Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
8 de fevereiro de 2019, 0:45
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A Bíblia não deve ser utilizada como restaurante self-service, do qual escolhemos alimentos conforme nosso interesse, onde desprezamos outros. A totalidade da Palavra de Deus deve estar ligada a nossa fidelidade.

Não se alimenta de toda Palavra que sai da boca de Deus quem ignora certas partes desta Palavra!

Assim como tem quem come presunto defumado, calabresa ou bacon, tem quem gosta de alimentar-se espiritualmente de coisas que contaminam a alma, ao substituir a Bíblia por qualquer literatura ou subsídios supérfluos.

O capítulo em apreço revela preciosas verdades que devem ser fundamentais para nós:

• Deus deve ser central na vida diária. A rotina de quem não inclui Deus no centro de tudo leva à ruína (vs. 1-2);
• Deus deve organizar a vida de cada indivíduo e de toda família. Se Deus não tiver permissão para administrar cada membro da família, tua vida será uma bagunça/desordem/baderna (vs. 3-34).

O próprio Deus organizou o acampamento de Seu povo no deserto antes de avançar em direção à Canaã. Ele sistematizou a localização geográfica de cada tribo. Do…

1. …Lado leste do Tabernáculo: Judá, Issacar e Zabulom (vs. 3-9);
2. …Lado sul do Tabernáculo: Rubem, Simeão e Gade (vs. 10-16);
3. …Lado oeste do Tabernáculo: Efraim, Manassés e Benjamim (vs. 18-24);
4. …Lado norte do Tabernáculo: Dã, Aser e Naftali (vs. 25-34).

A nação que não tem Deus como Senhor no centro de tudo não terá prazer em viver. Povo assim anda desnorteado, na incerteza do amanhã, trabalha por trabalhar, vive por viver; o estresse é o resultado da ganância, e a morte é simplesmente o fim do cansaço.

A tribo de Levi foi organizada para estabelecer-se no meio do acampamento (v. 17). Levitas cuidariam da espiritualidade tanto quanto as outras tribos cuidariam do sustento e da segurança. A espiritualidade não deve ser periférica, deve ser central para todo crente.

As tribos do leste iniciavam a jornada, em seguida as do sul, os levitas no meio, logo seguiam as do oeste e, por último, as do norte. Que organização! “Ciência é o conhecimento organizado. Sabedoria é vida organizada” (Immanuel Kant).

Organize tua vida: Convide a Deus para tomar conta dela!

Vida organizada resulta em família bem ordenada. Famílias estruturadas resultam em igreja e sociedade bem ordenadas! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de fevereiro de 2019, 0:30
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“Os filhos de Israel se acamparão junto ao seu estandarte, segundo as insígnias da casa de seus pais; ao redor, de frente para a tenda da congregação se acamparão” (v.2).


A disposição das tribos de Israel enquanto acampavam no deserto foi meticulosamente organizada por Deus. Cada tribo, conforme a turma de sua seleção, deveria permanecer em seu lugar tanto acampados quanto em marcha. As primeiras tribos compunham o “arraial de Judá” (v.9), que ficava “ao lado oriental (para o nascente)” (v.3); estes marchariam primeiro. O segundo arraial, o “arraial de Rúben” (v.16) era composto por outras três tribos, que acampavam “para o lado sul” (v.10), sendo estes a marchar “em segundo lugar” (v.16). O arraial dos levitas ficava no meio dos demais arraiais, ao redor do tabernáculo. “Para o lado ocidental” (v.18) ficariam as tribos de Efraim, Manassés e Benjamim, compondo o “arraial de Efraim”, que marcharia “em terceiro lugar” (v.24). E, finalmente, o “arraial de Dã”, localizado ao norte e que marcharia por último. Esta ordem foi estabelecida pelo próprio Deus e certamente obedecia uma lógica para fins especiais.

Tal organização promovia confiança nas promessas de Deus. Ele prometera habitar no meio do Seu povo. Acampando ou marchando, os filhos de Israel tinham sempre a presença de Deus no meio deles: “como se acamparem, assim marcharão, cada um no seu lugar” (v.17). Sendo vista do alto, a planta do acampamento de Israel, conforme a disposição das tribos, formava a imagem de uma cruz com o santuário ao centro. E ao marcharem assim dispostos, carregavam a “cruz” por onde quer que fossem. Também eram organizados por famílias e “segundo a casa de seus pais” (v.34). Ou seja, os membros de cada família estavam sempre juntos, quer acampando quer marchando. Israel estava dividido por tribos, estandartes, turmas e famílias, mas era um só povo com um só objetivo de alcançar a terra prometida.

