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Este capítulo apresenta a quarta visão de Zacarias; cuja essência é profecia e ilustração das ações de Satanás perante Deus quando se trata do pecador.
Neste texto teus olhos verão além do normal, o que os olhos carnais desconhecem:
• Existe um real conflito universal e sobrenatural entre o bem o mal;
• O mal conduz poderosamente pessoas ao pecado, cuja finalidade é afastá-las de Deus;
• Ao distanciarem-se de Deus, os pecadores aliam-se ao acusador-mor;
• Contudo, Deus age soberanamente quando o pecador O procura.
Nesta incrível revelação profética, é possível responder a três perguntas importantíssimas para quem vive em meio ao grande conflito entre Deus e Satanás:
1. Primeira: O que acontece quando o pecador arrependido busca a Deus? Os versos iniciais (1-5) respondem: O pecador tem seu acusador repreendido pelo Salvador; tem seus pecados retirados; e, finalmente, recebe aplicação da justiça divina representada pela substituição das vestes sujas pelas limpas.
2. Segunda: O que Deus espera do pecador perdoado? Os versos 6 e 7 mostram que, após purificar ao pecador, Deus espera obediência – um processo de santificação resultante da justificação. A graça que liberta opera poderosamente dando liberdade para viver a fidelidade a Deus.
3. Terceira: Qual é a base de Deus para restaurar o condenado pecador? Os versos 8 a 10 declaram que Cristo é a base da obra de restauração na figura do Servo, do Renovo e da Pedra.
Desta forma, o processo da salvação é unicamente pelas obras de Cristo. Ele é nosso Salvador; nEle o pecador silencia o acusador; nEle o acusado torna-se perdoado e reconciliado com o Deus santo; nEle há perdão, pureza e restauração.
• Em Cristo as imundícias do pecado são retiradas do pecador e aplica-se a justiça divina.
Agora, reflita, assimile e permita que estas certezas inundem a tua vida:
1. “Felizes os que terão ousadia santa diante do Juiz naquele dia, por saberem que ele é seu Amigo e Advogado!” (Matthew Henry).
2. “Quando estivermos revestidos da justiça de Cristo, não teremos nenhum prazer no pecado, pois Cristo está operando em nós. Poderemos cometer erros, mas haveremos de odiar o pecado que causou os sofrimentos do Filho de Deus” (Ellen G. White).
Você crê no que aprendeu? Então, você aceita viver o ideal de Deus? – Heber Toth Armí.
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“Tomou Este a palavra e disse aos que estavam diante dEle: Tirai-lhes as vestes sujas. A Josué disse: Eis que tenho feito que passe de ti a tua iniquidade e te vestirei de finos trajes” (v.4).
Recém-liberta do cativeiro babilônico, a nação israelita enfrentou o desafio de reerguer um lugar que estava em ruínas. Contudo, o desafio não era apenas estrutural, mas, principalmente, espiritual. A experiência da qual Daniel e seus companheiros saíram vitoriosos não foi a mesma vivida por todos. As tentações daquela terra iníqua lhes maculou o coração e os mesmos pecados que levaram seus pais para o exílio ainda eram cultivados. Um prato cheio para o acusador lhes apontar como culpados e dignos da ira divina.
Josué, como sumo sacerdote, representava toda a nação de Israel, e, através dele, Satanás oportunizou uma forma de acusar a Deus de agir com injustiça. Afinal, aquele povo que permanecia tão sujo quanto antes de ser levado cativo merecia a destruição. Porém, a oposição do inimigo encontrou a mesma forte mão que do Céu o expulsou (Ap 12:7-9). “O acusador de nossos irmãos” (Ap 12:10) não tem resistência diante de Miguel, o “Anjo do SENHOR”, Aquele que é semelhante a Deus e que Se apresentou como “SENHOR, Justiça Nossa” (Jr 23:6), Senhor dos Exércitos que luta por nós. Algo semelhante ocorreu quando “o arcanjo Miguel… contendia com o diabo e disputava a respeito do corpo de Moisés” (Jd 1:9). De igual sorte, o inimigo sai derrotado pelo poder da Palavra do SENHOR: “O SENHOR te repreende, ó Satanás” (v.2).
