Reavivados por Sua Palavra


Esdras 3 by jquimelli
20 de agosto de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

A primeira coisa que aqueles que retornaram a Jerusalém fizeram, mesmo antes de começarem a reconstruir a casa de Deus, foi construir um altar para Deus para oferecer holocaustos. Imediatamente após concluírem a construção do altar, começaram a queimar as ofertas da “manhã e à noite” (v. 3).

A primeira coisa fundamental entre os filhos de Deus, onde quer que estejam, é estabelecer uma vida regular de oração. A oração é o meio pelo qual os filhos de Deus se mantém em contato com Deus.

Quando foram lançados os alicerces do templo e as pessoas se reuniram para agradecer a Deus por isso, houve reações mistas (v. 10-13). Aqueles que tinham visto o templo de Salomão “choraram em alta voz”, enquanto que aqueles que não tinham visto gritaram de alegria quando da colocação desta fundação.

Diferentes gerações podem ver os eventos e responder a eles de forma diferente por conta de suas experiências e histórias.

É bom parar, agradecer e louvar a Deus por cada coisa que Ele nos ajuda a realizar. Após a conclusão da fundação, eles louvaram a Deus. Nós não temos que esperar até que todas as coisas sejam concluídas para louvarmos a Deus.

Pai Celestial, nos ajude a encontrá-lo no altar de oração todas as manhãs e todas as noites e todo o tempo.

 

Pardon Mwansa
Vice Reitor da Universidade de Rusangu
Ex Vice-Presidente da Conferência Geral da IASD

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/3 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/3
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/05/27/
Tradução Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Esdras 3
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/45-46 e https://credeemseusprofetas.org/



Esdras 3 – Comentários selecionados by jquimelli
20 de agosto de 2016, 0:50
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Resumo do capítulo:

No sétimo mês eles celebram a festa das cabanas e começam a oferecer holocaustos ao Senhor. Quando os construtores lançaram os alicerces do templo, os sacerdotes e levitas cantaram louvores ao Senhor.

 

Nota-se neste terceiro capítulo que os israelitas aprenderam que a pedra fundamental de uma nação é a verdadeira religião, e assim, cuidaram primeiro de ter um altar que simboliza o (sacrifício e a oração) antes de falarem de Carta Magna, comércio, indústria, direitos civis, eleições, etc. Nada fica de pé a não ser aquilo que esteja firme no Senhor (Sl 127.1-2) (Bíblia Shedd).

Jesua […] Zorobabel. O sacerdote tem precedência sobre o líder civil, tendo em vista a natureza da ocasião (Bíblia de Estudo NVI Vida).

holocaustos. Os holocaustos eram a oferta básica (Lv 1), mas também havia outras ofertas (Lv 5). Os holocaustos eram a base contínua sobre a qual um povo pecaminoso podia viver na presença de um Deus santo (êx 29.42). Isso prenunciava o futuro sacrifício de Cristo como o sacrifício final que leva os pecadores à presença de Deus (Hb 10.19-20) (Bíblia de Genebra).

como está escrito. Sob a liderança de homens como Daniel e Ezequiel, os exilados decidiram, desde o início, começar a Adorar a Deus de acordo com a Sua vontade expressa e não cais outra vez nos pecados da indiferença e da idolatria devido aos quais sofreram tanto (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 365).

sob suas bases. Ou, “em seu lugar”, signficando que o altar foi erguido no lugar exato onde o antigo altar de holocaustos havia sido construído no templo de Salomão (CBASD, vol. 3, p. 365).

estavam sob o terror. Embora o povo houvesse retornado havia pouco tempo de Babilônia, já estavam conscientes da hostilidade dos povos vizinhos, descontentes pelo retorno dos judeus à sua terra. Os vizinhos devem ter ocupado algumas partes da Judeia durante o exílio e então lhes era ordenado que devolvessem as propriedades aos seus antigos donos. … Essa hostilidade deve ter sido expressa através de ameaças (CBASD, vol. 3, p. 365).

lua nova. O primeiro dia de cada mês (lunar) era uma festa religiosa (Nm 28-11-15; Cl 2.16) (Bíblia Shedd).

8 Porque o templo do Senhor foi reconstruído antes mesmo que os muros da cidade? O templo era utilizado para fins espirituais; o muro para fins militares e políticos. Deus tinha sido sempre o protetor da nação e os judeus sabiam que uma grande muralha de pedras não os protegeria se Deus não estivesse com eles. Eles sabiam que colocar sua vida espiritual em dia era mais importante que garantir a defesa nacional (Life Application Study Bible).

12 porém muitos … já idosos … choraram . Cinquenta anos após sua destruição, o templo estava sendo reconstruído (536 a.C.). Alguns dos mais idosos se lembraram do templo de Salomão e choraram porque o novo templo não era tão glorioso quanto o primeiro. Mas as belezas do edifício não eram, nem de perto, tão importantes quanto a atitude dos construtores e adoradores. Deus se importa mais com o que somos do que com o que nós fazemos. Nosso mundo está sempre mudando e grandes realizações desmoronam e desaparecem. Busque servir a Deus de todo o coração. Então você não precisará comparar o seu trabalho com o de ninguém (Life Application Study Bible).

