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1-17 A genealogia de Mateus (diferentemente à de Lucas, que a traça desde Adão com foco de mostrar que Jesus é o Salvador universal) busca mostrar que Jesus está na linha direta de Abraão e Davi e, portanto, é o Messias Judeu. Andrews Study Bible.
Jesus é aquele em quem se cumprem as promessas feitas ao rei Davi e a Abraão, o pai do povo escolhido. Bíblia da Família, SBB.
Ao escrever um relato da vida de Jesus dirigido primeiramente a leitores judeus de nascimento (ver p. 272, 275), Mateus começa em estilo judaico típico ao dar a linhagem familiar de Jesus. Pelo fato de que a vinda do Messias era tema de muitas profecias, ele mostra que Jesus de Nazaré é de fato aquele a respeito de quem Moisés e os profetas testemunharam. Visto que o Messias nasceria da linhagem de Abraão (Gn 22:18; Gl 3:16), o pai da nação judaica, e de Davi, fundador da linhagem real (Is 9:6, 7; 11:1; At 2:29, 30), Mateus apresenta evidência de que Jesus satisfaz as condições de descendente desses dois homens ilustres. Sem essa evidência, as afirmações de Jesus ser o Messias de nada valeriam, e todas as provas adicionais poderiam ser descartadas sem serem examinadas (cf Ed 2:62; Ne 7:64). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 278.
A genealogia, como é o costume oriental, se demora apenas nos nomes conhecidos, mencionando 42 gerações num período de cerca de 2000 anos. A divisão em três seções de 14 gerações, seria uma ajuda à memória… . Não se deve, aqui, procurar uma lista completa dos antepassados de Jesus; Esdras, por exemplo, omitiu seis gerações no seu relatório (cf Ed 7.1-5 com 1Cr 6.3-15). Bíblia Shedd.
Entre Davi e Jesus, um período de cerca de mil anos, Lucas alista 15 gerações a mais do que Mateus, o que indica mais omissões da parte do último. CBASD, vol. 5, p. 282.
1 Jesus. Do grego Iesous, equivalente ao heb. Yehoshua’, “Josué” (ver At 7:45; Hb 4:8, em que Lucas e Paulo se referem a Josué como Iesous, “Jesus”). Em geral se entende que este nome significa “Yahweh é salvação” (ver Mt 1:21). … Hoje os nomes servem apenas como identificação, mas nos tempos bíblicos o nome de um filho era escolhido com todo cuidado porque representava a fé e a esperança dos pais (ver Profetas e Reis, p. 481), as circunstâncias do nascimento da criança, suas características pessoais ou estava relacionado a sua missão na vida: principalmente quando o nome era designado por Deus. O nome Jesus está repleto de lembranças históricas e vislumbres proféticos. Assim como Josué tinha conduzido Israel à vitória na terra prometida, assim também Jesus, o capitão de nossa salvação, veio para abrir os portões da Canaã celestial. Contudo, Jesus não é só o autor de nossa salvação (Hb 2:10), Ele também é “Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão” (Hb 3:1). O sumo sacerdote que voltou do cativeiro babilônico (ver com. de Ed 2:2) se chamava Josué (Zc 3:8; 6:11-15). Assim como Oseias (nome idêntico no hebraico ao Oseias de Nm 13:16), que amou uma esposa indigna e buscou em vão ganhar suas afeições e finalmente a comprou de volta no mercado de escravos (Os 1:2; 3:1, 2), Jesus veio para libertar a raça humana da escravidão do pecado (Lc 4:18; Jo 8:36). CBASD, vol. 5, p. 278.
Cristo. Do Gr. Christos, tradução do heb. Mashiach (ver com. de Sl 2:2), “Messias”, que significa “Ungido” ou “o Ungido”. Antes da ressurreição, nos quatro evangelhos, em geral, Jesus é chamado de “o Cristo”, o que torna o termo um título, em vez de um nome próprio. Após a ressurreição, o artigo definido geralmente desaparece e “Cristo” se torna tanto nome como título. … Usados juntos, (como em Mt 1:18; 16:20; Mc 1:1, etc.), os dois nomes “Jesus” e “cristo” constituem uma confissão de fé na união das naturezas divina e humana em uma pessoa, na crença de que Jesus de Nazaré, Filho de Maria, Filho do homem, é de fato Cristo, o Messias, o Filho de Deus. CBASD, vol. 5, p. 278, 279.
filho de Davi. Título messiânico que aparece várias vezes nesse evangelho (em 1.20 não é titulo messiânico). Filho de Abraão. Como Mateus escrevia aos judeus, era importante identificar Jesus dessa maneira. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 a Judá e seus irmãos. Mateus faz referência aos outros filhos de Jacó, talvez com a intenção de relembrar aos judeus de outras tribos que Jesus, da tribo de Judá, era salvador deles também. CBASD, vol. 5, p. 279.
