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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/juizes/jz-capitulo-2/
Há um ciclo aparentemente sem fim em Juízes: abandono de Deus, saque inimigo, clamor a Deus por ajuda, livramento fornecido por Deus e retorno ao caminho rebelde.
Quantas vezes este ciclo de retornar aos velhos caminhos egoístas se repetiu na minha vida quando eu não tenho tempo para relembrar a fidelidade de Deus para comigo!
Israel não parou para relembrar a fidelidade de Deus em tirá-los do Egito, Seu maná todos os dias através do deserto, o Seu poder em derrubar Jericó. Para a nova geração, aquelas eram simplesmente histórias de uma época distante. Moisés e Josué estavam mortos. E como as coisas eram naquela época, assim são hoje.
Esta nova geração desfrutava a vida em uma terra de grandes oportunidades e relativa facilidade, uma terra que “manava leite e mel”. Por que eles deveriam continuar a lutar?
Da mesma forma, quando mantemos em nossas vidas algo que Deus mandou que destruíssemos totalmente, erradicássemos completamente, aquilo agirá como um aguilhão em nossas costas, exatamente como o Senhor havia prometido que aconteceria (2:3). Permitir que nossos maiores inimigos, egoísmo e egocentrismo, se fortaleçam acabará por destruir-nos.
Quais são os “baalins” da sua vida que você tem sido tentado a adorar?
Brennon Kirstein
Capelão da Southern Adventist University
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=459
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Valorize tua vida: “Uma pessoa que se privou do conhecimento da Bíblia privou-se da melhor coisa que existe no mundo” (Woodrow Wilson).
Leia o capítulo em apreço e note que sem um bom líder espiritual o povo de Deus tende a fazer o que bem entender. O reavivamento espiritual não é duradouro, o fogo da paixão por Deus esfria se não houver cuidado.
“O reavivamento foi genuíno e operou uma reforma entre o povo. Eles permaneceram leais à aliança que haviam feito. O povo ‘serviu ao Senhor todos os dias de Josué e todos os dias dos anciãos que ainda sobreviveram muito tempo depois de Josué e que sabiam todas as obras feitas pelo Senhor’ (Js 24:31). Eles se arrependeram de seus pecados e foram perdoados, mas a semente do mal havia sido semeada, vindo a brotar e dar frutos. A vida de firme integridade de Josué terminou. Sua voz não mais era ouvida em reprovações e advertências. Uma a uma, as fieis sentinelas que haviam cruzado o Jordão depuseram sua armadura. Entrou em cena uma nova geração. Então, o povo se afastou de Deus. Sua adoração foi misturada com princípios errôneos e ambicioso orgulho” (Ellen G. White).
· O mesmo reavivamento deu-se no pentecostes na igreja cristã; o mesmo declínio espiritual deu-se após a morte dos apóstolos.
· O mesmo reavivamento deu-se na reforma protestante; o mesmo declínio deu-se após a morte dos reformadores.
· O mesmo reavivamento deu-se com a pregação das profecias tendo Guilherme Miller como líder; porém, o mesmo declínio deu-se com a morte dos pioneiros adventistas.
No livro de Juízes “o autor antecipa o declínio na introdução do livro (1.1-3-6). Relatam-se mais uma vez o sucesso militar inicial de Israel e fracassos posteriores como lembretes de que Israel chegou a Canaã por consequência da obra de Deus a seu favor (1.1-2-5). Seguindo-se a essa introdução histórica, uma introdução teológica declara que a idolatria levou Israel a abandonar a aliança. Por isso o Senhor decidiu ‘testar’ o povo, ao permitir que os inimigos do povo permaneçam na terra (2.6-3.6)” (Paul R. House).
· Cuide-se!
· Vigie!
· Ore mais!
· Medite na Bíblia!
· Aplica-te a viver os planos divinos!
· Testemunhe!
Livre-se do declínio espiritual! “Senhor, faz-me a pessoa que queres que eu seja: Fervorosa, fiel…” – Heber Toth Armí.
