Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 35 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de novembro de 2018, 0:30
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“… Farei um altar ao Deus que me respondeu no dia da minha angústia e me acompanhou no caminho por onde andei” (v.3).


Após o ocorrido em Siquém, Jacó temeu pela própria vida e pela vida de sua família. A atitude de seus filhos despertaria o ódio geral das cidades circunvizinhas. Porém, Deus fez com que estas cidades fossem tomadas de terror, de forma que não ousassem perseguir a Jacó e seus filhos. A ordem divina para que retornassem a Betel foi seguida de um despertamento e reforma no meio do povo: “Então, deram a Jacó todos os deuses estrangeiros que tinham em mãos e as argolas que lhes pendiam das orelhas” (v.4). Este rito representa uma purificação, uma demonstração de arrependimento e de desapego das influências pagãs.

Ao enterrar aqueles objetos, Jacó deu início a uma nova fase em sua família, assumindo um novo estilo de vida. O Senhor Se agradou disto, lhe aparecendo outra vez, lhe abençoando e renovando a aliança que com ele fizera. A morte de Raquel lhe causaria grande dor, mas o nascimento de Benjamim selaria a sua prole com a promessa de que se tornariam uma “multidão de nações” (v.11). Cada altar erguido ao Senhor simbolizava um lugar de verdadeira adoração. Os doze filhos de Israel possuíam limitações e fraquezas, mas seria a partir de sua descendência que Deus suscitaria uma nação de verdadeiros adoradores.

A purificação é um processo de limpeza que resulta da busca por santificação. Não se trata de uma mudança externa apenas, mas do resultado de uma transformação que começa no coração. Cada “ídolo” rejeitado e cada hábito nocivo abandonado é seguido de uma bênção divina. Para cada degrau avançado, erguemos um altar de adoração ao “Deus Todo-Poderoso” (v.11). Deus não exige de nós uma mudança instantânea, mas nos conduz em uma jornada onde passo a passo nos ensina que a verdadeira adoração não provém de nosso enganoso coração, e sim da entrega deste aos cuidados do Espírito Santo.

A obra de purificação que o Senhor realiza no meio do Seu povo sempre será o resultado da graça e do perdão que Ele nos oferece: “Eu, Eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de Mim e dos teus pecados não Me lembro” (Is.43:25). Não há mérito algum naquele que decide abandonar a velha vida para tornar-se uma nova criatura. Mas quando adoramos a Deus através da nossa vida porque O amamos, tudo passa a ter um significado diferente e abandonar a aparência do mal torna-se um resultado inevitável. Isto não significa deixar de ser um pecador, mas, consciente da natureza pecaminosa que domina os nossos membros, colocarmo-nos nas mãos do Oleiro a fim de que Ele nos molde segundo a Sua vontade.

Quer você ser purificado e despir-se das vestes do pecado? Então, o Senhor te diz, hoje: “Eis que tenho feito que passe de ti a tua iniquidade e te vestirei de finos trajes” (Zc.3:4).

Bom dia, purificados por Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis35 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA


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