8 Jorão gerou. Mateus apresenta Jorão como pai de Uzias, mas fica claro, em conformidade com 2Cr 21.4-26.23, que também aqui várias gerações foram subentendidas (Acazias, Joás, Amazias); subentende-se também que “gerou” é usado no sentido de “foi antepassado de”. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Essa omissão dificilmente foi acidental, pois a genealogia original, apresentada repetidas vezes no AT, era bem conhecida. CBASD, vol. 5, p. 281.
11 Josias gerou. Josias é classificado como pai de Jeconias (i.e., Joaquim), ao passo que era, na realidade, pai de Jeoiaquim e avô de Joaquim. Bíblia de Estudo NVI Vida.
16 José, marido de. Com cuidado, Mateus evita afirmar que José “gerou” a Jesus. A relação entre José e Jesus não era de pai e filho de sua esposa. O termo “gerou” que une todas as gerações até esse ponto desaparece, e com isso Mateus enfatiza o nascimento virginal. CBASD, vol. 5, p. 283.
Nessa genealogia, Mateus demonstra que, embora Jesus não fosse filho físico de José, é juridicamente filho, e, portanto, descendente de Davi. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Maria. Do Gr. Maria, Mariamna LXX, do heb Miryam. Como José, Maria era da casa de Davi (DTN, 44; cf At 2:30; 3:23; Rm 1:3; 2Tm 2:8), pois só por meio dela Jesus podia ser descendente, segunda a carne, da linhagem de Davi (Rm 1:3; cf Sl 132:11). … Sem dúvida Maria foi escolhida em primeiro lugar porque, no tempo apontado (Dn 9:24-27; Mc 1:15; Gl 4:4), seu caráter refletia com mais perfeição os ideais divinos de maternidade do que a que qualquer outra filha de Davi. Ela pertencia à seleta minoria que “esperava a consolação de Israel” (Lc 2:25, 38; Mc 15:43; cf Hb 9:28). Foi essa esperança que purificou sua vida (cf 1Jo 3:3) e a qualificou para seu papel sagrado (PP, 308; PR, 245; DTN, 69). Toda mãe entre o povo de Deus hoje pode cooperar com o Céu como fez Maria (DTN 512), e pode, em certo sentido, consagrar seus filhos a Deus. CBASD, vol. 5, p. 283.
da qual. Como em português, no original grego essa expressão está no feminino singular, tornando “Maria” o antecedente e excluindo José como o pai natural de Jesus. Mas, ao se casar com Maria, José se tornou o pai legal, embora não literal, de Jesus (ver Mt 13:55). CBASD, vol. 5, p. 283.
17 catorze gerações […] catorze […] catorze. Essas divisões refletem duas características de Mateus: 1) predileção indisfarçada por números e 2) preocupação com uma disposição sistemática. O número 14 pode ter sido escolhido por representar duas vezes 7 (o número da perfeição) e/ou por ser o valor numérico do nome de Davi. Bíblia de Estudo NVI Vida.
No AT, há listas abreviadas como, por exemplo, as de Esdras (ver com. de Ed 7:1, 5). Mas é evidente que essa genealogia abreviada foi considerada prova suficiente de que Esdras era descendente de Arão, num tempo em que foi negado a outros entrar para o sacerdócio porque não poderiam dar prova aceitável de sua linhagem (Ed 2:62; Ne 7:64). … A divisão da genealogia de Jesus em três no livro de Mateus é historicamente sólida, pois cada divisão constitui um período distinto na história judaica. No primeiro, de Abraão a Davi, a nação hebraica era essencialmente patriarcal; durante o segundo, era monárquica; e no terceiro, os judeus passaram pelo domínio de nações estrangeiras. CBASD, vol. 5, p. 283, 284.
Mateus usa diferentes técnicas para convencer seus leitores (que somente as perceberiam se fossem judeus) que Jesus é o Messias-Rei na linha de Davi. Ele faz isso genealogicamente e teologicamente. Andrews Study Bible.
18 o nascimento. Mateus menciona apenas algumas circunstâncias que envolveram o nascimento de Jesus, o necessário para mostrar que Sua primeira vinda era o cumprimento das profecias do AT (ver v. 22). Em harmonia com o propósito de seu evangelho, Mateus, em contraste com Marcos e Lucas, omitiu muito do que poderia nos interessar sobre a vida de Jesus, a fim de que pudesse se concentrar nos ensinos do Mestre (ver p. 178, 179). CBASD, vol. 5, p. 284.
Maria, Sua mãe. Jesus nasceu “em semelhança de carne pecaminosa” (Rm 8:3). Maria necessitava tanto da salvação de seus pecados como qualquer outro filho ou filha de Adão (Rm 3:10, 223). Há “um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (1Tm 2:5). CBASD, vol. 5, p. 284.
