Reavivados por Sua Palavra


II CRÔNICAS 31 by jquimelli
12 de agosto de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Todos aqueles que trabalhavam para a Casa do Senhor foram sustentados pela comunidade, simplesmente porque Ezequias decidiu fazer a coisa certa. “E toda a obra que começou no serviço da casa de Deus, na lei e nos mandamentos, para buscar a seu Deus, de todo o coração o fez e prosperou” (v. 21).

Podemos não ser reis como Ezequias, mas aquilo que fazemos nos afeta em vários planos. O que aconteceria se nós, como Ezequias, mostrássemos comprometimento total? O que aconteceria se, em tudo, buscássemos a Deus de todo o nosso coração?

Este capítulo sugere que as bênçãos se seguiriam em três círculos cada vez mais amplos. Em primeiro lugar, nós mesmos iríamos experimentar as bênçãos e prosperar como Ezequias. Em segundo lugar, aqueles que nos rodeiam seriam motivados a viver de forma semelhante. Por fim, as necessidades da igreja seriam atendidas como resultado da resposta daqueles que seguiram o nosso exemplo. Essa prosperidade pode não ser material, mas trará a felicidade que só a fidelidade ao Senhor pode produzir.

 

Amy Sheppard
Geração Juventude para Cristo

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/2ch/31 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/31
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/05/19/
Tradução Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Jobson Santos/Cindy Tutsch
Texto bíblico: II Crônicas 31
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/43-44 e https://credeemseusprofetas.org/



II CRÔNICAS 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
12 de agosto de 2016, 0:50
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1 Porque a adoração a ídolos é tão terrível? Os israelitas tinham acesso ao único Deus verdadeiro, mas eles constantemente se rebaixavam ao adorar ídolos feitos de madeira ou de pedra. Eles colocaram de lado a adoração ao Criador para adorar a criatura. Nós somos igualmente culpados quando Deus não ocupa o primeiro lugar em nossas vidas. Quando pensamos mais sobre saúde, prazer ou posses materiais do que sobre Deus, estamos, na verdade, adorando estas coisas como deuses. Por causa da adoração de ídolos, o povo de Judá foi levado em cativeiro para terras estrangeiras (36:14-17). Nós podemos não ser levados cativos, mas disciplina aguarda a todos que continuamente colocam desejos terrenos acima das prioridades espirituais (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

5, 10 abundância … o Senhor abençoou.Quando o povo começou a observar a lei dos dízimos (Lv 27.30-33), Deus derramou sobre ele as Suas bênçãos, segundo Sua promessa (Ml 3.10) (Bíblia Shedd).

20,21 Porque Ezequias fez “o que era bom e reto e fiel perante o Senhor,” ele levou o povo de Judá a uma renovação espiritual. Suas ações servem como modelo de renovação para nós: (1) ele lembrou a compaixão de Deus (30:9); (2) ele se manteve em frente apesar de ser ridicularizado (30:10); (3) ele removeu agressivamente influências maléficas de sua vida (30:14; 31:1); (4) ele intercedeu pelo povo, pedido pelo perdão de Deus (30:15-20); (5) ele estava aberto à espontaneidade na adoração (30:23); (6) ele contribuiu generosamente para a obra de Deus (31:3). Se algumas destas coisas está faltando em sua vida, pense em como colocá-las em vida e renove seu comprometimento com Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

21 prosperou. A melhor garantia de prosperidade foi a justiça, equidade e integridade. Ezequias foi fiel a Deus e justo com seu povo, e, como resultado, ele prosperou, bem como a nação (CBASD, vol. 3, p. 317).



II CRÔNICAS 31 – Comentário Pr Heber Toth Armí by jquimelli
12 de agosto de 2016, 0:45
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II CRÔNICAS 31 – As bênçãos advindas de Deus com a consagração de um povo, devem inspirar a cada pessoa nos dias atuais como devia inspirar os judeus que retornaram do cativeiro babilônico.
O caminho da prosperidade física, emocional, social e espiritual é apresentado neste capítulo de forma bem clara e simples. Vale à pena refletir:
1. O voltar-se integralmente para Deus que resulta na erradicação da idolatria e da infidelidade, motiva Deus abençoar-nos em todos os aspectos(vs. 10, 21);
2. A idolatria e a infidelidade a Deus caracterizam os religiosos que não priorizam Deus e Sua Palavra; mas, quando alguém se dispõe a conduzir adoradores desviados a Deus e a Sua Palavra, a idolatria e a infidelidade desaparecem radicalmente (vs. 1-5);
3. A irresponsabilidade para com Deus só é corrigida quando o povo se volta integralmente ao Deus verdadeiro (de todo coração), como fez Ezequias (vs. 20-21);
4. Quando uma comunidade prioriza a Deus em sua vida, colocando não como primeiro, mas como tudo e único em todas as coisas, a idolatria é banida e a fidelidade é promovida na comunidade (vs. 1, 6-19);
5. Um povo consagrado que entende e experimenta a misericórdia divina se torna generoso no ofertar e dizimar a fim de honrar, preservar e avançar a obra de Deus na terra (vs. 6-16);
6. Aqueles que colocam o coração integralmente em Deus e em Sua obra vivem experiências que nunca viverão os indiferentes espirituais, os negligentes no estudo da Bíblia, e os ateus (vs. 3-4, 10, 21);
7. Quando há reavivamento e reforma espirituais os valores da sociedade são invertidos, altera-se o foco religioso da comunidade e prioriza-se mais a obra de Deus que o dinheiro (vs. 2-19);
8. Onde há reflorescimento espiritual o povo de Deus reflete uma vida tão atraente como um belo jardim em dias de primavera…
Deus é dono de tudo, Ele não precisa de nosso dinheiro. Ele quer mesmo é nosso coração; porém, quando Lhe entregamos completamente nosso coração, o bolso vai junto – do contrário, a entrega não foi completa.
Deus é dono de tudo, quando Lhe entregamos tudo (que é nada diante de tudo o que Ele tem), Ele compartilha conosco os Seus bens.
Atenção: Volte-se para Deus e viva uma experiência inigualável! – Heber Toth Armí



II CRÔNICAS 31 – #RPSP – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
12 de agosto de 2016, 0:30
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“… porque com fidelidade se houveram santamente com as coisas sagradas” (v. 18).


