Reavivados por Sua Palavra


II CRÔNICAS 35 by jquimelli
16 de agosto de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Reavivamentos renovam o desejo de um coração nascido de novo. Reformas materializam este desejo em ações. Decisão e implementação são duas coisas diferentes, mas que dependem uma da outra, resultando em reavivamento e reforma. Assim, como o capítulo anterior mostra Josias implementando um avivamento bíblico, 2Cr 35 revela os três ingredientes necessários a uma reforma bíblica.

O primeiro deles é correto destaque do sacrifício de libertação em Jesus Cristo, representado neste capítulo pela restauração da Páscoa.

Outro elemento chave da reforma é uma fiel coerência com as Escrituras. Josias insistiu que a reforma seguisse as prescrições de Davi (versos 4, 15), Salomão (verso 4) e Moisés (versos 6, 12). O rei conectou a reforma com os textos inspirados anteriores (versos 10, 16), honrando a inspiração passada e conectando-a com a convicção presente trazida pelo Espírito.

O terceiro elemento é a ênfase na união das pessoas. O sangue da Páscoa não só os reunia. Através dele eles estavam desistindo de suas identidades genética, espiritual e pessoal em troca da nova identidade em ser povo de Deus. Tribos separadas, estrangeiros ou forasteiros já não existem, são novas criações pelo poder de Cristo. Tudo gira em torno de Deus – tempo, alimentação, identidades, valores, finanças, afetos – tudo, enfim. Este elemento é o “Fator Inclusivo”: todo o povo, todas as coisas, todos de Cristo.

Esta reforma não era uma nova ordem, mas o restabelecimento da original. Enquanto outras ações de reforma podem ser diferentes em detalhes, elas ainda mantêm as características da centralidade na cruz de Cristo, uma base bíblica para a crença, e uma total afinidade entre todos.

Justin Kim
Geração Juventude para Cristo

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/2ch/35 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/35
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/05/23/
Tradução Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Jobson Santos/Cindy Tutsch
Texto bíblico: II Crônicas 35
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/45-46 e https://credeemseusprofetas.org/



II CRÔNICAS 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
16 de agosto de 2016, 0:50
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3 Ponham a arca sagrada no templo. Subentende que tenha sido retirada, talvez para proteção, durante os reinados maus de Manasses e de Amom, que antecederam a Josias (Bíblia de Estudo NVI Vida).

14 Até à noite. O esforço especial era para garantir que ninguém ficasse sem o cordeiro pascal.

15 Os cantores … não necessitaram de se desviarem. No momento da necessidade tinham acudido na construção do templo (34.13), mas agora, no culto, seus talentos são mais eficientemente empregados nos cânticos de louvor de declarações da Palavra de Deus, através dos salmos. A música no culto deve ter mensagem tão importante quanto a do sermão (Bíblia Shedd).

17 A Festa dos Pães Asmos era uma celebração de sete dias que se iniciava no dia seguinte à Páscoa. Como a Páscoa, ela comemorava o êxodo do Egito. Por sete dias o povo comia pão sem fermento do mesmo modo como seus ancestrais faziam quando saindo do Egito porque poderia ser feito rapidamente em preparação para sua súbita partida (Ex 12:14-20). Esta festa lembrava o povo de que eles haviam deixado a escravidão para trás e tinham vindo à terra que Deus lhes prometera (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

20-27 Carquemis. Uma importante cidade da antiguidade localizada na margem ocidental do rio Eufrates na atual Turquia (Andrews Study Bible).

Este evento ocorreu em 609 a.C. Nínive, a capital assíria, havia sido destruída três anos antes pelos babilônios. Os assírios derrotados se reagruparam em Aram [Síria] e Carquemis, mas a Babilônia enviou seus exércitos para destruí-los de uma vez por todas. O faraó Neco, querendo fazer do Egito um poder mundial, estava preocupado com o crescimento da força da Babilônia , então marchou com seu exército ao norte através de Judá para ajudar os assírios em Carquemis. Mas o rei Josias de Judá tentou evitar que Neco passasse pela suas terras a caminho de Carquemis.  Josias foi morto e Judá se tornou sujeito ao Egito (2Rs 23.25-30 ajuda a entender a tragédia. Mesmo com Josias servindo a Deus, Deus não mudou o Seu julgamento sobre Judá por causa do pecado de Manassés e do arrependimento superficial de Israel). Neco chegou a Carquemis e a defendeu dos babilônios por quatro anos, mas em 605 ele foi completamente derrotado e a Babilônia se moveu para o foco das atenções como o poder mundial dominante (Life Application Study Bible Kingsway NIV). [ver 2Rs 28.28-30.