Desposada (ARA; prometida em casamento, NVI). Isto é, noiva ou comprometida com ele. … Parece que José era viúvo quando se casou com Maria. Ele tinha pelo menos outros seis filhos (Mt 12:46; 13:55, 56; Mc 6:3; DTN 90, 321; são mencionados quatro irmãos e um número não especificado de irmãs), todos provavelmente mais velhos que Jesus (DTN, 86, 87; ver com. de Mt. 1:25). CBASD, vol. 5, p. 284.
Não havia relações sexuais durante o noivado judaico, mas era um relacionamento muito mais definitivo do que um noivado de hoje, só podendo ser rompido mediante o divórcio (cf. v. 19). Bíblia de Estudo NVI Vida.
grávida pelo Espírito Santo. O Espírito Santo é representado como o agente por meio do qual o poder divino criador e doador da vida é exercido (cf. Gn 1:2; Jó 33:4; Jo 3:3-8; Rm 8:11; etc.). O papel do Espírito Santo no nascimento de Jesus está mais claro no evangelho de Lucas do que no de Mateus (Lc 1:35). Foi por meio do Espírito Santo que “o Verbo se fez carne” (Jo 1:14) e que o Filho de Maria pôde ser chamado de “Filho de Deus” (ver com. de Lc 1:35). Numa tentativa de não aceitar Jesus como o Messias, os judeus diziam que Ele era um filho ilegítimo (Jo 8:41; 9:29). Mas é digno de nota que os maiores eruditos judeus hoje reconhecem isso como pura invenção. Joseph Klausner, por exemplo, diz que “não há fundamento histórico para a tradição de que Jesus era filho ilegítimo” (Jesus of Nazareth, 36). A encarnação de Jesus é um milagre insondável. … Porém, o mistério da encarnação não é maior que o mistério do amor que a originou (Jo 3:16; Rm 5:8; Gl 2:20; 1Jo 4:9). O “mistério da piedade” é o grande mistério de todos os tempos (1Tm 3:16; ver com. de Fp 2:7, 8; ver Nota Adicional a João 1). CBASD, vol. 5, p. 285.
19 De acordo com o costume dos judeus daquele tempo, os que iam casar firmavam primeiro um contrato de casamento, que só podia ser desmanchado pelo divórcio. Bíblia da Família. SBB.
justo. Para os judeus, significava ser zeloso na guarda da lei. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Do gr. dikaios, que pode descrever alguém correto, como observador de regras e costumes, ou justo, em harmonia com o que é certo. No NT, dikaios é usado no sentido amplo de harmonia com o padrão divino. … Do ponto de vista judaico, um homem “justo” era um observador rigoroso das leis de Moisés e das tradições rabínicas. Como resultado, José pode ter questionado se seria moralmente correto se casar com alguém que aparentava ser adúltera. CBASD, vol. 5, p. 285.
anular o casamento secretamente (NVI. ARA: deixá-la secretamente). Assinaria os documentos jurídicos necessários, mas não a submeteria ao julgamento público e ao apedrejamento (v. Dt 22.23,24). Bíblia de Estudo NVI Vida.
20 não temas. Ele não devia hesitar ou questionar a virtude de Maria. Como um homem “justo” (v. 19), José não precisava temer que ao tomar para si Maria ele estivesse se desviando do que era correto. Na verdade, Deus requeria esse ato de fé. CBASD, vol. 5, p. 286.
receber Maria como sua esposa. Tinham mútua obrigação segundo a lei, mas ainda não conviviam como marido e mulher. Bíblia de Estudo NVI Vida.
e lhe porás o nome. José teria o privilégio de dar o nome a seu “Filho”, ato que em geral se considerava prerrogativa do pai (ver Lc 1:59-63). Maria também participaria (Lc 1:31). Os nomes das crianças judias eram oficialmente dados uma semana após o nascimento, no oitavo dia, quando se realizava o rito da circuncisão (Lc 2:21). CBASD, vol. 5, p. 286.
dos pecados deles. Ele veio para nos salvar de nossos pecados, não nos nossos pecados. Ele veio não só para nos salvar de pecados realmente cometidos, mas de nossas tendências em potencial que conduzem ao pecado (Rm 7:5-23; 1Jo 1:7-9). … Cristo não veio para salvar Seu povo do poder de Roma, como os judeus ansiavam, mas do poder de um inimigo muito maior. Ele não veio para restaurar o reino a Israel (At 1:6), mas para restaurar o domínio de Deus no coração humano (Lc 17:20, 21). Cristo não veio em primeiro lugar para salvar as pessoas da pobreza e injustiça social (Lc 12:13-15), como muito defensores do evangelho social afirmam, mas do pecado, a causa fundamental da pobreza e da injustiça. CBASD, vol. 5, p. 286.
