Reavivados por Sua Palavra


ESDRAS 3 – #RPSP – Comentário Rosana Barros  by Ivan Barros
20 de agosto de 2016, 0:30
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“… não se podiam discernir as vozes de alegria das vozes do choro do povo; pois o povo jubilava com tão grandes gritos, que as vozes se ouviam de mui longe” (v. 13)

Dois eventos marcantes são citados neste capítulo. Primeiro é levantado o altar do SENHOR. Ali o povo oferece os holocaustos, sacrifícios e ofertas voluntárias perante Deus, mesmo ainda não reconstruído o templo. Então, logo em seguida, dão início à “obra da Casa do SENHOR” (v. 8 ), e desde o altar até a obra do templo ainda “estavam sob o terror dos povos de outras terras” (v. 3). “Quando os edificadores lançaram os alicerces do templo do SENHOR” (v. 10), ah meus amados, foi um dia memorável! Durante setenta anos o povo de Deus não tinha o privilégio de ajuntar-se “como um só homem, em Jerusalém” (v. 1). Ali estavam os filhos de Israel, e os sacerdotes e os levitas “para louvarem o SENHOR” (v. 10), “com estas palavras: Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre sobre Israel” (v. 11). Houve um grande júbilo entre o povo! Foi algo tão intenso que os gritos de alegria podiam ser ouvidos de longa distância (v. 13). No entanto, ainda houve outro tipo de reação por parte dos idosos, que chegaram a ver o primeiro templo: eles “choraram em alta voz” (v. 12). Para quem já havia contemplado a glória da primeira construção se alegrar com apenas o que ainda eram alicerces foi muito difícil. Porém, o fato de estarem ali, em liberdade, segundo a promessa de Deus, tendo a oportunidade de serem participantes da reconstrução do templo, para a maioria, foi motivo de grande gozo. 

Em Mateus 24 há uma reação também diferente por parte dos discípulos, e de Jesus. Enquanto os discípulos admiravam as construções do templo mostrando a Cristo todo o seu esplendor, Este, “porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada” (Mateus 24:2). Então, Jesus inicia um relato a respeito de dois eventos, um aconteceria no ano 70 d.C., e o outro se tratava do grande evento de Sua segunda vinda. Quando o profeta Jeremias advertiu o povo sobre o cativeiro babilônico que duraria setenta anos, o povo não lhe deu ouvidos e tragados foram todos pelas mãos de Nabucodonosor. Mas, já no caso da destruição de Jerusalém depois de Cristo, os maiores historiadores judeus, como Flávio Josefo, relatam que, ao perceberem os sinais deixados por Cristo, os cristãos conseguiram fugir, e nenhum deles morreu no massacre realizado pelos romanos. Todos os que estavam atentos aos sinais conseguiram escapar do que não ficou pedra sobre pedra. No mesmo sermão profético, Jesus também adverte os cristãos dos últimos dias a respeito de Sua volta. São sinais no mundo social, no mundo natural e no mundo religioso que apontam que perto está o Grande Dia do SENHOR; tendo como sinal culminante a pregação do evangelho em todo o mundo, “então, virá o fim” (Mateus 24:14). Estamos nós atentos a estes sinais? Ou, como o povo no tempo de Jeremias, estamos a escarnecer da Palavra e a ignorar as palavras dos mensageiros de Deus? Não foi à toa que Jesus citou neste mesmo sermão o profeta Daniel. E ainda acrescentou: “quem lê entenda” (Mateus 24:15). O livro que havia sido selado “até ao tempo do fim” (Daniel 12:4), hoje está à nossa disposição para estudo e compreensão (Calma, chegaremos lá!). O certo é que tanto Jesus, como o livro de Daniel, Apocalipse, dentre tantas outras citações bíblicas nos trazem sinais e exortações acerca do tempo em que estamos vivendo: o fim do tempo do fim. Se Israel houvesse dado ouvidos a Jeremias não teria tido que passar setenta anos de opróbrio, mas como os cristãos primitivos, teriam sido poupados. Assim também, nossas escolhas diante dos eventos que estão a suceder definirão se estaremos entre a “grande multidão que ninguém podia enumerar”… não mais apenas da nação israelita, mas “de todas as nações, tribos, povos e línguas” (Apocalipse 7:9). 