Josias não era amigo dos assírios, desejava-lhes a total destruição (Bíblia Shedd).

21-24. Josias ignorou a mensagem de Neco por aquilo que Neco era – rei de uma nação pagã. A suposição errônea de que Neco não era parte do plano de Deus custou a vida a Josias. Enquanto nem todos que afirmam ter uma mensagem de Deus realmente a tenham, a mensagem de Deus pode vir de modos inesperados. Deus falou para reis pagãos no passado (Gn 12:17-20; 20:3-7; ver tb Dn 4:1-3). Não deixe que o preconceito ou falsas suposições ceguem você à mensagem de Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

21 outro reino com o qual estou em guerra. Referência aos babilônios; Nabopolassar estava no trono da Babilônia, ao passo que seu filho Nabucodonosor comandava os exércitos no campo da batalha. Nabucodonosor passaria a ser sucessor do seu pai depois de outra batalha em Carquemis contra
o Egito em 605 a.C. Josias pode ter sido um aliado da Babilônia (v. 32.31; 33.11) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Josias não quis esperar que Deus vingasse Seu povo das invasões que sofria, segundo Seu método escolhido, utilizando-se de um exército estrangeiro. Josias quis tirar desforra contra seu inimigo político, em vez de confiar em Deus e procurar entender Sua vontade. Isto foi fatal (Bíblia Shedd).

não te opores a Deus. Esta foi uma ocasião em que a coragem deveria se manifestar pela prudência, e na qual Josias teria se demonstrado um homem mais sábio se tivesse reconhecido nas palavras de Neco uma mensagem de Deus (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 335).

22 da parte de Deus. De alguma maneira, Deus tinha transmitido seus propósitos ao rei estrangeiro, tal como tinha falado a Abimeleque por meio de um sonho (Gn 20.3), mas Josias não lhe deu ouvidos (Bíblia de Genebra).

Deus fala ao ser humano de muitas maneiras, e a sabedoria sempre inclui o estar alerta à voz do Céu, quer venha de um leigo ou de um profeta, se um compatriota ou de um mensageiro de terras distantes. Obviamente seria justificável que Josias questionasse se as palavras realmente procediam de Deus, mas ele tinha à disposição a orientação profética [Jeremias, p. ex.], pela qual poderia averiguar a questão. Na verdade, ele nunca devia ter empreendido essa aventura sem a aprovação do Céu. Ao recusar-se a dar ouvidos às palavras de neco, Josias rejeitou a voz de Deus e assim precipitou a própria morte (CBASD, vol. 3, p. 335).

25 Jeremias compôs um cântico de lamento em homenagem a Josias. Jeremias tinha Josias em alta estima (Jr 22.15,16). Esse cântico de lamento que compôs já não existe. A declaração de que Jeremias compunha lamentações é uma das razões por que o livro de Lamentações tem sido tradicionalmente associado a ele (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Este profeta foi um dos principais apoiadores das reformas de Josias (Andrews Study Bible).

Nas suas lamentações. Jeremias solicitou que os homens não chorassem por Josias, mas por seu sucessor Salum (Jr 22:10-12), isto é, Jeoacaz, que após um reinado de apenas três meses, foi levado para o Egito (2Rs 23:30-34) (CBASD, vol. 3, p. 336).



II CRÔNICAS 35 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
16 de agosto de 2016, 0:45
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II CRÔNICAS 35 – As pessoas não doam aparentemente nada de ofertas a Deus em comparação com o povo de Israel quando se consagravam. Levar o resto do troco que sobrou da compra do mercado para oferecer de oferta a Deus revela que na tua vida Ele não tem prioridade nenhuma. Oferta é questão de adoração, gratidão e reconhecimento de quem somos em relação a quem Ele é. Veja a quantidade de oferta relatada em II Crônicas 35:
• O rei Josias dá 30.000 cordeiros e bodes e 3.000 novilhos para oferecer de oferta em sacrifício a Deus;
• Os oficiais do rei doam 7.600 cordeiros e bodes e 800 novilhos.
Ao todo foram 41.400 sacrifícios, uma fazenda foi oferecida em um dia a Deus. A oferta revela o precioso e generoso sacrifício de Cristo; quem entende a teologia da oferta não será mesquinho ao ofertar. Jamais questionará tal ato, pois ele é sagrado, santo e ligado ao plano de salvação. Quem faz uma pesquisa séria no Novo Testamento perceberá que há mais sobre administração financeira e contabilidade de dinheiro (2.084 versículos) do que fé (215 versículos) e salvação (218 versículos). Das 38 parábolas de Jesus, 16 tratam de dinheiro. O dinheiro interfere na fé, na salvação e na teologia. Nesse tempo o terceiro rei de Israel já havia escrito com sabedoria: “Honra ao Senhor com a tua fazenda, e com as primícias de toda a tua renda; então se encherão os teus celeiros abundantemente, e transbordarão de vinho os teus lagares” (Provérbios 3:9-10).

