Reavivados por Sua Palavra


I CRÔNICAS 24 – Comentário Pr Heber by Ivan Barros
7 de julho de 2016, 5:00
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A organização, as divisões e os números que Davi idealizou em I Crônicas 24 têm algumas coisas extremamente importantes para nos ensinar. O Texto fala da família sacerdotal e das atividades cúlticas no templo; o templo, que fora baseado no tabernáculo, era uma cópia do verdadeiro santuário que existia no Céu, o qual ilustra todo o sistema de salvação, desde o Éden até o fim do pecado. No verso 4 fala de 24 turnos sacerdotais para ministrarem no templo – 16 cabeças de famílias dos filhos de Eleazar, e 8 cabeças de famílias dos filhos de Itamar, esses turnos foram divididos em número de 24.000, os quais promoveriam a obra do Senhor (I Crônicas 23:4). Segundo D. L. Moody, esses 24 turnos “continuaram como base para o rodízio das obrigações sacerdotais até os tempos do Novo Testamento”. Cada turno tinha 1000 homens, era uma divisão extraordinária. Isso revela que quanto mais pessoas se ajudarem no trabalho de Deus, melhor sairá, mais impactante será, mais rápido avançará e logo será concluída a missão de Deus aqui na terra. Além da quantidade, o texto nos surpreende com a organização, com a qual revela o caráter de Deus e impacta ainda mais aqueles que ainda não se uniram ao povo que sabe adorar ao único Deus que é digno de louvor e adoração. Podemos reavivar o culto a Deus melhorando nosso serviço a Ele em quantidade, qualidade e organização. Ele merece o melhor!

Há pessoas que devem se responsabilizar pelas atividades do Templo, da Casa de Deus. Davi isso deixou claro para todo o povo e o escritor de Crônicas reforçou esse ensinamento. Cada um tinha sua função. Os descendentes de Arão detinham o encargo exclusivo de servir perante a arca (I Crônicas 24:19). Os descendentes de Eleazar e Itamar foram divididos em 24 ordens que ministravam no templo em turnos diferentes (vs. 1-19). A ordem de serviço aos restantes dos levitas foi determinada por sorteios, dando-se da mesma forma com os sacerdotes, porém apenes dentre os levitas (vs. 20-31). Servir a Deus em Seu sagrado templo era a função dos levitas no Antigo Testamento, agora Deus chama aos cristãos ao serviço; pois em Cristo todo verdadeiramente convertido se torna rei e sacerdote de Deus Pai (Apocalipse 1:5-6) tendo como Sumo Sacerdote a Jesus Cristo que ministra no Santuário Celestial (Hebreus 7:22-8:2). Inspirado pelo Espírito Santo, o apóstolo Pedro diz que a igreja, composta de pessoas restauradas, é atualmente o sacerdócio real (I Pedro 2:9) com a missão de anunciar ao mundo “as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz”. Você é especial para Deus e tem uma missão especial, não importa tua idade, gênero ou nacionalidade. Faça valer esse chamado, cumpra bem a tua missão, entregue-se ao trabalho missionário e leve muitas pessoas aos pés de Cristo!

O texto de I Crônicas 24 joga luz para a visão que João teve na ilha de Pátmos, em Apocalipse 4. João vê 24 anciãos assentados ao redor do trono de Deus Pai, no santuário celestial, exatamente na primeira parte, o lugar santo. Interessante que a Mishná – a qual são explicações judaicas sobre todas as ordens encontradas na Lei Escrita -, identifica os líderes, (príncipes) de cada um dos 24 turnos de sacerdotes em I Crônicas 24 de “anciãos” conforme João relata em Apocalipse 4. Em Apocalipse o número 24 é simbólico e João refere-se a eles como tendo vestiduras brancas, coroas de vitória, assentados em tronos, assegurando, assim, as promessas de Apocalipse 2:10; 3:5, 21. São pessoas que venceram o pecado e João as viu no Céu. Como assim? Pessoas no Céu?! Sim, pessoas que venceram o pecado e estão lá para garantir a nós e a todo o Universo que o sacrifício de Cristo foi válido e as promessas se cumprirão literalmente na vida dos que vencerem ainda hoje. 12 + 12 = 24. O número 12 representa o povo da aliança, o remanescente, os salvos de todo o Israel, o Israel do AT e do NT. Mateus fala desse grupo que ressuscitou com Cristo (Mateus 27:52-53), Paulo fala da ascensão desse grupo (Efésios 4:8) e João os contempla no Santuário Celestial servindo a Deus (Apocalipse 4). Eles são a garantia de Deus a nós de que Suas promessas são válidas, fieis e verdadeiras. Seja fiel você também e um dia você saberá quem foi com Jesus para o Céu.