Na visão de João, do livro selado com sete selos, o apóstolo ficou perturbado e chorou muito com a informação de que ninguém era digno de abrir aquele livro e desatar-lhe os selos. Até que um dos vinte e quatro anciãos se dirigiu a ele em sua aflição e disse que “o Leão da tribo de Judá… venceu para abrir o livro e os seus sete selos” (Ap.5:4). Percebam que o arraial que marchava à frente de Israel era o arraial de Judá. Um símbolo inquestionável de Cristo, o Senhor dos Exércitos, marchando à frente do Seu povo. Uma marcha vitoriosa dAquele que “saiu vencendo para vencer” (Ap.6:2). Jesus declarou a Seus discípulos: “Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-Me” (Mt.16:24). Quem sabe o Salvador visualizou o acampamento de Israel ao proferir estas palavras. Este símbolo faz com que estas palavras de Jesus tenham um sentido muito mais significativo e pontual. Assim como o antigo Israel acampava e marchava conforme a orientação de Deus, colocando o plano divino acima de suas terrenas aspirações, como povo remanescente, precisamos fazer o mesmo. Todas as vezes que Israel se desviava da vontade de Deus, desfigurava o projeto divino e colocava em risco a segurança e bem-estar de todos.

Tomar a cruz de Cristo e levá-la não tem a ver com labor excessivo e nem com autoflagelo, mas em que nos tornemos um reflexo do amor sacrifical do Salvador, de forma que Ele sempre esteja no centro de nossa vida. Esta é uma obra que Ele deseja realizar não somente em nós, mas em nós, em nossa casa, na igreja e, então, no mundo. Esta é a sequência que precisamos obedecer. Esta é a mensagem da cruz que o mundo precisa conhecer. Que Deus tem uma família na Terra composta por pessoas de todas as tribos, línguas, povos e nações, mas unida num só propósito e marchando para o mesmo lugar. Pela fé, façamos parte desta família mundial, “coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15) que, cheia do Espírito Santo, acampada ou em marcha, é uma prova inequívoca de que “o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor” (Dt.6:4).

Bom dia, Israel de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números2 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



NÚMEROS 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
8 de fevereiro de 2019, 0:05
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NÚMEROS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de fevereiro de 2019, 0:05
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1021 palavras
1-34 Narra a ordem e a disposição das tribos acampadas e em viagem. As doze tribos eram divididas em quatro grupos de três tribos cada grupo, formando assim quatro exércitos. Bíblia Shedd.

Os levitas acamparam-se ao redor do tabernáculo (1.53). Nas marchas, as tribos deveriam seguir umas às outras, na mesma ordem segundo a qual foram mencionadas. Comparar essa disposição com a cidade quadrangular em Ap 21.16, o lugar de habitação final de Deus com os homens. Bíblia de Genebra.

O formato das quatro divisões da tribo de Levi encontram-se em Números 3:23, 29, 35 e 38. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 899.

O segundo capítulo nos ensina: 1) Deus é um Deus de ordem, 1 Co 14.33, 40; 15.23; 2) A união da diversidade é um grande princípio da vida, Ef 4.7-12; 3) A presença de Deus no centro de tudo (v. 17), é o lugar da reunião da Igreja inteira, Sl 46.5; 4) A simetria espiritual deve ser cultivada, não havendo desigualdade nem o desenvolvimento de uma parte só, prejudicando assim as demais, Ap 21.16. … A distância entre o Monte Sinai e a Terra Prometida era de apenas quinze dias de marcha. A Lei e a Promessa ficam próximas. Bíblia Shedd.

2 estandarte … insígnias. O estandarte pertencia a um grupo mais amplo (v. 3, 10, 18, 25), ao passo que cada grupo familiar exibia sua “insígnia”. CBASD, vol. 1, p. 899.

