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Carecemos de pessoas verdadeiramente consagradas que estejam realmente interessadas em nossa salvação. Precisamos aprender dos grandes ícones espirituais a fim de experimentar o reavivamento que estes líderes contemplaram.
Esdras, no versículo 1…
1. Chorou,
2. Curvou-se,
3. Orou, e
4. Confessou.
Consequentemente, o povo em pecado, nos versículos 2-3…
1. Aproximou-se,
2. Confessou os pecados,
3. Dispôs-se a abandonar o pecado: Dispensar as esposas pagãs.
Influenciados pela oração e exemplo de contrição de Esdras, o povo reconheceu seus pecados e pediu-lhe que liderasse uma reforma; então, ele continuou…
* Jejuando, e
* Chorando por causa do povo (vs. 4-6).
“Os propósitos de Esdras eram altos e santos; em tudo o que fizera fora movido por um profundo amor pelas almas. A compaixão e bondade que revelava para com os que haviam pecado, fosse em plena função da vontade, fosse por ignorância, deveria ser uma lição objetiva a todos os que procurassem promover reformas. Os servos de Deus devem ser tão firmes como a rocha onde retos princípios estiverem envolvidos; mas do mesmo modo devem manifestar simpatia e longanimidade” (Ellen G. White).
O povo deu a sugestão, não foi imposição de Esdras. Os transgressores abandonariam radicalmente seus pecados de jugo desigual, despediriam a esposa pagã. Um tribunal ficou responsável por resolver essa questão de forma legal mesmo em época de chuva. Foram três meses de burocracia, mas os princípios bíblicos prevaleceram (vs. 7-14).
Um número insignificante opôs-se à solução ao problema (vs. 15-17). Tem gente que não larga o problema, ainda quer que os outros se apeguem também a ele. Porém, a democracia, às vezes, é positiva.
O livro termina com um tom negativo, falando dos casamentos mistos, a razão da depravação do povo de Deus. Desta forma, o livro mostra o quanto o remanescente ainda precisa amadurecer espiritualmente (vs. 18-44).
“O livro de Esdras é um estudo sobre reavivamento. Quando as pessoas aplicarem a verdade da Palavra de Deus em sua vida, quando os santos orarem, intercederem e houver confissão seguida do afastamento de pecados reconhecidos, a igreja receberá poder para realizar coisas grandiosas para Deus” (William MacDonald).
A Palavra de Deus precisa ser central na vida de todo povo de Deus – creio ser essa a ênfase do livro de Esdras para nós. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Escreva abaixo o que você achou do livro de Esdras…
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“Enquanto Esdras orava e fazia confissão, chorando prostrado diante da Casa de Deus, ajuntou-se a ele de Israel mui grande congregação de homens, de mulheres e de crianças; pois o povo chorava com grande choro” (v.1).
Provavelmente, Esdras não esperava tamanha comoção por parte de seus irmãos e uma resposta tão rápida às suas orações. Angustiado e chorando muito, ele viu naquela transgressão a grande possibilidade da decadência de seu povo. Ultrapassados os limites por Deus estabelecidos, os filhos de Israel romperam as fronteiras da nação, “casando com mulheres estrangeiras, dos povos de outras terras” (v.2). Desses matrimônios foram gerados filhos que, por sua vez, recebiam toda a influência pagã de suas mães idólatras.
Esdras foi levado a olhar para os resultados desastrosos da desobediência. Quando cativo em Babilônia, pôde ver de perto a corrupção em todas as suas formas, e como o simples assentimento com os costumes seculares abre uma porta para a total apostasia. O fato da maioria dos judeus ter permanecido em Babilônia explica o encanto difícil de ser quebrado que o pecado causa no homem. E entre ter o que deseja e fazer a vontade de Deus, o impenitente sempre vai escolher a primeira opção.
Num casamento em jugo desigual não havia apenas a diferença religiosa, mas também costumes e práticas abomináveis que eram levados para dentro do lar. Idolatria e sexo deturpado eram os principais pecados cometidos nessas uniões mistas. Na igreja apostólica, quando os recém-conversos estavam sendo perseguidos pelos cristãos judeus a respeito de tradições, foi tomado um voto entre os apóstolos para que não fosse cobrado deles nada além da abstenção “das coisas sacrificadas a ídolos, bem como do sangue, da carne de animais sufocados e das relações sexuais ilícitas” (At.15:29).
