Reavivados por Sua Palavra


2 REIS 3 by jquimelli
24 de agosto de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2rs/3

Você já esteve no meio de uma grande empreitada e descobriu que não tinha recursos para continuar? Israel e Judá se viram nessa situação.

Embora a guerra fosse sua própria ideia, o perverso rei Jorão culpou a Deus pelo que ele pensava ser a derrota iminente. O justo rei Josafá insistiu em pedir orientação e ajuda a Deus. O contraste entre fé e descrença nesta história é dramático.

Desânimo e pessimismo são frutos da incredulidade. Ao confiar apenas na habilidade humana, chega-se ao fim de seus recursos e a derrota é o resultado inevitável. Mas com Deus, nenhuma perspectiva é sem esperança.

É fácil para Deus suprir nossas necessidades físicas. Mas Ele se deleita em fazer mais do que isso. Ele promete orientação, libertação e vitória para aqueles que O buscam. Quando Deus revela uma saída, esta pode parecer impossível para o nosso raciocínio humano. Sua direção geralmente inclui algumas ações necessárias de nossa parte. Como cavar valas para a água em um vale seco, isso demonstra nossa fé e obediência à Sua liderança.

Quando confrontado com uma crise, qual é a sua primeira resposta? Escolha a fé que pode encher um deserto de água e libertar dos exércitos de Satanás.

Esther Baker
Dona de casa
Igreja da Union Springs AcademY
New York USA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=562
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



2 REIS 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
24 de agosto de 2019, 0:55
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2 REIS 3 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
24 de agosto de 2019, 0:45
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Quem nunca passou por uma crise? Crises são inevitáveis! Mais cedo ou mais tarde elas aparecem; seja na economia do país ou na empresa onde se trabalha. Há também possibilidade de crises familiares, conjugais e pessoais.

O texto em foco mostra-nos alguns pontos, os quais merecem muito nossa concentração:

1. É certo que durante nossa existência enfrentaremos crises das quais precisaremos tomar atitudes imediatas e radicais (vs. 1-5);

2. As consequências das crises que nos assolam dependerão de nossas decisões (vs. 6-7, 9):
• Jorão mostra como decidir baseado na capacidade humana;
• Josafá mostra como decidir baseado na conveniência;
• O rei de Edom mostra como decidir baseado nas decisões alheias.

3. Crises vêm, crises vão, simplesmente para revelar quem é quem (vs. 8-12):
• Jorão representa aqueles que tomam decisões equivocadas e que ao verem as consequências são rápidos em procurar um culpado, para eles quase sempre Deus.
• O rei de Edom representa os indiferentes em tempo de crises, tanto faz como tanto fez; não reagem, ficam parados esperando pelos outros.
• Josafá representa os fieis que quando estão encrencados sabem que Deus conhece todos os problemas e sabe como resolvê-los.

4. As crises surgem a fim de que busquemos a Deus, o qual visa surpreender-nos com o que Ele pode fazer (vs. 13-14). Deus, através de Seus servos, confronta os incrédulos, representado por Jorão; Ele ignora os que O ignoram, representado pelo rei de Edom; e honra aos que O honram, representado por Josafá.

5. Deus usa as crises na vida dos seres humanos para revelar Sua capacidade ilimitada visando atrair os pecadores a Si (vs. 15-19):
• Deus merece ser adorado antes dEle manifestar Seu poder;
• Deus usa pessoas para enviar profecias diretas sobre o que fazer para vencer as crises;
• Deus espera a participação humana em suas orientações aparentemente “sem lógica” objetivando revelar Sua onisciência e onipotência.

6. Deus mostra que a vitória sobre qualquer crise depende da obediência plena a Suas indicações por meio da palavra de Seus profetas (vs. 20-27). A lógica de Deus não tem lógica do ponto-de-vista humano; porém, confiar nEle reside o segredo de toda vitória.

Se buscássemos mais a Deus colecionaríamos mais vitórias! Nossa vida seria bem melhor! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 



2REIS 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de agosto de 2019, 0:30
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“Disse Eliseu: Tão certo como vive o Senhor dos Exércitos, em cuja presença estou, se eu não respeitasse a presença de Josafá, rei de Judá, não te daria atenção, nem te contemplaria” (v.14).

E a saga dos reis maus de Israel continua. Com a morte de Acazias, não havia herdeiro para sucedê-lo, então seu irmão Jorão reinou em seu lugar. E fez este “o que era mau perante o Senhor; porém não como seu pai, nem como sua mãe” (v.2). Adoradores convictos de Baal, Acabe e Jezabel construíram uma reputação muito difícil de ser comparada ou superada. Porém, nos pecados em que caiu Jeroboão, Jorão também consentiu. E diante da ameaça do rei de Moabe, logo procurou a ajuda de Josafá. O rei de Judá já havia saído à guerra antes em favor de Acabe, e quase perdeu a vida pela desonestidade daquele rei. Mais uma vez ele se mostrou prestativo para com outro rei de Israel e saiu em seu favor.

