Reavivados por Sua Palavra


JOSUÉ 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
7 de maio de 2019, 21:47
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871 palavras

Havia seis cidades levíticas destinadas a servir de refúgio- três de cada lado do Jordão. Moisés designou as três ao oriente do Jordão (Dt 4.41-43) e Josué e os outros líderes indicaram as três ao ocidente do rio. As cidades não eram destinadas a proteger o criminoso, mas serviam de refúgio àqueles que cometiam homicídio, a fim de escaparem à vingança do sangue derramado enquanto se investigava se fora predeterminado ou acidental (Nm 35.6, 11). Bíblia Shedd.

cidades de refúgio. A lei das cidades de refúgio é apresentada em sua forma completa em Números 35 e Deuteronômio 19. … Na mentalidade hebraica estava profundamente arraigado o sentimento de que o parente mais próximo era o guardião da vida de seu irmão e, por isso, devia vingar sua morte. Em vez de contrariar esse sentimento ou tentar proibi-lo, Deus pôs tal emoção sob controles provisórios e saudáveis, os quais impediam que se cometesse uma grande injustiça quando o crime não houvesse ocorrido. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 280.

por engano, … sem o querer. Se refere, de modo geral, a atos não premeditados que resultavam na morte de uma pessoa. Mesmo que buscasse proteção numa das cidades de refúgio, o homicida que agira com premeditação recebia prontamente o castigo após um exame do caso. CBASD, vol. 2, p. 280.

vingador de sangue. Nas nações civilizadas a vida civil é regulamentada por leis e o castigo é aplicado contra o criminoso pelos tribunais. Nas nações antigas era permitido que a parte ofendida se vingasse com as próprias mãos; este era o “vingador de sangue”. (Veja Gn 9.5-6; Nm 35.31; Rt 3.9-12; Mt 5.38, 39). Bíblia Shedd.

fugindo. As estradas que conduziam às cidades de refúgio deviam ser sempre mantidas em bom estado. Onde houvesse encruzilhadas, era necessário colocar placas indicando o caminho que levava à cidade. … O antigo plano referente às cidades de refúgio apresenta notáveis ilustrações da vida cristã. O pecador deve fugir sem demora ao refúgio que é Jesus cristo (Hb 6:18). Aqueles que conhecem a direção devem colocar placas no caminho. Uma grande responsabilidade repousa sobre esses guias, e o descuido pode resultar numa placa que aponte  para a direção errada, extraviando, assim, o pecador em fuga. CBASD, vol. 2, p. 281.

à porta dela. O portão da cidade era o lugar normal para se realizar transações legais (Rt 4.1-12). Bíblia de Genebra.

perante a congregação. Provavelmente a congregação da cidade do acusado, não a da cidade de refúgio (ver Nm 35:24, 25). Se fosse considerado culpado, o homicida era entregue ao vingador de sangue; mas se fosse considerado inocente de assassinato voluntário, a congregação o devolvia à cidade de refúgio, onde deveria permanecer até a morte do sumo sacerdote. CBASD, vol. 2, p. 280, 281.

Até que morra o sumo sacerdote. Era necessário que um acontecimento notável marcasse o fim do período de asilo para que o vingador soubesse, sem sombra de dúvida, quando cessava seu direito legal de exigir vingança. CBASD, vol. 2, p. 281.

Apesar do assassino acidental ser protegido da morte e livre dentro da cidade de refúgio, ele somente estava livre para voltar para casa quando o sumo sacerdote morresse. Este sistema reforçava a seriedade de de se tirar uma vida humana, mesmo que acidentalmente, e dava aos parentes do morto um tempo para se recuperar de sua ira. Andrews Study Bible, p. 215 (sobre Núm. 35:25).

Designaram. Literalmente, “santificaram”, isto é, separaram estas cidades para uso santo. … Todas elas eram cidades dos levitas, nas quais viviam esses ministros de Deus, que desempenhavam seu serviço ao Senhor em turnos. Essas circunstâncias proporcionavam ao fugitivo a oportunidade de estudas e conversar com os levitas, que eram instruídos nas coisas de Deus. Portanto, o lugar de refúgio poderia, ao mesmo tempo, se transformar numa verdadeira fonte de bênção para o homicida, pois os sacerdotes e levitas poderiam lhe ensinar o caminho do Senhor (ver Dt 17:8-13; 21:5; 33:9, 10). Todas as cidades de refúgio estavam localizadas em planícies ou vales, em regiões bem conhecidas. Para benefício de todas as tribos, ficavam a uma distância conveniente umas das outras. … Ao angustiado fugitivo que buscava salvar a própria vida, todas as vantagens deveriam ser dadas. Não precisaria subir uma montanha estafante no último trecho de sua fuga, quando possivelmente já estivesse quase exausto. As estradas que conduziam a esses centros deviam ser boas e asa cidades bem conhecidas. … Há nessas circunstâncias, um ensinamento sábio. Existe um lugar de refúgio para os pecadores culpados. Esse refúgio é Jesus. A estrada está sempre aberta, há placas ao longo de todo o caminho e o acesso à cidade é fácil. “Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado” (Sl 34:18; cf. Sl 85:9; 145:18). CBASD, vol. 2, p. 281.