Hoje não há mais santuário no sentido de uma construção, mas há um santuário físico que a Bíblia chama de santuário de Deus: “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (I Coríntios 6:19). Somos todos santuário de Deus, e mesmo que por algum tempo tenhamos transformado este templo em ruínas, Deus está disposto a reedificá-lo. Ainda que você olhe para você e só enxergue alicerces. Ainda que a sua reação inicial seja pranto e dor. Deus promete converter o teu choro em grande júbilo, se fizeres uma coisa: “Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao SENHOR, vosso Deus, porque Ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-se, e grande em benignidade, e Se arrepende do mal” (Joel 2:13). Se veementemente nos aplicarmos em dar ouvidos à Palavra do SENHOR e dermos as costas às atrações passageiras deste mundo, então seremos participantes da alegria de Deus: “Alegrai-vos, pois, filhos de Sião, regozijai-vos no SENHOR, vosso Deus, porque Ele vos dará em justa medida a chuva; fará descer, como outrora, a chuva temporã e a serôdia” (Joel 2:23). Se estamos sendo “regados”, diariamente, pela chuva temporã, quando vier a serôdia, estaremos prontos para recebê-la e para exclamar com poder jamais visto, de modo que sejamos ouvidos “de mui longe” (v. 13) a declarar que O REI VEM VINDO!

Bom dia, atalaias dos últimos dias!

Desafio do dia: procure fazer o bem a alguém que não tenha como lhe retribuir, como doar alimentos, por exemplo. Você perceberá que o maior beneficiado será você.

*Leiam #Esdras3

Rosana Garcia Barros



Esdras 2 by Jeferson Quimelli
19 de agosto de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Retornando a Jerusalém

O Capítulo 2 de Esdras é cheio de listas de pessoas, líderes e seguidores que retornaram a Jerusalém, vindos da Babilônia, onde estiveram em cativeiro. Os 70 anos decretados para que ficassem cativos tinham se cumprido e era hora de voltar para casa. A Bíblia em Apocalipse 21:27 fala sobre aqueles cujos nomes estão “escritos no Livro da Vida do Cordeiro.” Será um privilégio ter o nome registrado no livro da vida do Cordeiro, naquele dia, quando Jesus voltar.

O apelo para retornar a Jerusalém tinha um propósito. O objetivo era ir e reconstruir a casa de Deus, o Templo (1:3,5). Para o povo de Deus, ter o Seu Templo no meio deles significava a própria presença de Deus entre eles. Para uma tarefa tão nobre, a Bíblia diz nos versículos 68 a 69 que eles ofereceram voluntariamente, para a casa de Deus, de acordo com sua capacidade.

Deus nos pede que somente demos de acordo com nossas capacidades e não nos força a dar “pois Deus ama quem dá com alegria” (II Cor 9:7).

 

Pardon Mwansa
Ex Vice-Presidente da Conferência Geral da IASD

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/2 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/2
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/05/27/
Tradução Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Esdras 2
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/45-46 e https://credeemseusprofetas.org/



Esdras 2 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
19 de agosto de 2016, 0:50
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Resumo:

Os exilados retornam para Jerusalém com Zorobabel. Um total de 42.360 pessoas retornam. Alguns dos chefes das famílias dão ofertas voluntárias para a reconstrução do templo de Deus no seu antigo local.

 

1-70 A lista dos exilados que retornaram talvez não pareça teologicamente importante, mas a repetição da mesma lista, com algumas variações em Ne 7, sugere outra coisa: Em primeiro lugar, o Senhor conhece pessoalmente o seu ovo. A aliança entre o Senhor e o Seu povo é um laço de amizade íntima. Em segundo lugar, as pessoas comuns são vitais para a realização do plano divino da redenção. Não somente os líderes religiosos e políticos são importantes na reconstrução da Casa de Deus, mas também o povo comum o é. De fato, “o restante do povo” contribuiu mais para a reconstrução do que fizeram os “cabeças das famílias” ou o governador (Ne 7.70-72). Em terceiro lugar, a numeração se assemelha àquelas que existem em Números e em Josué (Nm 1.26; Js 18,19). Assim como o Senhor formou a comunidade da aliança depois do êxodo do Egito, assim também Ele a recria após o retorno da Babilônia (Bíblia de Genebra).

