Reavivados por Sua Palavra


JOSUÉ 15 by jquimelli
2 de maio de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/josue/js-capitulo-15/

Detalhes são importantes? Isso provavelmente depende de quem você é e quais são os detalhes. Eu poderia falar sobre as especificidades de algo pelo qual sou apaixonado, mas se você não está animado a respeito do mesmo tema, minhas palavras provavelmente parecerão sem importância para você.

Josué 15 contém muitos detalhes: fronteiras, cidades, características geográficas. A menos que você seja apaixonado por geografia ou arqueologia, a leitura deste capítulo pode parecer o epítome [resumo perfeito, ideal] de informações sem importância. Seriam necessárias tantas especificidades para transmitir adequadamente a realidade simples de que Judá recebeu território para viver, afinal?

Mas a inclusão de tantos detalhes específicos em Josué 15 pode nos transmitir confiança. O Deus que inspirou as palavras da Escritura se preocupa com detalhes. Se Ele se importa o suficiente a ponto de incluir tanta informação na Bíblia sobre o território dado à tribo de Judá, certamente Ele também se preocupa com os detalhes da minha vida. Deus sabe tudo a meu respeito. Ele sabe coisas sobre mim que são aparentemente sem sentido, coisas que eu não gostaria que ninguém mais soubesse, detalhes que ninguém mais se importaria.

Sou grato por servir a um Deus que se preocupa com os detalhes da minha vida e me ama incondicionalmente. Ao refletir sobre essa verdade, reserve um tempo para ler o Salmo 139 e Mateus 6:25-34.

Brent Wilson
Autônomo – Criador de sites
Cochrane Alberta Canada

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=448
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



JOSUÉ 15 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
2 de maio de 2019, 0:56
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JOSUÉ 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
2 de maio de 2019, 0:45
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Não é só quem casa que quer casa. Todo ser humano, casado ou não, anseia um cantinho que possa chamar de lar. Sabendo disso, Deus opera para tornar realidade esse sonho a Seu povo.

O capítulo em cheque apresenta-nos várias lições, uma delas é que Deus cuida de Seu povo até na limitação do território para que a vida seja em paz entre os irmãos: Um conjunto de lares: Cidades!

Os 63 versículos deste capítulo que descrevem os limites dos territórios de Judá, destacam os seguintes pontos extraídos de Harold L. Willmington:

1. Terra dada ao povo:

• Seu território (vs. 1-12);
• Suas cidades (vs. 20-63).

2. Terra dada à pessoa (Calebe): Conforme prometido, Josué dá a Calebe a parte montanhosa de Hebrom.

• Calebe, o lutador (vs. 13-15): Ele tem sucesso ao expulsar os gigantes de sua terra.
• Calebe, o pai (vs. 16-19): Como recompensa por capturar Debir (ou Quiriate-Sefer), Calebe dá sua filha Acsa por esposa ao primo dela, Otniel, e entrega a ela algumas fontes de água.

Calebe permaneceu mais tempo do que devia no deserto, devido à incredulidade dos outros; contudo, não reclamou nem criticou ninguém por isso. Se fossem fieis e crédulos nas promessas de Deus como ele, cerca de 40 anos antes, todos estariam organizando suas casas nas terras que manam leite e mel. Entretanto, isso não o tornou arrogante, orgulhoso ou vaidoso, nem crítico, amargo nem murmurador.

Calebe é exemplo de crente fiel, perseverante e humilde. É modelo de sucesso, determinação e ousadia. É inspiração de pai que importa com o futuro de sua descendência – ele criou estratégias para beneficiar suas filhas.

“Embora [Calebe] seja pouco mencionado [na Bíblia], comparando-se com Josué, o que está escrito reflete um homem que se igualava a Josué em termos espirituais. De fato, em alguns aspectos, excedia a este em termos de liderança. No entanto, uma vez que Deus nomeou Josué como sucessor de Moisés, Calebe permaneceu quieto ao seu lado – muitas vezes nos bastidores, fazendo a vontade de Deus e apoiando o líder escolhido” (Gene Getz).

Precisamos de líderes como Calebe que…

• Não questionam aos líderes chamados/instituídos por Deus;
• Faz grande trabalho sem depender de cargos/títulos/nome.
• Seja humilde, mas gigante na fé e na espiritualidade.
• Confie sempre em Deus!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOSUÉ 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de maio de 2019, 0:30
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“Esta, quando foi a Otniel, insistiu com ele para que pedisse um campo ao pai dela; e ela apeou do jumento; então, Calebe lhe perguntou: Que desejas?” (v.18).