Esdras demonstrou um genuíno espírito de compaixão ao prantear por seus irmãos, e seu livro foi concluído regado com suas lágrimas. As palavras de Secanias lhe deram a força que precisava para agir e exigir dos cabeças das famílias de Israel que tomassem uma atitude urgente. A forma radical de resolver a situação mandando embora suas mulheres e filhos estrangeiros foi, sem dúvida, um dos piores momentos pós-exílio. Mas mesmo havendo oposição (v.15), “toda a congregação disse em altas vozes: Assim seja… assim nos convém fazer” (v.12).
Assim como a obediência gera bênção, a desobediência gera maldição. Esdras precisou submeter o povo a uma atitude extrema a fim de evitar um mal pior. Hoje, existem muitos casamentos enfrentando situações desafiadoras. O plano de Deus para o casamento é o mesmo desde o princípio (Gn.2:24). Infelizmente, a humanidade vem deturpando o plano original do Criador trocando a bênção pela maldição. E até mesmo em lares cristãos, muitos casais têm maculado o leito e o lar com licenciosidade julgando ser lícito fazer o que quiser entre quatro paredes.
É um assunto que tem rendido muitas discussões e polêmicas. Mas uma coisa é certa: todo aquele que busca ao Senhor de todo o coração, procura fazer “o que é do Seu agrado” (v.11). Quando a vontade própria é subjugada, o Espírito Santo muda os nossos gostos, refina os nossos apetites e purifica a nossa mente. É claro que sempre existirão os Jônatas, Jazeías, Mesulão e Sabetai (v.15) se opondo ao “assim diz o Senhor”. No fim das contas, contudo, a decisão em ser fiel ou não sempre será individual.
Os conselhos deixados pelos apóstolos Paulo e Pedro, em 1Co.7:12-16 e em 1Pe.3:1-7, respectivamente, não requer do cristão o afastamento de seu cônjuge incrédulo, mas uma vida de nobre procedimento de modo que seja um instrumento do Espírito Santo para a conversão do companheiro descrente. E a todos nós, amados, os casados (e aqueles que estão se preparando para o casamento), busquemos do alto o conhecimento e a sabedoria tão necessários para que desfrutemos de um “leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros” (Hb.13:4). Vigiemos e oremos!
Bom dia, fiéis servos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Esdras10 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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619 palavras
Resumo do capítulo: Os Israelitas choram. O sacerdote Esdras levanta-se e lhes diz: “Confessem seu pecado ao Senhor, e façam a vontade dele. Separem-se dos povos vizinhos e das suas mulheres estrangeiras”. Os chefes das famílias investigam o assunto durante três meses.
1 ajuntou-se a ele. A oração de Esdras foi eficaz para com Deus e para com os homens. A solução não foi obra de Esdras, mas sim, sugerida pelo povo inspirado por Deus, em resposta à sua oração. Bíblia Shedd.
2 há esperança para Israel. Quando o povo reconhece seu pecado e deseja retificar o erro cometido, nasce a esperança, porque as misericórdias de Deus “não tem fim; renovam-se a cada manhã” (Lm 3.22-23).Bíblia Shedd.
3 despediremos todas as mulheres e seus filhos. Os casamentos mistos tinham aberto o caminho à religião mista. A crença verdadeira, revelada por Deus, contamina-se quando promiscuida com religiões falsas.Bíblia Shedd.
3, 4, 11 O verdadeiro arrependimento não termina com palavras de confissão – isto seria mera profissão de lábios. O verdadeiro arrependimento deve levar a um comportamento corrigido e atitudes mudadas. Quando você pecar e se arrepender verdadeiramente, confesse isto a Deus, peça por Seu perdão e aceite Sua graça e misericórdia. Então, como um ato de agradecimento pelo Seu perdão, faça as mudanças necessárias. Life Application Study Bible Kingsway.
7, 8 Embora Esdras estivesse investido de grande autoridade (7.25, 26), empregava-a comedidamente e influenciava o povo mediante exemplo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 destruídos. Seus bens serão confiscados, apropriados em benefício do templo (ver Lv 27.28). Bíblia Shedd.