2 Zorobabel. O líder político dos exilados. […] Ageu (1.1) fala de Zorobabel, neto do rei Jeoaquim, como governador de Judá. Ciro, portanto, nomeou um descendente de um antigo rei de Judá para governar em nome de um rei persa, uma escolha com a qual Ciro esperava agradar os judeus. (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 356).

Jesua. ‘Yeshua’ é a forma aramaica do nome hebraico geralmente traduzido como Josué. Este Jesua era o líder espiritual dos exilados que retornaram, o “sumo sacerdote” (Ag 1;1; Zc 3:1), além de outras referências (Ed 3:2; Ne 12:1;etc). Era descendente direto de Arão, por seu pai Josadaque, sumo sacerdote no tempo do cativeiro de Nabucodonosor (1Cr 6:3-15; Ed 3:2). […] Assim, dois homens da antiga nobreza judaica lideraram o movimento de restauração de Judá: um descendente da antiga casa real foi nomeado líder político e o outro, um filho do último sacerdote antes do cativeiro, como líder espiritual. Seus nomes podem ter sido sugeridos a Ciro por um conselheiro confiável como Daniel, e ambos, sem dúvida, foram escolhidos por seu caráter idôneo e por desfrutarem da confiança do povo (CBASD, vol. 3, p. 356 e 357).

59 – 63 As genealogias eram muito importantes para o povo hebreu. Se eles não pudessem provar que eram filhos de Abraão, eles não eram considerados judeus e eram excluídos da plena participação da vida comunal judaica (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

63 Urim e Tumim. Eram dois objetos, provavelmente com a forma de pedras planas, que originalmente faziam parte da vestimenta [no peitoral] do sumo sacerdote. Eram utilizados para buscar a vontade de Deus em questões importantes (Lev 8:8) (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

65 afora os seus servos e as suas servas. É surpreendente descobrir que depois de 50 anos de cativeiro, alguns judeus melhoraram sua posição social a ponto de adquirirem escravos – um para cada seis judeus (CBASD, vol. 3, p. 357).

69 deram quinhentos quilos de ouro, três toneladas de prata (NVI). O dinheiro dado era suficiente para iniciar a reconstrução do templo. O povo doou os recursos de que dispunham para o seu melhor uso. Eles foram entusiastas e sinceros, mas o templo nunca alcançaria o esplendor do templo de Salomão. O dinheiro que Davi reuniu para começar a construção do templo de Salomão era mil vezes maior (1Cr 22:14). Algumas pessoas choraram quando lembraram o glorioso templo que havia sido destruído (3:12) (Life Application Study Bible Kingsway NIV).



ESDRAS 2 – Comentário Pr Heber Toth Armí  by Ivan Barros
19 de agosto de 2016, 0:45
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ESDRAS 2 – Nem tudo é como queremos. Até mesmo a liberdade é ruim por causa de nossas escolhas erradas. Israel foi liberto do exílio babilônico, mas a dura realidade que encontraram não foi nada agradável.
“A história não foi favorável para o povo de Israel, por isso, a nação estava em declínio. A Babilônia, uma superpotência militar, havia derrotado Israel, deixando suas cidades e templo em ruínas, e havia levado a população para o exílio. Agora, cento e vinte oito anos depois, alguns judeus estão de volta a Jerusalém e tentam recomeçar tudo: uma árdua tarefa que se arrasta por décadas. Mas a situação não era boa. Estavam se segurando pelas pontas dos dedos. Até que chegou Esdras”.
Estas são palavras introdutórias escritas por Eugene H. Peterson. Ele continua, e, suas explicações merecem nossa atenção:
“Esse é um caso extremo de uma história muito familiar, que se repete de diversas maneiras na maioria das épocas e em diversos lugares do mundo. Homens e mulheres que encontram sua identidade básica em Deus, à medida que Deus se revela em Israel e no Messias, não estão obtendo muito êxito. De fato, nunca tiveram. E nunca terão. A identidade deles está sob constante desafio e ameaça, às vezes por ataque frontal, outras por sedução sutil e sorrateira. Seja por ataque, seja por sedução, o povo de Deus chegou, várias vezes e muito perigosamente, próximo da extinção. Nunca estamos fora de perigo”.
O capítulo em questão pode ser assim dividido (conforme F. Charles Fensham) para facilitar nossa compreensão:

  1. Introdução (vs. 1-2a);
  2. Leigos identificados pela relação familiar (vs. 2b-20);
  3. Leigos identificados pelos nomes dos lugares (vs. 21-25);
  4. Sacerdotes (vs. 36-39);
  5. Levitas, cantores e porteiros (vs. 40-42);
  6. Serventes do templo (vs. 43-54);
  7. Serventes de Salomão (vs. 55-58);
  8. Os que não podem provar sua linhagem (vs. 59-63);
  9. Totais (vs. 64-67);
  10. Localização dos repatriados (v. 70).

