Reavivados por Sua Palavra


JUÍZES 11 by jquimelli
22 de maio de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/juizes/jz-capitulo-11/

O que mais me fascina na história de Jefté é o que o levou a fazer uma barganha desesperada com Deus.

De acordo com o registro bíblico, Jefté nasceu ilegitimamente. E quando seus meio-irmãos cresceram, eles o rejeitaram. De fato, a Bíblia conta que eles o expulsaram da casa e que ele teve que fugir para a terra de Tobe, onde ele acabou atraindo um bando de homens “vadios”. Sem dúvida, essa experiência de expulsão o marcou dolorosamente. Estivesse ele consciente disso ou não, deve ter havido nele um forte desejo de ser novamente aceito, para ser reintegrado em uma posição de respeito entre seus irmãos. Aparentemente, era algo que ele tentaria qualquer coisa para obter.

Nós também somos assim às vezes, não somos? Tão desesperados para consertar as feridas em nosso coração causadas pelas experiências dolorosas em nosso passado que nos encontramos dispostos a arriscar qualquer coisa, ousar qualquer coisa, prometer qualquer coisa, para o sucesso. E nem percebemos que, ao longo de tudo, Deus está disposto a nos curar, se simplesmente pedirmos! Esta passagem é um lembrete solene da importância de permitir que Deus faça esse trabalho de cura primeiro, antes de tentar algo ousado para Ele.

Dan Vis
Diretor, Missões FAST
Kathryn, Dakota do Norte EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=467
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



JUÍZES 11 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
22 de maio de 2019, 0:56
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JUÍZES 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
22 de maio de 2019, 0:45
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Um grande homem não depende das circunstâncias, depende da dependência que ele tem de Deus. Ninguém é tão grosseiro, traumatizado e marginal que Deus não possa operar através dele e fazer história que culmina em vitória.

Deus atendeu as necessidades do povo quando este abandonou suas iniquidades, arrependeu dos pecados e buscou a Deus de todo coração. Então, “levantou-se um libertador na pessoa de Jefté, gileadita, o qual fez guerra contra os amonitas, e destruiu eficazmente o seu poderio” (Ellen G. White).

• Nossas angústias podem ser expulsas de nossa vida se tivermos a atitude correta diante de Deus; entretanto, preferimos apegar aos pecados que nos destroem.

Note este alerta de White. “Semelhantes a Israel, muito frequentemente os cristãos se rendem à influência do mundo, e conformam-se a seus princípios e costumes, a fim de obter amizades dos ímpios; mas no fim achar-se-á que tais professos amigos são os mais perigosos adversários”.

Por 18 anos o povo esteve sob a pressão de inimigos que os atormenta por negligência à oração. Se o povo reclama, não clama; se apenas chora, não ora. Entretanto, ao orar e clamar, coisas incríveis acontecem:

• Deus levanta alguém mesmo quando não tem ninguém com o perfil adequado (vs. 1-3);
• Deus mostra o nível de comprometimento de um líder para libertar Seu povo de mãos inimigas (vs. 4-11);
• Deus concede dons, sabedoria e habilidades ao líder para alcançar o sucesso almejado por Ele (vs. 12-40).

Cuidado com pré-julgamentos. Quem parece cristão pode ser ou tornar-se pagão; em contrapartida, quem parece não ter perfil para realizar planos divinos pode tornar-se poderoso instrumento de Deus.

Cuidado com interpretações impróprias. Jefté já foi considerado por intérpretes como assassino sem escrúpulo de sua filha; entretanto, creio pessoalmente ser inadmissível tal conclusão. Jefté conhecia os princípios divinos, estava cheio do Espírito Santo, etc. portanto, sua declaração designava oferecer a Deus um sacrifício e consagrar a Deus à primeira pessoa que lhe saísse ao encontro após obter a vitória dependo de Deus.

A verdade é que seguir a vontade de Deus traz prosperidade. A capacidade humana vinculada ao Espírito Santo alcança alturas inimagináveis. Jefté experimentou isso. Tanto é que ele fez uma promessa caso obtivesse a vitória que talvez pensou que nunca precisaria cumpri-la.

Entendeu? Então, compartilhe! – Heber Toth Armí.



