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ISAÍAS 49 – Incrédulos experimentam as promessas de Deus. A graça divina alcança a todos os que não a merecem; do contrário, não seria graça – a qual visa beneficiar aos indignos do favor divino.
Nas seguintes profecias, “a atenção dos exilados é desviada da sua situação infeliz na Babilônia e dirigida para a terra natal, e em particular para a cidade-mãe. Como era fato inegável, Jerusalém estava em ruínas durante o período do exílio; mas o profeta está confiante ao olhar para o futuro e ver a restauração e suas glórias futuras” (David F. Payne).
As muitas promessas de restauração são excessivamente boas para serem acreditadas. “O povo não acreditava nessas promessas (49:24), porém Deus garante que cumprirá todas elas. Os opressores serão derrotados, e todo homem saberá que eu sou o Senhor, o teu Salvador (49:25-26). Deus será, de fato, glorificado em Seu povo (49:3)” (Edouard Kitoko Nsiku).
O propósito de Deus é sempre salvar o pecador perdido, desprovido de solução para seu caso. A estratégia divina é a graça, mediante Seu servo. Observe os detalhes deste capítulo:
1. Deus chamou Israel desde o princípio (ventre) e trabalha preparando-o para uma obra especial na terra (vs. 1-2).
2. Como servo, em vez de glorificar a Deus, Israel foi uma tremenda decepção, não atingiu as expectativas divinas (vs. 3-4).
3. Porém, surge outro servo, que também é chamado do ventre materno, e fará a obra de Deus de forma plena (vs. 5-6):
a) Vai restaurar Israel;
b) Vai ser luz para os gentios.
4. Deus conforta Seu povo espalhado pelo mundo (v. 13). Para deixar isso claro, Ele o faz usando a figura de…
a) Uma mãe que não decepciona Seus filhos. Seu cuidado, proteção e guia trarão tão grande sucesso ao mundo que muitos estrangeiros se unirão ao Senhor (vs. 14-23).
b) Um valente guerreiro que enfrenta qualquer gigante que se opõe ao Seu povo. Como bom guerreiro Deus arranca das mãos de inimigos ferozes os que nEle esperam (vs. 24-25).
Deus grava nossos nomes nas palmas de Suas mãos, Seu terno amor ultrapassa ao amor de uma boa mãe. Deus quer restaurar tudo o que o pecado arruinou em nós e em nosso planeta. Apenas precisamos aprender a confiar nEle!
“Senhor, reaviva-nos! Amém! – Heber Toth Armí.
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“… Eu contenderei com os que contendem contigo e salvarei os teus filhos… Todo homem saberá que Eu sou o SENHOR, o teu Salvador e o teu Redentor, o Poderoso de Jacó” (v. 25 e 26).
O maior desafio do SENHOR com relação à humanidade, com certeza, sempre foi no que diz respeito à CONFIANÇA. Se Adão e Eva tivessem confiado na palavra de Deus não teriam caído na armadilha do inimigo. Se Sara tivesse confiado na providência divina não teria oferecido sua serva a Abraão e nem Abraão teria aceitado a oferta. Se Jacó confiasse que Deus cumpriria a Sua promessa, não teria enganado seu pai. Se Israel tivesse confiado no SENHOR não teria passado quarenta anos peregrinando no deserto. As consequências da falta de confiança são desastrosas e, muitas vezes, irreversíveis. Porém, o convite de Deus continua sendo o mesmo: CONFIEM EM MIM!
Com um amor insistente e uma graça superabundante, o SENHOR tem chamado todos os povos a dar ouvidos à Sua Palavra (v. 1). Israel rejeitou, vez após vez, o chamado de ser o povo que manifestaria a glória de Deus (v. 3) e que seria luz para as demais nações (v. 6). Ao invés de ser um transmissor da verdade, tornava-se um receptor da maldade. Facilmente, Israel trocava os princípios dados por Deus pela cultura das nações circunvizinhas, deixando de cumprir com os propósitos divinos. Eram essas ações negativas que levavam o povo a perder, paulatinamente, a relação de confiança com o SENHOR, e, por conseguinte, a percepção quanto à Sua Palavra.