22 para que se cumprisse. Doze vezes Mateus refere-se ao cumprimento do AT, i.e., de fatos dos tempos do NT profetizados no AT – testemunho poderoso da origem divina das Escrituras e da exatidão delas nos mínimos detalhes. Nos cumprimentos vemos, ainda, a intenção do autor de vincular o seu evangelho ao AT.
23 a virgem. Mateus e Lucas, ao escreverem inspiradamente, não teriam relatado a história do nascimento virginal se isso não tivesse sido verdade. Eles sabiam bem como os líderes judeus tinham zombado de Jesus por causa das circunstâncias misteriosas que envolviam Seu nascimento, e que, repetindo esta história, estavam dando aos críticos mais oportunidades para ridicularizar o fato (DTN, 715). CBASD, vol. 5, p. 287.
A primeira de no mínimo 47 citações – na maioria messiânicas – que Mateus extrai do AT. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Emanuel … Deus conosco. A transliteração grega do heb. ‘Immanu ‘El, literalmente, “Deus conosco”. O Filho de Deus não só veio para habitar entre nós, mas também para Se identificar com a família humana … “Emanuel” era mais um título que descrevia a missão de Cristo do que um nome pessoal (cf. Is 9:6, 7; 1Co 10:4). CBASD, vol. 5, p. 288
O Cristo encarnado possuía duas naturezas: Ele era tanto divino (Is 9:6; Mat 28:19; Jo 1:1,14; 8:58; 10:30; Tt 2:13,14; Hb 1:8) quanto humano (Jo 1:14; Fp 2:5-8; Hb 4:14-17). Andrews Study Bible.
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Autor
Mateus, cujo nome significa “dádiva do Senhor”, era um cobrador de impostos que deixou o seu serviço para seguir Jesus (9.9-13). Em Marcos e em Lucas, é chamado por seu outro nome, Levi. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Contexto histórico
No tempo de Cristo, a Palestina estava sob jurisdição de Roma, cujas legiões, lideradas por Pompeu, subjugaram a região e a anexaram à província romana da Síria, em 64-63 a.C. Depois de terem desfrutado independência política por cerca de 80 anos antes da chegada dos romanos, os judeus sofreram muito com a presença e a autoridade de representantes estrangeiros civis e militares. A indicação de Herodes, o Grande, pelo senado romano como monarca sobre grande parte da palestina tornou a sorte dos judeus ainda mais amarga. … A dominação dos judeus por Roma era resultado direto da desobediência às ordens divinas (ver CBASD, vol. 4, p. 17-20). Por meio de Moisés e dos profetas, Deus advertiu Seu povo dos sofrimentos que resultariam da desobediência. … Os judeus criam que as profecias messiânicas do AT prometiam um messias político que libertaria Israel da opressão estrangeira e subjugaria todas as nações. Desse modo, as aspirações políticas distorciam a esperança messiânica e, visto que Jesus de Nazaré não cumpriu essas falsas expectativas, o orgulho nacional com eficácia impediu que O reconhecessem como Aquele de quem os profetas haviam testemunhado. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 272.
Destinatários
Como o evangelho de Mateus foi escrito em grego, seus leitores eram, sem dúvida, falantes dessa língua. Segundo parece, também eram judeus. Muitos elementos deixam prever leitores de origem judaica: Mateus preocupa-se com o cumprimento do AT (faz mais citações do AT e alusões a ele que qualquer outro autor do NT); remonta a ascendência de Jesus a Abraão (1.1-17); não se detém em explicações acerca de costumes judaicos (ao contrário sobretudo de Marcos); emprega terminologia judaica (e.g., “Reino dos céus” e “Pai celestial”, em que “céus” e “celestial” revelam a relutância reverencial dos judeus em citar o nome de Deus); realça o papel de Jesus como “Filho de Davi” … . Não significa, porém, que Mateus restrinja seu evangelho aos judeus. Registra a visita dos magos (não-judeus) para adorar o menino Jesus (2.1-22) bem como a declaração de Jesus: “O campo é o mundo” (13.38). Apresenta também na íntegra a Grande Comissão (28.18-20). Esses textos revelam que, embora o evangelho de Mateus seja judaico, sua visão é universal. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Propósito
Cada evangelista, sob a influência do Espírito Santo, cuidadosamente selecionou material para compartilhar um quadro de Jesus que tinha sentido e importância para uma audiência específica. Andrews Study Bible.
O propósito principal de Mateus é comprovar aos seus leitores judeus que Jesus é o Messias por eles esperado. Seu método consiste primordialmente em demonstrar que Jesus, por sua vida e ministério, cumpriu o AT. Bíblia de Estudo NVI Vida.