JUÍZES 11 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de maio de 2019, 0:30
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“E ela disse: Pai meu, fizeste voto ao Senhor; faze, pois, de mim segundo o teu voto; pois o Senhor te vingou dos teus inimigos, os filhos de Amom” (v.36).


Após o genuíno arrependimento dos filhos de Israel, Deus suscitou um homem para livrá-los dos filhos de Amom. Jefté era filho de Gileade com uma prostituta. E devido à sua linhagem bastarda, ele foi rejeitado e provavelmente ameaçado por seus irmãos, já que teve de fugir. Andando com “homens levianos” (v.3), certamente recebeu influências negativas que o afastaram do Senhor. Porém, o mesmo título dado a Gideão também lhe foi atribuído: “homem valente” (v.1). Isso levou os anciãos de Gileade a buscá-lo de volta para que liderasse Israel contra os filhos de Amom.

Jefté tornou-se o cabeça de todo o Israel e a Bíblia diz que o Espírito do Senhor veio sobre ele. Mas já no verso seguinte, vimos que Jefté fez um voto equivocado ao Senhor, dando início a uma das histórias bíblicas mais intrigantes do Antigo Testamento. Jefté não fez simplesmente um voto, mas tentou barganhar com Deus. Percebendo, porém, a tragédia que sua promessa insensata lhe causaria, “rasgou as suas vestes e disse: Ah! Filha minha, tu me prostras por completo; tu passaste a ser a causa da minha calamidade, porquanto fiz voto ao Senhor e não tornarei atrás” (v.35).

Alguns estudiosos afirmam que Jefté, ao proferir o voto, não especificou se referir a sacrifício humano, mas de um animal, já que os animais, naquela época, ficavam à porta das casas e que, de modo algum os sacerdotes aceitariam sacrificar uma pessoa; outros dizem que ele realmente se referiu a sacrificar uma pessoa, já que o sacrifício humano era um costume pagão e Israel já havia adquirido muitos destes costumes, mesmo sabendo que Deus não aprovava (Lv.18:21; Dt.18:10). Interessante que ele observou a lei dada a Moisés para ser fiel ao voto feito ao Senhor (Lv.19:12), em detrimento de outra ainda mais importante, pois preservava a vida.

A fim de evitar as consequências desastrosas de juramentos humanos insensatos, Jesus condenou os juramentos: “de modo algum jureis… Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno” (Mt.5:34 e 37). Não era desígnio de Deus que Jefté sacrificasse a própria filha e nem ser humano algum, muito menos que a entregasse ao celibato. Mas a atitude da filha, cujo nome a Bíblia não revela, manifesta a mesma rendição que encontramos em Isaque, ao aceitar que seu velho pai o sacrificasse (Gn.22:9); e a mesma disposição de Cristo quando declarou: “Meu Pai, se possível, passe de Mim este cálice! Todavia, não seja como Eu quero, e sim como Tu queres” (Mt.26:39).

Quando a filha de Jefté disse: “Pai meu, fizeste voto ao Senhor”, vejo ali uma expressão de profunda entrega. Porém, observem as suas primeiras palavras: “Pai meu”. Assim como Cristo apelou “Meu Pai”, esta filha apelou ao seu pai. Era como se ela dissesse: “O senhor é o meu pai, aquele que me ama mais do que tudo, e se achas por bem cumprir o teu voto, eis-me aqui, não questionarei e nem frustrarei os planos daquele que mais me ama!” Apesar do mistério que vela este relato, ainda há uma corrente que defende que Jefté não ofereceu a filha em holocausto, mas a entregou ao celibato. Uma coisa é certa: aos pais é confiado o mais caro dever de zelar pela herança do Senhor (Sl.128:3) e pela negligência ou imprudência podem expor os filhos a situações que poderiam ser evitadas.

Naquela época, uma moça solteira era sinônimo de desgraça e, o fato de ser a única filha de Jefté, significava que o nome de seu pai seria esquecido sem uma descendência. Mas a sua atitude submissa lhe rendeu uma posição de honra na história de Israel, como bem pontua Warren Wiersbe: “Ela merece ser colocada ao lado de Isaque como filha fiel, disposta a obedecer tanto ao pai quanto a Deus a qualquer preço” (Comentário Bíblico Expositivo, v.2, p.141). Jefté foi infeliz em seu voto, mas sua filha lhe deu um “banho” de fidelidade.