(Heber Toth Armí)



I CRÔNICAS 24 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
7 de julho de 2016, 2:00
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“O ofício destes no seu ministério era entrar na Casa do SENHOR, segundo a maneira estabelecida por Arão, seu pai, como o SENHOR, Deus de Israel, lhe ordenara” (v. 19).
O sacerdócio era o maior ofício do templo. Arão e sua descendência foram escolhidos por Deus para “oficiarem como sacerdotes, a saber, Arão e seus filhos Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar” (Êxodo 28:2). Mas esta ordem de Deus foi questionada, e fez-se grande tumulto entre os filhos de Israel, a ponto do SENHOR ter que enviar uma praga para consumir toda a turba que contaminava o arraial com murmuração contra o ofício de Moisés e de Arão (Números 16:49). A praga só cessou quando estes líderes, tendo misericórdia do povo, por ele intercedeu (Números 16:46-47). Então o SENHOR propôs um teste entre os chefes das tribos de Israel: “O bordão do homem que Eu escolher, esse florescerá; assim, farei cessar de sobre Mim as murmurações que os filhos de Israel proferem contra vós” (Números 17:5). Já conhecemos a história. O bordão de Arão floresceu e dEle brotou flores e frutos, confirmando assim a eleição de Arão para o ministério sacerdotal. Tanto Arão, quanto todos os levitas, não teriam parte na herança da terra prometida. Mas a porção que lhes foi outorgada foi a maior de todas: “Eu [Deus] sou a tua porção e a tua herança no meio dos filhos de Israel” (Números 18:20). Estar oficiando perante a glória do SENHOR já era herança suficiente. Não havia maior privilégio do que este. O sumo sacerdote, em especial, era um símbolo do próprio Cristo. Arão fazia expiação pelos pecados de Israel e uma vez no ano, só ele poderia entrar no lugar Santíssimo para a purificação do santuário. Mas todos aqueles rituais, que consistiam em ordenanças, perderam o sentido quando o Cordeiro de Deus foi imolado: “aboliu, na Sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças” (Efésios 2:15). Ou seja, toda a ritualística do santuário perdeu o sentido, porque a sua finalidade era justamente a de apontar para o sacrifício de Cristo. Ele mesmo assumiu a posição de Arão, só que no Santuário Celeste: “Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote, como Este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus… como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o SENHOR erigiu, não o homem” (Hebreus 7:26 e 8:2). Portanto, o ofício de Arão e de seus filhos na Casa do SENHOR deveria ser realizado conforme Deus ordenou, porque prefigurava a obra da redenção e o plano da salvação em Cristo. Desde a cruz, não temos mais a necessidade de oferecer sacrifícios de animais, pois Jesus já se deu por sacrifício perfeito uma vez por todas (Hebreus 7:27). O convite que Cristo nos faz hoje é “Vinde a Mim” (Mateus 11:28) e “Segue-Me” (Mateus 9:9). Quando decidimos ir ao encontro do Salvador e conhecê-Lo, segui-Lo será uma consequência: “Ele se levantou e, deixando tudo, O seguiu” (Lucas 5:28). O discípulo de Cristo carrega consigo a imagem e a semelhança de seu Mestre. E esta é a forma de descobrir um verdadeiro discípulo de Cristo: “Nisto conhecerão TODOS que sois Meus discípulos: se tiverdes AMOR uns aos outros” (João 13:35). Eis o nosso ofício atual: AMAR! I Coríntios 13 não se trata de uma poesia, amados. Não é um surto poético de Paulo. É a discrição perfeita do dom perfeito, que é o AMOR. Nós podemos pregar em diversos idiomas. Podemos ter a mensagem mais tocante. Podemos dar tudo o que temos aos pobres. Podemos até dar a própria vida. Mas, sem amor, “nada disso me aproveitará” (1 Coríntios 13:3). Seguir a Jesus e ser Seu discípulo é viver a linguagem do amor. Assim como foi estabelecido a Arão que seguisse as ordens do SENHOR no serviço do tabernáculo, Cristo também nos deixou uma ordem bem clara: “Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros” (João 15:17). Não foi à toa que Jesus, antes de revelar aos discípulos o ponto culminante que antecederia a Sua volta, que é a pregação do evangelho, enfatiza que o amor se esfriaria de quase todos. Mas logo em seguida, Ele diz: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mateus 24:13). Perseverar em que, meus amados? Em AMAR! Aqueles que conservarem o amor serão verdadeiramente luz do mundo e sal da terra, fazendo a diferença entre as trevas do desamor. Repito: o nosso ofício consiste em AMAR! Por isso, pregue, cante, seja solidário, sorria, mas, acima de tudo, AME! E esse amor o salvará e salvará a muitos!
Bom dia, amados discípulos do Amor (I João 4:8)!
*Leiam #1Crônicas24
Rosana Garcia Barros



I CRÔNICAS 24 by jquimelli
7 de julho de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Os sacerdotes e levitas viviam espalhados pelo país, nas cidades designadas a eles. A fim de participarem nos serviços do tabernáculo tinham que viajar uma certa distância e para isso precisavam saber com antecedência em que data os seus préstimos seriam necessários.

