Reavivados por Sua Palavra


Esdras 1 – Comentário pr Heber Toth Armí by jquimelli
20 de novembro de 2019, 0:45
Filed under: Sem categoria

ESDRAS I – A instituição da escravidão no mundo é a instituição do sofrimento, pois Deus criou as pessoas para serem livres. O pecado é o maior carcereiro. Por isso, os piores castigos são as prisões e nelas estão. Israel ficou exilado em Babilônia por 70 anos por causa de suas transgressões. Embora o pecado escravize, as pessoas não largam dele; talvez porque ignoram que o sofrimento seja oriundo deles. É a Bíblia que revela isso. Se não querem ouvi-la, continuam criando seus próprios sofrimentos. Por outro lado, movido de compaixão, bondade e misericórdia o próprio Deus intervém para restaurar o pecador; Ele exerce Seu poder, anuncia libertação e liberta de fato quem se dispõe a ouvi-Lo. Depois do período disciplinador de 70 anos, o rei Ciro da Pérsia conquistou Babilônia e emitiu um decreto de liberdade, cumprindo, assim, a profecia proferida por Jeremias muitos anos antes (Esdras 1:1-3). Jesus é a solução de Deus para libertar o pecador da escravidão do pecado; portanto, o cristão genuíno não se firma no que ele afirma ser, mas no que Cristo fez por ele. Você precisa aprender a confiar plenamente em Deus, em Seus planos e propósitos, pois eles nunca podem ser frustrados; Deus é soberano e tem o mundo inteiro em Suas mãos. Imaginou a tua vida nas poderosas mãos de um Deus Soberano?! Se você assim o fizer, saiba que experimentarás a maior de todas as libertações e alcançarás a maior de todas as vitórias possível neste mundo!

A dúvida é a mãe da incredulidade, a fé é a mãe da certeza. Deus, em sua economia divina, jamais permitirá passar por experiências desnecessárias aqueles que Lhe pertencem. O decreto de Ciro permitiu que os judeus, que tiveram a experiência cruel da escravidão no exílio babilônico, agora no Império Persa retornassem a Jerusalém para reconstruir o templo (Esdras 1). Da mesma forma, o Edito de Cristo, assinado com sangue, ofereceu-nos um decreto de libertação da escravidão do pecado. Semelhantemente aos presentes que os judeus receberam ainda na terra do cativeiro, quem aceita a verdade de que Cristo pagou a Sua libertação, já receberá preciosos dons e riquezas ainda na terra, mas tudo somente será pleno quando Jesus voltar para levar os libertos para o Céu. Jesus desceu ao nível dos seres humanos, para resgatá-los das mãos do diabo e torná-los livres para Deus; portanto, como aconteceu aos judeus da época de Esdras, nem todos aceitam deixar a escravidão, o exílio, para viver a libertação. Tem gente que prefere a prisão do pecado à liberdade oferecida pela graça de Cristo; talvez por acomodação, dúvida ou por cauterização da consciência por não querer aprender com as duras experiências da vida. Quem verdadeiramente aceitou a libertação não caminha ao acaso, mas para o alvorecer da história deste mundo. No glorioso advento de Cristo, os fieis terão a posse completa de Sua herança com Cristo no Céu, com ruas de ouro, mar de cristais, etc.

Um olhar escatológico a Esdras 1. Destaco as palavras de Hans K. LaRondelle em seu livro “Armagedom”, um dos mais expoentes teólogos do século XXI em escatologia: “O Deus de Israel concedeu a Ciro os honoríficos títulos de ‘ungido’ e ‘Meu pastor’ (Isa. 45:1; 44:28), honrarias que sugerem claramente que os atos militares de libertação e conquista por Ciro eram tipos da guerra santa de Cristo contra a Babilônia apocalíptica”. E acrescenta, “nessa obra de livramento, Ciro serviu como um tipo da missão messiânica de libertação”. Como Ciro veio da Pérsia e conquistou Babilônia, “não podemos esperar que a libertação da humanidade venha por ações da sociedade. Ela virá de fora, do espaço exterior, do retorno de Cristo como Senhor onipotente. Ele procederá dos Céus orientais juntamente com miríades de Seus anjos, para resgatar todos os que Lhe pertencem mediante viva fé (Mateus 24:31)”. Estamos diante de uma libertação Universal, a maior da história acompanhada do maior espetáculo liderado pelo Rei dos reis e Senhor dos senhores, Jesus Cristo. Para participar desta extraordinária experiência é preciso se render diariamente aos pés do Salvador, que morreu na Cruz para libertar todo aquele que crê. Esse dia está chegando, o mal está com os dias contados, o desespero deve ser substituído pela grande esperança que logo se tornará na maior realidade. Enquanto a sociedade está amadurecendo para a destruição, os crentes vão amadurecendo, esperando o pleno livramento! – Heber Toth Armí.


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