Reavivados por Sua Palavra


JEREMIAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
8 de agosto de 2017, 0:20
Filed under: Sem categoria

Palavra do SENHOR. Isto inicia uma nova profecia, que é considerada por alguns como uma extensão de jeremias 17:18. A mensagem de Jeremias 14 não é datada. No entanto, especula-se que jeremias a enviou algum tempo antes da última parte do reinado de Jeoaquim (ver Jr 25:1), porque não há uma alusão no capítulo que os caldeus [babilônios] já haviam chegado a Jerusalém. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 444, 445.

2 As portas. A queda das portas representava o rompimento dos negócios e de outras funções públicas. CBASD, vol. 4, p. 445.

10 Não se agrada deles. Deus deve recusar o pedido de Jeremias porque o povo de Judá não se afastou de seus pecados, mas amou “vaguear” nos caminhos de suas próprias transgressões. CBASD, vol. 4, p. 445.

12 Não me agradarei deles. A declaração tem sido compreendida como significando que os jejuns e ofertas eram mera formalidade, atos cerimoniais, sem o sincero espírito da verdadeira adoração (ver Is 1:10-15), portanto, inaceitáveis a Deus. No entanto, a passagem pode ter o sentido de que os jejuns e ofertas deles, embora na medida certa, ocorreram tarde demais para evitar o castigo. CBASD, vol. 4, p. 445.

13 Os profetas lhes dizem. Uma das principais razões para a decadência espiritual dos israelitas foi a poderosa influência de muitos profetas falsos e corruptos em busca de popularidade, que enganavam o povo com esperanças de paz. Esses profetas ilusoriamente raciocinavam que, porque os israelitas eram o povo escolhido do Senhor, estariam seguros de qualquer derrota e que apenas o bem sobreviria a eles. Como o ensino desses falsos líderes religiosos era mais agradável aos ouvidos do povo do que as mensagens dadas pelos verdadeiros servos de Deus, os falsos profetas eram considerados com mais favor que os porta-vozes eleitos por Deus. a oposição dos falsos profetas dificultava extremamente as tarefas dos mensageiros de Deus (ver Is 30:8-10; Jr 5:31; Ez 13; Am 3:5-12). CBASD, vol. 4, p. 445, 446.

15 Virgem, filha. Uma personificação poética para Judá, com referência particular à sua capital, Jerusalém (ver Is 37:22; Jr 8:21; Lm 1:15; 2:13). CBASD, vol. 4, p. 446.

18 Eis aí os mortos. O profeta anteviu o desolado estado da terra por causa do cativeiro babilônico. CBASD, vol. 4, p. 446.

21 Trono. O trono de Deus é o símbolo da presença divina. Neste versículo, o trono parece denotar a cidade de Jerusalém como o lugar da habitação de Deus (ver Jr 3:17; 17:12). CBASD, vol. 4, p. 446.


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