As vestes sujas de Josué representavam as iniquidades de Israel e somente Jesus tem o poder de alvejar os nossos pecados com Seu sangue e nos vestir “de finos trajes” (v.4). Foi Ele que trocou as vestes de folhas de figueira de nossos primeiros pais (Gn 3:21) e lhes vestiu “com trajes próprios” (v.5). Foi Ele que tirou de José as vestes de prisioneiro e lhe vestiu com trajes reais (Gn 41:40). E é Ele que deseja cobrir a nossa nudez com as Suas “vestiduras brancas” (Ap 3:18). A nossa única participação nesta obra chama-se: entrega diária. Assim como o ministério sacerdotal de Josué consistia em sacrifícios diários, como “sacerdócio real” (1Pe 2:9), eis os sacrifícios que o Senhor requer de nós: “Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus” (Sl 51:17).
Aqueles que depositam o coração como oferta voluntária a Deus, diariamente, e buscam andar em obediência à Palavra da Verdade, um dia “hão de julgar o mundo” (1Co 6:2) e, sentados em tronos, receberão de Deus a “autoridade de julgar” (Ap 20:4). Mas, até lá, se Jesus não Se “atreveu a proferir juízo infamatório contra ele [Satanás]” (Jd 1:9), porque ousamos infamar nossos irmãos? A Bíblia deixa duas coisas muito claras, amados: a obra de Cristo é salvar e a obra de Satanás é acusar. Lembremos do que Cristo afirmou: “Ninguém pode servir a dois senhores” (Mt 6:24). A quem você tem servido?
Seja sincero com Aquele que não somente vê as tuas “roupas sujas”, mas que também enxerga a tua nudez. Ele deseja te vestir com as vestes de Sua justiça, mas para isso você precisa tomar a decisão de Josué, e estar diante de Jesus dia após dia. Satanás vai te acusar. Você vai sentir que as suas forças acabaram e que não há mais jeito para o seu caso. Então, com ternura Jesus lhe dirá: “A Minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Co 12:9). A “pedra única” que estava perante Josué é a mesma que tirou “a iniquidade desta terra, num só dia” (v.9). “A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular” (1Pe 2:7). “E a pedra é Cristo” (1Co 10:4).
Que, “naquele dia” (v.10), quando estaremos gozando do “prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp 3:14), possamos convidar ao nosso próximo para deleitar-se das delícias da eternidade (v.10) e que, até lá, a nossa vida seja para os nossos semelhantes um convite para fazer parte desta eterna alegria.
Bom dia, “sacerdócio real”!
Desafio do dia: Inicie o ano lendo um bom livro. Sugiro que entre no site da Casa Publicadora Brasileira e adquira um livro de seu interesse.
Acesse www.cpb.com.br
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Zacarias3
#RPSP
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Comentário devocional:
Na visão de Zacarias 2, o Senhor deu a garantia de que seu plano para Jerusalém de ser o grande centro de Sua obra redentora para o mundo ainda era possível. As 70 semanas de anos proféticos dadas para os Judeus cumprirem os propósitos de Deus (ver Daniel 9:24.) tinha apenas começado. Zacarias proclamou o convite divino ao seu povo que havia sido espalhado para que saíssem de Babilônia e retornassem a Jerusalém.
Diversas denominações ensinam que essa visão e outras que Zacarias teve devem ser cumpridas pelos Judeus na Palestina. Eles ignoram as palavras pronunciadas por Cristo quando chorou sobre Jerusalém, “Ah! Se conheceras por ti mesma, ainda hoje, o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos”. Ignoram também as declarações de julgamento de Cristo, quando disse: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes! Eis que a vossa casa vos ficará deserta” “Portanto, vos digo que o reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos” (ver Lucas 19:42; Mateus 23:37, 38, ARA; 21:43, ARA).