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“Foi também congregada a seus pais toda aquela geração; e outra geração após eles se levantou, que não conhecia o Senhor, nem tampouco as obras que fizera a Israel” (v.10).
Israel já habitava em Canaã, mas não havia cumprido por completo a ordem do Senhor de expulsar todos os cananeus. Insistiram em compartilhar da herança do Senhor com os “espoliadores” (v.14). E na reincidência dos filhos de Israel em não dar ouvidos à voz de Deus, “se tornavam piores do que seus pais” (v.19). Pela negligência quanto à religião do lar, surgiu uma geração de fundamento arenoso. A falha na instrução e edificação espiritual dos filhos, custou o alto preço de uma nação constantemente perseguida e prejudicada pelos povos inimigos.
Em Sua grande misericórdia, Deus suscitou juízes a fim de livrar o povo das mãos de seus opressores. “Contudo, não obedeceram aos seus juízes” (v.17). Logo se desviaram do caminho “seguindo após outros deuses” (v.19). Eles “provocaram o Senhor à ira” (v.12), e “deixaram o Senhor” (v.13). O deserto e a guerra ensinaram a seus pais os percalços da vida e a dependerem de Deus; em contrapartida, a prosperidade e a tranquilidade de Canaã foram mal administradas por aqueles que deveriam ensinar por preceito e por exemplo que só há vida e felicidade em conhecer e servir a Deus.
Todavia, àquela geração foi concedida graça sobre graça, pois “o Senhor Se compadecia deles ante os seus gemidos” (v.18). E não havia desculpas para justificar a iniquidade, porque “fazia Israel o que era mau perante o Senhor” (v.11). Ainda que seus pais não lhes tenham ensinado o temor do Senhor, Deus estava disposto a ensiná-los. Desde a entrada do pecado no mundo, o homem tem revelado a natureza de acusação, sempre transferindo a culpa a terceiros. Cristo, porém, afirmou: “Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece o vosso coração” (Lc.16:15).
“Sucedeu que, falando o Anjo do Senhor estas palavras a todos os filhos de Israel, levantou o povo a sua voz e chorou” (v.4). Sobreviria juízo sobre o povo por causa de sua desobediência. Por vezes, Deus permite que estejamos cercados por inimigos para colocar à prova a nossa fé e obediência. Não era plano do Senhor que Israel sofresse “grande aperto” (v.15). Ele bem sabia que o povo se desviaria de Sua vontade, mas também que surgiriam servos fiéis em meio à infidelidade. “Que é isso que fizestes?” (v.2), é uma pergunta que ecoa até nós hoje. Jesus geralmente respondia as perguntas que Lhe faziam com outra pergunta. Ele não dá simplesmente a resposta, mas nos dá a oportunidade de refletir.
Porque “o coração do justo medita o que há de responder” (Pv.15:28). A resposta de Israel foi levantar a voz e chorar. E esta geração, que se arrependeu, serviu ao Senhor “todos os dias de Josué e todos os dias dos anciãos que ainda sobreviveram por muito tempo” (v.7). Aquela geração de Israel se foi, e surgiu outra “que não conhecia o Senhor” (v.10). Infelizmente, ela se foi sem deixar à próxima a influência de sua fidelidade. Que tremenda obra Deus confiou aos pais em instruir seus filhos! Quando esta obra é considerada em toda a sua importância e é operada por pais diligentes e tementes a Deus, anjos são comissionados para ajudá-los. Temos um desafio imenso em meio a uma geração que não conhece o Senhor, mas Deus suscitou o perfeito Juiz para estar conosco “todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20). Se dermos ouvidos às palavras de Jesus e buscarmos cumpri-las, certamente as nossas últimas palavras nesta Terra, serão: “Eis-me aqui, e os filhos que o Senhor me deu” (Is.8:18). Vigiemos e oremos!
Bom dia, remanescente desta geração!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Juízes2 #RPSP
Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100
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715 palavras
1 o anjo do SENHOR. Uma teofania, ou seja, uma revelação visível de Deus. Bíblia de Genebra.
