão a Deus e total confiança em Seu poder. Nossos esforços de nada valem, se como criancinhas, não nos voltarmos ao Senhor em busca de auxílio. Ele deseja transformar a nossa bagunça e sujeira em Sua santa morada. Portanto, aceitemos, hoje, o convite da graça de Deus: “Tornai-vos para Mim, diz o Senhor dos Exércitos, e Eu me tornarei para vós outros, diz o Senhor dos Exércitos” (Zc.1:3). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, reformados pelo Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Esdras5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ESDRAS 5 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
24 de novembro de 2019, 0:10
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ESDRAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
24 de novembro de 2019, 0:05
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149 palavras

1 Ageu e … Zacarias. Começando em 29 de agosto de 520 a.C. (Ag 1.1) e continuando até 18 de dezembro (Ag 2.1,10,20), o profeta Ageu entregou uma série de mensagens para despertar o povo à retomada das obras do templo. Dois meses depois do primeiro discurso de Ageu, Zacarias uniu-se a ele (Zc 1.1) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

A profecia não estava morta após o exílio. Deus continuou falando ao Seu povo. […] A avaliação de Ageu da comunidade revela que a interrupção da construção nao aconteceu apenas devido a pressões externas, mas também como resultado de prioridades erradas (Ag 1:4). O egoísmo torna as bênçãos de Deus impossíveis (Ag 1:6,9) (Andrews Study Bible).

Fora o desanimo do povo perante a oposição que permitiu a paralisação do trabalho. Com a exortação dos profetas Ageu e Zacarias, cujas palavras se registram nos seus Livros, a obra reiniciou-se em 520 a.C., depois de quinze anos de interrupção (desde 536-535 a.C.) (Bíblia Shedd).



ESDRAS 4 by Jeferson Quimelli
23 de novembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ed/4

Hoje, pelo menos no mundo ocidental, a inclusão é comumente praticada. Não importa o que alguém faça, acredite, vista ou pratique, ele ser incluído. Uma segunda ideia, igualmente difundida, é que Deus ama a todos, não importa o que façam, acreditem, usem ou pratiquem. Coloque essas duas ideias juntas e os membros da igreja podem oferecer, por engano, um argumento para formar parceria com qualquer pessoa, grupo, organização ou governo como parte de um esforço cooperativo para servir a Deus.

Aqui, em Esdras 4, encontramos os judeus reconstruindo o templo. Uma oferta de ajuda veio dos samaritanos e foi totalmente rejeitada. “Somente nós construiremos uma casa para nosso Deus.” Em nossa sociedade moderna, muitos cristãos questionariam essa resposta: “Isto é [um comportamento] exclusivo! Que mal pode advir da aceitação de ajuda legítima, seja financeira ou praticamente de um grupo de voluntários dispostos?”

Observe que eles são descritos como “adversários”, uma pista de que eles não eram tão inocentes quanto poderiam parecer. Quando as pessoas não compartilham das suas convicções, acreditam na mesma autoridade da Palavra de Deus ou não estão total e totalmente comprometidas com o único Deus verdadeiro, não pode haver parceria. Cada um de nós é chamado a pregar fielmente e ensinar a verdadeira mensagem de Deus. Não pode haver acordo.

Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review / Adventist World

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=653
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



ESDRAS 4 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
23 de novembro de 2019, 0:55
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ESDRAS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de novembro de 2019, 0:45
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ESDRAS 4 – Nem tudo é pacífico neste planeta. Desafios existem ao tentar alcançar qualquer alvo nobre. Ainda mais quando se quer fazer o que Deus quer que façamos pois fazer a vontade do diabo sempre parece mais fácil.

O comentário introdutório de Warren W. Wiersbe sobre este capítulo nos chama a atenção para uma triste constatação:
“Desde o princípio, o remanescente sofreu oposição de uma população mista que se encontrava na terra e que não queria que os judeus ocupassem Jerusalém e reconstruisse o templo. Com frequência, a oportunidade e a oposição andam juntas, e quanto maior a oportunidade, maior a oposição”.

Logo após, Wiersbe destaca os seguintes itens:
• A cooperação que leva à transigência (vs. 1-3);
• A acusação que leva ao medo (vs. 4, 5, 25);
• Mais oposição à obra de Deus (vs. 6-23).

Sempre que alguém se dispõe e liderar a obra de Deus, a promover um reavivamento, ou mesmo investir em um templo para Deus, haverá fortes oposições. Adversários críticos e diversos problemas surgem de onde ninguém imagina!
• Quando pessoas partem para a ação em relação ao plano de Deus neste planeta, é retirada a tranquilidade e a paz de Satanás, o qual fica irado!
• Satanás usa pessoas e estratégias variadas. Ele tem inúmeras fórmulas para intentar paralisar o desenvolvimento da obra de Deus.
• Sempre que pessoas despertam para a obra de Deus, antigos inimigos mostram suas garras com estratégias bem elaboradas e com ações aparentemente bem intencionadas.

No texto, Satanás usou…
• …estratégias samaritanas sob o governo de Ciro (vs. 1-5);
• …táticas samaritanas sob os governos de Xerxes e Artarxerxes (vs. 6-23).

Quem oferece ajuda com segundas intenções (vs. 1-2), e recebe um “não” como resposta (v. 3), intentará incomodar/perturbar e ameaçar visando impedir o avanço dos planos divinos (vs. 4-7). Inclusive cartas diplomáticas oficiais podem ser redigidas apresentando uma política perversa de quem pretende difamar (vs. 8-16). Às vezes, as estratégias diabólicas dão certo – Infelizmente! Lamentavelmente às vezes Satanás consegue o que quer em suas investidas contra o povo de Deus: “Assim, a reconstrução do templo do Eterno em Jerusalém foi interrompida. Nada foi feito até o segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia” (v. 24, AM). Portanto, recorramos a Deus; mas jamais desfaleçamos!

