Reavivados por Sua Palavra


Esdras 1 by jquimelli
18 de agosto de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Deus é soberano

Ao estudarmos o livro de Esdras, que foi escrito por volta de 400 a.C., devemos manter em mente que os livros de Esdras e Neemias formam uma história contínua com o livro de Crônicas. Mais tarde, eles foram separados em livros individuais, tal qual os temos agora. Esdras, o líder espiritual, é o autor do livro de Esdras, enquanto Neemias escreveu o livro com o seu nome.

Estes livros tinham o propósito de demonstrar a fidelidade de Deus à sua promessa de restaurar o Seu povo e, desta forma, Sua comunidade de crentes em Seu povo. Isso Ele fez ao ajudá-los a reconstruir o templo e os revivendo espiritualmente. Ele usou muitos para realizar o avivamento, em especial Esdras e Neemias.

Deus é capaz de cumprir Seus propósitos por qualquer meio que escolha. Ciro não conhecia a Deus, mas Deus conhecia Ciro antes mesmo que ele nascesse e decidiu cumprir o Seu propósito por meio dele (Isaías 45:4). Então, quando os setenta anos se cumpriram, aquEle que libertou os israelitas do Egito cumpriu a Sua palavra tocando o coração de um rei pagão para cumprir a missão de Deus (Jeremias 25:12, 29:10). Nada pode fazer Deus parar a execução de Seus propósitos.

“Oh Deus, toque os nossos corações para que possamos trilhar o seu caminho, fazer a tua vontade e cumprir os seus propósitos por toda a nossa vida.”

Pastor Pardon Mwansa
Ex Vice-Presidente Geral da Conferência Geral da IASD



Esdras 1 – Comentários selecionados by jquimelli
18 de agosto de 2016, 0:50
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Contexto do livro:

Historicamente damos, agora, um salto de 70 anos, tratando do retorno do povo judeu (que incluía agora israelitas de todas as tribos) de Babilônia para Jerusalém. Neste meio termo (desde um pouco antes da ida ao exílio) Jeremias, Isaías e o demais profetas escreveram suas exortações à volta à fidelidade e Daniel relatou suas profecias.

 

Resumo do capítulo:

O rei persa Ciro diz: “Que o povo do Senhor retorne para Jerusalém e reconstrua o templo”. Ele entregou os utensílios do templo para Sesbazar, governador de Judá, que os trouxe para Jerusalém.

 

Comentários:

Esdras era um judeu da linhagem de Arão e descendia do sumo sacerdote que fora assassinado por ocasião da tomada de Jerusalém (2 Rs 25.18-21). Esse livro não é uma narrativa contínua. Na verdade consiste de duas partes entre as quais há um hiato de vários anos. A primeira parte, capítulos 1 a 6, contém uma narrativa da volta da primeira caravana de judeus da Babilônia, sob a liderança de Zorobabel e Jesua. A segunda parte, capítulos 7 a 10, é um relato de uma expedição, sessenta anos depois da primeira, conduzida pelo próprio Esdras, acompanhado por grande número de concidadãos e autorizado a restabelecer a ordem e a religião (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer).

1 O livro de Esdras se inicia em 538 a.C., 48 anos após Nabucodonosor ter destruído Jerusalém, derrotado o reino de Judá e levado os judeus em cativeiro (2Rs 25.2; 2Cr 36). Nabucodonosor morreu em 562 e, porque seus sucessores não foram fortes, a Babilônia foi derrubada pelaPérsia em 539, logo antes dos eventos registrados neste livro. Tanto os babilônios quanto os persas tinham políticas condescendentes com seus cativos, permitindo que eles tivessem suas próprias terras e exercessem trabalhos comuns. Muitos judeus, como Daniel, Mardoqueu e Ester galgaram a posições de destaque na nação. O rei Ciro da Pérsia foi um passo além: ele permitiu que muitos grupos de exilados, inclusive os judeus, retornassem a suas pátrias. Ao fazer isto, ele esperava conseguir a sua lealdade e, portanto, proporcionar uma zona de segurança em torno das fronteiras do império. Para os judeus, este era um dia de esperança, um novo começo (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
2 Ciro não era um judeu, mas Deus trabalhou através dele para que os exilados judeus retornassem a sua pátria. Ciro emitiu a proclamação autorizando o seu retorno e deu a eles proteção, dinheiro e os itens do templo levados por Nabucodonosor. Quando você enfrentar situações difíceis e se sentir cercado, em desvantagem, sem capacidade ou inferiorizado, lembre-se que o poder de Deus não é limitado aos seus [de você] recursos. Ele é capaz de utilizar qualquer um para executar Seus propósitos (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