O que me chama a atenção destes que voltaram é a disposição de doar recursos para a reconstrução do templo: Quinhentos quilos de ouro, três toneladas de prata e cem vestes sacerdotais.
A situação caótica em que se encontra o povo de Deus nunca deve tirar Deus do centro e do primeiro lugar de nossa vida! – Heber Toth Armí.



ESDRAS 2 – #RPSP – Comentário Rosana Barros  by Ivan Barros
19 de agosto de 2016, 0:30
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“… porém não puderam provar que as suas famílias e a sua linhagem eram de Israel” (v. 59).

A lista dos exilados que retornaram da Babilônia “para Jerusalém e para Judá” (v. 1), apesar de ser extensa, não dá em número nem um terço do que era Israel quando saiu do Egito (v. 64). Em quantidade estavam bem aquém do que já tinham sido, uma incontável multidão. Mas, como na genealogia, percebemos o cuidado de Deus em citar todos os que voltaram para casa, inclusive aqueles que não conseguiram comprovar a sua origem. Percebemos que a contagem foi realizada por famílias e por encargos, todos com o aval da genealogia de Israel. Mas aquele grupo específico do versículo 60 não pôde provar a sua linhagem. Já no versículo 61 encontramos mais um grupo, desta vez de “filhos dos sacerdotes”, que também “procuraram o seu registro nos livros genealógicos, porém o não acharam; pelo que foram tidos por imundos” (v. 62). A ausência de um registro não os impediu de habitar em Jerusalém, mas os impediu de exercer o sacerdócio (v. 62). Sabem, amados, este episódio me remete a um registro que definirá quem poderá habitar na Nova Jerusalém. Neste registro sim, se o nosso nome não for ali encontrado, não poderemos jamais adentrar pelos portais da Cidade Santa. Este registro se chama Livro da Vida. É ali que está contido os nomes de todos os salvos; de todos que serão salvos do exílio do mal de uma vez por todas. Ao contrário do que muitos pensam, não é um livro citado apenas no Apocalipse, mas desde o antigo testamento a sua existência já era conhecida. O próprio Moisés, quando Deus ameaçou destruir Israel, orou em favor do povo, dizendo: “Agora, pois, perdoa-lhe o pecado; ou, se não, risca-me, peço-te, do livro que escreveste. Então, disse o SENHOR a Moisés: Riscarei do Meu livro todo aquele que pecar contra Mim” (Êxodo 32:32-33). Este diálogo entre Moisés e Deus nos traz preciosas informações acerca deste registro divino. A resposta de Deus a Seu servo foi clara e contundente: — Eu risco do Meu livro o nome de todo aquele que pecar contra Mim! E agora? Estamos perdidos! Não somos todos pecadores? Calma, amados! Respirem fundo e me acompanhem na leitura de Apocalipse 21:27, onde está escrito: “Nela [Cidade Santa], jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas SOMENTE os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro”. Opa! No Livro da Vida de quem, meus irmãos? Do Cordeiro. O Livro é dEle! O Livro pertence a Ele! Então, em Apocalipse 19:9, encontramos as seguintes palavras: “Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro”. Porque para estes a vitória está garantida: “Pelejarão eles [inimigos] contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o SENHOR dos senhores e o Rei dos reis; vencerão TAMBÉM os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele” (Apocalipse 17:14). Ou seja, “se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (II Coríntios 5:17). Deus, em Sua infinita misericórdia, já havia elaborado o plano da salvação, desde a fundação do mundo (Vide Mateus 25:34). Toda a nossa genealogia, por mais que tenha caído no esquecimento, ou por mais terrível que tenha sido não influencia em nada quando aceitamos a Cristo como SENHOR e Salvador de nossas vidas. Porque um dia nem o nome que temos hoje teremos mais, mas Ele mesmo nos dará um novo nome (Apocalipse 2:17). O nosso nome terreno terá fim, mas o nosso nome lá na glória será eterno, pois o Cordeiro mesmo o escolheu e o gravou na genealogia da eternidade. Portanto, não há o que temer se estivermos escondidos no esconderijo do Altíssimo (Salmo 91:1). Seja a sua e a minha vida, uma oferta voluntária ao SENHOR (v. 68), oferecendo a Ele, dia após dia, o tesouro que Ele nos pede: o nosso coração (Vide Provérbios 23:26). Que o nosso destino não esteja com aqueles que o salmista Davi descreveu: “Sejam riscados do Livro dos Vivos e não tenham registro com os justos” (Salmo 69:28), mas que seja a nossa oração: “Sou teu; salva-me, pois eu busco os Teus preceitos” (Salmo 119:94). Continue a buscar conhecer os preceitos e a vontade de Deus para a sua vida, e Ele mesmo lhe conduzirá à porta do SENHOR, por onde entrarão os justos (Salmo 118:20).