Porém, como na lei da física toda ação produz uma reação, as más ações traziam maus resultados, e era aí que o povo caía em si e clamava pelo socorro do seu Criador. E diante das amargas consequências, com pesaroso espanto dizia: “O SENHOR me desamparou, o SENHOR Se esqueceu de mim” (v. 14). Mas a resposta de Deus quebra toda e qualquer possibilidade de abandono:
“Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, Eu, todavia, NÃO ME ESQUECEREI DE TI” (v. 15).
Você e eu estamos gravados nas palmas das mãos do nosso Criador (v. 16). Tão certo como Ele vive (v. 18), os que nEle esperam “não serão envergonhados” (v. 23). Muito em breve “os que te devoravam estarão longe de ti” (v. 19). Deus nos livrará dos destruidores e assoladores (v. 17) e nos vestirá com Sua justiça (v. 18). Precisamos confiar em Suas promessas e com firmeza embraçar “o escudo da fé”, com o qual poderemos “apagar TODOS os dardos inflamados do Maligno” (Efésios 6:16).
HOJE é o “tempo aceitável”, o “dia da salvação” (v. 8)!
“Eis, AGORA, o tempo sobremodo oportuno, eis, AGORA, o dia da salvação” (II Coríntios 6:2).
A oportunidade que o SENHOR nos estende HOJE, AGORA, é completamente plena de um amor que supera a forma humana mais sublime de amar! Ele nos convida a uma experiência pessoal e diária com Ele para que então possamos saber que Ele é o SENHOR e que não irá nos decepcionar. Se o SENHOR disse que vai contender “com os que contendem contigo” e que vai salvar os teus filhos (v. 25), é porque Ele vai! Qual é a tua parte então? CONFIAR! CRER! Acredite que não tardará, e o SENHOR que te formou “desde o ventre para ser Seu servo” (v. 5), te guiará e te conduzirá “aos mananciais das águas” (v. 10) e TODOS saberão que o SENHOR é “o teu Salvador e o teu Redentor, o Poderoso de (seu nome)” (v. 26)!
Feliz sábado, filhos do Deus Altíssimo!
Desafio do dia: Medite na letra do hino 49 “NÃO ME ESQUECI DE TI” e confirme cada vez mais a sua confiança nEle.
Rosana Garcia Barros
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Comentário Devocional
Quando os exércitos de Nabucodonosor avançassem sobre Judá, aqueles seus filhos rebeldes não poderiam reclamar que Deus lhes havia deixado sem proteção. Há muito tempo, Ele já lhes tinha dito o que iria acontecer e por quê. Ele até lhes disse como lidar com a invasão (Jer 27:6-11).
Deve ter sido muito doloroso para o Senhor ver Seu povo não dar ouvido a Seus conselhos. “Desde a antiguidade o seu ouvido tem se fechado” (v. 8, NVI). Nada é mais mortal para a alma do que a teimosa recusa em ouvir a Deus e Sua vontade. “Se tão-somente você tivesse prestado atenção às minhas ordens”, diz Deus: “sua paz seria como um rio”. No entanto, “não há paz alguma para os ímpios” (v.18).
Quantas vezes perdemos a paz interior porque respondemos mais rapidamente às vozes das circunstâncias do que à voz segura do Senhor. Precisamos admitir que confiar em Deus não acontece naturalmente. Enquanto estivermos nesta terra, sempre teremos que escolher acreditar mais em Deus do que em nossos sentimentos. Mas todo o Céu estará do nosso lado!
Ron E M Clouzet
Pastor ministerial na Divisão Norte da Ásia e do Pacífico
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/48, https://www.revivalandreformation.org/?id=972 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/48/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/13
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 48 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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1 Ouvi isto. Isaías se dirige aos hipócritas de Israel, aqueles que professavam servir a Deus, mas na verdade faziam o que queriam (ver com. de Mt 6:2). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 288.
