Reavivados por Sua Palavra


I REIS 3 by jquimelli
2 de agosto de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1rs/3

A despeito de suas apostasias, a Bíblia relata que Salomão amava o Senhor. Ele trazia dentro de si o exemplo de Davi, seu pai. Assim como o amado apóstolo João, Salomão estava respondendo ao amor de Deus por ele. Deus nos ama “apesar de” nossas imperfeições.

Ele se comunica conosco de muitas maneiras: por Seus profetas, por Sua Palavra escrita e também através de sonhos, que foi o modo como escolheu se revelar a Salomão.

Salomão deve ter ficado surpreendido quando Deus lhe falou: “Me diga o que você quer que Eu lhe dê!” Salomão foi muito sensato e pediu, não riqueza ou glória, mas um coração compreensivo! Deus muito se agradou do pedido de Salomão e lhe deu não só a sabedoria, mas também lhe acrescentou honra e riqueza! Que paradoxo para aqueles que preferem as riquezas do mundo e, em seguida, sucumbem, porque não têm sabedoria!

A sabedoria concedida por Deus a Salomão ficou evidente na disputa entre as duas prostitutas que vieram a ele, cada uma alegando que o bebê era dela. Salomão revelou excelente julgamento e a nação viu que Deus estava com Ele.

Que possamos pedir a Deus sabedoria e um coração compreensivo.

Leo Ranzolin
Vice-presidente aposentado da Associação Geral

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=540
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



I REIS 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
2 de agosto de 2019, 0:55
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I REIS 3 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
2 de agosto de 2019, 0:45
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O pastor Ted Wilson escreveu que “segundo a interpretação profética adventista do sétimo dia e a aplicação hermenêutica correta das Escrituras, estamos vivendo no tempo do fim. Nossa necessidade não é de solução política, militar nem social, mas de retornar ao fundamento certo: à segurança da Palavra de Deus”.

Dedique, então, tempo para ler o capítulo supracitado. Depois observe:

Salomão começa bem. Recebe uma oportunidade de ouro. O Rei dos reis lhe aparece em sonhos. Oferece-lhe o que quiser. Desta forma, ainda que nunca fora plano de Deus que Israel tivesse reis humanos, cada uma das ações divinas visavam conduzir o gigantesco trem descarrilhado de volta ao trilho. Mesmo que para isso tivesse que fazê-lo andar fora dos trilhos.

Deus havia guiado a Davi, mesmo com suas quedas horríveis diante das terríveis armadilhas de Satanás. Agora, Deus está diante de Salomão, oferecendo-lhe a possibilidade de ter o que quisesse. Humildemente, Salomão pediu sabedoria para administrar o reino de Israel. Um dia Jesus viria com sabedoria superior à de Salomão para assentar-se no trono de Davi com objetivo de colocar o trem novamente nos trilhos.

Observe as lições extraídas da sabedoria presenteada por Deus a Salomão. Há preciosos princípios bíblicos relevantes:

• A sabedoria verdadeira é dom de Deus, não pode ser fabricada nos laboratórios humanos nem comprada em nenhum dos mercados do mundo.

• A sabedoria humana é falha, assim sabedoria pura jamais pode ser conquistada em nenhuma das mais sofisticadas universidades de renomes do mundo.

• Quem vai a Deus em busca de Sua sabedoria recebe mais do que pede. Junto ao pacote de sabedoria, vão outros pacotes surpresas.

• Diante das dificuldades da vida, quem pedir sabedoria divina, Deus a concederá abundantemente (Tiago 1:2-5).

• A sabedoria celestial embutida na mente humana é muito mais prática que teórica, visa solucionar problemas das pessoas, promover paz onde há discórdia, e ministrar o bem aos necessitados.

• Os pecadores regidos pela sabedoria divina discernem o erro, dissolvem intrigas, contendas e problemas alheios, construindo o reino de Deus baseado no bem, na paz e na harmonia.

Jesus já veio e morreu como humano. Contudo, miraculosamente ressuscitou. Portanto, voltará à Terra com Seu poder divino como Rei dos reis.

Seja sábio, entre logo nos trilhos da Palavra de Deus! – Heber Toth Armí.



1REIS 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de agosto de 2019, 0:30
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“Dá, pois, ao Teu servo coração compreensivo para julgar o Teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; pois quem poderia julgar a este grande povo?” (v.9).