Iniciou-se a distribuição de terras entre as tribos de Israel. A primeira a se apresentar foi a tribo de Judá, a qual Calebe pertencia. Tudo foi dividido “segundo as suas famílias” (v.12), de forma proporcional. A fim de avançar na conquista de sua porção, Calebe lançou um desafio que valia uma recompensa. O homem que fosse vitorioso, se casaria com sua filha Acsa. Otniel, sobrinho de Calebe, demonstrou muita coragem, mas também se casou com uma mulher corajosa.
 
Acsa devia ser uma filha muito querida e amada. Seria desposada por um homem movido pela força do Senhor. E, como um pai zeloso, Calebe sabia que se sua filha casasse com um homem temente a Deus, este também a amaria com a própria vida. Sabemos que naquela época a mulher não tinha muita vez e nem tampouco voz ativa. Mas Acsa teve uma atitude corajosa e que demonstra o grau de confiança que tinha na relação pai e filha. Isto está implícito na pergunta de Calebe: “Que desejas?” (v.18). Seu desejo era que seu pai lhe desse de presente fontes de água, e Calebe lhe deu “as fontes superiores e as fontes inferiores” (v.19).
 
Deus é nosso Pai. E como Pai, Ele espera ansioso por nosso pedido: “Dá-me um presente” (v.19). Calebe sabia exatamente o que dar à sua filha e deu muito mais do que ela esperava receber. Acsa aceitou o fato de casar-se com o escolhido não apenas pela vontade de seu pai terreno, mas de Seu Pai do Céu. Ela honrou a vontade de Calebe e consentiu com a vontade de Deus. O pedido de Acsa foi um pedido simples, mas grandioso. Ela pediu água e a recebeu em abundância.
 
Disse Jesus: “Aquele, porém, que beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que Eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna” (Jo.4:14). Quando vamos a Cristo, vamos também em direção ao Pai (Jo.8:19). Mas a atitude inicial de Acsa deve ser a nossa. Foi a de pedir água? Não. Foi a de aceitar a vontade do Senhor para a sua vida. Quando a mulher samaritana teve um encontro com Cristo no poço, antes de receber da Água, ela creu e manifestou a sua fé fazendo o que Cristo lhe mandou (Jo.4). Semelhantemente, quando aceitamos a Cristo primeiro como Senhor e dEle nos tornamos servos, Ele nos atende na condição de filhos.
 
Eis o Seu convite para nós, hoje: “Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Ap.22:17). Aceite a oferta das fontes superiores do Céu! Vigiemos e oremos!
 
Bom dia, filhos do Pai do Céu!
 
Rosana Garcia Barros
 
#PrimeiroDeus #Josué15 #RPSP
 
Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100


JOSUÉ 15 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
2 de maio de 2019, 0:05
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JOSUÉ 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS [atualizado às 17:26 de 03/05/2019] by jquimelli
2 de maio de 2019, 0:05
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1013 palavras.

Judá foi a primeira das tribos do lado oeste do Jordão a receber a delineação do seu território. Primeiro são alistados os limites externos, e depois a área que tocou a Calebe e a Otniel; finalmente, as cidades cananéias destinadas aos clãs de Judá são citadas por região. Bíblia de Estudo NVI Vida.

1 tribo de Judá. A prioridade de Judá firma-se no oráculo de Jacó (Gn 49:8-12) e é confirmada na história da nação (2Rs 17.18). Bíblia de Estudo NVI Vida.

fronteira sul. Os locais alistados formavam uma linha curva, cujo início se achava na extremidade sul do mar Morto e que avançava por debaixo de Cades-Barnéia para então chegar ao Mediterrâneo na foz do uádi* el-Arish. Bíblia de Estudo NVI Vida.  [* Um uádi, uade ou uédi é um leito seco de rio no qual as águas correm apenas na estação das chuvas. Wikipedia.]

6 Bete-Arabá. A depressão do Jordão era conhecida por Arabá [ou Ahava]. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia – vol. 2, p. 251.

Vale do Filho de Hinom. Desse termo heb. ge hinnom, deriva a palavra grega gehenna, traduzida por “inferno”na ARA (Mt 5:22, 29, 30; 10:28; 18:9; 23:15; Mc 9:43, 45, 47; Lc 12:5; Tg 3:6). O lugar tem má reputação nas Escrituras, por causa dos sacrifícios, inclusive de crianças [2Rs 23:10; Jr 7:31], oferecidos ali a Moloque, pela profanação de seu alto por Josias (2Rs 23:10) e pelo fato de os detritos de Jerusalém passarem a ser queimados no local. Crê-se que a palavra Hinom é esta vez. o nome de alguém a quem o vale pertenceu certa vez. … Depois que o rei Josias tirou a imagem desse vale e profanou o lugar alto, parece que ele se converteu num depósito de imundícia e de refugo trazidos a Jerusalém. Era, portanto, abominável a todos. Supõe-se que fogueiras eram mantidas acesas continuamente para consumir as impurezas e evitar infecções. O vale ficava a sudoeste de Jerusalém e fazia fronteira com o vale de Cedrom [posteriormente, entre o templo e o Jardim das Oliveiras] na extremidade sudoeste da cidade. CBASD, vol. 2, p. 252.