5 Ciro era rei sobre a inteira região que anteriormente fora a Assíria e a Babilônia. A Assíria havia deportado os israelitas do reino do norte (Israel) em 722 a.C. A Babilônia, o novo poder mundial, levou cativos israelitas do reino do sul (Judá) em 586 a.C. Portanto, quando o império Medo Persa chegou ao poder, a proclamação de liberdade do rei Ciro incluiu todas as 12 tribos originais, mas somente Judá e Benjamim responderam e retornaram para reconstruir o templo de Deus. As dez tribos do reino do norte haviam sido tão fraturadas e dispersas pela Assíria e tanto tempo havia se passado desde o seu cativeiro, que muitos não estavam seguros de sua verdadeira herança. Portanto eles não estavam desejosos de compartilhar a visão de reconstruir o templo (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

[Nota: Deve ser lembrado que um dos objetivos de Crônicas era mostrar que todas as Israel estava incluído em Judá, tanto no cativeiro babilônico quanto no retorno do exílio, como vimos em comentários anteriores.]

5,6 Muitos judeus escolheram voltar a Jerusalém, porém muitos escolheram ficar na Babilônia em vez de retornar a sua pátria. A jornada de retorno a Jerusalém era difícil, perigosa, cara e demorava cerca de quatro meses. As condições de viagem eram deploráveis e as pessoas que viviam na área eram hostis. Registros persas indicam que muitos judeus acumularam grande riqueza no cativeiro. Retornar a Jerusalém significava desistir de tudo e recomeçar do nada. Muitas pessoas não conseguiram fazer isto; eles preferiram a riqueza e a segurança ao sacrifício que o trabalho de Deus requer. Suas prioridades estavam invertidas (Mc 4:18, 19). Não devemos deixar que o nosso conforto, segurança ou bens materiais nos impeçam de fazer a vontade de Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).



Esdras 1 – Comentário pr Heber Toth Armí by jquimelli
18 de agosto de 2016, 0:45
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ESDRAS I – A instituição da escravidão no mundo é a instituição do sofrimento, pois Deus criou as pessoas para serem livres. Por isso, os piores castigos são as prisões. Israel ficou exilado em Babilônia por 70 anos por causa de suas transgressões. Embora o pecado escravize, as pessoas não largam dele; talvez porque ignoram que o sofrimento seja oriundo deles. É a Bíblia que revela isso, se não querem ouvi-la, continuam criando seus próprios sofrimentos. Por outro lado, movido de compaixão, bondade e misericórdia o próprio Deus intervém para restaurar o pecador; Ele exerce Seu poder, anuncia libertação e liberta de fato quem se dispõe a ouvi-Lo. Depois do período disciplinador, o rei Ciro, da Pérsia conquista Babilônia e emite um decreto de liberdade, cumprindo assim, a profecia proferida por Jeremias havia muitos anos antes (Esdras 1:1-3). Jesus é a solução de Deus para libertar o pecador da escravidão do pecado; portanto, o cristão genuíno não se firma no que ele afirma ser, mas no que Cristo fez por ele. Você precisa aprender a confiar plenamente em Deus, em Seus planos e propósitos, pois eles nunca podem ser frustrados; Deus é soberano e tem o mundo inteiro em Suas mãos. Imagine a tua vida nas poderosas mãos de um Deus Soberano?! Se você assim o fizer, saiba que experimentarás a maior de todas as libertações de tua vida e alcançarás a maior de todas as vitórias possível neste mundo!

A dúvida é a mãe da incredulidade, a fé é a mãe da certeza. Deus, em sua economia divina, jamais permitirá passar por experiências desnecessárias àqueles que Lhe pertencem. O decreto de Ciro permitiu que os judeus, que tiveram a experiência cruel da escravidão no exílio babilônico, agora no Império Persa, retornassem a Jerusalém para reconstruir o templo (Esdras 1). Da mesma forma, o Edito de Cristo, assinado com sangue, ofereceu-nos um decreto de libertação da escravidão do pecado. Semelhantemente aos presentes que os judeus receberam ainda na terra do cativeiro, quem aceita a verdade de que Cristo pagou a Sua libertação, já receberá preciosos dons e riquezas ainda na terra, mas tudo será pleno somente quando Jesus voltar para levar os libertos para o Céu. Jesus desceu ao nível dos seres humanos, para resgatá-los das mãos do diabo e torna-los livres para Deus; portanto, como aconteceu aos judeus da época de Esdras, nem todos aceitam deixar a escravidão, o exílio, para viver a libertação. Tem gente que prefere a prisão do pecado à liberdade oferecida pela graça de Cristo; talvez por acomodação, dúvida ou por cauterização da consciência por não querer aprender com as duras experiências da vida. Quem verdadeiramente aceitou a libertação não caminha para o acaso, mas para o alvorecer da história deste mundo. No glorioso advento de Cristo, os fieis terão a posse completa de Sua herança com Cristo no Céu, com ruas de ouro, mar de cristais, etc.