… testificar que Jesus era o Messias da promessa do Antigo testamento e que a Sua missão messiânica consistia em trazer o Reino de Deus até os homens. Bíblia Shedd.
O Evangelho de Mateus é especialmente valioso para aqueles que aguardam o Retorno de Cristo. Os sermões de Jesus, em especial o Sermão da Montanha, são instruções éticas aos cristãos que aguardam a Segunda Vinda. Muitas de suas parábolas, especialmente as do cap. 13, enfatizam o caráter misto da igreja, composto de verdadeiros e falsos crentes. Ali Jesus destaca que a separação entre estes grupos se dará ao fim dos tempos pelo Juiz divino de todas as coisas e pessoas. Enquanto isso, os cristãos deviam ser como crianças e ter espírito perdoador (cap. 18). O Evangelho de Mateus se interessa especialmente em escatologia, a doutrina das últimas coisas. … Jesus, contudo, deixou claro que ninguém sabe quando a Segunda Vinda ocorrerá (25:13). Em lugar de focar o estabelecimento de datas, Jesus conclamou Seus discípulos a vigiar e a estar prontos (24:42; 25:13). Andrews Study Bible.
Estrutura
O modo de dispor a matéria revela um toque artístico. O evangelho inteiro é narrado em torno de cinco grandes discursos: 1) caps. 5-7; 2) cap. 10; 3) cap 13; 4) cap. 18; 5) caps. 24, 25. Fica claro que essa disposição é premeditada, porque cada discurso termina com o refrão “Quando Jesus acabou de dizer essas coisas” ou palavras semelhantes (7.28; 11.1; 13.53; 19.1; 26.1). … Essa divisão em cinco partes pode deixar prever, também, que Mateus usou o Pentateuco (os cinco primeiros livros do AT) como modelo da estrutura de seu livro. É possível que esteja apresentando o evangelho como uma nova Tora, e Jesus como um novo Moisés, maior.
Os leitores de Mateus podem ver claramente que ele traça frequentes paralelos entre Moisés e Jesus. Andrews Study Bible.
Outro fato importante a se lembrar sobre o estudo do livro de Mateus é que esse evangelho apresenta a vida de Cristo numa ordem essencialmente lógica, em vez de cronológica. … seu objetivo era desenvolver um conceito da vida e da missão de Jesus que contribuiria com seu propósito primário ao escrever. Ele não é o cronista que registra os fatos à medida que ocorrem, mas o historiador que reflete sobre o significado desses eventos tendo como pano de fundo a história da nação escolhida. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 276.
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Que bênção termos lido juntos o Antigo Testamento!
Agora teremos o privilégio de ler juntos sobre a vida de Jesus no Evangelho de Mateus!
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Leia primeiro, em espírito de oração, o texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/malaquias/ml-capitulo-4/
Comentário Devocional
Em Malaquias 3, Deus prometeu enviar um mensageiro especial para preparar o povo para a Sua própria vinda a este mundo. Quem seria este mensageiro?
Malaquias 4 o identifica: “Vejam, eu enviarei a vocês o profeta Elias antes do grande e temível dia do Senhor. “(Ml 4:5 NVI). Qual a aparência do Elias real? “Ele vestia roupas de pelos e usava um cinto de couro”. (2 Reis 1:7, 8).
A profecia do retorno de Elias tornou-se muito importante para os judeus. Na verdade, em cada refeição da Páscoa, os judeus deixavam um lugar extra à mesa, em antecipação do retorno de Elias.
Depois do livro de Malaquias, não haveria profetas em Israel por um longo tempo. Por 400 anos, nenhum profeta falaria. Deus parecia estar em silêncio. Mas o silêncio seria quebrado pelo nascimento milagroso do filho de Zacarias, o sacerdote (Lc 1:5-25), que passou a pregar no deserto, vestindo uma roupa de pelos e um cinto de couro. Quando perguntado se ele era Elias, João Batista simplesmente respondia: ““Eu sou a voz do que clama no deserto: ‘Façam um caminho reto para o Senhor’” (João 1: 23 NVI). Ele falaria com o espírito e o poder de Elias (Lucas 1:17).
Essa profecia de Malaquias tem também uma aplicação para os últimos dias. Um povo (Elias) preparará o caminho para a Segunda Vinda de Cristo. Eles farão isso através da pregação da Mensagem dos Três Anjos para o mundo inteiro (Apoc 14: 6-7). Essa mensagem deve alcançar toda nação, tribo, língua e povo. Está você disposto a fazer parte deste movimento que, no espírito de Elias, preparará o mundo para o retorno de Jesus?
Andy Nash
Southern Adventist University
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mal/4 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1175
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/01
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados25-01-2018.mp3
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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MALAQUIAS 4 – Este é o último capítulo do profeta Malaquias. Até aqui, o Antigo Testamento, mostra-nos a vitória do bem sobre o mal, da justiça sobre a injustiça, de Deus sobre o pecado. Sim, o pecado vai ter fim, não restará nada.