Por que tanta oferta para celebrar a Páscoa? Essa pergunta nos leva a outra pergunta: Por que o Novo Testamento possui muito mais versículos sobre o dinheiro do que sobre a fé e a salvação juntas? A Bíblia responde:
1. A nossa maneira de relacionar com o dinheiro demonstra a condição de nosso coração: Escravo do dinheiro ou servo de Cristo (Mateus 6:21);
2. Ao ofertar a Deus demonstramos quem de fato é nosso Deus: O dinheiro o Jeová (Mateus 6:24);
3. Através do dinheiro revelamos onde está focado nosso amor, em Deus ou no dinheiro (I Timóteo 6:10);
Sempre que o povo está voltado a Deus, ele abre mão de tudo o que tem no mundo porque Ele se torna mais importante que qualquer coisa (II Crônicas 30:24; 31:5-6; 35:7-9). Ao nos dar Jesus, Deus se deu totalmente aos seres humanos e espera o nosso tudo. Claro que Deus não quer o nosso dinheiro, mas onde colocamos o nosso dinheiro revela onde está o nosso coração. Então, fique alerta, pense biblicamente, não permita que o dinheiro interfira em tua religiosidade! Não permita que o capitalismo, o materialismo e a ambição ou mesmo o egoísmo moldem o teu conceito de dinheiro e oferta. Diz o apóstolo: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformais-vos pela renovação de vosso entendimento para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Como você tem ofertado a Deus? Ele é prioridade em teu bens materiais? Ele está acima de tuas riquezas e lucros? Você O considera dono de tudo?

Tem erros na vida que são simples, porém, vitais. A provocação é como tentar apontar a arma para a cabeça dos outros sem perceber que a tua cabeça é o alvo. Josias provocou guerra ao enfrentar Neco, ainda sem necessidade alguma (II Crônicas 35:20-27); então, foi ferido mortalmente por arqueiros inimigos. Atos de imprudência são arriscados; por isso, quaisquer atitudes, por mais simples que sejam, devem ser bem pensadas. Ninguém deve falar nada se não tem certeza, e, nem fazer nada sem antes pensar muito bem. Já é sabido o ditado que diz, “quem fala o que quer ouve o que não quer”, quando não causa uma desgraça em sua própria vida. Josias morreu numa batalha que não era dele, no campo de Megido, sem que precisasse estar ali. Todo o Judá lamentou a sua morte. Há importantes lições aplicáveis em teu dia a dia; veja: ainda que Josias fora advertido pelo próprio Neco a mudar de atitude, a abandonar suas ideias, ele não fez; assim, quando Deus envia alguém para te corrigir, não titubeie, aceite a correção, não seja orgulhoso; para o teu próprio bem! É preciso ter sabedoria para decidir, falar e fazer qualquer coisa. Josias deveria ter consultado a Deus ou dado ouvidos a Neco que falou-lhe em nome de Deus com tanta convicção antes dele provocar aquela situação. A verdadeira sabedoria, prudência e humildade só tem quem depende de Deus em tudo na vida. Busque a Deus, “não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal” (Provérbios 3:7) – Heber Toth Armí



II CRÔNICAS 35 – #RPSP – Comentário Rosana Barros  by Ivan Barros
16 de agosto de 2016, 0:30
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“Preparai-vos segundo as vossas famílias…” ( v. 4).