A nação de Israel foi organizada de acordo com as tribos por várias razões: 1) Era um modo efetivo de gerenciar e governar um grande grupo. 2) Tornou mais fácil a divisão da terra prometida. 3) Era parte da sua cultura e herança (as pessoas não eram conhecidas por um sobrenome, mas pela família, clã e tribo). 4) Tornou mais fácil manter genealogias detalhadas, e genealogias eram o único modo de provar fazer parte da nação escolhida por Deus. 5) Tornou a viagem muito mais eficiente. As pessoas seguiam o estandarte da tribo (um tipo de bandeira) e portanto permaneciam juntos, evitando que se perdessem. Life Application Study Bible.

A tradição judaica faz crer que os emblemas tribais correspondiam, quanto às cores, às 12 pedras no peitoral do sumo sacerdote (Êx 28.15-21). A tradição também sustenta que a bandeira da tríade liderada por Judá tinha a figura de um leão, a de Rúben, a figura de um homem, a de Efraim, a figura de um boi, e a de Dã, a figura de uma águia (v. os quatro seres viventes descritos em Ez 1.10; cf. Ap 4.7). Mas não há confirmação independente dessas tradições. Bíblia de Estudo NVI Vida. [Existe ainda interpretação que relaciona os quatro evangelhos a estas figuras, relacionando-as a aspectos do ministério de Jesus: realeza, humanidade, serviço, divindade].

3-7 ao lado oriental … o estandarte do arraial de Judá. Por ser a tribo preeminente, a Judá foi designado o leste, a posição de honra.  CBASD, vol. 1, p. 900. [A leste do tabernáculo ficavam as tribos de Judá (tribo líder), Issacar e Zebulom, filhos de Lia (cf Gn 29-30).]

10 O estandarte do arraial de Rúben … estará para o lado sul. Rúben era o mais velho dos 12 filhos de Jacó (Gn 35:23), mas perdeu o direito à honra e às prerrogativas do primogênito por causa da instabilidade de seu caráter. CBASD, vol. 1, p. 900. [Ao sul do tabernáculo ficavam as tribos de Rúben (tribo líder) e Simeão, filhos de Lia, e Gade, filho de Zilpa (cf. Gn 29-30).]

17 O arraial dos levitas. A posição que os levitas ocupavam na peregrinação. Por causa da sua missão, os levitas ficavam ao redor do tabernáculo. Bíblia Shedd.

18-25 O estandarte do arraial de Efraim. Os dois filhos de Raquel (José e Benjamim) estavam a oeste. Os dois filhos de José, Manassés e Efraim, receberam uma bênção especial do avô deles, Jacó, mas o filho mais jovem, Efraim, recebeu precedência sobre Manassés (Gn 48.5-20). Bíblia de Estudo NVI Vida.

O terceiro exército, das tribos de Efraim, Manassés e Benjamim. Assim acampavam juntos os descendentes de Raquel. Bíblia Shedd.

25 O estandarte do arraial de Dã estará para o norte. Dã era filho de Jacó e Bila (Gn 30:6; 35:25). … A posição exaltada de Dã nas circunstâncias deste versículo contrasta com as profundezas em que a tribo caiu posteriormente; pois se estabeleceu entre os pagãos, foi eliminada do registro sagrado e não é mencionada entre as 12 tribos da nova Jerusalém (ver Jz 18; Ap 7:5-8). CBASD, vol. 1, p. 901. [Ao norte do tabernáculo ficavam as tribos de Dã (tribo líder) e Naftali, filhos de Bila e Aser, filho de Zilpa (cf. Gn 29-30). A ordem das tribos tentava agrupar as tribos que eram descendentes das mesmas mães. Apenas os filhos de Zilpa, Aser e Gade, foram separados (norte e sul).]

33 Mas os levitas não foram contados entre os filhos de Israel. Os levitas eram oficiais e guardas no santuário (ver 1:47-53). Ao invés de acampar a uma distância do santuário como as outras 12 tribos (2:2), os levita deveriam acampar próximo, ao redor dele (1:50), como um cordão protetor. Haviam 13 tribos descendentes dos 12 filhos de Jacó/Israel porque Jacó deu a José uma herança dupla ao adotar seus filhos, Efraim e Manassés, como seus próprios (Gn 48). Andrews Study Bible.

