Reavivados por Sua Palavra


I CRÔNICAS 25 by Jeferson Quimelli
8 de julho de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Davi gostava de música e se interessava pessoalmente pelo ministério dos cantores e instrumentistas. Dos trinta e oito mil levitas existentes em seus dias, quatro mil foram separados para louvar ao Senhor com instrumentos musicais (1 Crônicas 23:5) e 288 foram escolhidos para cantores no templo (1 Crônicas 23:7).

A fim de desempenhar os seus papéis sagrados na adoração pública, os cantores precisavam estar sob a direção do Espírito Santo. Daí ser dito que foram escolhidos “para o ministério de profetizar ao som de harpas, liras e címbalos” (1 Crônicas 25:1, NVI). A eles cabia comporem e cantarem hinos que levassem o povo para mais perto de Deus.

Os cantores foram escolhidos entre os descendentes de Asafe, Hemã e Jedutum. Estes três homens eram videntes do rei, ou seja, atuavam como seus conselheiros (conforme 1 Crônicas 23:5, 2 Crônicas 29:30 e 35:15). Asafe, Hemã e Jedutum coordenavam os vinte e quatro grupos de cantores, liderados por seus filhos.

Os músicos profissionais que serviam no templo pertenciam aos Levitas. Isto significa que eles eram sustentados com os recursos do dízimo e com as dádivas trazidas pelos adoradores. Esta permanente provisão financeira permitia que eles se dedicassem  integralmente a sua nobre função e resultava num serviço de qualidade. Suas composições musicais não priorizavam satisfazer o gosto popular, mas, sobretudo, agradar a Deus.

Abençoados sejam os músicos, que através dos seus talentos e de sua fidelidade ao Senhor tornam a nossa caminhada espiritual mais alegre e significativa.

Embora nem todos sejamos músicos profissionais, todos somos convidados a louvar ao Senhor e darmos glória a Ele através da nossa maneira de viver!

Senhor, reavive os louvores no meio do Seu povo, pela inspiração do Seu Espírito.

 

Pastor Jobson Santos

UNASP

 

Texto em português gentilmente concedido pelo autor
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-cronicas/1cr-capitulo-25/


I CRÔNICAS 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de julho de 2016, 0:50
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1-31 A lista dos instrumentistas e cantores é colocado logo após os levitas, refletindo a relação entre suas atividades no serviços do santuário (Andrews Study Bible).

O cap. 25 alista as 24 classes de cantores. Esses músicos formavam um grupo importante e desempenhavam um papel significativo nos serviços do templo (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 196).

profetizarem com harpas. A assim chamada “profecia levítica” era inspirada em música e tinha foco em louvores a Deus no Seu sagrado santuário. Outras passagens bíblicas que relacionam música com profetizar são 1Sm e 2Rs 3.15. Hemã, um dos três chefes da música, é chamado “o vidente do rei”, um título normalmente aplicado a um profeta (Andrews Study Bible).

Muitos dos salmos ou cânticos foram compostos por profetas e são de natureza profética, como alguns dos de Davi, e seu canto visava à edificação do povo de Deus, bem como a Sua glória (ver 1Sm 10.5). Esses salmos foram escritos em forma poética (Bíblia Shedd).

seis. Apenas cinco nomes são alistados aqui. A lista nos v. 9 a 31 sugere que o nome que falta é Simei, do v. 17. A LXX [Septuaginta, versão grega do VT] inclui o nome de Simei, colocando-o como o quarto nome da lista (CBASD, vol. 3, p. 196).

Hananias. A partir do sexto filho, Hananias, os nomes traduzidos do hebraico formam a seguinte oração de Hemã sobre sua obra como cantor: Sê gracioso, Senhor, Sê gracioso comigo; Meu Deus, a Ti; Tenho orado; e Exaltado pedindo auxílio; Embora exaltado sozinho; Tenho proclamado; O Altíssimo; Visões. Deus deu a Hemã esses filhos, e este piedoso servo do Senhor deu a sesu meninos esses nomes, compondo uma mensagem. Cria que Deus o abençoaria de forma a completar a sentença formada com os nomes de seus filhos (Bíblia Shedd).

cujo [de Hemã] poder Deus exaltou. Uma metáfora hebraica bem conhecida que significa exaltar uma pessoa ou aumentar seu poder (ver 1Sm 2:10; Sl 89:17; 92:10). Portanto, o significado, neste caso, parece ser que o Senhor tinha exaltado Hemã ao dar-lhe 14 filhos e três filhas (CBASD, vol. 3, p. 196).