Bom dia, justificados pelo Cordeiro de Deus!

Desafio do dia: como Moisés, seja um intercessor. Interceda por um amigo que deseja ver no Céu e compartilhe esta mensagem com ele.

*Leiam #Esdras2

Rosana Garcia Barros



Esdras 1 by Jeferson Quimelli
18 de agosto de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Deus é soberano

Ao estudarmos o livro de Esdras, que foi escrito por volta de 400 a.C., devemos manter em mente que os livros de Esdras e Neemias formam uma história contínua com o livro de Crônicas. Mais tarde, eles foram separados em livros individuais, tal qual os temos agora. Esdras, o líder espiritual, é o autor do livro de Esdras, enquanto Neemias escreveu o livro com o seu nome.

Estes livros tinham o propósito de demonstrar a fidelidade de Deus à sua promessa de restaurar o Seu povo e, desta forma, Sua comunidade de crentes em Seu povo. Isso Ele fez ao ajudá-los a reconstruir o templo e os revivendo espiritualmente. Ele usou muitos para realizar o avivamento, em especial Esdras e Neemias.

Deus é capaz de cumprir Seus propósitos por qualquer meio que escolha. Ciro não conhecia a Deus, mas Deus conhecia Ciro antes mesmo que ele nascesse e decidiu cumprir o Seu propósito por meio dele (Isaías 45:4). Então, quando os setenta anos se cumpriram, aquEle que libertou os israelitas do Egito cumpriu a Sua palavra tocando o coração de um rei pagão para cumprir a missão de Deus (Jeremias 25:12, 29:10). Nada pode fazer Deus parar a execução de Seus propósitos.

“Oh Deus, toque os nossos corações para que possamos trilhar o seu caminho, fazer a tua vontade e cumprir os seus propósitos por toda a nossa vida.”

Pastor Pardon Mwansa
Ex Vice-Presidente Geral da Conferência Geral da IASD



Esdras 1 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
18 de agosto de 2016, 0:50
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Contexto do livro:

Historicamente damos, agora, um salto de 70 anos, tratando do retorno do povo judeu (que incluía agora israelitas de todas as tribos) de Babilônia para Jerusalém. Neste meio termo (desde um pouco antes da ida ao exílio) Jeremias, Isaías e o demais profetas escreveram suas exortações à volta à fidelidade e Daniel relatou suas profecias.

 

Resumo do capítulo:

O rei persa Ciro diz: “Que o povo do Senhor retorne para Jerusalém e reconstrua o templo”. Ele entregou os utensílios do templo para Sesbazar, governador de Judá, que os trouxe para Jerusalém.

 

Comentários:

Esdras era um judeu da linhagem de Arão e descendia do sumo sacerdote que fora assassinado por ocasião da tomada de Jerusalém (2 Rs 25.18-21). Esse livro não é uma narrativa contínua. Na verdade consiste de duas partes entre as quais há um hiato de vários anos. A primeira parte, capítulos 1 a 6, contém uma narrativa da volta da primeira caravana de judeus da Babilônia, sob a liderança de Zorobabel e Jesua. A segunda parte, capítulos 7 a 10, é um relato de uma expedição, sessenta anos depois da primeira, conduzida pelo próprio Esdras, acompanhado por grande número de concidadãos e autorizado a restabelecer a ordem e a religião (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer).