34 Assim fizeram os filhos de Israel; conforme tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés. Assim como em 1.54, essas palavras de obediência total formam um contraste com a tolice posterior de Israel. Bíblia de Estudo NVI Vida.

junto às suas bandeiras … cada um com o seu clã e com a sua família. Realização importante para um povo tão numeroso, tão recentemente escravizado e, mais recentemente ainda, uma turba desorganizada. Talvez fosse a boa ordem reinante nesse acampamento que tivesse levado Balaão a dizer: “Quão belas são as suas tendas, ó Jacó, as suas habitações, ó Israel!” (24.5). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Os capítulos 1 e 2 informam o tamanho e a disciplina da hoste israelita. O centro das atenções era o tabernáculo, o lugar da morada de Deus. Yahweh estava no meio deles (Dt 4:7; 23:24; Sl 78:52, 53; ver Rm 8:31), provendo garantia de esperança, segurança e progresso. … O temor e a reverência que o tabernáculo inspirava se deviam ao fato de Yahweh habitar ali. A separação do lugar da presença divina das ocupações da vida diária ajudava a inspirar respeito pela autoridade e um sentido de disciplina entre o povo. Atualmente, a igreja é como um exército em marcha, e o Senhor está com ela (ver 2 Co 6:16; 1 Pe 2:9).  CBASD, vol. 1, p. 901.



BEM VINDO AO ESTUDO DO LIVRO DE NÚMEROS! by Jeferson Quimelli
7 de fevereiro de 2019, 7:00
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NÚMEROS 1 by Jeferson Quimelli
7 de fevereiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-1/

Você já se perguntou se é realmente possível para Deus finalizar o plano da salvação? A igreja de Deus é muitas vezes fraca e às vezes os desafios parecem esmagadores.

O Livro de Números, supostamente cheio de listas áridas e regulamentos é, na verdade, uma história de aventura emocionante que demonstra as capacidades surpreendentes de Deus.

Pense nas circunstâncias por um momento: os filhos de Israel tinham saído há apenas um ano da escravidão no Egito. Agindo sob a direção explícita de Deus, o primeiro dever de Moisés foi criar um sistema de adoração que antecipava eventos sagrados que terminariam com o fim do pecado. Uma vez que os israelitas reconheceram o Senhor e Seu caráter santo através do sistema do tabernáculo, e viram que Ele conhece o fim desde o princípio, o Senhor começou o processo de forjá-los em uma arma inquebrável.

O segundo passo de Moisés, observado no Livro de Números, foi a contagem de todos os homens de combate disponíveis. Após cuidadosa investigação para determinar quem era capaz de lutar, descobriu-se que eram exatamente 603.550 soldados. Este número era muito pouco ou excessivo? Nem uma opção nem outra. Era o número disponível, e com esse número Deus lutaria.

Mark Sheffield
Southern Adventist University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=364
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



O LIVRO DE NÚMEROS by Jeferson Quimelli
7 de fevereiro de 2019, 0:56
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O título hebraico do livro é Bemidbar, “No deserto”, o que identifica a localização da história [esta palavra, que em hebraico inicia o livro, se refere mais propriamente a um ambiente ermo, semi-árido, deserto de pessoas, do que a um deserto de areia. De fato, o deserto do Sinai tem mais pedras do que areia. Em inglês: wilderness].
O título “Números” se origina da nome do livro na Septuaginta Grega [tradução no AT para o grego, efetuada para os judeus na dispersão, antes do nascimento de Jesus]. Este nome se refere à contagem do número de israelitas em um recenseamento de adultos que deixaram o Egito (caps. 1-4) e um censo posterior da geração mais nova que prosseguiu para possuir a terra prometida (cap. 26). Andrews Study Bible.

Historicamente, o livro de Números começa onde termina o livro de Êxodo, com o espaço necessário, naturalmente, para as seções históricas espalhadas pelo livro de Levítico. Cobre um período de aproximadamente quarenta anos, da história do avanço de Israel em direção à Palestina. Apesar de que esses anos são usualmente descritos como anos de peregrinação, torna-se claro que o povo viveu ao sul da própria terra de Canaã, parcialmente na área conhecida como o Neguebe [ou Negueve], não muito distante de Cades-Barnéia, durante cerca de trinta e sete anos. Durante esse tempo o tabernáculo foi o ponto central tanto da vida civil como da vida religiosa, visto que foi ali que Moisés desempenhou os seus deveres administrativos. Pode-se supor que o povo seguia as atividades domésticas dos nômades, levando seus rebanhos a pastarem nas estepes semi-áridas. Essas circunstâncias requeriam provisões divinas quanto à alimentação e água. …
Diversas referências ao livro de Números podem ser encontradas no Novo Testamento, onde o livramento da escravidão egípcia é reputado como um modelo terreno da redenção eterna. As experiências no deserto são, no Novo Testamento, consideradas histórias registradas para nossa admoestação (1 Co 10.11). Nosso Senhor Jesus Cristo usou o incidente da serpente de bronze a fim de ilustrar o modo pelo qual Ele mesmo haveria de ser levantado, para que todos aqueles que nEle confiassem, não perecessem mas tivessem a vida eterna. Bíblia Shedd.