Ter muitos filhos é sinal da bênção divina (v. Jó 1.2; 42.13). No caso de Hemã, esse fato é especialmente aplicado como consequência das promessas que Deus fizera de torná-lo poderoso. V. 3.1-9; 14.2-7; 26.4,5; 2Cr 11.18-21; 13.21; 21.2; 24.3 (Bíblia de Estudo NVI Vida).

duzentos e oitenta e oito. Este número é 24×12; assim, os 24 “filhos” de Asafe, Jedutum e Hemã, alistados nos v. 2 a 4, devem ter sido músicos dirigentes, cada qual tinha consigo 11 músicos associados. Os 24 líderes devem ter acompanhado com música instrumental o coral que dirigiam (CBASD, vol. 3, p. 196).

deitaram sortes. As sortes foram lançadas a fim de determinar a ordem dos turnos de cada um dos 24 grupos de músicos para a realização dos serviços correspondentes (CBASD, vol. 3, p. 196).

17 Simei. O sistema explicado no v. 9 sugere que este é o nome que falta no v. 3 (CBASD, vol. 3, p. 196).



I CRÔNICAS 25 – Comentário Pr Heber by Ivan Barros
8 de julho de 2016, 0:45
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A música exercia e deve ainda exercer influência tão grandiosa na adoração ao Deus do Universo a ponto de impactar os ouvintes. Em I Crônicas 25 nos é apresentado os responsáveis pela música, a organização do louvor. A música na verdade deve ser o centro de toda adoração elevada a Deus. Porém, não deve ser qualquer música e nem de qualquer jeito! A adoração não deve ser desorganizada, sem preparação ou improvisada. Além disso, há muita tradição na música e pouquíssima adoração. Um grande número de pessoas assiste aos cultos sem experimentarem o significado da verdadeira adoração ao verdadeiro Deus. As normas de um culto que as pessoas aprendem ao se unirem à uma determinada igreja, servem de diretrizes, seguindo as tradições como sendo as normas para determinar a adoração de outras pessoas. Outros podem nunca ter parado para pensar que cochilos, irreverência e cochichos têm sido muito comuns nos cultos devido a que tais pessoas estão completamente deslocadas e desfocadas na igreja e nem percebem que tais atitudes são um insulto à adoração a Deus. Enquanto alguns cultos se parecem com shows de tão agitados outros se parecem com velórios de tão parados. Precisamos urgentemente olhar para I Crônicas 25 e equilibrar nossa adoração a Deus pelas lentes das Sagradas letras inspiradas pelo Espírito Santo e não pelo espírito humano. Reavivamento espiritual passa pela reforma na adoração!

Quando o culto não é correto e realmente de adoração a Deus, jamais será possível desejar que os participantes do culto se retirem da igreja convictos de terem estado na presença do santo e soberano Deus. É certo que uma das causas de não sentir a presença de Deus no culto está na falha de quem busca, O busca inapropriadamente, ou seja, de forma errada; resultando, assim, num desleixo, descuido e irreverência na adoração. Quem não adora a Deus individualmente revelará sua frieza na adoração pública. Quem não tem um encontro diário e particular com Deus jamais o terá publicamente. Quem não tem prazer na adoração diária na semana, não terá satisfação na adoração coletiva no culto de final de semana. O santuário ou o templo eram cópia do Santuário Celestial; o sacerdócio e os serviços cúlticos no templo terrestre eram típicos do celestial, revelando assim que, qualquer coisa que fizermos em relação a Deus não deve ser imitação das coisas terrestres, mundana, mas das coisas celestiais, espirituais. Qualquer imitação do que é produzido no mundo não é aceito no Céu. Se existe uma lição importantíssima em I Crônicas 25 que devemos praticar é: Prestar atenção em nossa adoração a Deus a fim de que ela seja aceita por Ele; do contrário, seremos rejeitados por Ele – estaremos trilhando o caminho de Caim! Devemos aprender com Davi a adorar a Deus verdadeiramente em espírito e em verdade! Faça isso todos os dias!