1 O livro de Esdras se inicia em 538 a.C., 48 anos após Nabucodonosor ter destruído Jerusalém, derrotado o reino de Judá e levado os judeus em cativeiro (2Rs 25.2; 2Cr 36). Nabucodonosor morreu em 562 e, porque seus sucessores não foram fortes, a Babilônia foi derrubada pelaPérsia em 539, logo antes dos eventos registrados neste livro. Tanto os babilônios quanto os persas tinham políticas condescendentes com seus cativos, permitindo que eles tivessem suas próprias terras e exercessem trabalhos comuns. Muitos judeus, como Daniel, Mardoqueu e Ester galgaram a posições de destaque na nação. O rei Ciro da Pérsia foi um passo além: ele permitiu que muitos grupos de exilados, inclusive os judeus, retornassem a suas pátrias. Ao fazer isto, ele esperava conseguir a sua lealdade e, portanto, proporcionar uma zona de segurança em torno das fronteiras do império. Para os judeus, este era um dia de esperança, um novo começo (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
2 Ciro não era um judeu, mas Deus trabalhou através dele para que os exilados judeus retornassem a sua pátria. Ciro emitiu a proclamação autorizando o seu retorno e deu a eles proteção, dinheiro e os itens do templo levados por Nabucodonosor. Quando você enfrentar situações difíceis e se sentir cercado, em desvantagem, sem capacidade ou inferiorizado, lembre-se que o poder de Deus não é limitado aos seus [de você] recursos. Ele é capaz de utilizar qualquer um para executar Seus propósitos (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

5 Ciro era rei sobre a inteira região que anteriormente fora a Assíria e a Babilônia. A Assíria havia deportado os israelitas do reino do norte (Israel) em 722 a.C. A Babilônia, o novo poder mundial, levou cativos israelitas do reino do sul (Judá) em 586 a.C. Portanto, quando o império Medo Persa chegou ao poder, a proclamação de liberdade do rei Ciro incluiu todas as 12 tribos originais, mas somente Judá e Benjamim responderam e retornaram para reconstruir o templo de Deus. As dez tribos do reino do norte haviam sido tão fraturadas e dispersas pela Assíria e tanto tempo havia se passado desde o seu cativeiro, que muitos não estavam seguros de sua verdadeira herança. Portanto eles não estavam desejosos de compartilhar a visão de reconstruir o templo (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

[Nota: Deve ser lembrado que um dos objetivos de Crônicas era mostrar que todas as Israel estava incluído em Judá, tanto no cativeiro babilônico quanto no retorno do exílio, como vimos em comentários anteriores.]

5,6 Muitos judeus escolheram voltar a Jerusalém, porém muitos escolheram ficar na Babilônia em vez de retornar a sua pátria. A jornada de retorno a Jerusalém era difícil, perigosa, cara e demorava cerca de quatro meses. As condições de viagem eram deploráveis e as pessoas que viviam na área eram hostis. Registros persas indicam que muitos judeus acumularam grande riqueza no cativeiro. Retornar a Jerusalém significava desistir de tudo e recomeçar do nada. Muitas pessoas não conseguiram fazer isto; eles preferiram a riqueza e a segurança ao sacrifício que o trabalho de Deus requer. Suas prioridades estavam invertidas (Mc 4:18, 19). Não devemos deixar que o nosso conforto, segurança ou bens materiais nos impeçam de fazer a vontade de Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).



Esdras 1 – Comentário pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
18 de agosto de 2016, 0:45
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ESDRAS I – A instituição da escravidão no mundo é a instituição do sofrimento, pois Deus criou as pessoas para serem livres. Por isso, os piores castigos são as prisões. Israel ficou exilado em Babilônia por 70 anos por causa de suas transgressões. Embora o pecado escravize, as pessoas não largam dele; talvez porque ignoram que o sofrimento seja oriundo deles. É a Bíblia que revela isso, se não querem ouvi-la, continuam criando seus próprios sofrimentos. Por outro lado, movido de compaixão, bondade e misericórdia o próprio Deus intervém para restaurar o pecador; Ele exerce Seu poder, anuncia libertação e liberta de fato quem se dispõe a ouvi-Lo. Depois do período disciplinador, o rei Ciro, da Pérsia conquista Babilônia e emite um decreto de liberdade, cumprindo assim, a profecia proferida por Jeremias havia muitos anos antes (Esdras 1:1-3). Jesus é a solução de Deus para libertar o pecador da escravidão do pecado; portanto, o cristão genuíno não se firma no que ele afirma ser, mas no que Cristo fez por ele. Você precisa aprender a confiar plenamente em Deus, em Seus planos e propósitos, pois eles nunca podem ser frustrados; Deus é soberano e tem o mundo inteiro em Suas mãos. Imagine a tua vida nas poderosas mãos de um Deus Soberano?! Se você assim o fizer, saiba que experimentarás a maior de todas as libertações de tua vida e alcançarás a maior de todas as vitórias possível neste mundo!