Este último capítulo do Antigo Testamento, pode ser assim dividido:
• Deus revela o grande dia do acerto de contas com aqueles que não fizeram caso dEle, ignorando Seu plano de salvação (v. 1);
• O grande dia da recompensa daqueles que em primeiro lugar em sua vida e tornaram-se justos (vs. 2-3);
• Antes do veredicto final Deus que o mundo todo conheça Suas Leis e o plano da salvação, oferecendo a última oportunidade de salvação aos perdidos (vs. 4-6).
A seguir, destacarei dois pontos interessantes desse texto:
• Um dia Deus vencerá completamente sobre o mal: Raiz e ramos referem-se ao mal e seus agentes: Satanás, demônios e amantes doo pecado. “Os pecadores serão queimados como o fogo consome o restolho; eles se tornarão como cinzas sob os pés dos santos” (W. W. Wiersbe). “Naquele dia, o perverso será como restolho chocho, vazio, sem valor […] aqueles que pensam que o mal compensa, um dia saberão a diferença entre o justo e o perverso” (Hernandes Dias Lopes).
• Esse dia aponta ao final do milênio de Apocalipse 20 e à renovação da Terra em Apocalipse 21-22: Esse é o clímax final do plano da salvação. “Jesus é aquele que traz a totalidade das promessas de Deus para nós […] Aos ímpios, o fogo destrói. Aos justos, o sol traz ‘cura’ (ou ‘saúde’, que é o que se entende). Esta é a proposta do Senhor: morte ou vida” (Isaltino Coelho Filho).
Interessante que o texto mostra Deus fazendo tudo para que antes da volta de Jesus haja um despertar poderoso baseado na Palavra, visando o salvar ao maior número de pessoas (vs. 4-6).
No juízo executivo Deus aniquilará totalmente ao pecado; Satanás, os demônios e seus agentes nunca mais existirão.
Essa ação divina resultará em alegria indescritível ao Universo inteiro, os salvos saltarão de alegria como bezerros libertos da estrebaria. O Antigo Testamento não termina com maldição, mas com um alerta! Evite a maldição que resulta do pecado a fim de que te alegres eternamente! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Conte-nos o que você achou de estudar o Antigo Testamento:
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“ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que Eu não venha e fira a terra com maldição” (v.6).
Em todo o nosso estudo do Antigo Testamento, descobrimos pelo menos duas certezas: a primeira, é que o pecado é mau e destrói e a segunda, é que precisamos de um Salvador. O nosso destino eterno depende das escolhas que fazemos e a quem estamos servindo, hoje. A ideia que o mundo cristão em geral tem sobre “os soberbos” e os perversos (v.1) está muito aquém do conceito bíblico. Espero que tenhamos compreendido este conceito através da história de Israel. Toda a religiosidade daquela nação havia se transformado em ofensa diante do Senhor. Com a boca professavam santidade, mas na prática tornaram-se piores do que os povos vizinhos. O conhecimento de Deus não tem a ver com rituais e sacrifícios, mas com uma vida disposta a render-se à vontade de Deus ainda que “ande pelo vale da sombra da morte” (Sl 23:4).
A doutrina de que existe um inferno onde os ímpios serão consumidos por toda a eternidade acaba com as verdades de que “Deus é amor” (1Jo 4:8) e que Ele é um Juiz justo que destruirá a morte, o luto, o choro e a dor (Ap 21:4). Como o Senhor destruiu Sodoma e Gomorra com “fogo eterno” (Jd 1:7) e até hoje essas cidades não estão queimando, assim o juízo final será eterno em suas consequências, “de sorte que não lhes deixará nem raiz nem ramo” (v.1). Aprendemos com o sábio Salomão que a morte é um sono (Ec 9:5) e que, no tempo determinado pelo Senhor, Ele mesmo, “dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do Arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts 4:16). Também aprendemos esta verdade no livro de Daniel: “Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno” (Dn 12:2). Ora, qual seria a lógica de ressuscitar os justos para eles retornarem para um Céu que já habitavam ou os ímpios para retornarem a um lugar onde já sofriam? Ou porque Jesus ressuscitaria Lázaro para tirá-lo do Céu e devolvê-lo a este mundo escuro? Percebem? Haverá um lago de fogo para a destruição definitiva de Satanás, seus anjos e os ímpios e há um Céu para os justos, mas, me permitam usar uma linguagem popular para explicar que a Bíblia deixa claro que tanto um como o outro ainda não estão abertos ao público.