Um olhar escatológico a Esdras 1. Destaco as palavras de Hans K. LaRondelle em seu livro “Armagedom”, um dos mais expoentes teólogos do século XXI em escatologia: “O Deus de Israel concedeu a Ciro os honoríficos títulos de ‘ungido’ e ‘Meu pastor’ (Isa. 45:1; 44:28), honrarias que sugerem claramente que os atos militares de libertação e conquista por Ciro eram tipos da guerra santa de Cristo contra a Babilônia apocalíptica”. E acrescenta, “nessa obra de livramento, Ciro serviu como um tipo da missão messiânica de libertação”. Como Ciro veio da Pérsia e conquistou Babilônia, “não podemos esperar que a libertação da humanidade venha por ações da sociedade. Ela virá de fora, do espaço exterior, do retorno de Cristo como Senhor onipotente. Ele procederá dos Céus orientais juntamente com miríades de Seus anjos, para resgatar todos os que Lhe pertencem mediante viva fé (Mateus 24:31)”. Estamos diante de uma libertação Universal, a maior da história acompanhada do maior espetáculo liderado pelo Rei dos reis e Senhor dos senhores, Jesus Cristo. Para participar desta extraordinária experiência é preciso se render diariamente aos pés do Salvador, que morreu na Cruz para libertar todo aquele que crê. Esse dia está chegando, o mal está com os dias contados, o desespero deve ser substituído pela grande esperança que logo se tornará na maior realidade. Enquanto a sociedade está amadurecendo para a destruição, os crentes vão amadurecendo, esperando o pleno livramento! – Heber Toth Armí.



ESDRAS 1 – #RPSP – Comentário Rosana Barros  by Ivan Barros
18 de agosto de 2016, 0:30
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“Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O SENHOR, Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de Lhe edificar uma casa em Jerusalém de Judá” (v. 2).

Este livro das Escrituras, aparentemente com um propósito de registro histórico, tem um papel fundamental na construção dos eventos proféticos que apontam para o tempo do fim. Acabamos de sair do estudo dos reis de Judá e já entramos no livro de Esdras cujo primeiro capítulo vem falando de um rei persa, cujo espírito foi despertado por Deus (v. 1). Ou seja, Deus o escolheu para um propósito específico. Na verdade, a existência de Ciro e da missão que Deus lhe daria, já estava registrada no livro do profeta Isaías, séculos antes de seu nascimento. Vejam o que o profeta escreveu: “que digo de Ciro: Ele é Meu pastor e cumprirá tudo o que Me apraz; que digo também de Jerusalém: Será edificada; e do templo: Será fundado” (Isaías 44:28). Tudo já estava prescrito, inclusive a missão de Ciro que é descrita com mais detalhes em Isaías 45:1-7. Jerusalém estava desolada e a Casa de Deus destruída. Foram setenta anos longe do lugar que Deus escolheu como Sua habitação (v. 3). E o chamado à edificação não foi apenas para os judeus, mas para “todos os que habitavam nos arredores” (v. 6)… “todos aqueles cujo espírito Deus despertou” (v. 5). Assim como Ciro foi escolhido por Deus para que se cumprisse a palavra do SENHOR” (v. 1), Deus também separou pessoas fora de Israel para ajudar “voluntariamente” (v. 6). “Quando os do exílio subiram da Babilônia para Jerusalém” (v. 11), estavam sendo testemunhas oculares do cumprimento das promessas divinas, assim como Israel o foi após o exílio egípcio. 

Hoje não vivemos (via de regra) sob jugo de um exílio físico, mas de um exílio espiritual. O pecado é uma prisão e o seu resultado final é a morte: “porque o salário do pecado é a morte…” (Romanos 6:23). E assim como Deus escolheu Ciro para ser um tipo de Cristo para libertar o Seu povo, um dia Ele enviou o Seu único Filho para nos libertar de uma vez por todas do jugo do pecado; é por isso que o versículo não termina ali, mas continua dizendo: “…mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23).  

Hoje Deus não desperta mais as pessoas apenas para ajudar em Sua obra, mas para serem salvos pelo SENHOR da obra. TODOS são convidados às bodas do Cordeiro. A convocação é geral, mas a aceitação é individual. Apesar de ter sido um instrumento de Deus, ainda assim Ciro não se esforçou por conhecer ao SENHOR: “… Eu te cingirei, ainda que não Me conheces” (Isaías 45:5). Fomos TODOS escolhidos para a salvação, mas a escolha em aceitá-la ou não, é nossa. É minha. É sua. Permaneça examinando as Escrituras e se esforce por fazer diferente de Ciro: conhecer a Deus. “Ele é o Deus que…” (v. 3) quer habitar em você!

Bom dia, escolhidos para a salvação!

Desafio do dia: orar para que Deus lhe dê sabedoria em como usar os seus talentos para a glória dEle e para o benefício de seus semelhantes.

*Leiam #Esdras1

Rosana Garcia Barros




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