Para definir quem iria trabalhar com quem e quando isto ocorreria, em primeiro lugar foram montadas as equipes de trabalho. Zadoque e Aimeleque, os dois sacerdotes principais, organizaram vinte e quatro equipes de sacerdotes tendo como base os grupos de famílias. Cada pessoa trabalharia com seus parentes mais próximos sob a coordenação do patriarca da família.

A seguir, a escala de serviço foi definida por meio de um sorteio realizado na presença do rei Davi, do líderes da nação e dos representantes de todas as famílias envolvidas. A maneira transparente e imparcial com que a escala foi montada contribuiu para que cada sacerdote se sentisse valorizado.

A escala de trabalho dos levitas também foi definida por sorteio. Desse modo ninguém se sentiu favorecido ou excluído e todos foram motivados a dar a melhor contribuição possível, independente de ter sido escalado para trabalhar em dias de festividade nacional ou em dia comuns.

A maneira como os sacerdotes e levitas foram escalados para trabalhar aponta para o fato de que Deus não tem favoritos. Ele valoriza a todos e trata a todos igualmente. Nós, como seus seguidores, devemos também estimular o companheirismo e a cooperação entre as pessoas.

Pai nosso, ajude-me a tratar aqueles que me cercam com a mesma consideração com que Você me trata.

 

Jobson Santos

UNASP

Texto em português gentilmente concedido pelo autor
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-cronicas/1cr-capitulo-24/


I CRÔNICAS 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
7 de julho de 2016, 0:50
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1-2 O relato segue a divisão tradicional dos filhos de Arão (cf. 6.3; Ex 6.23; Nm 3.2-4). Os descendentes de Eleazar e de Itamar eram os únicos que serviam como sacerdotes (6.1; Lv 10.1-3) (Bíblia de Genebra).

1-31 O capítulo continua o relato das listas levíticas, com foco especial na linhagem de Aarão. Vinte e quatro divisões de sacerdotes no santuário foram introduzidas por Davi (Andrews Study Bible).

1 Foram divididos em 24 turnos cabendo 15 dias anuais para cada um. Tinham também de estar prontos para as grandes festas, durante as quais, aliás, os sacerdotes se congregavam em Jerusalém. Visto que no calendário judaico o ano tem 13 meses, o período de prestação de serviços não caía na mesma data (época) de cada ano  (Bíblia Shedd).

morreram perante seu pai. Os dois filhos mais velhos de Aarão morreram porque cometeram sacrilégio no tabernáculo (Lev. 10:1-2).

Eleazar. Os filhos de Levi e Aarão foram listados consistentemente ordenados pela idade. Itamar, o irmão de Eleazar também servia no tabernáculo neste tempo (Andrews Study Bible).

dezesseis […] oito. 24 divisões, ao total, foram selecionadas por sortes. […] Os nomes da primeira, segunda, quarta, nona e 24ª divisões foram achados num rolo do mar Morto da quarta caverna em Qumran (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Repartiram-nos por sortes. O lançamento de sortes em conformidade com os padrões revelados tinha por desígnio assegurar que as decisões fossem feitas de acordo com a orientação divina e não segundo os preconceitos humanos (Pv 16.33; Lc 1.8-9; At 1.26) (Bíblia de Genebra).

Jeoiaribe. O pai dos Macabeus (Matatias) pertencia ao turno de Jeoiaribe (cf 1Macabeus 2.1) (Bíblia de Genebra). [NC: Não obstante os livros de Macabeus não pertencerem ao cânon hebraico do VT, eles reúnem importantes informações históricas a respeito dos judeus no período intestamentário.]

10 Abias. O pai de João Batista (Zacarias) pertencia ao turno de Abias (Lc 1.5) (Bíblia de Genebra).

15 Hezir. A divisão pertencente à família de Hezir destacou-se no período intertestamentário; o nome aparece num dos túmulos grandes no vale do Cedrom, a leste de Jerusalém (Bíblia de Estudo NVI Vida).

31 como a seus irmãos menores. O tratamento igual para com todas as famílias foi um modelo a ser seguido durante o período que se seguiu ao exílio na Babilônia (24.5, nota). Talvez estivesse havendo uma controvérsia que requeresse a ênfase sobre o tratamento justo (Bíblia de Genebra).




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