9 das grandes chuvas. O nono mês, novembro/dezembro, é o das chuvas, em pleno inverno. O povo tremia, portanto, por causa da gravidade dos acontecimentos e por causa das chuvas. Em Jerusalém, de vez em quando, chega a nevar no mês de dezembro. Bíblia Shedd.
11 separai-vos … das mulheres estrangeiras. O divórcio era permitido por Moisés “por causa da dureza dos vossos corações”, conforme Jesus explicou (comparar Mt 19.8 com Dt 24.1-4). A maioria das mulheres despedidas não seriam esposas, mas, sim, concubinas. Bíblia Shedd.
13 O problema foi solucionado no prazo de três meses (16 e 17). Bíblia Shedd.
16, 17 A comissão concluiu seus trabalhos em três meses, descobrindo que cerca de 110 eram culpados por se caraem com esposas pagãs. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 – 44 sacerdotes [18]… levitas [23] … de Israel [25]. A primeira lista (18-22) contém os nomes dos filhos dos sacerdotes que estavam envolvidos no delito; depois vem a lista dos levitas (23-24), e finalmente a lista dos demais israelitas (25-43). Bíblia Shedd.
Essa ordem valoriza a responsabilidade e proximidade do templo e enfatiza a preocupação quanto à santidade na comunidade pós-exílica; aqueles que deveriam saber mais são destacados no início da lista, considerando especialmente as regras específicas para os casamentos dos sacerdotes (Lv 21:14). Infelizmente, apesar do problema do casamento misto ser tratado aqui, ele reaparece mais tarde (Neemias 9:2; 10:28-30; 13:23-27). Andrews Study Bible.
19 Com um aperto de mão (ARA; NKJV: “Deram sua promessa/palavra”). Um gesto oriental para selar uma promessa. Bíblia Shedd.
20-43 Infelizmente, as exigências da moderna grafia portuguesa alteraram tão profundamente a forma das palavras que compõem estes nomes, que o leitor moderno não tem o privilégio de verificar as mensagens de fé e de esperança que se escondem nesses versículos, como por exemplo em Selemias, no v. 39, que significa “Deus é meu modelo, meu padrão” [terminações “ias”, de “yah“/”Yahweh“, que significa “Jahvé”, “Jeová”, “Eu Sou”, “Senhor”; inícios e terminações “El“/”Deus”, em hebraico; “hanan“/”misericórdia”, por exemplo]. Bíblia Shedd.
24 É digno de nota que somente um cantor e três porteiros estivessem envolvidos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
44 mulheres estrangeiras. Séculos de experiência ensinaram aos israelitas que qualquer conformidade com o mundo pagão em derredor ameaça trazer a idolatria, a apostasia e a maldição. Bíblia Shedd.
alguns dos quais tinham filhos dessas mulheres. Ou “e eles as despediram com seus filhos”. Nota textual NVI.
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ed/9
Após a chegada de Esdras, ele foi informado do casamento de israelitas com mulheres de nações pagãs vizinhas. Se isso não bastasse, líderes haviam liderado o processo! A reação de Esdras foi forte. Ele se senta surpreso. Algumas versões da Bíblia dizem “chocado” ou “horrorizado”. Quando confrontado com o pecado, Esdras fica arrasado por um dia inteiro.
Seu remédio, no entanto, é encontrado em Deus. Depois de seu tempo de luto, Esdras, envergonhado demais para enfrentar Deus, orou de bruços, braços erguidos em contrição e apelo. Esta não é uma oração de rotina. É uma oração de profunda confissão. A comunidade pecou. Esdras incluiu-se entre os culpados ao pedir a Deus por misericórdia. Sem desculpas. Sem condições. Sem pedidos.
Quando foi a última vez que você ficou horrorizado com o pecado? Não importa onde você mora, há corrupção e depravação. E o pecado continua abundando! Não apenas com pessoas comuns, mas também com líderes. O que talvez seja mais surpreendente é que aparentemente nos sentimos tão confortáveis com o pecado, como Israel, que não reagimos mais. É hora de ficar chocado. É hora de levantar as mãos para o céu e abaixar a cabeça. É hora de implorar pela misericórdia de Deus, não apenas para nós mesmos, mas para nossas comunidades. Está na hora.
Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review / Adventist World
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=658
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Quem se dispõe a colocar Deus em primeiro lugar e no centro de tudo decidirá e fará somente aquilo que é da Sua vontade, seja na igreja ou no trabalho, no namoro e no casamento. O alvo diário não será os próprios interesses, mas sempre os de Deus. Contudo, o povo de Esdras colocou seus próprios interesses acima dos interesses divinos; então, o destino dos judeus rumou-se para o plano do diabo. Observe a sequência:
- Líderes e oficiais do povo de Deus uniram-se a mulheres pagãs e enveredaram para práticas perversas/imorais dos povos pagãos (vs. 1-2);
- Note a atitude de Esdras diante destes fatos, em suas palavras: “rasguei minha roupa – até minha túnica – arranquei cabelo da cabeça e da barba e me joguei no chão, desesperado” (v. 3).
- No sacrifício da tarde, Esdras criou coragem e com as vestes rasgadas não se levantou para condenar e/ou acusar o povo transgressor, mesmo sabendo que os mesmos pecados praticados levaram os pais dos ex-exilados ao cativeiro. Ele assumiu a culpa do povo baseando-se no caráter incomparavelmente misericordioso de Deus e pôs-se a orar, interceder perante Deus, pelo povo. (vs. 4-15).
Casamentos com pessoas que não têm as mesmas crenças na Bíblia, certamente trarão mais males que bênçãos. O dilúvio foi necessário porque tais casamentos enfraqueceram tanto o povo de Deus que resultou na multiplicação da maldade e no aumento da imoralidade. Por isso, Deus precisou tomar atitudes drásticas (Gênesis 6:1-6).
Visando preservar a espiritualidade das famílias de Seus filhos e o processo de desenvolvimento da fé no ambiente familiar, Deus foi categórico em proibir casamentos com quem não tinha compromisso com Ele (Êxodo 34:14-16), pois enfraqueceria e desviaria a nação/igreja inteira dos trilhos que levam ao Céu (Deuteronômio 7:1-6; Josué 23:11-13). Apesar dessa terrível transgressão, Esdras fez o que muitos reformadores espirituais ignoram: Interceder com compaixão pelos transgressores.
- Diante de qualquer problema do povo de Deus não podemos nos precipitar com atitudes drásticas para inibir ou resolver a situação;
- Os transgressores precisam de intercessores mais do que os santos;
- Os acusadores dos transgressores são agentes do destruidor, não do Salvador.
Duas lições:
- Case para a glória de Deus; e,
- Interceda por quem casou para sua própria glória.
Vamos orar? – Heber Toth Armí #rpsp #ebiblico #rbhw
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“Ah, Senhor, Deus de Israel, justo és, pois somos os restantes que escaparam, como hoje se vê…” (v.15).
Terminada a perigosa viagem sob a proteção divina e estabelecidos em Judá, os príncipes do povo foram ter com Esdras para lhe revelar algo que o deixaria atônito: “O povo de Israel, e os sacerdotes, e os levitas não se separaram dos povos de outras terras com suas abominações… pois tomaram das suas filhas para si e para seus filhos… se misturou a linhagem santa com os povos dessas terras, e até os príncipes e magistrados foram os primeiros nesta transgressão” (v.1-2).
Não era uma questão de pequeno porte, e a reação de Esdras deixa isso bem claro. O Senhor havia ordenado com relação às nações pagãs: “não farás com elas aliança, nem terás piedade delas; nem contrairás matrimônio com os filhos dessas nações; não darás tuas filhas a seus filhos; pois elas fariam desviar teus filhos de Mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do Senhor se acenderia contra vós outros e depressa vos destruiria” (Dt.7:2-4).
Fosse considerado um problema de pouca importância, e não restaria de Israel um “restante nem alguém que escapasse” (v.14). Foi quando os filhos de Deus, vendo “que as filhas dos homens eram formosas, [e] tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram” (Gn.6:2), que o mundo entrou em um colapso tal e emergiu em uma corrupção tão grotesca, que o Senhor precisou intervir através do dilúvio.