Do Egito vos fiz subir. Os Dez Mandamentos começam com a mesma declaração (Êx 20.2; Dt 5.6), o que nos relembra que a história do que Deus tem feito está ligada com Seus mandamentos. Bíblia de Genebra.
1-5 A constância de Deus e a inconstância dos homens: 1) Enquanto Deus vê o passado, o presente e o futuro com absoluta precisão, o homem esquece o passado, racionaliza o presente e desconhece o futuro; 2) Enquanto Deus firma Sua aliança garantida pela sua pessoa imutável (Hb 6.18), o homem promete sem saber se poderá cumprir (cf Js 24.31 com Jz 2.2); 3) Sendo Deus perfeito em santidade, não terá motivos para mudar Seu plano; o homem é movido pelas emoções, pelos enganos e pelo interesse próprio (cf Gl 3.1; Lc 22.25, 26; Ef 4.14; 1 Tm 4.1-4). Bíblia Shedd.
2 não obedecestes. Israel celebrou casamentos mistos com os cananeus, bem como todos os demais relacionamentos com eles tinham sido proibidos com eles tinham sido proibidos porque semelhantes contatos levariam à idolatria. … Por ter desobedecido às condições da aliança, Israel sofreria o que Canaã sofrera: a remoção da terra. Bíblia de Genebra.
3 não os expulsarei de diante de vocês. A desobediência requer a disciplina e a provação. A geração extinta durante a travessia do deserto por falta de confiança no Senhor é seguida por outra que deixara de cumprir a Sua palavra. Bíblia Shedd.
2.6-3.6 Esta seção forma uma introdução religiosa à história dos juízes. Explica essa história em termos de ciclos, decorrentes de apostasias, opressão, arrependimento e súplica, seguidos pela libertação oferecida por Deus (16-20). A grande lição que devemos sempre perceber é que Israel prosperava e permanecia livre somente enquanto se mostrava fiel a Deus. Bíblia Shedd.
6 Havendo Josué despedido o povo. O início do capítulo 2 se localiza antes, no tempo, do que o cap. 1, provendo um pano de fundo ao modo de como as coisas se desenrolaram. Andrews Study Bible.
8 cento e dez anos. Quanto à significância desse número, v. nota em Gn 50.26. [“Os registros do antigo Egito mostram que 110 anos eram contados como duração ideal de vida; para os egípcios, isso teria sido uma bênção divina sobre José”]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 geração… que não conhecia o SENHOR. Uma geração devia declarar as maravilhas de Deus à geração seguinte (Dt 4.9; 6.1-6). … Mas os líderes – os chefes das famílias, os sacerdotes e os juízes – não guardaram a aliança nem contaram à geração seguinte a respeito dos atos poderosos de Deus. Bíblia de Genebra.
11-19 Esses versículos oferecem o padrão a ser seguido nos caps. 3-16. Bíblia de Genebra.
11 serviram aos baalins. “Baalins” está no plural [Baalim é o plural de Baal], porque Baal era adorado de forma diferente em cada localidade cananéia. Bíblia de Genebra.
13 Baal e Astarote. Deus e deusa dos cananeus. Baal era o deus do trovão e da chuva, controlador da vegetação. … Astarote é o plural de Astorete (cf 1 Rs 11.5), deusa da fertilidade e esposa de Baal (“senhor”, “marido”). Na Fenícia foi chamada Astarte (cf Dt 16.21) e Istar na Babilônia. O culto oferecido a esses deuses da fertilidade era acompanhado de toda a espécie de imoralidade e atos de depravação. Bíblia Shedd.
Astarote estava associada à estrela vespertina, e era a deusa bela da guerra e da fertilidade. … Para os gregos era Astarte ou Afrodite, e para os romanos, Vênus. A adoração a Astarote implicava práticas extremamente lascivas (1Rs 14.24; 2Rs 23.7). Bíblia de Estudo NVI Vida.