A dúvida é a mãe da incredulidade, a fé é a mãe da certeza. Deus, em sua economia divina, jamais permitirá passar por experiências desnecessárias àqueles que Lhe pertencem. O decreto de Ciro permitiu que os judeus, que tiveram a experiência cruel da escravidão no exílio babilônico, agora no Império Persa, retornassem a Jerusalém para reconstruir o templo (Esdras 1). Da mesma forma, o Edito de Cristo, assinado com sangue, ofereceu-nos um decreto de libertação da escravidão do pecado. Semelhantemente aos presentes que os judeus receberam ainda na terra do cativeiro, quem aceita a verdade de que Cristo pagou a Sua libertação, já receberá preciosos dons e riquezas ainda na terra, mas tudo será pleno somente quando Jesus voltar para levar os libertos para o Céu. Jesus desceu ao nível dos seres humanos, para resgatá-los das mãos do diabo e torna-los livres para Deus; portanto, como aconteceu aos judeus da época de Esdras, nem todos aceitam deixar a escravidão, o exílio, para viver a libertação. Tem gente que prefere a prisão do pecado à liberdade oferecida pela graça de Cristo; talvez por acomodação, dúvida ou por cauterização da consciência por não querer aprender com as duras experiências da vida. Quem verdadeiramente aceitou a libertação não caminha para o acaso, mas para o alvorecer da história deste mundo. No glorioso advento de Cristo, os fieis terão a posse completa de Sua herança com Cristo no Céu, com ruas de ouro, mar de cristais, etc.

Um olhar escatológico a Esdras 1. Destaco as palavras de Hans K. LaRondelle em seu livro “Armagedom”, um dos mais expoentes teólogos do século XXI em escatologia: “O Deus de Israel concedeu a Ciro os honoríficos títulos de ‘ungido’ e ‘Meu pastor’ (Isa. 45:1; 44:28), honrarias que sugerem claramente que os atos militares de libertação e conquista por Ciro eram tipos da guerra santa de Cristo contra a Babilônia apocalíptica”. E acrescenta, “nessa obra de livramento, Ciro serviu como um tipo da missão messiânica de libertação”. Como Ciro veio da Pérsia e conquistou Babilônia, “não podemos esperar que a libertação da humanidade venha por ações da sociedade. Ela virá de fora, do espaço exterior, do retorno de Cristo como Senhor onipotente. Ele procederá dos Céus orientais juntamente com miríades de Seus anjos, para resgatar todos os que Lhe pertencem mediante viva fé (Mateus 24:31)”. Estamos diante de uma libertação Universal, a maior da história acompanhada do maior espetáculo liderado pelo Rei dos reis e Senhor dos senhores, Jesus Cristo. Para participar desta extraordinária experiência é preciso se render diariamente aos pés do Salvador, que morreu na Cruz para libertar todo aquele que crê. Esse dia está chegando, o mal está com os dias contados, o desespero deve ser substituído pela grande esperança que logo se tornará na maior realidade. Enquanto a sociedade está amadurecendo para a destruição, os crentes vão amadurecendo, esperando o pleno livramento! – Heber Toth Armí.



ESDRAS 1 – #RPSP – Comentário Rosana Barros  by Ivan Barros
18 de agosto de 2016, 0:30
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“Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O SENHOR, Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de Lhe edificar uma casa em Jerusalém de Judá” (v. 2).

