Reavivados por Sua Palavra


Esdras 4 by jquimelli
21 de agosto de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Cada vez que Deus começa uma reforma entre o Seu povo, o inimigo se opõe à obra de Deus. Isso acontece tanto na vida das pessoas, individualmente, quanto no movimento espiritual de Deus como um todo. Quando Zorobabel e o povo de Deus iniciaram o trabalho de reconstrução do Templo de Deus, Reum, o comandante persa local, e Sinsai, o escriba persa, começaram a trabalhar contra o povo de Deus, escrevendo uma carta para Artaxerxes, rei da Pérsia, deturpando o que estava acontecendo.

Como neste episódio, às vezes o trabalho de oposição parece triunfar e derrotar os que estão do lado de Deus. Mas mesmo que na aparência pareça que o povo de Deus está sendo derrotado, quem escreverá o último capítulo é Deus! E neste capítulo está escrito que Seus servos e Sua vontade triunfarão! Ele fez isso com Daniel e os três rapazes hebreus em Daniel 3 e 6, na reconstrução do templo e dos muros de Jerusalém e também fará conosco: “E eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mateus 28:20).

 

Pardon Mwansa
Vice Reitor da Universidade Rusangu, Zambia
Ex Vice-Presidente Geral da Conferência Geral da IASD
Trad JAQ/GASQ/Cindy Tutsch

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/4 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/4
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/05/28/
Tradução Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Jobson Santos/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Esdras 4
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/47-48 e https://credeemseusprofetas.org/



Esdras 4 – Comentários selecionados by jquimelli
21 de agosto de 2016, 0:50
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Resumo do capítulo: Inimigos atrapalham o trabalho em Judá. O comandante Reum e o secretário Sinsai escrevem uma carta ao rei dizendo que Jerusalém é uma cidade rebelde. O rei Artaxerxes ordena a paralização da obra, que só recomeça no segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia.

 

2 Estes inimigos afirmavam que adoravam o mesmo Deus que Zorobabel e os demais judeus. Em certo sentido, isto era verdade; ele adoravam a Deus, mas também adoravam outros deuses (ver 2Rs 17:27-29, 32-34, 41). Aos olhos de Deus, isto não é adoração – é pecado e rebelião. A verdadeira adoração envolve adoração somente a Deus (Êx 20:3-5). Para estes estrangeiros, Deus era apenas mais um “ídolo” a ser adicionado às suas coleções. Sua verdadeira intenção era perturbar o projeto do templo. Os crentes, hoje, devem se precaver com relação aos que afirmam ser cristãos, mas suas ações revelam claramente que eles estão usando o cristianismo para servir aos seus próprios interesses (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

4,5 O desencorajamento e o medo são dois dos maiores obstáculos para completar a obra de Deus.Muitas vezes eles aparecem aonde e quando você menos espera. O desencorajamento devora a sua motivação e o medo nos paralisa de modo que não conseguimos agir. Lembre-se que o povo de Deus em todas as épocas tem enfrentado estes problemas e Deus os tem ajudado a superá-los. Ao estar junto com outros crentes você pode superar o medo e o desencorajamento e completar a vontade de Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

6-23 reinado de Assuero … acusação … Artaxerxes. Este material é uma seção separada que descreve a oposição à construção dos muros após Dario e durante os reinados de Xerxes (486-465 a.C.) e de  Artaxerxes I (465-424 a.C.). A narrativa justifica chamar os povos circunvizinhos no v.1 de “adversários”. Mostra também que a oposição não foi um problema passageiro, mas uma antevisão de uma prolongada oposição ao povo de Deus na reconstrução da “casa” de Deus, o templo, e também da cidade e da nação (Bíblia de Genebra).



Esdras 4 – Comentário Pr Heber Toth Armí by jquimelli
21 de agosto de 2016, 0:45
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ESDRAS 4 – Nem tudo é pacífico neste planeta. Desafios existem ao tentar alcançar qualquer alvo nobre. Ainda mais quando se quer fazer o que Deus quer que façamos; pois, fazer a vontade do diabo sempre parece mais fácil.