Como na situação anterior, Josafá sugeriu que fosse consultado um profeta de Deus. Eliseu foi indicado e os reis “desceram a ter com ele” (v.12). Aquela pequena comissão logo revelou sua dificuldade. Jorão foi desmascarado por aquele que de Deus recebera discernimento para perceber-lhe a maldade: “Que tenho eu contigo? Vai aos profetas de teu pai e aos profetas de tua mãe” (v.13). Como homem de Deus, Eliseu recebera o dom de discernir espíritos (1Co.12:10), e por ser Jorão mui perverso, não fosse “a presença de Josafá” (v.14), o profeta não lhe teria dado atenção e nem tampouco olharia para ele. Parece uma atitude dura da parte de Eliseu, mas era apenas o efeito da anti mistura da luz com as trevas.

A presença do rei de Israel era tão inconveniente, que Eliseu, à semelhança de Davi quando tocava a sua harpa e afastava de Saul o espírito maligno (1Sm.16:23), usou o louvor para que o mal fosse dissipado e pudesse receber de Deus o poder para transmitir a Sua palavra. É certo que muitas vezes precisamos conviver com pessoas difíceis, mas isto não deve nos impedir de lhe sermos úteis conforme a vontade de Deus. Eliseu, por vontade própria não queria estar ali, mas tinha uma obra maior a realizar, uma obra que não era sua, mas do Senhor. E por respeito a Josafá, conteve a sua indignação. Pois  muitas vezes Deus age em favor dos maus por causa dos bons que os cercam. Os ímpios são abençoados por amor dos justos e, com isso, recebem também a oportunidade de saírem das trevas para luz, e da sequidão para terra de abundantes águas (v.20).

Precisamos entender que Deus odeia o pecado, mas ama o pecador. E da mesma forma, devemos ter repulsa aos atos de maldade, mas misericórdia de quem age assim. “Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm.12:18). Notem que Paulo coloca duas condições: “Se possível” e “quanto depender de vós”. Isto é, nem sempre é possível manter uma relação pacífica com todos, mas que esta impossibilidade não surja de nossa parte. Certamente, Eliseu sabia que se Jorão pudesse, lhe tiraria a vida, assim como Jezabel havia feito com os demais profetas do Senhor.

Contudo, não cabia a Eliseu a vingança, nem deixar de comunicar a palavra de Deus, porém, no que dependesse dele, tudo o que dissesse ou fizesse deveria ser um amontoado de brasas vivas sobre a cabeça de Jorão (Rm.12:20). Que possamos escolher, como Eliseu, andar na presença do Senhor para que não tornemos “a ninguém mal por mal”, porém nos esforcemos “por fazer o bem perante todos os homens” (Rm.12:17). Porque em breve há de ser revelada “a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não serve” (Ml.3:18). Até lá, não é nossa a obra de fazer este julgamento, mas do Juiz Justo. Eis o que Deus espera de nós: “Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo.13:35). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, discípulos de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Reis3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



2 REIS 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
24 de agosto de 2019, 0:10
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2 Reis 3 – Comentários selecionados by jquimelli
24 de agosto de 2019, 0:05
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285 palavras

11 Será que não há aqui profeta do Senhor…? V. 1Rs 22.7. Somente depois de as estratégias dos próprios três governantes parecerem ter fracassado é que procuraram a palavra do Senhor (v. 12) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

14 não te daria atenção. Esta foi uma censura forte, mas oportuna e necessária. A honra de Deus estava em jogo. Um ímpio rei de Isarel lançava sobre o Senhor a culpa por um desastre devido diretamente à sua loucura. Se Josafá não estivesse participando desse empreendimento, Eliseu se recusaria a interceder em nome do rei de Israel. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 950.

27 seu filho mais velho. O rei Mesa, num ato extremo de desespero, sacrificou seu primogênito ao deus Quemos, na esperança de obter perdão por seus pecados passados (Miq 6.7) e garantir uma vitória militar (Jz 11:30-40) (Andrews Study Bible).

em holocausto. A despeito da proibição divina (Deut. 18:10), Acaz, um rei posterior de Judá, sacrificou seu filho no fogo, seguindo as detestáveis práticas das nações circundantes (Andrews Study Bible).

grande ira contra Israel. Essa expressão, á luz do hebraico, normalmente faz alusão a uma visitação da ira de Deus. (Bíblia de Estudo NVI Vida).

…talvez devamos entender que os aliados ficaram abalados pelo terror supersticioso da ira da divindade local. (Foi justamente naquela época da história de Israel que a idolatria se acentuara entre os israelitas) (Bíblia Shedd).

A devoção de Mesa ao seu deus Quemos [ou Camos] foi maior que a lealdade de Israel ao Senhor. O descontentamento causou a imediata retirada da campanha militar de Israel contra Moabe (Andrews Study Bible).

A natureza exata dessa indignação contra Israel não é descrita, e os detalhes da forma em que operou não são revelados. CBASD, vol. 2, p. 952.




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