16 Darei a minha filha Acsa. Na Antiguidade, os pais tinham direito absoluto de arranjar, a seu critério, o casamento dos filhos, e estes aceitavam sem questionar se tal procedimento era ou não apropriado. Não se deve supor que, ao fazer esta oferta, Calebe tenha transformado a filha em objeto de vil conflito entre homens de todo tipo. Sem dúvida, ele estava ansioso por casá-la com um homem honrado por seu zelo e energia, com alguém reconhecido pela valentia e disposição de se arriscar pela causa de Deus. Talvez também tivesse em mente uni-la com uma pessoa que fosse de seu nível social. Ele não prometeu dar a filha em casamento ao primeiro que entrasse na cidade de Quiriate-Sefer, mas ao que atacasse e tomasse o local. Nenhum homem sozinho seria capaz de tomar uma cidade fortificada. Portanto, a promessa provavelmente se limitava aos chefes do exército que estavam sob seu comando. … Posteriormente, Otniel demonstrou ser digno tanto de sua obra como da recompensa, pois se tornou libertador e juiz em Israel (Jz 3:9-11). CBASD, vol. 2, p. 253, 254.

Otniel se tornou o primeiro juiz de Israel depois da morte de Josué (Jz 1:13; 3:9-11). Ele desempenhou um importante papel na reforma de Israel ao enfrentar um exército inimigo opressivo e trazendo paz à terra. assim, o legado de Calebe continuou na próxima geração. Life Application Study Bible.

19 Terra seca. Do heb. ‘erets hannegeb. A palavra negeb significa “seco”. Passou a designar também o “sul” porque a parte sul da Palestina era seca e, assim como em todo deserto, tudo ao sulk da Palestina era árido. A filha de Calebe disse ao pai que ele lhe dera uma terra seca, e agora ela queria um campo com uma fonte de água de onde pudesse extrair irrigação para o território árido. Sem dúvida, há, nesse incidente, uma lição proveitosa, uma vez que foi registrada na Bíblia. O cristão também deve pedir ao Pai celestial fontes de bênção para irrigar o coração árido. Quando o fizer, Ele também dará porção dobrada, tanto as fontes superiores como as inferiores, com as quais se pode abastecer completamente. CBASD, vol. 2, p. 254.

25 Queriote-Hezrom (ou Queriote e Hezrom, conforme a KJV). Segundo a tradição, seria a cidade natal de Judas, da qual derivou o nome Iscariotes (do heb. ‘Ish Qeriyyoth, “homem de Queriote”). CBASD, vol. 2, p. 254.

28 Berseba costuma ser usada para representar o limite sul. Por isso, aexpressão “desde Dã até Berdeba” alude a todo o país, de norte a sul. CBASD, vol. 2, p. 254, 255.

33 Sefelá. Esse nome significa “terras baixas”. É uma área entre a região montanhosa da Judéia central e o litoral dos filisteus. Na maior parte, só foi conquistada por Israel mediantes vitórias do rei Davi. Bíblia de Estudo NVI Vida.

48 a região montanhosa. Ao sul de Jerusalém. Bíblia de Estudo NVI Vida.

62 En-Gedi, “a fonte do cabrito”, ainda é conhecida por sua fonte termal, e Khirbet Qumrân [local provável da Cidade do Sal] é famosa por ter funcionado como um centro essênio, onde foram encontrados os manuscritos do Mar Morto. CBASD, vol. 2, p. 256.

63 Não puderam, porém os filhos de Judá expulsar os jebuseus que habitavam em Jerusalém. Na distribuição original, Jerusalém pertencia ao território de Benjamim, porque a fronteira passava pelo vale ao sul da cidade. Embora atribuída a essa tribo, por alguma razão, os filhos de Judá desejavam compartilhar com os benjamitas a posse da cidade, conforme evidenciado pelo ataque que fizeram a ela (Jz 1:8). Mais tarde, tornou-se conhecida como a cidade de Davi. Há nisso uma implicação espiritual. Antes do tempo de Davi, Judá não conseguiu expulsar os jebuseus. Isso pode ter ocorrido por causa da incredulidade, proveniente da consciência do pecado ou da falta de confiança em Deus, levando a tribo a não se sentir à altura da tarefa. A lição é clara. Toda vez que a pessoa se recusa a fazer o que Deus manda, com o pretexto de incapacidade, também manifesta incredulidade. Se a fé é perdida, o medo chega e toma seu lugar. Quando não há fé em Deus, o coração desfalece diante dos inimigos. O zelo também vai embora, abrindo espaço para a inércia e indiferença. CBASD, vol. 2, p. 256, 257.




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