O comentário introdutório de Warren W. Wiersbe sobre este capítulo nos chama a atenção para uma triste constatação:

“Desde o princípio, o remanescente sofreu oposição de uma população mista que se encontrava na terra e que não queria que os judeus ocupassem Jerusalém e reconstruísse o templo. Com frequência, a oportunidade e a oposição andam juntas, e quanto maior a oportunidade, maior a oposição”.

Logo após, Wiersbe destaca os seguintes itens:

• A cooperação que leva à transigência (vs. 1-3);
• A acusação que leva ao medo (vs. 4, 5, 25);
• Mais oposição à obra de Deus (vs. 6-23).

Sempre que alguém se dispõe e liderar a obra de Deus, a promover um reavivamento, ou mesmo investir em um templo para Deus, haverá fortes oposições. Adversários críticos e diversos problemas surgem de onde ninguém imagina!

• Quando pessoas partem para a ação em relação ao plano de Deus neste planeta, é retirada a tranquilidade e a paz de Satanás, o qual fica irado!
• Satanás usa pessoas e estratégias variadas. Ele tem inúmeras fórmulas para intentar paralisar o desenvolvimento da obra de Deus.
• Sempre que pessoas despertam para a obra de Deus, antigos inimigos mostram suas garras com estratégias bem elaboradas e com ações aparentemente bem intencionadas.

No texto, Satanás usou…

• …estratégias samaritanas sob o governo de Ciro (vs. 1-5);
• …táticas samaritanas sob os governos de Xerxes e Artarxerxes (vs. 6-23).

Quem oferece ajuda com segundas intenções (vs. 1-2), e recebe um “não” como resposta (v. 3), intentará incomodar/perturbar e ameaçar visando impedir o avanço dos planos divinos (vs. 4-7). Inclusive cartas diplomáticas oficiais podem ser redigidas apresentando uma política perversa de quem pretende difamar (vs. 8-16). Às vezes, as estratégias diabólicas dão certo – Infelizmente!

Lamentavelmente Satanás consegue o que quer em suas investidas contra o povo de Deus: “Assim, a reconstrução do templo do Eterno em Jerusalém foi interrompida. Nada foi feito até o segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia” (v. 24, AM). Portanto, recorramos a Deus; mas jamais desfaleçamos!

Persista: Ore, jejue, avance! Nunca desista! – Heber Toth Armí.



ESDRAS 4 – #RPSP – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
21 de agosto de 2016, 0:30
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“Todavia, o povo da terra debilitava as mãos do povo de Judá e inquietava-os no edificar.” (v. 4).

Quando os inimigos ouviram que o templo de Jerusalém estava sendo reedificado, logo colocaram em prática a primeira estratégia: uma falsa cooperação. Com astúcia, lançaram a seguinte proposta:

— Nós queremos ajudá-los.Também buscaremos a Deus e lembrem que há muito tempo já oferecemos sacrifícios a Ele (v. 2). 

Diante do grande desafio de reerguer uma construção tão suntuosa quanto era o templo do SENHOR, uma ajuda até que cairia bem, vocês não acham? Afinal de contas, eles não chegaram fazendo guerra, mas oferecendo paz. Paz? Será que era mesmo paz? Aqueles líderes de Judá não estavam brincando quando decidiram servir a Deus e serem fiéis. Estavam firmados em uma fé genuína e pura. Não havia espaço para as contrafações das nações vizinhas, pois foi justamente por isso que o povo passou setenta anos no exílio; porque havia trocado o ASSIM DIZ O SENHOR pelos enganos dos povos pagãos. A resposta firme e corajosa dos líderes de Judá reflete fidelidade e sabedoria:

— Vocês não têm nada a ver com o nosso Deus e nem tampouco com a edificação de Sua Casa. Podem deixar que nós faremos, sozinhos, o que nos foi ordenado por Ciro (v. 3).