“É um livro vivo, que tem inspirado a vida espiritual dos cristãos ao longo da história. Seu principal objetivo é exaltar Yahweh como Deus supremo, em Sua santidade, majestade e no cuidado pelo povo escolhido.” CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 892.

Alguns assuntos mencionados em Números que nos lembram de Jesus, conforme se lê em 1 Co 10.1-11: 1) O Nazireu, cap 6; 2) A Novilha vermelha, cap 19; 3) O Pão dos Céus, 11.7-9; 4) A Água da Vida, 20.11; 5) A Serpente de Bronze, cap 21; 6) A Estrela, 24.17; 7) As Cidades de Refúgio, 35.9-15. Bíblia Shedd.



NÚMEROS 1 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
7 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
7 de fevereiro de 2019, 0:45
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Tem muita gente que não concorda com a Bíblia. Quem procede assim discorda de Deus. O que esperar de pessoas que discordam de um Deus bondoso, amoroso e atencioso? Se Deus não fosse assim, não teria deixado a Bíblia. Ela é evidência de Sua benevolência!

Vamos ler o livro de Números com milhares de pessoas?

A versão grega do Antigo Testamento, Septuaginta, deu ao livro que em hebraico é chamado de Bed midbbãr (no deserto) o nome de ‘Números’ devido ao “destaque dado aos números de censo no livro” (Gleason L. Archer, Jr).

No primeiro capítulo nota-se a ênfase em números, o primeiro recenseamento do povo de Deus. Realiza-se contagem dos peregrinos que saíram do Egito, atravessaram o Mar Vermelho e, nesta circunstância, estavam acampados próximo ao Monte Sinai.

A despeito do título e da ênfase numérica, o livro é histórico. “Compreende a história de entre trinte e oito e trinta e nove anos, isto é, de 1490 a.C. a 1451 a.C., e traz um relato distinto das várias etapas da viagem dos israelitas, os vários acontecimentos no caminho, suas provações, rebeliões, punições, libertações, conquistas, etc. com as várias leis e ordenanças não mencionadas nos livros precedentes, além de uma repetição e explicação de várias outras que foram previamente mencionadas” (Adam Clarke).

Deste modo, o livro de Números forma, “no geral uma história muito interessante da justiça, misericórdia e providência de Deus”, observa Clarke.

No primeiro capítulo destacam-se os seguintes pontos:

1. Conta-se homens de 20 anos para cima, capazes de guerrear (vs. 1-3);
2. Cada tribo possui chefes ligados a Moisés e Arão (v. 4);
3. Cataloga-se nomes dos líderes/príncipes das tribos (vs. 5-16);
4. Classifica o povo conforme a genealogia de cada família (vs. 17-19);
5. Considera-se o número das tribos. Os descendentes de…

• …Rúbem: 46.500
• …Simeão: 59.300
• …Gade: 45.650
• …Judá: 74.600
• …Issacar: 54.400
• …Zebulom: 57.400
• …Efraim: 40.500
• …Manassés: 32.200
• …Benjamim: 35.400
• …Dã: 62.700
• …Aser: 41.500
• …Naftali: 53.400

603.550 era o número de homens para a guerra; sem contar crianças, mulheres, doentes, velhos e levitas (vs. 44-54).

Deus preocupa-Se com quantidade e qualidade. Ele quer todos preparados para a guerra espiritual no deserto desta vida, enquanto avançamos para a Canaã Celestial!

“Senhor, por favor, conta-me como membro de Teu povo!” – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de fevereiro de 2019, 0:30
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“Como o Senhor ordenara a Moisés, assim os contou no deserto do Sinai” (v.19).