E a questionável história de uma simples virgem, nos lembra a inquestionável história do Filho do Homem. Ela foi o cumprimento de um voto falível e transitório, Jesus, o cumprimento de um voto infalível e eterno! O maior “sacrifício” que Deus aceita é a nossa entrega pessoal. Não precisamos fazer juramentos para garantir que Deus nos abençoe. Basta atendermos ao apelo do apóstolo: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Rm.12:1). Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhos do Pai de amor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Juízes11 #RPSP

Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100



1 SAMUEL 17 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
22 de maio de 2019, 0:06
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JUÍZES 11 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
22 de maio de 2019, 0:06
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JUÍZES 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS  by jquimelli
22 de maio de 2019, 0:05
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1099 palavras

filho de uma prostituta. A ascendência de Jefté fez dele um marginalizado. Bíblia de Genebra.

2 Jefté, um filho ilegítimo de Gileade, foi expulso de sua terra por seus meio-irmãos. Ele sofreu por algo que ele não havia feito. Porém, a despeito da rejeição de seus irmãos, Deus o usou. Se você está sofrendo por causa de uma rejeição injusta, não acuse outros, nem perca o ânimo. Lembre-se como Deus usou Jefté a despeito das circunstâncias injustas que o cercaram e que Ele pode usá-lo mesmo quando você se sente rejeitado por alguémLife Application Study Life.

Tobe. Moderna El-Taibieh, a 25 km ao nordeste de Ramote-Gileade. Bíblia Shedd.

12-19 Para o contexto histórico desse conflito, ver Nm 20.14-21; 21.10-35; Dt 2.16-3.11. Nos tempos de Jefté, os amonitas esperavam que pudessem estender o seu território para dentro de uma região que antigamente lhes pertencera, mas que agora pertencia a Israel havia trezentos anos. Jefté repudiou as exigências dos amonitas relembrando essa história e demonstrando que os israelitas não tomaram mais do que aquilo que o seu Deus lhes dera e, tendo recebido ordens diretamente dEle (Dt 2.18-19), nada tinham roubado de Amom. Bíblia de Genebra.

12 Filhos de Amom. Sua capital era Rabate-Amom, hoje Amã, capital da Jordânia. Bíblia Shedd.

13 minhas terras. Quando os israelitas se aproximaram de Canaã pela primeira vez, essa área era governada pelo rei amorreu Seom, que a tinha conquistado dos moabitas (Nm 21.29). Os amonitas posteriormente passaram a dominar Moabe, e agora reivindicavam todo o território que antes tinha sido dos moabitas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

14-27 Jefté respondeu em conformidade com a política internacional daquele tempo; sua carta é um exemplo clássico da correspondência internacional da época. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 Mar VermelhoRefere-se ao golfo de Ácaba, braço ao leste do Sinai. Bíblia Shedd.

24 Camos. Deus principal dos moabitas. Milcom era o deus dos amonitas [que eram quem estavam no momento atacando os hebreus] (1 Rs 11.15). A referência a Camos, neste contexto, sugere a possibilidade de uma aliança entre Amom e Moabe. Bíblia Shedd.

27 Ao longo dos anos, os israelitas tiveram muitos juízes que os lideraram. Mas Jefté reconheceu o Senhor como o verdadeiro juiz do povo, o único que poderia realmente liderar e ajudá-los a conquistar os inimigos invasores. Life Application Study Life.

30 Fez Jefté um voto ao Senhor. A ignorância da Lei de Deus por parte de Jefté era muito grande, tendo-se em vista passagens como Lv 18.21; 20.2-5; Dt 12.31; 18.10. Se de fato ofereceu sua única filha em holocausto (oferta queimada), como o sentido literal do texto indica, pode-se afirmar, com certeza, que não agradara a Deus. … Louvamos o zelo de Jefté; condenamos seu voto temerário. … O sacrifício de gratidão (cf Sl 50.23; Hb 13.15): 1) O voto não é obrigatório para se conseguir ajuda do Senhor, pois Ele nos dá tudo graciosamente (Tg 1.5); 2) A oferta de uma pessoa em holocausto não é desejável, já que Deus sacrificou Seu único Filho em nosso lugar (Is 53.6, 10; Jo 3.16); 3) O voto que Deus aprecia é a dedicação de uma vida inteiramente consagrada a Ele (Rm 12.1,2). Bíblia Shedd.

