Reavivados por Sua Palavra


ESDRAS 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de novembro de 2019, 0:30
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“Então, as gentes da terra desanimaram o povo de Judá, inquietando-o no edificar” (v.4).

Terminada a alegre solenidade e firmados os alicerces da Casa do Senhor, o povo se animou a apressar a obra. Com toda dedicação e esforço, empunhavam os seus objetos de construção ao mesmo tempo em que seus corações batiam no mesmo ritmo e interesse. Não só o templo, mas Jerusalém estava recebendo todos os reparos necessários. Visto ter sido um movimento poderoso, isso chamou a atenção dos “adversários de Judá e Benjamim” (v.1); que, estrategicamente, tentaram persuadir o povo.

A oferta dos inimigos parecia ser amistosa e vantajosa. Revestidas suas palavras de uma falsa piedade, aqueles homens malignos tentaram enganar os chefes de Judá com um discurso religioso. Eles não esperavam que Zorobabel e seus companheiros notassem a sua malícia, pelo que obtiveram dura e firme resposta: “Nada tendes conosco na edificação da casa a nosso Deus; nós mesmos, sozinhos, a edificaremos ao Senhor, Deus de Israel, como nos ordenou Ciro, rei da Pérsia” (v.3).

Revestidos do poder de Deus e assegurados pelo decreto do rei persa, os homens de Judá perseveraram na construção do templo. Iniciaram, contudo, um tempo sobremodo difícil. No lugar de alegria e confiança, houve desânimo e inquietação. Durante “todos os dias” (v.5) da obra, deparavam-se com homens contratados para frustrar-lhes o desígnio. Não bastasse tudo isso, ainda seriam caluniados, ameaçados e, por fim, forçados “a parar com a obra” (v.23).

Mesmo no meio do professo povo de Deus, há uma turba de adversários disfarçados sob a roupagem de uma falsa piedade. Ao ver o progresso dos verdadeiros adoradores na obra de preparar um povo santo ao Senhor, levantam-se aparentando o mesmo espírito. Mas ao proferirem palavras que não condizem com a prática, logo são reconhecidos como uma luz inútil, como está escrito: “caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão!” (Mt.6:23).

A obra que o Senhor nos confiou não consiste em indicar quem seja luz ou trevas, trigo ou joio, mas em sermos pacientes na tribulação, perseverantes na oração, cuidando das necessidades uns dos outros e abençoando aqueles que nos perseguem (Rm.12:12-14). Esse era o espírito de Cristo. Se buscamos seguir-Lhe os passos, olhar para Ele, para a Sua vida de serviço abnegado, é o meio mais eficaz para nos blindar contra o mal e para que possamos identificar as más associações.

Aproxima-se a hora em que nos obrigarão a parar o trabalho. Há um inimigo irado, “sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). E quando a sua estratégia de conquistar os filhos do Reino com palavras de engano não dá certo, ele usa meios de coerção para abatê-los. Mas sabendo que “todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12), avancemos seguros olhando para “o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp.3:14). Portanto, amado(a), “sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério” (2Tm.4:5). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, perseverantes do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Esdras4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


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