Quedes. Este nome vem do heb. qadash, “ser santo”, que, em sua forma intensiva, quer “santificar”. É dessa palavra que deriva o substantivo qodesh, que significa “santidade”.

Designaram, pois, solenemente, Quedes (ARA; NVI: “separaram Quedes”). Jogo de palavras em hebraico: “consagraram a (cidade de) consagração”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

e para o estrangeiro que habitava entre eles. Evidência de proteção igualmente garantida aos estrangeiros residentes em Israel (cf Lv 19.33, 34; Dt 10.18, 19). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Deus não faz acepção de pessoas. Todo aquele que se aproxima dEle não será lançado fora (Jo 6:37). Há uma porta aberta para todos os que queiram se achegar a Deus com humildade e espírito contrito. CBASD, vol. 2, p. 282.



JOSUÉ 20 by Jobson Santos
7 de maio de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/josue/js-capitulo-20/

As seis cidades de refúgio mencionadas neste capítulo foram escolhidas para proporcionar segurança, a quem acidentalmente tivesse matado alguma pessoa.

Havia três dessas cidades a oeste do rio Jordão e três a leste. Elas estavam dispostas de modo que pudessem ser alcançadas a partir de qualquer ponto do paí, numa jornada de meio dia a pé. As estradas eram mantidas limpas e placas direcionais eram colocadas e mantidas nas encruzilhadas de modo a serem facilmente lidas até por quem estava correndo. O “vingador do sangue” era considerado qualquer parente próximo da vítima que poderia tentar se vingar do crime.

Qualquer um que buscasse abrigo em uma cidade de refúgio deveria explicar seu caso aos anciãos da cidade e, se esses permitissem, ele poderia viver na cidade até o julgamento de seu caso, quando se decidiria se o homicídio havia sido acidental (culposo) ou intencional (doloso). Se fosse decidido que a morte fora acidental, ao homicida era permitido viver na cidade e ali permanecer protegido, desde que não saísse dos limites da cidade. Ele deveria viver lá até a morte do atual sumo sacerdote.

Essas cidades de refúgio apontavam para o nosso grande refúgio, Jesus Cristo. Se pecamos (e ninguém pode dizer que não pecou), podemos correr e buscar refúgio em Jesus pela fé e seremos salvos, contanto que permaneçamos nEle.

Ralph Neall
Professor aposentado e missionário

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=453
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



JOSUÉ 20 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
7 de maio de 2019, 0:55
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JOSUÉ 20 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
7 de maio de 2019, 0:45
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Como no capítulo anterior, às vezes parece difícil enxergar lições a serem aplicadas em nossa vida de alguns capítulos da Bíblia. O de hoje também pode parecer desafiador, mas não desanime. Deus quer falar ao teu coração e quer instruir-te no caminho da salvação…

A constituição civil era importante mesmo nas localidades onde vivia o povo de Deus. Os anciãos analisavam e julgavam cada caso. Havia necessidade de cidades de refúgio:

· Três a oeste do Jordão: Quedes, Siquém e Quiriate-Arba;

· Três ao leste do Jordão: Ramote-Gileade, Golã e Bezer.

As cidades refúgios foram idealizadas por Deus para refugiar aqueles que são alvos de vingança. Elas estavam bem localizadas objetivando facilitar a chegada do criminoso. Elas eram a salvação de muitas pessoas.

“O condenado ficava na cidade de refúgio até a morte do sumo sacerdote pelo fato de a vida de uma pessoa ser tão sagrada que o sacrifício de nenhum animal tipificava sua expiação. A morte do sumo sacerdote tipificava a morte do Sumo Sacerdote antitípico, Jesus, cujo sangue é suficiente para perdoar todos os pecados confessados sob arrependimento” (Richard M. Davidson).