Cristo, o “Sol da justiça” (v.2), nasceu e trouxe salvação aos que temem o nome do Senhor. Em Sua primeira vinda, cumpriu com perfeição a missão que o Pai lhe confiou, ser o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. E diante de tamanho amor e graça, a Sua ressurreição nos deu a vitória sobre “o último inimigo a ser destruído”: a morte (1Co 15:26). E Aquele que foi “obediente até à morte e morte de cruz” (Fp 2:8), nos pede que lembremos “da Lei de Moisés” (v.4). Este capítulo não foi um recado apenas ao antigo Israel e mais uma profecia messiânica, mas uma mensagem ao atual “Israel de Deus” (Gl 6:16), para que esteja preparado para “o grande e terrível Dia do SENHOR” (v.5). Semelhante a João Batista que veio “no espírito e poder de Elias, para converter o coração dos pais aos filhos, converter os desobedientes à prudência dos justos e habilitar para o Senhor um povo preparado” (Lc 1:17), “antes da segunda vinda de Cristo uma obra semelhante será feita por aqueles que pregam as três mensagens angélicas ao mundo” (CBASD, v. 4, p.1247).
“Lembrai-vos” (v.4) é um chamado de um Pai que deseja a felicidade eterna de Seus filhos e um reforço ao mandamento em que Ele disse: “Lembra-te” (Êx 20:8). Todos os que são tementes a Deus, estão ouvindo o Seu último chamado e buscando viver em obediência assim como foi com Noé: “Pela fé, Noé, divinamente instruído acerca de acontecimentos que ainda não se viam e sendo temente a Deus, aparelhou uma arca para a salvação de sua casa; pela qual condenou o mundo e se tornou herdeiro da justiça que vem da fé” (Hb 11:7). Contudo, infelizmente, “muitos dos que ouvem a mensagem – o maior número deles – não darão crédito à solene advertência. Muitos serão achados desleais aos mandamentos de Deus, que são uma prova do caráter. Os servos de Deus serão chamados entusiastas. Os ministros aconselharão o povo a não os ouvirem. Noé recebeu o mesmo tratamento enquanto o Espírito o impelia a dar a mensagem, quer os homens quisessem, quer não a quisessem ouvir” (Ellen G. White, TM, pág. 233, 1895).
A Bíblia diz que “Noé andava com Deus” e fazia “consoante a tudo o que Deus lhe ordenara” (Gn 6:9 e 22), salvando a si mesmo e a sua família. Está na hora, e já chegou, de erguermos um clamor tão alto quanto o foi o de Noé. É tempo de toda a Terra ser iluminada com a glória da última e solene mensagem (Ap 18:1): “Caiu, caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável… Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap 18:2 e 4). O Espírito Santo está convocando e reunindo os filhos de Deus de todas as nações e unindo-os num só exército de oração. De todos os cantos deste mundo Deus tem ouvido o clamor do Seu povo, “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap 14:12). E, ao contrário do que se prega e do que se pensa, Ele não usará instrumentos grandiosos para completar a Sua obra, mas “usará maneiras e meios pelos quais se verá que Ele está tomando as rédeas em Suas próprias mãos. Surpreender-se-ão os obreiros com os meios simples que Ele usará para efetuar e aperfeiçoar Sua obra de justiça” (Ellen G. White, TM, pág. 330, 1885).
Que hoje, amanhã e cada dia até aquele grande Dia, seja esta a nossa decisão: “Eu e minha casa serviremos ao SENHOR” (Js 24:15). Já chega de tanto sofrimento! Já chega de tanta desonra ao nome do Senhor! Coloque a sua vida nas mãos do grande “EU SOU” (Êx 3:14) e permita que Ele faça de você um meio simples de pregar “um evangelho eterno” (Ap 14:6) em sua casa e de sua casa para o mundo.
Bom dia, “vós outros que temeis” o nome do Senhor (v.2)!
Desafio do dia: Reforce o convite aos seus amigos e familiares para darmos início ao estudo do Novo Testamento.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Malaquias4
#RPSP
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Entre o último livro escrito do Velho Testamento, Malaquias, e o primeiro escrito no Novo Testamento, Marcos, ocorreram mais de 400 anos. Foram anos em que não houve revelação profética, chamados por muito de “anos de silêncio”. Porém, em termos sociais e políticos, estes anos não foram nada silenciosos.
Historicamente, houve a dominação persa, da qual poucos detalhes se sabe da Palestina neste período. Com a dominação greco-macedônica, primeiro por Alexandre e depois pelos reinos Selêucidas, ao norte, e Ptolemaico, ao sul, houve uma forte tendência de helenização cultural e religiosa, principalmente no reino de Antíoco Epifânio IV (selêucida), que chegou a erigir uma estátua a Zeus e a sacrificar um porco no templo em Jerusalém. A oposição a Antíoco deflagrou a revolta dos macabeus, que durou 24 anos e que resultou na independência de Judá em 142 a.C. (evento que deu origem à festividade judaica Hanukah). Esta independência durou até 63 a.C., quando os romanos assumiram o controle, sob o general Pompeu. Este general tomou Jerusalém após um sítio de três meses, massacrou os sacerdotes e entrou no lugar Santo dos Santos, iniciando um amargo período de dominação romana.