2 Da santa cidade tomam o nome. Esses traidores professavam ser cidadãos de Sião, mas o eram apenas no nome … Eles buscavam os benefícios que resultavam da lealdade a Deus, mas não estavam dispostos a pagar o preço da obediência (ver com. de Mt 7:21-27). Queriam todos os privilégios do discipulado, mas se recusavam a assumir as responsabilidades. CBASD, vol. 4, p. 288.
3 As primeiras coisas … anunciei. Não os pagãos, mas o infiel povo de Judá é chamado a reconhecer a presciência de Deus. CBASD, vol. 4, p. 288.
De repente. Deus predisse esses eventos, mas os hipócritas infiéis foram pegos de surpresa (ver Mt 24:39). Em 1 Tessalonicenses 5:1 a 8, há um conselho semelhante para os que aguardam a vinda do Senhor. CBASD, vol. 4, p. 288.
5 O meu ídolo fez estas coisas. Israel tinha acabado de sair do Egito quando atribuiu sua libertação a um ídolo (Êx 32:4). CBASD, vol. 4, p. 288.
8 Eu sabia que procederias mui perfidamente. Deus conhecia o caráter perverso dos israelitas e sabia que não queriam acreditar e que, até o fim, tentariam justificar sua rebeldia. A seguir, ele apresenta uma série de predições incomuns, incluindo o cativeiro por vir, a missão de Ciro um século antes de sua época, a libertação do jugo babilônico e outros eventos que culminariam com a vinda do Messias. CBASD, vol. 4, p. 288, 289.
9 Por amor ao Meu nome. Por causa da perversidade …, o povo de Judá não merecia a misericórdia ou o favor de Deus. Sua queda, porém, traria opróbrio sobre seu santo nome, pois O considerariam caprichoso, vingativo e incapaz de cumprir seus próprios planos. O nome de Deus representa Seu caráter: um Deus “compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade” (Êx 34:6). CBASD, vol. 4, p. 289.
11 Por amor de Mim. Se não tivesse redimido Israel, o nome do Senhor teria sido profanado entre os pagãos. Deus restauraria os filhos de Israel, não por mérito deles, mas por Sua misericórdia. CBASD, vol. 4, p. 289.
16 Agora, o SENHOR Deus Me enviou a Mim e o Seu Espírito. De acordo com o contexto … Cristo é Quem fala. Foi Deus Quem enviou Jesus em Sua missão. Jesus tem estado com o Pai desde o início (Jo 1:1-3); mas, quando o Pai Lhe deu uma obra a realizar neste mundo de pecado, Ele deixou o Céu para cumpri-la (Jo 1;14; 3:34; 6:29, 57; 17:3, 4). Quando Jesus veio ao mundo como o Messias, Deus enviou o Espírito Santo para estar sobre Ele (Is 11:2; 42:1; 61:1-3; Mt 3:16; Lc 4:18-21; Jo 1:32, 33; At 10:38). Aqui são mencionados os três membros da Divindade (ver com. de Is 42:1). CBASD, vol. 4, p. 289.
17 Que te ensina o que é útil. Cristo veio para ensinar à humanidade os segredos da paz e das bênçãos … e guiá-la no caminho da vida eterna. CBASD, vol. 4, p. 289.
18 Ah! Se tivesses dado ouvido aos Meus mandamentos! Os mandamentos de Deus foram dados para guiar a humanidade nos caminhos da paz e da justiça (Sl 119:1, 2, 6, 9, 165; Pv 3:1, 2). Todas as leis de Deus são para o bem do ser humano, para guiá-lo no caminho da retidão e protegê-lo do pecado e do sofrimento. CBASD, vol. 4, p. 290.
19 Os teus descendente, como a areia. ver Gn 22:17; 32:12. A obediências resultaria numa descendência numerosa; mas a desobediência causaria extinção. CBASD, vol. 4, p. 290.
20 Saí da Babilônia. Esta é uma antecipação do tempo quando Deus chamaria Seu povo para sair de Babilônia [literal], a fim de não ter o mesmo destino dela (jr 50:8; 51:6, 45). Nos últimos dias, faz-se o mesmo convite urgente ao povo de Deus; contudo, com respeito à Babilônia espiritual (Ap 18:4). CBASD, vol. 4, p. 290.