De todos os dons que o Senhor concede aos que O buscam, a sabedoria é a promotora da justiça. O discernimento entre o bem e o mal não exime o homem de pecar, nem tampouco o autoriza a contemplar o mal a fim de conhecê-lo. Mas quando este se mostra evidente, temos duas escolhas a fazer: rejeitá-lo ou aceitá-lo. Salomão iniciou o seu reinado casando-se com a filha de Faraó e “sacrificava ainda nos altos e queimava incenso” (v.3). Apesar de suas fraquezas, o seu maior desejo era o de edificar um reino justo no temor de Deus.

Vendo o amor que Salomão Lhe devotava, o Senhor apareceu a ele em sonho e disse-lhe: “Pede-Me o que queres que Eu te dê” (v.5). Que privilégio ter diante de si os céus abertos! Do pedido de Salomão dependia não somente o bem-estar dele mesmo, mas de todas as famílias da Terra. Ao pedir um coração compreensivo para julgar, o Senhor lhe concedeu um singular “coração sábio e inteligente” (v.12). Uma dádiva que nos alcança até hoje através dos livros de Provérbios, Cantares e Eclesiastes.

Competia a Salomão, porém, obedecer às leis de Deus a fim de gozar de longevidade. A sabedoria que lhe foi dada precisava manifestar-se em suas obras. Seu veredito acerca da disputa entre as duas meretrizes tornou-se afamado e sua sabedoria aclamada em todo o Israel. No entanto, seu poder de influência não poderia ser maior do que o seu desejo de honrar a Deus. Salomão podia até ser sábio, mas suas escolhas nem sempre manifestaram isso. Pois o benefício dos dons, depende do uso que fazemos deles.

Cientes desta verdade, temos nós buscado, diligentemente, pelo melhor aproveitamento dos dons espirituais? Diante da diversidade desses presentes do Céu, Paulo nos aconselha: “procurai, com zelo, os melhores dons” (1Co.12:31). Não se trata de ir em busca do que queremos para benefício próprio, mas do que Deus deseja para benefício do próximo. Salomão pediu sabedoria para julgar o povo com prudência. E quando agimos com genuíno altruísmo, o Senhor vai além do que a nossa imaginação possa desejar, e nos diz: “até o que Me não pediste Eu te dou” (v.13).

Amados, se andarmos nos caminhos do Senhor e guardarmos os Seus estatutos e os Seus mandamentos, como andou Jesus, Ele prolongará os nossos dias por toda a eternidade. Isto não é uma barganha. Isto é seguir as pegadas do Mestre até chegar onde Ele está e de onde nos diz: “E eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22:12).

Vigiemos e oremos!

Bom dia, sábios de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Reis3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I REIS 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
2 de agosto de 2019, 0:05
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I REIS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
2 de agosto de 2019, 0:05
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999 palavras

A narrativa deste capítulo demonstra que a sabedoria extraordinária de Salomão era um dom de Deus que ocorreu em resposta a seu pedido. em vez de ser abstrata, a sabedoria de Salomão era de natureza prática, conforme indica a história das duas prostitutas. Bíblia de Estudo Andrews.

“Salomão começa seu reinado fazendo uma aliança com o Faraó do Egito. Ele provavelmente estava pensando na segurança interna de Israel. Esse pensamento resultou num casamento não aprovado por Deus! Mesmo que sua mulher abandonasse seus deuses, havia um grande desequilíbrio: o conhecimento de Salomão era muito maior. Assim como acontece nas implicações políticas advindas dos acordos entre nações, um casamento também tem implicações, para o bem ou para o mal. Há muitos que se arriscam a cometer o mesmo erro de Salomão. Apesar de vermos cônjuges descrentes se converterem e se renderem ao Senhor, também vemos o oposto, quando estas más uniões destroem vidas.”. Pastor Leo Ranzolin, em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1ki/3/

aparentou-se. Depois de eliminar todas as ameaças em potencial a seu trono [1Rs 2], Salomão começou a estabelecer seu reinado por meio de alianças políticas com reinos vizinhos. Bíblia de Estudo Andrews.

A época em que Salomão fez aliança com o Egito foi um período em que esse país era pobre e dividido. Também era um período de fraqueza para Assíria e Babilônia, e já não existiam como nação os heteus que haviam sido poderosos. Esse período de debilidade generalizada no antigo Oriente Próximo ofereceu uma oportunidade única para que Davi e Salomão estabelecessem uma nação forte para o povo de Deus na terra em que o Senhor separou para eles. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 808.