Através de uma educação deturpada, moldada segundo a cultura e a religião pagãs, Israel corria o risco de encontrar o mesmo destino dos ímpios antediluvianos. Em atitude de humilhação, Esdras rasgou seu coração a Deus, confessando a culpa de seu povo, reconhecendo a graça e a misericórdia de Deus e Seu desejo em mudar a sorte da rebelde nação. Ele conhecia os estragos causados pelo jugo desigual e como isso afetava diretamente as futuras gerações. Mas enquanto Esdras orava, o Senhor iniciava uma das reformas mais sofridas que Seus filhos teriam de passar.
Sabem, amados, eu acredito que nós estamos vivendo, agora, por um “breve momento” onde ainda podemos nos beneficiar da “graça da parte do Senhor” (v.8). Mas esse momento uma hora vai chegar ao fim, pois o “Espírito [Santo] não agirá para sempre no homem” (Gn.6:3). E enquanto estamos aqui, “na nossa servidão, não nos desamparou o nosso Deus; antes, estendeu sobre nós a Sua misericórdia” (v.9). Isso é simplesmente lindo e confortante!
Chegada é a hora do povo de Deus se humilhar diante do Senhor, dobrar os seus joelhos, estender as mãos para o Céu e confessar a sua transgressão. Mas essa atitude deve ter um começo. Assim como Esdras deu início a esse reavivamento e o Senhor fez unir-se a ele todos os humildes de espírito, não temos que ficar olhando para os lados esperando ou cobrando ver em nossos líderes essa guinada espiritual. Ela precisa começar na minha e na sua vida. Então, qualquer reforma que nos for requerida pelo Senhor, por mais doída que seja, será realizada pelo poder que do alto nos será outorgado.
Inicie esta jornada espiritual conforme as instruções dadas por Jesus: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt.6:6). Do silêncio do teu quarto Deus faz soar os alarmes do Céu no coração daqueles por quem você ora. Perseveremos nisso, e faremos parte do “restante que escapou” (v.13). Vigiemos e oremos!
Bom dia, reavivados pela Palavra e pela oração!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Esdras9 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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Resumo do capítulo: Em Jerusalém, os líderes dizem a Esdras que alguns do povo haviam se casado com mulheres estrangeiras. Ele rasga as vestes e ora: “Ó Senhor, nos esquecemos dos Seus mandamentos. Realizamos casamentos mistos com esses povos de práticas repugnantes!”.
1 Acabadas, pois, estas coisas. Ou seja, quatro meses e meio após achegada (7.9; 10.9) (Bíblia de Genebra).
Não se separaram. A questão não era a diferença racial, mas a religiosa, conforme os versículos seguintes dão a entender (vs. 10-12; 4.3)(Bíblia de Genebra).
Malaquias, que profetizou quase na mesma época da missão de Esdras, mostra que alguns judeus tinham desfeito casamentos para se casarem com filhas de um deus estrangeiro (Ml 2.10-16), talvez as filhas de proprietários influentes de terras. Uma das razões desses casamentos mistos fosse a falta de mulheres judaicas casadouras entre as que retornavam. O que acontecia numa comunidade judaica relapsa na questão de casamentos mistos pode ser visto no exemplo do povoamento judaico em Elefantina, no Egito, na época de Esdras e Neemias. Ali, os judeus que se casavam com mulheres pagãs manifestavam devoção aos deuses pagãos juntamente com o culto ao Senhor. A comunidadede Elefantina foi paulatinamente absorvida e desapareceu (Bíblia de Estudo NVI Vida).
os príncipes. É notável que a queixa sobre uma questão religiosa dessa natureza tenha vindo das autoridades seculares e não das eclesiásticas da cidade. A razão para essa situação incomum é o fato de que dignitários religiosos da nação não só toleravam a prática dos casamentos mistos, mas também eram culpados (v. 2). Já que parentes próximos de Jesua, o antigo sumo sacerdote, tinham desposado mulheres estrangeiras, não é estranho que um movimento de reforma nesse assunto não tenha surgido com os sacerdotes. Se os próprios líderes religiosos estavam envolvidos, é compreensível que as outras classes tenham permanecido em silêncio. No entanto, quando a situação chega a tal ponto e os ministros se corrompem, pela providência divina os leigos se levantam e tomam a iniciativa de empreender uma reforma religiosa (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol 3, p. 414).