Com esse pensamento teológico em mente, destaco os seguintes pensamentos:

Vivemos num mundo onde qualquer coisa pode acontecer. Somos carentes de proteção; acidentes podem acontecer a qualquer momento e, sem querer, alguém pode ser ferido mortalmente. Corremos perigo de causar sofrimento impensado na vida de uma família, pois a vida é tão sensível que, como diz o ditado: “para morrer, basta estar vivo”. Estamos sob a influência do mal e diante de qualquer coisa, alguém se levanta para vingar ou como dizem alguns, “fazer justiça com as próprias mãos”.

1. As antigas cidades refúgios destinadas ao antigo povo de Deus eram um símbolo do refúgio proporcionado por Cristo; e, para isso, Jesus tornou Sua igreja um instrumento de salvação do pecador.

2. As cidades refúgios revelam que Deus tomou medidas para afiançar a segurança de todo aquele que é acusado pelo diabo, o qual deseja vingar-se de Deus destruindo Suas preciosas criaturas.

3. As cidades de refúgio foram substituídas pelas igrejas, onde se declara a todos que vão em busca de libertação que: Jesus, o sacerdote, já morreu. Deste modo, em Cristo estamos livres da culpa e do pecado.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armi.



JOSUÉ 20 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de maio de 2019, 0:30
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“Fala aos filhos de Israel: Apartai para vós outros as cidades de refúgio de que vos falei por intermédio de Moisés” (v.2).


Quando estudamos o livro de Êxodo, vimos que Deus instituiu as cidades de refúgio. Quando o povo se estabelecesse na terra prometida, separaria nela cidades que serviriam de abrigo a todo aquele que matasse alguém por engano (v.3). A Lei Penal Brasileira classifica este crime como sendo homicídio culposo, isto é, onde não há dolo (não há a intenção de matar). Porém, caso o homicida permanecesse em sua cidade natal, corria o risco de ser morto pelo “vingador do sangue” (v.9), que buscaria cumprir a lei da “vida por vida, olho por olho, dente por dente” (Êx.21:23-24).

Contudo, o Senhor designou um lugar de refúgio para este tipo de homicida (Êx.21:13). Interessante que em Deuteronômio 19:9, vemos que Ele prometeu dobrar a quantidade das cidades de refúgio, que inicialmente seriam apenas três, se tão-somente o povo andasse conforme os Seus mandamentos todos os dias. Então, três cidades ficariam dalém do rio, atendendo as necessidades das duas tribos e meia, e as outras três do outro lado, em Canaã. O desejo do Senhor é o de sempre nos conceder o dobro das bênçãos. Aquelas cidades eram oásis em meio ao deserto do desespero. Ali, os fugitivos encontravam abrigo seguro, um julgamento justo e preservação da vida.

Assim como Deus estabeleceu locais de refúgio para Israel de um lado e do outro do Jordão, Ele deseja nos cercar “por trás e por diante” (Sl.139:5). Ele deseja ser o nosso refúgio! Jó foi um servo de Deus que se manteve fiel e abrigado em Seus braços mesmo nos momentos mais terríveis de sua vida. Mal compreendido pela esposa e julgado pelos amigos, ele não atribuiu a Deus o seu infortúnio, mas abrigando-se nEle até o fim, obteve a vitória sobre o mal: “Mudou o Senhor a sorte de Jó… e o Senhor deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuíra” (Jó 42:10). Jó escolheu ser fiel mesmo em meio a mais terrível provação. Ele confiou em Deus.

Deus tem bênçãos incontáveis para aqueles que Lhe são fiéis, mesmo nos momentos mais difíceis. Nele encontramos lugar seguro (Sl.91:2), julgamento justo (Lm.1:18) e vida eterna (Jo.14:6).

Porque “o que habita no esconderijo do Altíssimo… Diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em Quem confio… Sob Suas asas, estarás seguro” (Sl.91:1-2 e 4). Vigiemos e oremos!

Bom dia, habitantes do Excelente Refúgio!

Rosana Garcia Barros

Desafio da semana: Além de continuar com o desafio de ser alguém que fale palavras agradáveis e de ânimo, demonstre amor pelos membros de sua família. Esta semana faça algo inusitado. Surpreenda-os com uma refeição especial ou um passeio surpresa, por exemplo. Peça orientação ao Espírito Santo e use a criatividade para fazer sua família feliz.

#PrimeiroDeus #Josué20 #RPSP

Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100



JOSUÉ 20 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
7 de maio de 2019, 0:05
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