Sabem como isto se chama? Poder de Deus. Ninguém, em sã consciência, daria uma resposta dessas a um inimigo perigoso não fosse pelo poder de Deus. E qual foi o resultado? Aqueles inimigos não ficaram nem um pouco contentes com a reação dos filhos de Judá e fizeram de tudo para desanimá-los, inquietá-los (v. 4), frustrá-los (v. 5), acusá-los injustamente (v. 6), até finalmente forçá-los (v. 23) a cessar a obra (v. 24).

Agora me acompanhem em uma aplicação espiritual que nos levará a uma análise pessoal; onde, “sozinhos” (v. 3), refletiremos sobre como anda a edificação, HOJE, do santuário do Espírito Santo. Vimos ontem que o nosso corpo é templo do Espírito Santo, e como tal, precisa ser edificado. Só que a partir do momento em que decidimos fazer o que é reto perante o SENHOR com inteireza de coração, podem ter certeza de que inimigos aparecerão. E vocês acham que eles irão aparecer sob aparência de adversários? Não, amados. Virão sob disfarce amigável alegando servir ao mesmo Deus, quando, na verdade, só nos causarão desânimo, inquietação, frustração, até nos forçar a desistir. Ou vocês acham que Satanás aparece dizendo:

— Olá, eu sou o Diabo e vim aqui para destruir vocês?

Ele é astuto e estrategista, fazendo de tudo para que desistamos da obra que deve ter duração até a volta de Cristo. A nossa vida deve estar em constante crescimento e edificação espiritual. Não há como permanecer sem um esforço constante neste sentido. E Deus nos convida a assumir a mesma posição daqueles líderes de Judá, sabendo que inimigos virão, provações surgirão; porém não para nos forçar a desistir, e sim para nos dar forças para permanecer. 

O inimigo das almas tem ceifado a vida de muitos através do mundo das ilusões. Situações aparentemente boas, ou com uma conotação de: “Ah, que bobagem!”, têm conduzido milhares a desviar-se dos reais propósitos e da “boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:2). Porque, se os cabeças das famílias de Judá tivessem pensado desta forma, aceitando aquela “ajuda”, provavelmente teriam evitado muita dor de cabeça com os inimigos. Mas quem foi que disse que ser cristão é ser conivente com o que Deus abomina em prol da “paz” (v. 17) e da conveniência? Quem está do lado do inimigo não enfrentará a sua ira final. A Bíblia diz que o dragão (Satanás) ficará irado com um grupo específico: “… os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Apocalipse 12:17). O texto não diz que ele estaria irado contra os que guardam metade dos mandamentos, nem com aqueles que fingem guardá-los. Entendem? As Escrituras também dizem que: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (I Tessalonicenses 5:3). Daí eu pergunto: As “dores de parto” estão ou não aumentando? O “relógio do Apocalipse”, denominado assim pelos mais renomados cientistas do mundo, está ou não adiantado para o fim? (pesquise!)

A suma é, meus irmãos: não há mais tempo para se perder tempo. A nossa edificação espiritual não poderá ser cessada por inimigo algum se fielmente decidirmos permanecer no caminho estreito ainda que o caminho largo exale perfume de flores. Pois perto está o dia em que se dirá: “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Apocalipse 22:11). E aí, amados, realmente haverá cessado a obra e só será salvo o templo que, mesmo em meio às trevas espirituais deste mundo, permaneceu sendo luz. Então receberemos não a falsa paz que este mundo oferece, mas a eterna paz de Cristo (Vide João 14:27)! Está sendo perseguido e oprimido por causa de Cristo? Parabéns, você é um bem-aventurado! Permaneça firme e alegre-se, “porque é grande o vosso galardão nos Céus” (Mateus 5:12)!

Bom dia, fiéis e perseverantes templos do Espírito Santo!

Desafio do dia: enviar uma mensagem ou ligar para alguém que você saiba estar passando por algum momento difícil. Dê-lhe uma palavra amiga e leia uma promessa bíblica para ele(a).

*Leiam #Esdras4

Rosana Garcia Barros




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