Era um “dia dos humildes começos” (Zc 4:10), e o novo edifício, em comparação com o antigo, parecia ser “nada” (Ag 2:3). Salomão havia empregado os melhores artesãos de seu próprio país que alcançava a fronteira do egito ao Efrates, e também os construtores mais hábeis das terras vizinhas, como os de Tiro. Zorobabel dependia de seus próprios súditos, os poucos cidadãos da pequena província da Judéia (CBASD, vol. 3, p. 368).

As lágrimas dos membros mais idosos da comunidade não eram lágrimas de alegria, mas de desapontamento por causa do contraste entre este pequeno começo (cf Zc 4.10) e o esplendor do templo de Salomão. Desapontamentos similares seriam, posteriormente, repreendidos (Ag 2.1-5), mas pelo momento a alegria do Senhor era a força de muitos (Bíblia de Genebra).

“Nós vimos”, diziam os anciãos, “e os velhos tempos eram melhores do que estes.” “Nós veremos,”  diziam os moços, “e faremos os dias futuros melhores que todos os que já existiram desde o princípio do mundo!” (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F.B.Meyer).



ESDRAS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ  by Ivan Barros
20 de agosto de 2016, 0:45
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ESDRAS 3 – Existem livros bíblicos que não recebem o mesmo tratamento que outros. Assim, crentes deixam de receber nutrientes que Deus deixou em Sua Palavra para instruir-nos e fortalecer nossa fé.

Quem ouviu ou pregou sermões expositivos extraídos do livro de Esdras? Eis diante de nós um livro relevante, onde há um Deus aparentemente distante, mas atuante em meio às crises que desafiam nossa existência. Deus libertou da Babilônia e protegeu os libertos na caminhada de quase 1500 km até Jerusalém.

Este capítulo, intitulado “altar e templo” é assim sintetizado por Derek Kidner:

  1. Primeiro o primeiro (vs. 1-6a);
  2. Preparativos para o templo (vs. 6b-9);
  3. Clímax e anticlímax (vs. 10-13).

Apesar do perigo, desafios e supostas ameaças, o medo não deve determinar nenhuma decisão e atitude do povo de Deus. Contudo, não importa a situação, Deus deve ser sempre o primeiro. Devemos adorá-lO sempre. 

As práticas eclesiásticas não são negligenciadas quando o medo é sufocado pela determinação de servir ao Senhor.
Apesar da escassez e crises econômicas, Deus nunca deve ser deixado em segundo plano – pior ainda é substituí-lo por coisas insignificantes ou apegar-se ao dinheiro como mais importante que Deus. 
Quem idolatra dinheiro expulsa Deus de sua vida. Por outro lado, quem é liberto da escravidão do pecado é generoso em suas ofertas para a obra divina.
Quando Deus é levado a sério, Sua obra é feita sob o cuidado de supervisores. Para Deus, sempre o melhor!
Quando há sério investimento de tempo e recursos na obra de Deus, a satisfação, alegria e entusiasmo na adoração toma conta do coração dos crentes: há louvores, pulos de alegria, cânticos alegres e choros nostálgicos – consequentemente, “o barulho podia ser ouvido de longe”.
Choro e alegria? Sim! É assim que vive os extremos de duas gerações: Nostalgia dos velhos e alegria dos novos. Os jovens celebravam porque teriam novamente um templo. Os velhos choravam por lembrarem-se do Templo de Salomão.
• É perigoso ignorar o passado, mas também o é viver apenas do passado. 

• É necessário aproveitar a experiência dos anos vividos com a força da juventude!

• É preciso existir harmonia entre a nova geração e a velha guarda – esta lição era importante no passado tanto quanto é no presente!

Reavivamento depende de tuas prioridades! – Heber Toth Armí.



ESDRAS 3 – #RPSP – Comentário Rosana Barros  by Ivan Barros
20 de agosto de 2016, 0:30
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“… não se podiam discernir as vozes de alegria das vozes do choro do povo; pois o povo jubilava com tão grandes gritos, que as vozes se ouviam de mui longe” (v. 13)