Do monte para o deserto. Esta mudança de cenário introduz o livro de Números com o primeiro censo da nação israelita. Foi no tabernáculo recém inaugurado que Moisés recebeu as orientações de Deus quanto à forma de proceder com a contagem do povo. Ele e Arão contariam os homens de “vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra em Israel” (v.3). O Senhor ainda declarou o nome dos príncipes de cada tribo que os auxiliariam nesta missão. Não era propósito de Deus que o Seu povo se envolvesse em conflitos com as demais nações. Uma clara prova disto foi a sua saída do Egito, em que o povo não precisou erguer uma espada sequer, mas apenas confiar no poder de Deus. Todavia, chegaria o tempo em que Israel rejeitaria o governo de Deus e sob a monarquia de reis terrenos precisaria estar pronto para as guerras que inevitavelmente surgiriam.

Contados “nominalmente… cabeça por cabeça” (v.18), cada homem capacitado a lutar fora recrutado pelo alistamento militar do deserto. Cada tribo dispôs o seu destacamento. Em cada família havia pelo menos um hábil soldado capaz de representá-la. Na tribo de Levi, porém, não fora realizado o censo. Aos levitas cabia a responsabilidade de “cuidarem do tabernáculo do Testemunho, e de todos os seus utensílios, e de tudo o que lhe pertence” (v.50). Quando Israel acampava, cada tribo possuía o seu lugar próprio, “cada um junto ao seu estandarte, segundo as suas turmas” (v.52). Já a tribo de Levi acampava-se “ao redor do tabernáculo do Testemunho” (v.53), para que ninguém comum do povo tivesse acesso às coisas santas e morresse. A tribo de Levi, portanto, era uma espécie de exército do santuário. E todas as tribos, mesmo divididas por estandartes, deveriam estar sempre unidas pela mesma bandeira: “O Senhor É Minha Bandeira” (Êx.17:15).

Estamos vivendo o tempo do maior censo já realizado pelo Senhor: o censo dos “inscritos no Livro da Vida do Cordeiro” (Ap.21:27). O Espírito Santo está recrutando os últimos escolhidos de todas as nações, tribos, línguas e povos. Todos, sem restrição de idade, sexo ou etnia, podem alistar-se para o exército do Deus vivo. No entanto, a convocação tem prazo para acabar e se apressa para o fim. Há um conflito ocorrendo neste exato momento. Desde a entrada do pecado no mundo, a humanidade tem enfrentado um inimigo cruel e desleal. E somente mediante o uso da armadura correta poderemos estar em pé no Dia do Senhor. Eis a ordem superior que devemos obedecer: “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo” (Ef.6:11). Enfrentamos uma guerra que seria facilmente vencida pelo inimigo não fosse a graça do Senhor dos Exércitos. Acerca disto, Ellen White escreveu:

“O antagonismo que existe entre Cristo e Satanás revelou-se de maneira flagrante na recepção que Jesus teve. A pureza e santidade de Cristo suscitaram o ódio dos ímpios contra Ele. Sua vida de renúncia era uma perpétua reprovação a um povo orgulhoso e sensual. Satanás e os anjos caídos uniram-se aos homens maus contra o Campeão da verdade. A mesma inimizade é manifesta em relação aos seguidores de Cristo. Quem quer que resista à tentação, suscitará a ira de Satanás. Cristo e Satanás não podem harmonizar-se.’Todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus, serão perseguidos'” (2Tm.3:12, O Grande Conflito, p.223).

Cumpre-nos fazer o que fez Israel: “Assim fizeram os filhos de Israel; segundo tudo o que o Senhor ordenara a Moisés, assim o fizeram” (v.54). Através de Sua Palavra, o Senhor continua instruindo o Seu povo e preparando-o para as moradas do Céu. Temos o Céu a nosso favor e precisamos deixar isso muito claro através de nossas escolhas. “Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg.4:7). Eis a nossa arma secreta: “Ao som de fervorosa oração, treme todo o exército de Satanás… É quando anjos todo-poderosos, revestidos da armadura do Céu, vêm em auxílio da desfalecida e perseguida alma, Satanás e seus anjos retiram-se, pois bem sabem que está perdida a sua batalha” (Ellen G.White, Mensagens aos Jovens, p.53).

Encerre o seu estudo de hoje com uma leitura cuidadosa de Efésios 6:10-18.

Bom dia, exército do Deus Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números1 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
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