31 quem primeiro … me sair ao encontro. O Espírito de Deus veio sobre Jefté para que Israel fosse salvo da destruição. Entretanto, a presença do Espírito não garante infalibilidade ou onisciência. Aquele que recebe o Espírito permanece um agente, moral livre, e espera-se que faça o devido progresso no conhecimento e crescimento espiritual. Jefté, ignorando o que era correto,
precipitadamente votou uma coisa errada. Da mesma forma, embora o Espírito do Senhor tenha revestido Gideão e tenha realizado grande libertação por meio dele, não o impediu de estabelecer uma adoração equivocada.  CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 390.

35 rasgou suas vestes. Prática comum de expressar aflição extrema (v Gn 37.34 e nota). Bíblia de Estudo NVI Vida.

fiz voto. O ato de cumprir um voto pecaminoso é pecado. Juramentos e votos ilícitos não devem ser feitos ou, se forem feitos, não devem ser cumpridos. Bíblia de Genebra.

O voto precipitado de Jefté trouxe a ele sofrimento indescritível. No calor da emoção ou perturbação pessoal é fácil fazer promessas insensatas a Deus. Essas promessas podem parecer muito espirituais quando feitas, mas elas produzem culpa e frustração quando somos forçados a cumpri-las. Muitos “acordos” espirituais somente trazem desapontamento. Deus não quer promessas para o futuro, mas obediência hojeLife Application Study Life.

37 chore a minha virgindade. A perspectiva de perder a alegria das festividades do casamento ou o prazer de ter filhos era uma amarga experiência para as moças hebreias, principalmente para quem era filha única. Para a filha de Jefté, significava que ela e a casa de seu pai perderiam a esperança de uma participação na futura glória de Israel. CBASD, vol. 2, p. 390, 391.

39. Segundo o voto. A frase parece indicar que ele a ofereceu como uma oferta queimada, de acordo com o voto (ver com. de Jz 11:31). Tem-se sugerido que o autor do livro dos Juízes, com sensibilidade aguçada, colocou um véu sobre o trágico ato do sacrifício. Sobre o outro ponto de vista, de que Jefté não sacrificou a filha (ver com. de Jz 11:31) pode ser mencionado que: Por volta de 1200 d.C, o Rabbi Kimchi, seguido por vários escritores, disseminou o ponto de vista de que Jefté não sacrificou a filha. Ele disse que as palavras “oferecerei em holocausto” (Jz 11:31) se aplicariam somente se quem encontrasse Jefté fosse um animal sacrifical. Ele interpreta o v. 39 como Jefté tendo construído uma casa para sua filha onde ela ficaria isolada dos homens o resto da vida, em celibato sagrado, para que todos os momentos fossem dedicados ao Senhor. As virgens de Israel a visitavam anualmente e lamentavam o ocorrido. Há contra a interpretação de Kimchi o fato de que os costumes daquele tempo não incluíam o tratamento de mulheres como freiras. Virgindade perpétua e não ter filhos eram vistos como os maiores dos infortúnios. Não há lei nem costume em todo o Antigo Testamento que, pelo menos, sugira que uma mulher solteira fosse vista como mais santa, mais do Senhor ou mais dedicada a Ele que uma mulher casada. Isso não fazia parte da lei dos sacerdotes nem nazireus. Débora e Hulda, profetizas, são mencionadas como mulheres casadas. Além disso, se a filha fosse permanecer solteira em harmonia com um costume desconhecido, o caso não seria tão trágico como retratado aqui. E ela não precisaria de dois meses para chorar a virgindade porque teria o resto da vida para fazer isso. Todos os intérpretes judeus e cristãos até o tempo de Kimchi mantiveram a intenção natural da passagem, a saber, que Jefté sacrificou sua filha ao Senhor, uma coisa que Abraão quase fez com seu filho, sob circunstâncias diferentes. CBASD, vol. 2, p. 391.




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