Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 48 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
7 de julho de 2017, 0:30
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“Assim diz o SENHOR, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o SENHOR, o teu Deus, que te ensina o que é útil e te guia pelo caminho em que deves andar” (v. 17).


Uma das coisas que mais admiro em meus filhos é a facilidade que têm de pedir perdão. Quando recebem ordens à contra gosto ou quando são repreendidos, logo ficam chateados, mas depois vêm até mim e pedem desculpas. A repreensão e a correção os leva à reflexão, e a reflexão ao arrependimento. A verdadeira disciplina deve conduzir o errante à compreensão de sua condição, para que então possa haver a escolha de arrepender-se, ou não. Israel havia se afastado de Deus. Apesar de jurar pelo nome de Deus e de confessar Seu nome, isto não acontecia na prática (v. 1). Como Pai, o SENHOR precisava disciplinar Seus filhos.

Nem todos têm compreendido o real sentido da correção divina e questionam a sua aplicação valendo-se de conceitos humanos. Porém, a verdade é que o nosso Pai também é o nosso Criador, e mais do que ninguém sabe exatamente os meios mais eficazes para nos educar no caminho em que devemos andar (Provérbios 22:6). As provas não são para a nossa ruína, mas para a nossa felicidade eterna. Para todo aquele que deseja alcançar a perseverança e uma vida em santo procedimento (I Pedro 1:15), a “fornalha da aflição” (v. 10) não se trata de um símbolo de castigo, mas do amor de um Deus que “repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem” (Provérbios 3:12).

O SENHOR tem guiado o Seu povo desde o princípio e continuará guiando até o fim. Contudo, não poucas vezes, a aparência não condiz com a realidade, e o povo que se chama pelo nome de Deus não revela a glória do Seu Criador. Por quatro vezes Deus apela ao coração do Seu povo:

“Ouvi isto” (v. 1).
“Dá-Me ouvidos” (v. 12).
“Ajuntai-vos, todos vós, e ouvi!” (v. 14).
“Chegai-vos a Mim e ouvi isto” (v. 16).

Insistentemente o apelo divino revelava a misericórdia e a longanimidade de um Pai que desejava ensinar “o que é útil” (v. 17) e conduzir Israel às recompensas eternas (v. 19).

A ligação entre o nome de Deus e a forma como vive o Seu povo não pode ser ignorada. “Por amor do Meu nome” (v. 9), disse o SENHOR, foi a causa de não exterminar aquele povo infiel. Não há ligação nenhuma entre a luz e as trevas. E se a luz dissipa as trevas, ninguém pode estar nos dois lugares ao mesmo tempo. A ordem “Saí da Babilônia” (v. 20) define bem onde estava o coração do povo. Professar ser de Deus não basta. Muitos têm professado, “mas não em verdade nem em justiça” (v. 1), sustentando uma vida dupla e desonrando o nome acima de todos os nomes (v. 11). “Saí da Babilônia” também é uma ordem para o povo de Deus HOJE (Ap. 18:4), para que andemos na luz do SENHOR dando ouvidos aos Seus mandamentos (v. 18).

Firmados e alicerçados no ASSIM DIZ O SENHOR, a fornalha nos será conduto de salvação, a repreensão resultará em fruto de paz e o devido temor ao nome santo de Deus nos motivará a crer e a viver, em verdade e em justiça, a seguinte promessa:

“O SENHOR remiu a seu(a) servo (a) _____ (seu nome)____” (v. 20).

Bom dia, provados para a salvação!

Desafio do dia: Escolha uma pessoa que você considere um cristão que vive de forma coerente e faça uma “entrevista”. Pergunte como foi sua conversão e o que o motiva a permanecer fiel. Orem juntos no final.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Isaías48
#RPSP


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