A celebração da Páscoa feita por Ezequias foi grandiosa (II Crônicas 30:26), mas a que foi promovida por Josias superou esta e todas as outras já realizadas “desde os dias do profeta Samuel” (v. 18). A disposição em adorar a Deus e em servir ao povo levou Josias a oferecer trinta e três mil sacrifícios da Páscoa em favor do povo, todos de sua fazenda particular (v. 7). Tudo foi feito “segundo a palavra do SENHOR, dada por intermédio de Moisés” (v. 6). “Os cantores… estavam nos seus lugares… como também os porteiros… não necessitaram de se desviarem de seu ministério… Assim, se estabeleceu todo o serviço do SENHOR” (v. 15,16).
E tudo isto aconteceu “segundo os grupos das famílias” (v. 5,12). Percebam que o convite à celebração da Páscoa não se trata de um chamado pessoal apenas, mas um chamado em família. Quando os israelitas cumpriram a palavra do SENHOR dada pelo Seu servo Moisés naquela noite de dor para o Egito, foram orientados a ficarem dentro de casa, prontos para sair, e que comessem EM FAMÍLIA o cordeiro imolado, “um cordeiro para cada família” (Êxodo 12:3). Sabem o que isto quer dizer, amados?

Que o Cordeiro de Deus foi imolado para salvar você e a sua família. “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (Atos 16:31). Este é o desejo de Deus, salvar as famílias para que muito em breve façamos parte da mesma família eternal. Os umbrais de nossas portas devem estar marcados pelo sangue purificador de Jesus, alvejando o nosso lar de todas as influências do mal. E como fazer isto? Santificando-nos “segundo a Palavra do SENHOR” (v. 6): “Santifica-os na verdade, a Tua Palavra é a verdade” (João 17:17).

Foi uma benção aquela festividade da Páscoa na época de Josias, mas ela não poderia ficar apenas como uma única manifestação de santificação e preparação, e sim o ponto de largada para cada família permanecer sendo santificada e preparada para a salvação. Ao vermos a restauração do SENHOR em nossa vida, este não deve ser motivo para perdermos de vista a necessidade de perseverança. Pois é justamente a perseverança que promove a permanência. O rei Josias perdeu este foco e, após “restaurado o templo” (v. 20), ele saiu ao encontro de uma guerra que não tinha nada a ver com ele. Josias foi atrás de uma briga que nem lhe dizia respeito. Mas que coisa mais estranha, não? O próprio rei do Egito foi usado por Deus para alertar Josias da tolice que ele estava prestes a fazer, mas nem assim ele lhe deu ouvidos. O que aconteceu com aquele rei tão fiel e que não se desviava do caminho do SENHOR? Perdeu de vista os propósitos de Deus. Na bonança, ao invés de render graças ao SENHOR, deu lugar ao ócio, que o levou a prosseguir em seu devaneio sem olhar para trás. O seu disfarce poderia enganar a qualquer um, menos a Deus. Então, a história que poderia ter o mesmo fim de “seu pai Davi“: “Morreu em ditosa velhice, cheio de dias, riquezas e glória” (I Crônicas 29:28), terminou em: “ele morreu” (v. 24). 

Josias, o homem que não se desviava nem para a direita nem para a esquerda, desviou-se de tamanha forma que “não tornou atrás” (v. 22). Se Josias tivesse prosseguido em servir ao SENHOR e fazer segundo o Seu mandado, consagrando e santificando a sua família, não teria um fim tão triste e seus filhos não teriam feito o que era mau perante Deus como veremos no capítulo de amanhã. 

Para quê ir atrás de guerras desnecessárias enquanto o inimigo destrói a sua família? Aquele que foca em inimigos externos sem necessidade, torna-se um inimigo de seu próprio lar. Não necessitamos nos desviar de nosso ministério (v. 15), nosso primeiro e principal ministério: nossa família. O inimigo pode estar utilizando de situações para tomar conta de seu coração e desviá-lo deste ministério sagrado. Quando Cristo curou o endemoninhado geraseno, este suplicou que Jesus o deixasse ir com Ele. Mas Jesus lhe deu uma ordem: “Vai para tua casa, para os teus. Anuncia-lhes tudo o que o SENHOR te fez e como teve compaixão de ti” (Marcos 5:19). Compreenderam a mensagem de Cristo? Se Josias tivesse prosseguido em servir ao SENHOR em sua casa, sua vida e sua família teriam sido instrumentos poderosos nas mãos de Deus. 

Quer você hoje consagrar a sua família nas mãos do SENHOR? Nunca é tarde demais para que Deus realize os Seus milagres. Ore, confie e persevere em servir ao SENHOR sem se desviar do ministério sagrado que ele nos concedeu. Que você possa dizer hoje e no grande Dia da volta de Jesus: EU E MINHA CASA SERVIMOS AO SENHOR (Josué 24:15)!

Bom dia, famílias do SENHOR!

Desafio do dia: orar pela salvação de sua família.

*Leiam #2Crônicas35

Rosana Garcia Barros




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