Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 25 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de novembro de 2018, 0:30
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“Cresceram os meninos. Esaú saiu perito caçador, homem do campo; Jacó, porém, homem pacato, habitava em tendas” (v.27).


A vida dos grandes homens e mulheres de Deus do passado nos deixaram um legado de fé, fidelidade e temor a Deus. Voluntariamente permitiam que o Senhor lhes indicasse o caminho a ser seguido e buscavam servi-Lo. Não obstante, também eram homens como nós, sujeitos “aos mesmos sentimentos” (Tg.5:17) e, com muita frequência, podemos comprovar isso nas Páginas Sagradas. Não sabemos exatamente em que período Abraão tomou para si “outra mulher” (v.1), mas, certamente, o Senhor deixou bem claro que sobre o Seu propósito original estava a Sua bênção: “Depois da morte de Abraão, Deus abençoou a Isaque, seu filho” (v.11).

Mesmo habitando em tendas, afastado dos costumes e tradições pagãs das cidades circunvizinhas, a natureza humana mostrava a sua real condição pecaminosa. Abraão não só maculou os laços sagrados de seu matrimônio, como também abriu brechas para inculcar na mente de seus demais filhos a predileção divina referente a Isaque. Isaque não era o preferido de Deus, mas o cumprimento da promessa feita por Ele a Abraão. Por vinte anos Isaque “orou ao Senhor por sua mulher, porque ela era estéril; e o Senhor lhe ouviu as orações, e Rebeca, sua mulher, concebeu” (v.21). Já no ventre, a luta era sentida e o primeiro lugar disputado.

Infelizmente, os sentimentos de Abraão e as lições aprendidas de sua especial eleição, motivaram Isaque a apegar-se mais a um filho do que ao outro. Esaú mostrava-se um homem forte e decidido. Aos olhos de seu pai, não poderia haver outro mais capaz para assumir a liderança da família e dar continuidade à descendência de Abraão. Jacó, por sua vez, era homem pacífico, sossegado. Enquanto Esaú empreendia planos e era ávido por grandes aquisições, Jacó apreciava a vida pacata e a simplicidade de suas habitações. Em tudo eram diferentes e em tudo divergiam. Fossem, porém, ensinados a unir suas diferenças para um bem comum, muitos sofrimentos poderiam ter sido evitados.

Como primogênito e herdeiro por herança, Esaú não cogitava a possibilidade de perder o seu direito adquirido. Mas Jacó, influenciado por sua mãe, aproveitou-se de uma situação casual para conquistar para si o que Deus já havia dito que seria seu. E, como no Éden, Esaú foi vencido pelo apetite, rebaixando sua primogenitura à estatura de um “cozinhado de lentilhas” (v.34). Da mesma forma, nós não estamos livres de sofrer pelas consequências de nossas próprias escolhas. “Porque Deus amou ao mundo” (Jo.3:16) já é um recado bem claro de que “para com Deus não há acepção de pessoas” (Rm.2:11). Contudo, Ele que conhece o fim desde o princípio, também conhece o coração humano e suas intenções. Nossos erros ou acertos não servem de termômetro de santidade. Deus conhece os Seus e os identifica desta forma ainda que tudo conspire de forma contrária. Não despreze o seu direito como filho ou filha do Rei do Universo! Não permita que nada neste mundo substitua a herança que Cristo conquistou para você!

Bom dia, herdeiros da vida eterna!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis25 #RPSP

Comentários em áudio:

https://www.youtube.com/user/nanayuri100

https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA


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