“Os propósitos do Senhor para o seu povo tem sido sempre os mesmos. Ele deseja conceder aos filhos dos homens as riquezas de uma herança eterna. O seu reino é um reino eterno. Quando aqueles que optam por tornarem-se súditos obedientes do Altíssimo forem finalmente salvos no reino da glória, o propósito de Deus para a humanidade terá sido cumprido” (Ellen White, Bible Commentary, vol. 4, p. 1.177).
Este capítulo contém profecias belíssimas. “Canta e exulta, ó filha de Sião, porque eis que venho e habitarei no meio de ti, diz o SENHOR. Naquele dia, muitas nações se ajuntarão ao SENHOR e serão o meu povo; habitarei no meio de ti, e saberás que o SENHOR dos Exércitos é quem me enviou a ti” (Zac. 2:10, 11, ARA). Estes versos se cumpriram quando Jesus viveu em meio a humanidade. A vinda de muitas nações para o Senhor se deu quando os discípulos levaram o conhecimento de Cristo aos gentios e estes aceitaram o evangelho. Contudo, essas profecias gloriosas encontrarão realização completa na Nova Jerusalém de Deus, quando pessoas de muitas nações habitarão na presença de Jesus.
Tomemos a firme decisão de pertencermos ao reino de Cristo e de cumprirmos a missão de pregar o evangelho que o Senhor nos deixou. Amém.
David Manzano
Pastor aposentado
Estados Unidos
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/2 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1159
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/16
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Zacarias 2 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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“Canta e exulta, ó filha de Sião, porque eis que venho e habitarei no meio de ti, diz o SENHOR” (v.10).
Dando continuidade à mensagem da segunda visão, a terceira visão de Zacarias revela o resultado daquela. Derrotados “os chifres” (Zc 1:19), isto é, os inimigos de Israel, a vitória seria tão grande que a cidade não necessitaria de muros, mas o Senhor mesmo lhe seria por “muro de fogo em redor e… no meio dela, a Sua glória” (v.5). Mas o toque de rebate deveria ser respeitado. Os filhos do Seu povo precisavam obedecer a ordem de sair de Babilônia: “Fugi, agora, da terra do Norte, diz o SENHOR” (v.6). O chamado era sério e urgente.
Mediante tamanha urgência, deveria todo o povo sair imediatamente daquela terra de exílio e dirigir-se à terra da liberdade. E ai de quem tocasse “na menina do Seu olho” (v.8). A promessa de proteção era para Israel um bálsamo diante de todo o sofrimento que havia passado devido a opressão de povos inimigos. Mas Deus vai além das expectativas de um povo que esperava a glória de um reino terrestre. Um vislumbre do celeste lhes é concedido e, muito acima de uma cidade com fortalezas, Deus promete um lugar de paz, onde Ele estabelecerá a “Sua santa morada” (v.13).
“Eis que venho” (v.10) é a promessa dAquele que também prometeu urgência: “Eis que venho sem demora” (Ap 22:7). E o que fazemos ainda perdendo tempo e colocando a nossa salvação em risco comungando com os pecados da atual Babilônia? Muitos há que pensam que apenas provar das “finas iguarias” (Dn 1:8) do príncipe deste mundo não lhes tirará o direito de comer “da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus” (Ap 2:7), e se iludem com uma religião de aparências enquanto nutrem a alma com pecados que estão a ponto de converterem-se em pecado contra o Espírito Santo (Mt 12:32).
“Eh! Salva-te” (v.7) é um clamor que chega até nós como um eco persistente de um Deus que não desiste de ninguém. Quando o justo Juiz levantar-Se “da Sua santa morada” (v.13), até o céu ficará em silêncio (Ap 8:1). A Sua justiça virá para destruir “os que destroem a terra” (Ap 11:18) e para salvar aqueles que “venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida” (Ap 12:11).
O tempo de angústia que diante de nós está é descrito pelo profeta Daniel como um “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn 12:1). O cumprimento das profecias nos mostram que este tempo já está começando. E qual tem sido a nossa atitude? Estamos de fato e de verdade preparados para enfrentar a grande e última fúria do Maligno? Como Daniel e seus amigos, a nossa fé tem sido fortalecida no sentido de negar com firmeza tudo aquilo que não faz parte da “boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:2)?