Dois eventos marcantes são citados neste capítulo. Primeiro é levantado o altar do SENHOR. Ali o povo oferece os holocaustos, sacrifícios e ofertas voluntárias perante Deus, mesmo ainda não reconstruído o templo. Então, logo em seguida, dão início à “obra da Casa do SENHOR” (v. 8 ), e desde o altar até a obra do templo ainda “estavam sob o terror dos povos de outras terras” (v. 3). “Quando os edificadores lançaram os alicerces do templo do SENHOR” (v. 10), ah meus amados, foi um dia memorável! Durante setenta anos o povo de Deus não tinha o privilégio de ajuntar-se “como um só homem, em Jerusalém” (v. 1). Ali estavam os filhos de Israel, e os sacerdotes e os levitas “para louvarem o SENHOR” (v. 10), “com estas palavras: Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre sobre Israel” (v. 11). Houve um grande júbilo entre o povo! Foi algo tão intenso que os gritos de alegria podiam ser ouvidos de longa distância (v. 13). No entanto, ainda houve outro tipo de reação por parte dos idosos, que chegaram a ver o primeiro templo: eles “choraram em alta voz” (v. 12). Para quem já havia contemplado a glória da primeira construção se alegrar com apenas o que ainda eram alicerces foi muito difícil. Porém, o fato de estarem ali, em liberdade, segundo a promessa de Deus, tendo a oportunidade de serem participantes da reconstrução do templo, para a maioria, foi motivo de grande gozo. 

Em Mateus 24 há uma reação também diferente por parte dos discípulos, e de Jesus. Enquanto os discípulos admiravam as construções do templo mostrando a Cristo todo o seu esplendor, Este, “porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada” (Mateus 24:2). Então, Jesus inicia um relato a respeito de dois eventos, um aconteceria no ano 70 d.C., e o outro se tratava do grande evento de Sua segunda vinda. Quando o profeta Jeremias advertiu o povo sobre o cativeiro babilônico que duraria setenta anos, o povo não lhe deu ouvidos e tragados foram todos pelas mãos de Nabucodonosor. Mas, já no caso da destruição de Jerusalém depois de Cristo, os maiores historiadores judeus, como Flávio Josefo, relatam que, ao perceberem os sinais deixados por Cristo, os cristãos conseguiram fugir, e nenhum deles morreu no massacre realizado pelos romanos. Todos os que estavam atentos aos sinais conseguiram escapar do que não ficou pedra sobre pedra. No mesmo sermão profético, Jesus também adverte os cristãos dos últimos dias a respeito de Sua volta. São sinais no mundo social, no mundo natural e no mundo religioso que apontam que perto está o Grande Dia do SENHOR; tendo como sinal culminante a pregação do evangelho em todo o mundo, “então, virá o fim” (Mateus 24:14). Estamos nós atentos a estes sinais? Ou, como o povo no tempo de Jeremias, estamos a escarnecer da Palavra e a ignorar as palavras dos mensageiros de Deus? Não foi à toa que Jesus citou neste mesmo sermão o profeta Daniel. E ainda acrescentou: “quem lê entenda” (Mateus 24:15). O livro que havia sido selado “até ao tempo do fim” (Daniel 12:4), hoje está à nossa disposição para estudo e compreensão (Calma, chegaremos lá!). O certo é que tanto Jesus, como o livro de Daniel, Apocalipse, dentre tantas outras citações bíblicas nos trazem sinais e exortações acerca do tempo em que estamos vivendo: o fim do tempo do fim. Se Israel houvesse dado ouvidos a Jeremias não teria tido que passar setenta anos de opróbrio, mas como os cristãos primitivos, teriam sido poupados. Assim também, nossas escolhas diante dos eventos que estão a suceder definirão se estaremos entre a “grande multidão que ninguém podia enumerar”… não mais apenas da nação israelita, mas “de todas as nações, tribos, povos e línguas” (Apocalipse 7:9). 

Hoje não há mais santuário no sentido de uma construção, mas há um santuário físico que a Bíblia chama de santuário de Deus: “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (I Coríntios 6:19). Somos todos santuário de Deus, e mesmo que por algum tempo tenhamos transformado este templo em ruínas, Deus está disposto a reedificá-lo. Ainda que você olhe para você e só enxergue alicerces. Ainda que a sua reação inicial seja pranto e dor. Deus promete converter o teu choro em grande júbilo, se fizeres uma coisa: “Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao SENHOR, vosso Deus, porque Ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-se, e grande em benignidade, e Se arrepende do mal” (Joel 2:13). Se veementemente nos aplicarmos em dar ouvidos à Palavra do SENHOR e dermos as costas às atrações passageiras deste mundo, então seremos participantes da alegria de Deus: “Alegrai-vos, pois, filhos de Sião, regozijai-vos no SENHOR, vosso Deus, porque Ele vos dará em justa medida a chuva; fará descer, como outrora, a chuva temporã e a serôdia” (Joel 2:23). Se estamos sendo “regados”, diariamente, pela chuva temporã, quando vier a serôdia, estaremos prontos para recebê-la e para exclamar com poder jamais visto, de modo que sejamos ouvidos “de mui longe” (v. 13) a declarar que O REI VEM VINDO!

Bom dia, atalaias dos últimos dias!

Desafio do dia: procure fazer o bem a alguém que não tenha como lhe retribuir, como doar alimentos, por exemplo. Você perceberá que o maior beneficiado será você.

*Leiam #Esdras3

Rosana Garcia Barros




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