Persista: Ore, jejue, avance! Nunca desista! – Heber Toth Armí.



ESDRAS 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de novembro de 2019, 0:30
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“Então, as gentes da terra desanimaram o povo de Judá, inquietando-o no edificar” (v.4).

Terminada a alegre solenidade e firmados os alicerces da Casa do Senhor, o povo se animou a apressar a obra. Com toda dedicação e esforço, empunhavam os seus objetos de construção ao mesmo tempo em que seus corações batiam no mesmo ritmo e interesse. Não só o templo, mas Jerusalém estava recebendo todos os reparos necessários. Visto ter sido um movimento poderoso, isso chamou a atenção dos “adversários de Judá e Benjamim” (v.1); que, estrategicamente, tentaram persuadir o povo.

A oferta dos inimigos parecia ser amistosa e vantajosa. Revestidas suas palavras de uma falsa piedade, aqueles homens malignos tentaram enganar os chefes de Judá com um discurso religioso. Eles não esperavam que Zorobabel e seus companheiros notassem a sua malícia, pelo que obtiveram dura e firme resposta: “Nada tendes conosco na edificação da casa a nosso Deus; nós mesmos, sozinhos, a edificaremos ao Senhor, Deus de Israel, como nos ordenou Ciro, rei da Pérsia” (v.3).

Revestidos do poder de Deus e assegurados pelo decreto do rei persa, os homens de Judá perseveraram na construção do templo. Iniciaram, contudo, um tempo sobremodo difícil. No lugar de alegria e confiança, houve desânimo e inquietação. Durante “todos os dias” (v.5) da obra, deparavam-se com homens contratados para frustrar-lhes o desígnio. Não bastasse tudo isso, ainda seriam caluniados, ameaçados e, por fim, forçados “a parar com a obra” (v.23).

Mesmo no meio do professo povo de Deus, há uma turba de adversários disfarçados sob a roupagem de uma falsa piedade. Ao ver o progresso dos verdadeiros adoradores na obra de preparar um povo santo ao Senhor, levantam-se aparentando o mesmo espírito. Mas ao proferirem palavras que não condizem com a prática, logo são reconhecidos como uma luz inútil, como está escrito: “caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão!” (Mt.6:23).

A obra que o Senhor nos confiou não consiste em indicar quem seja luz ou trevas, trigo ou joio, mas em sermos pacientes na tribulação, perseverantes na oração, cuidando das necessidades uns dos outros e abençoando aqueles que nos perseguem (Rm.12:12-14). Esse era o espírito de Cristo. Se buscamos seguir-Lhe os passos, olhar para Ele, para a Sua vida de serviço abnegado, é o meio mais eficaz para nos blindar contra o mal e para que possamos identificar as más associações.

Aproxima-se a hora em que nos obrigarão a parar o trabalho. Há um inimigo irado, “sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). E quando a sua estratégia de conquistar os filhos do Reino com palavras de engano não dá certo, ele usa meios de coerção para abatê-los. Mas sabendo que “todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12), avancemos seguros olhando para “o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp.3:14). Portanto, amado(a), “sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério” (2Tm.4:5). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, perseverantes do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Esdras4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ESDRAS 4 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
23 de novembro de 2019, 0:10
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ESDRAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
23 de novembro de 2019, 0:05
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333 palavras

Resumo do capítulo: Inimigos atrapalham o trabalho em Judá. O comandante Reum e o secretário Sinsai escrevem uma carta ao rei dizendo que Jerusalém é uma cidade rebelde. O rei Artaxerxes ordena a paralização da obra, que só recomeça no segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia.

2 Estes inimigos afirmavam que adoravam o mesmo Deus que Zorobabel e os demais judeus. Em certo sentido, isto era verdade; ele adoravam a Deus, mas também adoravam outros deuses (ver 2Rs 17:27-29, 32-34, 41). Aos olhos de Deus, isto não é adoração – é pecado e rebelião. A verdadeira adoração envolve adoração somente a Deus (Êx 20:3-5). Para estes estrangeiros, Deus era apenas mais um “ídolo” a ser adicionado às suas coleções. Sua verdadeira intenção era perturbar o projeto do templo. Os crentes, hoje, devem se precaver com relação aos que afirmam ser cristãos, mas suas ações revelam claramente que eles estão usando o cristianismo para servir aos seus próprios interesses (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

4,5 O desencorajamento e o medo são dois dos maiores obstáculos para completar a obra de Deus.Muitas vezes eles aparecem aonde e quando você menos espera. O desencorajamento devora a sua motivação e o medo nos paralisa de modo que não conseguimos agir. Lembre-se que o povo de Deus em todas as épocas tem enfrentado estes problemas e Deus os tem ajudado a superá-los. Ao estar junto com outros crentes você pode superar o medo e o desencorajamento e completar a vontade de Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

6-23 reinado de Assuero … acusação … Artaxerxes. Este material é uma seção separada que descreve a oposição à construção dos muros após Dario e durante os reinados de Xerxes (486-465 a.C.) e de  Artaxerxes I (465-424 a.C.). A narrativa justifica chamar os povos circunvizinhos no v.1 de “adversários”. Mostra também que a oposição não foi um problema passageiro, mas uma antevisão de uma prolongada oposição ao povo de Deus na reconstrução da “casa” de Deus, o templo, e também da cidade e da nação (Bíblia de Genebra).