Cidade de Davi. Faz-se uma distinção entre a cidade de Davi e Jerusalém. A antiga cidadela de Sião, fortaleza dos jebuseus (2Sm 5:7-9), situava-se no extremo sul do monte oriental, a oeste do manancial de Giom, no vale de Cedrom, e ao sul da área onde depois se construiu o templo. CBASD, vol. 2, p. 808.

os altos. Santuários ao ar livre, localizados em colinas elevadas. Com frequência, competiam com a tenda sagrada na qual ficava a arca de Deus. Bíblia de Estudo Andrews.

Segundo a lei de Moisés, os sacrifícios deviam ser levados ao tabernáculo e não oferecidos em campo aberto (Lv 17:3-5). … Há duas razões principais para a proibição de sacrificar nos altos: (1) manter os israelitas longe dos lugares onde o culto idólatra era realizado; (2) evitar que surgissem santuários não autorizados pelo Senhor, onde falsos cultos pudessem ser realizados. CBASD, vol. 2, p. 808.

sacrificava ainda nos altos. Não se deve considerar isto como evidência de culto idólatra nesse período da vida de Salomão. O registro declara que ele “amava ao SENHOR” e estava “andando nos preceitos de Davi”. Contudo, ele não observou as ordens mosaicas que proibiam os sacrifícios, com exceção dos realizados num santuário. Embora essa ordem tenha sido ignorada durante o período dos juízes e mesmo na época de Samuel e Davi (v. 2), Israel estava então num novo momento de sua experiência religiosa. Começava a reconhecer-se que Deus não mais toleraria uma situação que antes havia “passado por alto” (At 17:30). CBASD, vol. 2, p. 808, 809.

Gibeão. Cidade pertencente à tribo de Benjamim, assentada a noroeste de Jerusalém. Bíblia de Estudo Andrews.

uma criança. Salomão não quis dizer que tinha a idade de uma criança, mas que se considerava assim, em experiência. … Quando subiu ao trono já era casado e, provavelmente, pai. Deduz-se isso porque tinha um filho de 41 anos  (2Cr 12:13) por ocasião de sua morte, após um reinado de 40 anos (1Rs 11:42). CBASD, vol. 2, p. 809.

No início de seu reinado, Salomão tinha por volta de 20 anos. Ao dizer que não passava de uma criança, referia-se à sua inexperiência. Bíblia de Estudo Andrews.

coração compreensivo. A maior necessidade do ser humano é de um coração compreensivo que possa entender seus próprios problemas e carências, bem como a vontade de Deus. … Uma das principais funções de Salomão seria ouvir casos difíceis que seriam apresentados a ele pelos juízes de primeira instância do país. Como cabeça do povo de Deus, sentiu a grande necessidade da sabedoria divina. Em nenhuma parte há uma compreensão melhor da natureza básica da sabedoria do que nas palavras escritas por ele: “O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria” (Pv 9:10). “O princípio da sabedoria é: Adquire a sabedoria; sim, com tudo o que possuis, adquire o entendimento” (Pv 4:7). CBASD, vol. 2, p. 809.

11 longevidade… riquezas… morte de teus inimigos. Estes eram os desejos típicos de quase todos os reis. Bíblia de Estudo Andrews.

12 faço. Deus prometeu sabedoria, riquezas, glória e uma vida longa a Salomão. O restante da narrativa mostra o cumprimento dessas promessas. Bíblia de Estudo Andrews.

coração sábio e inteligente. A sabedoria de Salomão parece ter sido tanto moral como intelectual. Era uma sabedoria prática, com respeito a todos os aspectos da vida, das coisas e do coração humano, das obras e da vontade do criador. CBASD, vol. 2, p. 809, 810.

13 até o que não Me pediste Eu te dou. Deus confirma sabedoria ao pedido de Salomão. Ele humildemente pediu sabedoria, o que traria em seu rastro todas as outras bênçãos da vida. … Essa é a grande lei básica do governo divino, sobre a qual Jesus disse: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6:33). CBASD, vol. 2, p. 810.

15 era sonho. Não um sonho qualquer, mas um sonho de Deus. Salomão teve plena certeza de que o sonho foi uma revelação divina e que estivera em contato com Deus. Ele estava tão certo disso, que imediatamente após seu regresso à capital, pôs-se perante a arca e ofereceu sacrifícios a Deus. Os resultados mostram que ele estava certo e que tinha recebido uma mensagem diretamente do Senhor. CBASD, vol. 2, p. 810.

26 amor materno. O radical da palavra hebraica usada neste texto está ligado ao útero da mãe. Bíblia de Estudo Andrews.

28 fazer justiça. Esta era a principal tarefa de um rei. O título real mais cobiçado dos tempos antigos era “o rei justo”. Bíblia de Estudo Andrews.




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