Reavivados por Sua Palavra


II CRÔNICAS 31 – #RPSP – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
12 de agosto de 2016, 0:30
Filed under: Sem categoria

“… porque com fidelidade se houveram santamente com as coisas sagradas” (v. 18).


Acabando a Páscoa e toda aquela cerimônia de consagração de Israel, todos que participaram saíram a destruir todos os altares, estátuas e postes-ídolos que haviam em Judá, Benjamim, Efraim e Manassés (v. 1). Só depois cada um voltou para a sua casa. Ezequias restabeleceu os turnos dos sacerdotes e levitas no serviço da Casa do SENHOR (v. 2), dando primeiro ele mesmo a sua contribuição, segundo “a Lei do SENHOR” (v. 3) e ordenou ao povo que fizesse a mesma coisa, “para que pudessem dedicar-se à Lei do SENHOR” (v. 4). 

A mensagem que o capítulo de hoje traz é uma mensagem de fidelidade e de fé, ao contrário do que temos visto ultimamente na polêmica teoria da prosperidade. O verso cinco diz que os filhos de Israel levaram “as primícias… de todo produto do campo”, além dos dízimos em abundância. De tudo o que tinham, a primeira parte era dedicada ao SENHOR. E com isto “fizeram montões e montões” (v. 6). Era algo tão lindo a fidelidade do povo, que Ezequias e os príncipes “bendisseram ao SENHOR e ao Seu povo de Israel” (v. 8 ). Mas o mais incrível é que aqueles montões não eram tudo o que o povo havia levado, mas a grande quantidade que sobrava (v. 10). Que coisa linda! Que fidelidade!

A mensagem da mordomia cristã tem sido maculada por quem tem usado dela com ganância. Fazem comércio da Palavra de Deus e vendem “bênçãos” como se estivessem em uma feira livre, tornando a mensagem dos dízimos e das ofertas um apelo às carteiras e não aos corações. Tanto o dízimo quanto a oferta é uma prova de fidelidade para com o nosso Mantenedor. A devolução dos dízimos e das ofertas não tem a ver com receber bênçãos, mas com gratidão pelas bênçãos recebidas. Ezequias deu uma ordem e o povo assimilou como um privilégio. Não se iluda com homens que usam a Bíblia como um negócio, nem tampouco deixe de dar crédito à Palavra de Deus por causa deles. Dízimos e ofertas fazem parte da vida cristã, pois tem a ver com fidelidade e com fé, e não com avareza.

Vejam o que Pedro disse a respeito dos falsos mestres e falsos profetas em nossos dias: “também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias” (II Pedro 2:3). O dízimo, meus amados, como o próprio nome já diz, trata-se de 10% de nossa renda e não há percentual para a oferta, é algo voluntário, lembrando que “Deus ama a quem dá com alegria” (II Coríntios 9:7). Ou seja, desconfie quando usarem um púlpito para estipular valores ao que é um ato de adoração seu para com o seu SENHOR. 

Quando o povo de Deus compreende que dizimar e ofertar também são atos de adoração, os depósitos da Casa do SENHOR estarão sempre fartos “para com fidelidade distribuírem as porções a seus irmãos… tanto aos pequenos como aos grandes” (v. 15), “porque com fidelidade se houveram santamente com as coisas sagradas” (v. 18). 

Apesar de não ser um assunto benquisto, a fidelidade ao SENHOR com relação aos tesouros que Ele nos confiou tem sido o “calcanhar de Aquiles” de muitos. Com isso a causa do SENHOR tem sido negligenciada e a Sua Casa desprovida de recursos porque estes ainda não confiam na provisão divina. Roubam ao SENHOR e ainda perguntam: “Em que Te roubamos?” E o SENHOR mesmo responde: “Nos dízimos e nas ofertas” (Malaquias 3:8).

Oh, amados, não roubemos Aquele que nos dá o essencial todos os dias: a vida. 

A Igreja Adventista do Sétimo Dia, pela graça de Deus, possui um sistema considerado o mais organizado do mundo quando se trata de destinação aos dízimos e às ofertas. Os dízimos são direcionados para o pagamento dos pastores, que têm um salário fixo, e para a pregação do evangelho; e as ofertas são destinadas à manutenção da igreja e à assistência social. 

Mas independente do que os administradores façam com o dinheiro do SENHOR não cabe a nós julgar. A nossa parte é agir com fidelidade porque amamos ao SENHOR, queremos que a Sua obra avance e que Ele volte logo. Quanto aos que agem malignamente, “para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme” (II Pedro 2:3).

Que sejamos exemplo como Ezequias, fazendo o que é “bom, reto e verdadeiro perante o SENHOR” (v. 20), então tudo o que fizermos para Deus de todo o coração, prosperará (v. 21). Eis a verdadeira teoria da prosperidade!

Bom dia, fiéis do SENHOR!

Desafio do dia: seja fiel nos dízimos e nas ofertas. Não é seu, é do SENHOR! Provai e vede que Deus mesmo vai lhe “abrir as janelas do Céu… e derramar sobre você bênçãos sem medida” (Malaquias 3:10).

*Leiam #2Crônicas31

Rosana Garcia Barros


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