Amados, enquanto não compreendermos o verdadeiro sentido da ordem “Sede santos, porque Eu sou santo” (1Pe 1:16), continuaremos depositando a nossa confiança em nossos trapos de imundícia (Is 64:6). A santidade é concedida por Deus como porções diárias e, gradativamente, crescentes. Ela não faz com que você e eu deixemos de ser pecadores, mas nos habilita a andar no Espírito e fugir das obras da carne (Gl 5:16). Todo aquele que, todos os dias, queda-se aos pés de Jesus a invocar-Lhe o nome, que faz de Sua Palavra a bússola de sua vida, recebe do Céu a aprovação de Deus e a promessa da salvação.
Quer você morar na santa morada do Altíssimo? “Fugi, agora” (v.6), das práticas abomináveis deste mundo! “Canta e exulta” (v.10) ao Deus da tua salvação! Porque eis que Ele vem sem demora para buscar um povo peculiar, que não se curvou diante do deus deste século; que não se conformou com os “tempos difíceis” e que fugiu da companhia dos escarnecedores (2Tm 3:1-5). Um povo cujos princípios de vida não podem ser confundidos com a impiedade deste mundo. Um povo que “é gente sábia e inteligente” (Dt 4:6) e que se mantém fiel “ainda que caiam os céus” (Ellen G. White).
Siga as orientações de Jesus em Mateus 6:6. Hoje, entra no teu quarto e fechada a porta, rasgue o seu coração diante do Senhor (Jl 2:13) e faça disto uma prática constante e diária. Daniel venceu fazendo isto “três vezes por dia” (Dn 6:10). Quão pouco é diante de todo o tempo de graça que nos é ofertado! Hoje, decida “firmemente” (Dn 1:8) buscar ao Senhor enquanto pode achá-Lo e invocar-Lhe o nome “enquanto está perto” (Is 55:6). “Salva-te” (v.7)!
Bom dia, salvos pela graça maravilhosa de Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Zacarias2
#RPSP
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Prezados,
Caso queiram poderão fazer o download do livro completo O Desejado de Todas as Nações em: http://ellenwhiteaudio.org/pt/desejado-de-todas-as-nacoes/
Você pode ouvir o áudio do livro em: http://centrowhite.org.br/downloads/audiobooks/o-desejado-de-todas-as-nacoes/
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Comentário devocional:
O ano era 520 aC quando o Senhor chamou Zacarias para unir-se a Ageu a fim de despertar os judeus que retornaram a Jerusalém vindos do cativeiro na Babilônia. Dezesseis anos se passaram desde que Zorobabel os levara de volta para sua terra natal prometida. A festa dos Tabernáculos foi celebrada. Em seguida, o alicerce do templo foi estabelecido.
Em seguida, surgiram problemas com as pessoas ao redor. O trabalho foi interrompido. O profeta Ageu levou-os a renovar seus esforços para completar a missão que Deus tinha para eles – a reconstrução do Templo. O templo de Deus e seus serviços os uniu como nação e iria separá-los das práticas das nações ao seu redor.
Esta lição é para nós. Nossa segurança está em Deus. Devemos crer em Suas palavras. A mensagem do homem montado no cavalo vermelho, “a terra está em repouso”, refere-se ao fato de que o conflito sobre a soberania Persa tinha acabado. Dario, o novo rei era mais favorável aos judeus. O Senhor disse: “Estou me voltando para Jerusalém com misericórdia, e ali o meu templo será reconstruído” (v. 16, NVI). Seu povo estava para cumprir a missão para a qual Ele os havia trazido de volta. Os quatro chifres são explicados como aqueles que trabalharam contra o povo de Deus. Os quatro carpinteiros-artesãos, referem-se a Zorobabel, Neemias, Ageu e Zacarias.
Este capítulo me leva a perguntar: A minha primeira preocupação é ter uma boa vida? Ou a minha primeira preocupação é apoiar a última igreja de Deus e participar proclamando as mensagens de Apocalipse 14:6-12 a todo o mundo?
David Manzano
Pastor aposentado
Estados Unidos