Há uma semelhança em I Crônicas 25 com Apocalipse 5. Em Apocalipse fala de 24 anciãos no Céu e em I Crônicas fala de 24 grupos de músicos. Em Apocalipse os anciãos tocam suas harpas e em I Crônicas os músicos tem suas harpas para adorar a Deus no templo. Ambos adoram a Deus tocando constantemente as suas harpas. Os serviços dos anciãos em Apocalipse tem uma réplica em I Crônicas para mostrar-nos que aqueles que se aproximam de Deus não fazem outra coisa a não ser adorá-lO e servi-lO de todo coração o tempo todo. Se em I Crônicas é formado na terra o primeiro maior coral de adoração ao Deus do Universo, em Apocalipse 5 é revelado o maior espetáculo musical da História Universal, mas no Céu. Entre esses dois pontos estamos nós, desde a terra sobem nossos altos louvores e se unem com o louvor dos anjos até o dia em que estaremos diretamente na presença de Deus no Céu. Enquanto isso vamos ensaiando aqui neste mundo para cantarmos a Deus lá no Céu. Vamos experimentando o poder de Deus, confiando nEle a fim de um dia celebremos com todos os salvos juntos no Céu a vitória concedida por Cristo na cruz. Não abaixe a cabeça, erga a voz em louvor e adoração a Deus! Ensaie celebrar tua vitória desde agora!

(Heber Toth Armí)



I  CRÔNICAS 25 – #RPSP – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
8 de julho de 2016, 0:45
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“O número deles, juntamente com seus irmãos instruídos no canto do SENHOR, todos eles mestres, era de duzentos e oitenta e oito” (v. 7).
O capítulo de hoje nos deixa bem claro que o serviço musical na igreja faz parte da adoração e não pode ser negligenciado, nem tampouco desleixado. O SENHOR designou cantores que a Bíblia afirma serem uma espécie de músicos profetas (v. 1). A organização dos cantores levitas era feita por famílias. Mas, o mais interessante é o que encontramos ao final da maioria dos versos: o número doze. Esse número, sem dúvida alguma, tem algo de especial. As doze tribos de Israel, os doze discípulos de Cristo, as doze portas de pérola da Cidade Santa (Apocalipse 21:21), as doze pedras preciosas que compõem os fundamentos da muralha da Cidade Santa (Apocalipse 21:19-20), os doze frutos da árvore da vida (Apocalipse 22:2). Enfim, doze tem a ver com povo separado para Deus e, certamente, tem a ver também com salvação.  A música no tabernáculo era algo tão solene, tão importante e tão sagrado, que até a quantidade deveria manifestar a aprovação do SENHOR no quesito separados para o ministério (v. 1), e no quesito separados para a salvação. Tanto o serviço, quanto a vida dos cantores, deveria ser um vislumbre do Céu. Pequenos e grandes, mestres e discípulos (v. 8) envolvidos no sagrado ministério de louvar “em ações de graças e louvores ao SENHOR” (v. 3).  Diante do trono de Deus, serafins O louvam de dia e de noite, sem descanso, “proclamando: Santo, Santo, Santo é o SENHOR Deus, o Todo-Poderoso, Aquele que era, que é e que há de vir” (Apocalipse 4:8). Da mesma forma, os cantores eram divididos em turnos, para que não cessasse o louvor na Casa de Deus. Assim como tudo que diz respeito à adoração ao Deus vivo, “o canto da Casa do SENHOR” (v. 6) é santo, é sagrado e faz parte integrante da adoração. Os momentos de louvor, meus amados, não são distração até que a igreja esteja cheia; não são momentos de colocar a conversa em dia com o irmão que está ao lado; não são apresentações musicais; mas são preciosos momentos de adoração ao SENHOR Deus, Todo-Poderoso! Quando adentramos às portas da Casa de Deus, nossas vozes devem se unir a dos anjos que não se cansam de proclamar a santidade do SENHOR. A nossa vida também deve ser um constante louvor em ação de graças Aquele que é digno de todo louvor e de toda adoração! 

Se o SENHOR lhe instruiu para o louvor, não apenas cante, mas VIVA para o Seu louvor! Se você acha que não foi agraciado por esse dom, permita que Deus faça da sua vida um canto de adoração a Ele! Fazendo assim, uma coisa é certa: Deus lhe separará para a salvação!
Bom dia, separados para o louvor eterno!
*Leiam #1Crônicas25
Rosana Garcia Barros




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