22 Não há paz. Paz é o resultado seguro da justiça (ver com. de Is 32:17), e é completamente inatingível para os que andam nos caminhos do mal. No v. 18, a paz está associada à obediência aos mandamentos de Deus. Embora o ser humano busque a paz com sinceridade, não pode assegurá-la a não ser pelos meios instituídos por Deus. CBASD, vol. 4, p. 290.
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ISAÍAS 48 – Ser negligente espiritual, relaxado na religião, morno na prática da fé, relapso no cumprimento da missão significa estar enredado nas teias do mal pensando que tudo está bem.
Os judeus se acomodaram em Babilônia, afrouxaram no propósito divino para eles e perderam o foco espiritual, que era a vinda do Messias. A única forma de resolver nossa apatia espiritual, nossa letargia religiosa e nossa indisposição para cumprir a missão resume-se em ouvindo a Palavra de Deus.
O capítulo em pauta foi divido por John N. Oswalt da seguinte forma:
ESCUTA AO SENHOR:
1. A palavra de Deus:
a) Coisas do passado (vs. 1-5).
b) Coisas novas (vs. 6-11).
2. Escuta-me:
a) O Senhor da eternidade e do tempo (vs. 12-16).
b) Se houvesses atendido (vs. 17-22).
“Seria de se pensar que os judeus estivessem ansiosos para deixar sua ‘prisão’ e voltar para sua terra, a fim de ver Deus fazer coisas novas e grandiosas por eles. Porém, haviam se acostumado com a segurança do cativeiro e se esquecido dos desafios da liberdade. Não é difícil para a igreja de hoje se acomodar com seu conforto e fartura. Deus pode nos colocar na fornalha [assim como enviou os judeus para o exílio] para nos lembrar de que estamos aqui para ser servos e não consumidores ou espectadores” (Warren W. Wiersbe).
Neste maravilhoso texto, “o Senhor se apresenta como Deus absoluto e eterno (o primeiro e também o último), o criador e sustentador do universo, o organizador de sua história, o Deus da profecia, e anuncia que suscitará alguém a quem ele ama (Ciro) para derrotar os babilônios e libertar o povo de Israel. Observe as três pessoas da Trindade no versículo 16: O Senhor Deus, Seu Espírito e a mim (i.e., Cristo). Aqui ocorre uma transição quase imperceptível de Ciro para seu antítipo, o Senhor Jesus Cristo” (William MacDonald).
Deus não nos quer estagnados numa forma exterior de religiosidade (v. 1) nem desviados da religião verdadeira (v. 5). Por isso, bondosamente, Ele oferece graça e anseia que abandonemos a Babilônia espiritual, isto é, os princípios, filosofias e práticas que não Lhe agradam (Apocalipse 18).
A obediência a Deus promove tudo o que a desobediência roubou. Paz e alegria são proporcionais à obediência. Obedeceremos? – Heber Toth Armí.
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“Assim diz o SENHOR, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o SENHOR, o teu Deus, que te ensina o que é útil e te guia pelo caminho em que deves andar” (v. 17).
Uma das coisas que mais admiro em meus filhos é a facilidade que têm de pedir perdão. Quando recebem ordens à contra gosto ou quando são repreendidos, logo ficam chateados, mas depois vêm até mim e pedem desculpas. A repreensão e a correção os leva à reflexão, e a reflexão ao arrependimento. A verdadeira disciplina deve conduzir o errante à compreensão de sua condição, para que então possa haver a escolha de arrepender-se, ou não. Israel havia se afastado de Deus. Apesar de jurar pelo nome de Deus e de confessar Seu nome, isto não acontecia na prática (v. 1). Como Pai, o SENHOR precisava disciplinar Seus filhos.