14 e os entregou. Ver Dt 28.48; 1Sm 12.9. Os inimigos e opressores de Israel não tinham poder sobre o povo de Deus, a não ser que ele assim permitisse. A conquista de Israel agora é revertida, à medida em que povos de fora de Canaã (arameus, moabitas, midianitas, amalequitas e filisteus) oprimem os israelitas, os novos habitantes da terra (3.8-12; 6.1; 10.7; 13.1). Bíblia de Genebra.
15 a mão do SENHOR era contra eles. A mão do Senhor estava associada com o poder salvífico de Deus (~Ex 3.20; 6.1; 13.3; Dt 4.34). Bíblia de Genebra.
16 juízes. Houve seis juízes principais (Otoniel [ou Otniel], Eúde, Débora, Gideão, Jefté e Sansão) e seis de menos importância (Sangar, Tola, Jair, Ibsã, Elom e Abdom). Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 prostituíram. A aliança entre Deus e Israel é descrita figuradamente como um casamento. … Seguir a outro deus (Baal – marido) seria adultério espiritual. Veja a mensagem central dos livros de Oséias e Jeremias (3.1ss). Bíblia Shedd.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/juizes/jz-capitulo-1//
O fracasso de Israel em obedecer completamente às ordens de Deus de expulsar todos os seus inimigos resultou que seus inimigos destruíram o amor de Israel por Deus de dentro para fora.
Repetidamente ao longo deste capítulo, lembrei-me de quatro inimigos do coração que nos corroem por dentro e Deus quer destruir completamente: a culpa, a raiva, a cobiça e a inveja. Todos estes quatro inimigos permitem que o EU ocupe o trono.
Culpa: “Você me deve e me pagará pelo que fez.”
Raiva: “Eu sou o seu dono e lhe controlo.”
Ganância: “Eu mereço muito mais do que tenho.”
Inveja: “Deus me deve mais bênçãos quando eu comparo o que recebi com o que Ele deu aos outros.”
Podemos subjugar cada um desses inimigos com a ajuda de Deus, e assim o poder desses inimigos em nossas vidas pode ser minimizado. No entanto, se permitirmos que eles persistentemente vivam em nossos corações é como deixar os cananeus na terra prometida – eles irão crescer como um câncer, fazendo com que nossa vida espiritual vacile como aconteceu com a nação de Israel ao longo da era dos juízes. Assim, Deus é deixado de lado e o eu se torna rei.
Peçamos a Deus para nos ajudar a expulsar de nossa vida esses pensamentos pecaminosos!
Brennon Kirstein
Capelão
Southern Adventist University
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=458
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Se Josué é o livro da vitória, Juízes é o livro da derrota. Se em Josué você vibra com o povo de Deus; em Juízes você se decepciona. Se a história em Josué te enche de alegria e satisfação, em Juízes tem um gosto amargo e triste.
O livro mostra que, quando a humanidade está um caos é porque falta compromisso sério com Deus. Mas, como conhecer a Deus sem conhecer Seu Livro? “Se quisermos ser autênticos discípulos de Cristo, precisamos ir muito além de uma leitura descuidada, rápida e superficial da Bíblia” (Adolfo S. Suárez).
Prepare-se, madrugue-se e desperte para ler Juízes. Aprenderás muito:
1. A morte de um líder espiritual pode resultar em morte espiritual: Josué, o líder destemido, o exemplo fiel, o pregador ousado, firme e apelativo, morreu; então, a espiritualidade de Israel declinou (vs. 1; 2:1-23);
2. Após conquistar mais algumas vitórias e relaxar… o deixar de lutar, acomodar-se e entregar-se a ociosidade física, pode sofrer relaxo, preguiça e acomodação espiritual: Negligenciar desafios a enfrentar, muitos acabam esquecendo de orar, consagrar-se e dedicar-se a Deus. Foi isso que aconteceu a Israel após adentrar à Terra Prometida, embora houvesse terra por conquistar ainda (vs. 2-36).