Acabando a Páscoa e toda aquela cerimônia de consagração de Israel, todos que participaram saíram a destruir todos os altares, estátuas e postes-ídolos que haviam em Judá, Benjamim, Efraim e Manassés (v. 1). Só depois cada um voltou para a sua casa. Ezequias restabeleceu os turnos dos sacerdotes e levitas no serviço da Casa do SENHOR (v. 2), dando primeiro ele mesmo a sua contribuição, segundo “a Lei do SENHOR” (v. 3) e ordenou ao povo que fizesse a mesma coisa, “para que pudessem dedicar-se à Lei do SENHOR” (v. 4). 

A mensagem que o capítulo de hoje traz é uma mensagem de fidelidade e de fé, ao contrário do que temos visto ultimamente na polêmica teoria da prosperidade. O verso cinco diz que os filhos de Israel levaram “as primícias… de todo produto do campo”, além dos dízimos em abundância. De tudo o que tinham, a primeira parte era dedicada ao SENHOR. E com isto “fizeram montões e montões” (v. 6). Era algo tão lindo a fidelidade do povo, que Ezequias e os príncipes “bendisseram ao SENHOR e ao Seu povo de Israel” (v. 8 ). Mas o mais incrível é que aqueles montões não eram tudo o que o povo havia levado, mas a grande quantidade que sobrava (v. 10). Que coisa linda! Que fidelidade!

A mensagem da mordomia cristã tem sido maculada por quem tem usado dela com ganância. Fazem comércio da Palavra de Deus e vendem “bênçãos” como se estivessem em uma feira livre, tornando a mensagem dos dízimos e das ofertas um apelo às carteiras e não aos corações. Tanto o dízimo quanto a oferta é uma prova de fidelidade para com o nosso Mantenedor. A devolução dos dízimos e das ofertas não tem a ver com receber bênçãos, mas com gratidão pelas bênçãos recebidas. Ezequias deu uma ordem e o povo assimilou como um privilégio. Não se iluda com homens que usam a Bíblia como um negócio, nem tampouco deixe de dar crédito à Palavra de Deus por causa deles. Dízimos e ofertas fazem parte da vida cristã, pois tem a ver com fidelidade e com fé, e não com avareza.

Vejam o que Pedro disse a respeito dos falsos mestres e falsos profetas em nossos dias: “também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias” (II Pedro 2:3). O dízimo, meus amados, como o próprio nome já diz, trata-se de 10% de nossa renda e não há percentual para a oferta, é algo voluntário, lembrando que “Deus ama a quem dá com alegria” (II Coríntios 9:7). Ou seja, desconfie quando usarem um púlpito para estipular valores ao que é um ato de adoração seu para com o seu SENHOR. 

Quando o povo de Deus compreende que dizimar e ofertar também são atos de adoração, os depósitos da Casa do SENHOR estarão sempre fartos “para com fidelidade distribuírem as porções a seus irmãos… tanto aos pequenos como aos grandes” (v. 15), “porque com fidelidade se houveram santamente com as coisas sagradas” (v. 18). 

Apesar de não ser um assunto benquisto, a fidelidade ao SENHOR com relação aos tesouros que Ele nos confiou tem sido o “calcanhar de Aquiles” de muitos. Com isso a causa do SENHOR tem sido negligenciada e a Sua Casa desprovida de recursos porque estes ainda não confiam na provisão divina. Roubam ao SENHOR e ainda perguntam: “Em que Te roubamos?” E o SENHOR mesmo responde: “Nos dízimos e nas ofertas” (Malaquias 3:8).

Oh, amados, não roubemos Aquele que nos dá o essencial todos os dias: a vida. 

A Igreja Adventista do Sétimo Dia, pela graça de Deus, possui um sistema considerado o mais organizado do mundo quando se trata de destinação aos dízimos e às ofertas. Os dízimos são direcionados para o pagamento dos pastores, que têm um salário fixo, e para a pregação do evangelho; e as ofertas são destinadas à manutenção da igreja e à assistência social. 

Mas independente do que os administradores façam com o dinheiro do SENHOR não cabe a nós julgar. A nossa parte é agir com fidelidade porque amamos ao SENHOR, queremos que a Sua obra avance e que Ele volte logo. Quanto aos que agem malignamente, “para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme” (II Pedro 2:3).

Que sejamos exemplo como Ezequias, fazendo o que é “bom, reto e verdadeiro perante o SENHOR” (v. 20), então tudo o que fizermos para Deus de todo o coração, prosperará (v. 21). Eis a verdadeira teoria da prosperidade!

Bom dia, fiéis do SENHOR!

Desafio do dia: seja fiel nos dízimos e nas ofertas. Não é seu, é do SENHOR! Provai e vede que Deus mesmo vai lhe “abrir as janelas do Céu… e derramar sobre você bênçãos sem medida” (Malaquias 3:10).

*Leiam #2Crônicas31

Rosana Garcia Barros




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