Este livro das Escrituras, aparentemente com um propósito de registro histórico, tem um papel fundamental na construção dos eventos proféticos que apontam para o tempo do fim. Acabamos de sair do estudo dos reis de Judá e já entramos no livro de Esdras cujo primeiro capítulo vem falando de um rei persa, cujo espírito foi despertado por Deus (v. 1). Ou seja, Deus o escolheu para um propósito específico. Na verdade, a existência de Ciro e da missão que Deus lhe daria, já estava registrada no livro do profeta Isaías, séculos antes de seu nascimento. Vejam o que o profeta escreveu: “que digo de Ciro: Ele é Meu pastor e cumprirá tudo o que Me apraz; que digo também de Jerusalém: Será edificada; e do templo: Será fundado” (Isaías 44:28). Tudo já estava prescrito, inclusive a missão de Ciro que é descrita com mais detalhes em Isaías 45:1-7. Jerusalém estava desolada e a Casa de Deus destruída. Foram setenta anos longe do lugar que Deus escolheu como Sua habitação (v. 3). E o chamado à edificação não foi apenas para os judeus, mas para “todos os que habitavam nos arredores” (v. 6)… “todos aqueles cujo espírito Deus despertou” (v. 5). Assim como Ciro foi escolhido por Deus para que se cumprisse a palavra do SENHOR” (v. 1), Deus também separou pessoas fora de Israel para ajudar “voluntariamente” (v. 6). “Quando os do exílio subiram da Babilônia para Jerusalém” (v. 11), estavam sendo testemunhas oculares do cumprimento das promessas divinas, assim como Israel o foi após o exílio egípcio. 

Hoje não vivemos (via de regra) sob jugo de um exílio físico, mas de um exílio espiritual. O pecado é uma prisão e o seu resultado final é a morte: “porque o salário do pecado é a morte…” (Romanos 6:23). E assim como Deus escolheu Ciro para ser um tipo de Cristo para libertar o Seu povo, um dia Ele enviou o Seu único Filho para nos libertar de uma vez por todas do jugo do pecado; é por isso que o versículo não termina ali, mas continua dizendo: “…mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23).  

Hoje Deus não desperta mais as pessoas apenas para ajudar em Sua obra, mas para serem salvos pelo SENHOR da obra. TODOS são convidados às bodas do Cordeiro. A convocação é geral, mas a aceitação é individual. Apesar de ter sido um instrumento de Deus, ainda assim Ciro não se esforçou por conhecer ao SENHOR: “… Eu te cingirei, ainda que não Me conheces” (Isaías 45:5). Fomos TODOS escolhidos para a salvação, mas a escolha em aceitá-la ou não, é nossa. É minha. É sua. Permaneça examinando as Escrituras e se esforce por fazer diferente de Ciro: conhecer a Deus. “Ele é o Deus que…” (v. 3) quer habitar em você!

Bom dia, escolhidos para a salvação!

Desafio do dia: orar para que Deus lhe dê sabedoria em como usar os seus talentos para a glória dEle e para o benefício de seus semelhantes.

*Leiam #Esdras1

Rosana Garcia Barros



II CRÔNICAS 36 by Jeferson Quimelli
17 de agosto de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Em meio à constante apostasia, heresia, idolatria e pecado daqueles que deveriam ter maior conhecimento, Deus ainda os amava e queria fazer tudo o que podia para salvá-los (v. 15).

“Mas eles zombaram dos mensageiros de Deus, desprezaram as palavras dEle e expuseram ao ridículo os Seus profetas, até que a ira do Senhor se levantou contra o Seu povo, e já não houve remédio” (v. 16).

É muito interessante que a palavra traduzida como “remédio” venha de uma raiz hebraica que significa “cura”. O pecado – e todos os males que vem junto com ele – é realmente um tipo de doença, uma desordem moral que todos nós herdamos desde o nascimento. Não é de se admirar, portanto, que Jesus tenha dito que devemos “nascer de novo”. Enquanto lamentamos o pecado e o mal que nos rodeia e até mesmo saibamos que alguns do povo de Deus ainda desprezam Suas palavras e “zombam” dos profetas, precisamos mais que tudo, examinar a nós mesmos, como disse Paulo, para ver se verdadeiramente estamos na fé.

Todos nós fomos afligidos com a doença genética do pecado. Mas há um “remédio”: Jesus! Nós só precisamos nos entregar a Ele, em fé e obediência, confiando em Seu amor e reivindicando Sua graça para nós mesmos. Esse é o único remédio.

 

Justin McNeilus
Geração Juventude para Cristo

 

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Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/36
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/05/24/
Tradução Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Jobson Santos/Cindy Tutsch
Texto bíblico: II Crônicas 36
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/45-46 e https://credeemseusprofetas.org/