Embora o livro de Juízes tenha muito que falar da natureza humana que é ingrata, infiel, incrédula, perversa, arrogante, negligente, orgulhosa, idólatra, imoral, corrupta, etc. por causa do pecado, a forte ênfase de livro é no caráter de Deus que é amoroso, bondoso, atencioso, gracioso, libertador, restaurador, paciente, salvador, etc.
O declínio espiritual é gradativo; mesmo na ausência de Josué, o povo ainda consultou ao Senhor por algum tempo (v. 1). “A pergunta ‘Quem (…) subirá, primeiro?’ revela a incerteza do grupo que, então, não tinha líder. Eles reconheciam que cada tribo deveria iniciar a conquista para assegurar a porção da terra concedida por sorteio. Que tribo encorajaria as demais? Eles desejavam um líder apontado divinamente” (CBASD, v. 2, p. 314).
Por buscarem a Deus, os israelitas venceram algumas batalhas; por negligência, deixaram de cumprir todo o plano de Deus a eles. Não acontece o mesmo conosco hoje? Não recorremos mais a Deus quando estamos em dificuldades?
Negligenciar Deus é a nossa derrota. Mas, a busca constante a Deus resulta em constantes vitórias. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Depois da morte de Josué, os filhos de Israel consultaram o Senhor, dizendo: Quem dentre nós, primeiro, subirá aos cananeus para pelejar contra eles?” (v.1).
Após a morte de Josué, a atitude inicial do povo lhe rendeu a bênção do Senhor e a vitória sobre os seus inimigos. Como dantes firmado, Calebe recebeu a sua parte por herança e cumpriu o seu juramento dando a mão de sua filha Acsa em casamento para Otniel, e atendendo ao pedido de Acsa dando-lhe terras com “fontes de água” (v.15).
O período dos juízes foi desafiador e durou cerca de 400 anos. Os primeiros passos desse período, contudo, desconsiderando uma ordem de Deus, resultou em decadência espiritual e sofrimento. Os filhos de Israel deveriam expulsar os moradores de Canaã por completo, mas foram permissivos, habitando com os inimigos. Sofreriam na pele as consequências de sua desobediência.
O zelo do Senhor em orientá-los a expulsar aquelas nações pagãs tinha o objetivo de mantê-los puros em Seus princípios, a fim de que não se contaminassem com a idolatria e licenciosidade dos habitantes de Canaã. Era desejo de Deus que Seu povo fizesse brilhar a Sua luz às demais nações da Terra; que fosse uma nação modelo com um chamado mundial para adorar ao único Deus verdadeiro.
Precisamos, hoje, ter a prudência que os líderes de Israel não tiveram. Permitindo que seus filhos convivessem de perto com os filhos de Canaã, as gerações seguintes foram se enfraquecendo e logo se tornariam tão prostituídas quanto as nações pagãs. A infância é a fase de molde do ser humano. Uma criança bem instruída segundo a sabedoria dada por Deus em Sua Palavra, dificilmente dará as costas ao Senhor. O contrário, porém, é devastador.
A firme resolução de Daniel e seus três amigos exemplificam uma educação familiar com êxito (Dn.1:8). Mesmo longe de casa e infiltrados em uma nação idólatra, revelaram os rijos princípios adquiridos no lar. Eles são um exemplo de que Deus sempre tem um remanescente para chamar de Seu. E com o relógio deste mundo a marcar os seus instantes finais, quanto mais necessitamos guardar o nosso coração e a nossa casa como fiéis sentinelas do Senhor.
Nesse dia em homenagem às mães, que nós mães lembremos de nossa sagrada e santa missão de preservar o nosso lar como sendo um pedacinho do Céu. Debaixo da graça de Deus, seremos vitoriosas: “Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor, e santificação, com bom senso” (1Tm.2:15). Vigiemos e oremos!
Feliz semana, famílias de Deus! Feliz dia das mães, missionárias do lar!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Juízes1 #RPSP
Comentário em áudio:
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