Literariamente, houve a produção da Septuaginta, tradução para o grego dos livros hebraicos que geraram o nosso Antigo Testamento. O objetivo desta tradução era colocar as Escrituras na língua que os judeus da dispersão (iniciada com os exílios assírio e babilônico), que já não falavam hebraico, pudessem compreender. Isso permitiu sua disseminação também a todo o mundo de fala grega de então. A Septuaginta também incluía muitos livros de cunho histórico, porém de teologia duvidosa e contraditória com os demais livros canônicos (reconhecidos como inspirados por Deus). Estes foram chamados de apócrifos. Não aceitos pelos judeus quando da formação do cânon da Bíblia hebraica, foram confirmados na Bíblia católica pelo Concílio de Trento (1546) e confirmados pelo Concílio Vaticano I (1869 – 1870).
Socialmente, ocorreu a Diáspora (ou dispersão) dos judeus por todas as partes conhecidas do mundo de então, começando com as invasões assírias e babilônicas. Aonde moravam, os judeus se reuniam nas sinagogas e concentravam sua vida religiosa no estudo da Torá (Pentateuco). Quando os apóstolos começaram a evangelizar fora da terra de Israel, os primeiros lugares que eles visitavam eram as sinagogas.
Afastados do templo, com o objetivo de conservar a sua identidade, os judeus passaram a congregar em sinagogas, centro de ensino e estudo da Torá. A classe (ou partido) que se reuniu em torno das sinagogas foi a dos fariseus, que se esforçaram por interpretar a Lei de Moisés, colocando assim uma “cerca” para que os judeus se mantivessem vivendo em retidão perante Deus. Estas interpretações estavam compiladas na Mishnah e no Talmude.
Em torno do templo se compôs a classe aristocrata dos saduceus, em menor número, porém com grande poder político. Rejeitavam qualquer doutrina que não estivesse explicitamente citada na Torá, incluindo a da ressurreição.
Significativas, ainda, são as classes dos essênios e dos zelotes. Os essênios se compunham de um grupo separatista, semelhantes aos fariseus, que ressaltavam a rigorosa observância da lei e consideravam o sacerdócio do templo corrupto. Eles reuniam-se em comunidades, como a de Qumran, que preservou os Manuscritos do Mar Morto. Já os zelotes se compunham de judeus que visavam a independência dos romanos pela força. Sendo muito combativos, presume-se que tenham sido os causadores da destruição de Jerusalém, em 70 d.C. Foram exterminados na fortaleza natural de Massada, último reduto da rebelião contra o império romano.
Todas estas mudanças históricas, culturais e sociais compuseram o quadro observado no Novo Testamento. Foi neste ambiente heterogêneo de insatisfação política e social que nasceu, viveu e pregou nosso Redentor e Senhor Jesus Cristo.
Fontes:
Comentários da Bíblia de Estudo NVI Vida. Editora Vida.
Sue Graves. O que é a Bíblia? Uma Introdução ao Livro da Fé Cristã. SBB.
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Leia primeiro, em espírito de oração, o texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/malaquias/ml-capitulo-3/
Comentário Devocional
“Vejam, eu enviarei o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim” (Ml 3:1 NVI).
Em Malaquias 2:7, Deus disse que um sacerdote deveria ser “um mensageiro do Senhor.” (NVI). Mas os sacerdotes da época de Malaquias – e nos quatro séculos que se seguiram, agiram como mensageiros do mal. Políticos e materialistas, os líderes religiosos de Judá estavam levando as pessoas à escuridão.
Uma indicação das trevas de Israel era suas prioridades financeiras. Deus chegou a dizer que as pessoas O estavam roubando. “E ainda perguntam: ‘Como é que te roubamos?’
Aos olhos de Deus, o ato de doação financeira não era diferente do que o ato de sacrifício de um animal. Deus pede o nosso melhor, e quando damos a Ele o nosso melhor, Ele refina nossa oferta no fogo e nos concede de volta bênçãos da maneira que Ele julga mais adequadas.
Mas as pessoas não estavam aprendendo os caminhos de Deus, porque os mensageiros do povo não lhes estavam ensinando corretamente. Qual seria a resposta de Deus?
De acordo com Ml 3:1, Deus enviaria o Seu próprio mensageiro (ver Mt 3:1-3).
Andy Nash
Southern Adventist University
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mal/3 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1174
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/31
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados24-01-2018.mp3
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