Nem todos têm compreendido o real sentido da correção divina e questionam a sua aplicação valendo-se de conceitos humanos. Porém, a verdade é que o nosso Pai também é o nosso Criador, e mais do que ninguém sabe exatamente os meios mais eficazes para nos educar no caminho em que devemos andar (Provérbios 22:6). As provas não são para a nossa ruína, mas para a nossa felicidade eterna. Para todo aquele que deseja alcançar a perseverança e uma vida em santo procedimento (I Pedro 1:15), a “fornalha da aflição” (v. 10) não se trata de um símbolo de castigo, mas do amor de um Deus que “repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem” (Provérbios 3:12).
O SENHOR tem guiado o Seu povo desde o princípio e continuará guiando até o fim. Contudo, não poucas vezes, a aparência não condiz com a realidade, e o povo que se chama pelo nome de Deus não revela a glória do Seu Criador. Por quatro vezes Deus apela ao coração do Seu povo:
“Ouvi isto” (v. 1).
“Dá-Me ouvidos” (v. 12).
“Ajuntai-vos, todos vós, e ouvi!” (v. 14).
“Chegai-vos a Mim e ouvi isto” (v. 16).
Insistentemente o apelo divino revelava a misericórdia e a longanimidade de um Pai que desejava ensinar “o que é útil” (v. 17) e conduzir Israel às recompensas eternas (v. 19).
A ligação entre o nome de Deus e a forma como vive o Seu povo não pode ser ignorada. “Por amor do Meu nome” (v. 9), disse o SENHOR, foi a causa de não exterminar aquele povo infiel. Não há ligação nenhuma entre a luz e as trevas. E se a luz dissipa as trevas, ninguém pode estar nos dois lugares ao mesmo tempo. A ordem “Saí da Babilônia” (v. 20) define bem onde estava o coração do povo. Professar ser de Deus não basta. Muitos têm professado, “mas não em verdade nem em justiça” (v. 1), sustentando uma vida dupla e desonrando o nome acima de todos os nomes (v. 11). “Saí da Babilônia” também é uma ordem para o povo de Deus HOJE (Ap. 18:4), para que andemos na luz do SENHOR dando ouvidos aos Seus mandamentos (v. 18).
Firmados e alicerçados no ASSIM DIZ O SENHOR, a fornalha nos será conduto de salvação, a repreensão resultará em fruto de paz e o devido temor ao nome santo de Deus nos motivará a crer e a viver, em verdade e em justiça, a seguinte promessa:
“O SENHOR remiu a seu(a) servo (a) _____ (seu nome)____” (v. 20).
Bom dia, provados para a salvação!
Desafio do dia: Escolha uma pessoa que você considere um cristão que vive de forma coerente e faça uma “entrevista”. Pergunte como foi sua conversão e o que o motiva a permanecer fiel. Orem juntos no final.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Isaías48
#RPSP
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Comentário Devocional
Isaías 47 descreve a queda de Babilônia. Se este capítulo soa familiar é porque muitas de suas frases, palavras e pedaços são também mostrados no livro do Apocalipse. Isaías e Jeremias falam da Babilônia histórica, enquanto Apocalipse refere-se à Babilônia espiritual no tempo do fim.
Uma das coisas mais intrigantes a respeito de Deus é como Ele usa os maus para cumprir Seus propósitos, em benefício de Seus filhos. Grande parte da miséria que nos cerca pode ser o meio que Deus usará para o nosso bem. Não é de admirar que sejamos aconselhados a não nos preocuparmos, pois ”a ansiedade é cega, e não pode discernir o futuro; mas Jesus vê o fim desde o começo. Em toda dificuldade tem Ele um caminho preparado para trazer alívio.” (O Desejado de Todas as Nações, p.330).
E agora, atente e aplique à sua vida o encerramento deste pensamento: “Os que aceitam como único princípio tornar o serviço e a honra de Deus o supremo objetivo, hão de ver desvanecidas as perplexidades, e uma estrada plana diante de seus pés.”
Fale para si mesmo as promessas de Deus até que você confie nEle.
Ron E M Clouzet
Pastor ministerial na Divisão Norte da Ásia e do Pacífico
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/47, https://www.revivalandreformation.org/?id=972 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/47/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/12
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 47 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/