Reavivados por Sua Palavra


I CRÔNICAS 17 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
30 de junho de 2016, 18:01
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I CRÔNICAS 17 – Adoração sem alegria soará como serviços fúnebres. É claro que Jesus, o Emanuel, o Filho de Deus, perfeito e sem pecado, morreu injustamente. Contudo, Ele ressuscitou. Ele venceu a morte para dar-nos vida. Assim temos o maior dos motivos para adorar e cultuar com alegria.

Mesmo antes de Jesus morrer na cruz, a alegria deveria caracterizar a religião judaica. Mesmo após 70 anos de cativeiro em Babilônia e ao retornar a Jerusalém sem o esplendoroso Templo de Salomão, a satisfação deveria tomar conta do coração em cada ato de adoração.

Comentando sobre Crônicas, Richard Pratt Jr. destaca que, a parte iniciada no capítulo em foco (17:1-29:25) é a “terceira e mais importante parte do reinado de Davi [e] apresenta o ponto alto de sua vida, segundo o ponto de vista do cronista. Tendo registrado a alegria resultante do amplo apoio à dinastia de Davi (ver 9.35-12-40), bem como a celebração pela presença da arca em Jerusalém (ver 13.1-16.43), o cronista em seguida volta à parte mais ampla e mais importante do reinado de Davi (17.1-29-30). Aqui Davi trouxe alegria indizível a Israel ao fazer os preparativos para a construção do templo por Salomão”.

• Deus é grande, merece respeito. Deus é bom, merece adoração. Deus é misericordioso, merece louvor (v. 20).

Observe estes pontos:

• Precisamos priorizar Deus, fazer o melhor para Ele com ânimo e alegria. Em nossos planos, Deus deve estar em primeiro lugar (vs. 1-2);
• Precisamos saber ouvir o “não” de Deus com alegria como quando ouvimos o Seu “sim”. Mesmo que o profeta volte atrás no que havia aprovado não devemos nos sentir frustrados (vs. 3-15);
• Precisamos aprender a ser gratos a Deus quando Ele aborta planos que consideramos nobres, importantes e corretos. A alegria de fazer a vontade divina deve ser maior que a frustração quando Deus não aprova nossas intenções (vs. 16-27).

“Embora Davi esteja proibido de construir uma casa para Deus, Deus vai construir uma casa para Davi (v. 10). Ou seja, Ele vai prover uma linhagem de descendentes cuja tarefa será pastorear Israel” (J. Keir Howard).

O foco desta promessa é o Messias. Só através de Cristo as promessas são cumpridas. Comprometa-se com Ele e serás feliz! Assim, alegria reinará na adoração, independente da situação! – Heber Toth Armí.



I CRÔNICAS 17 Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
30 de junho de 2016, 1:30
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“Sê, pois, agora, servido de abençoar a casa de teu servo, a fim de permanecer para sempre diante de Ti, pois Tu, ó SENHOR, a abençoaste, e abençoada será para sempre” (v. 27).
Davi já habitava “em sua própria casa” (v. 1) quando expressou ao profeta Natã a sua angústia: “Eis que moro em casa de cedros, mas a arca da Aliança do SENHOR se acha numa tenda” (v. 1). Como ele poderia morar em uma linda casa, enquanto a Casa do SENHOR não passava de uma tenda? O maior desejo do homem segundo o coração de Deus era o de erigir um suntuoso templo ao Deus vivo. E ele foi incentivado pelo profeta Natã a fazer isso: “Faze tudo quanto está no teu coração, porque Deus é contigo” (v. 2). Davi tinha as melhores intenções, mas essas não estavam de acordo com a vontade de Deus. Não seria por meio dele que o templo seria construído, mas por seu filho e sucessor, Salomão. Muitas vezes temos as melhores intenções possíveis em realizar a obra do SENHOR, mas esquecemos de perguntar ao SENHOR da obra se realmente estamos no caminho certo. Quando estudamos II Samuel 7, vimos que Davi não foi o escolhido por Deus para construir o templo, e sim para dar início a uma dinastia que daria origem ao Rei dos reis, Jesus Cristo. 
Nós não podemos confundir bênção com permissão. Ainda que estejamos debaixo da bênção do SENHOR, isso não nos autoriza a fazer tudo o que desejamos, ainda que tenha a ver com o serviço cristão. Agir dessa forma acaba gerando resultados insatisfatórios e causando decepções que poderiam ser evitadas simplesmente se fizéssemos o que estudamos essa semana: antes da ação, vem a oração. Tenho aprendido a viver dessa forma, e posso lhes garantir: vale muito a pena! É tão maravilhoso que você pedirá a Deus todos os dias para nunca mais voltar a fazer qualquer coisa sem antes pedir a Sua orientação! Afinal, Cristo mesmo disse: “porque sem Mim NADA PODEIS FAZER” (João 15:5). Nem tudo o que desejamos fazer de coração tem a aprovação do coração de Deus! Davi queria fazer algo maravilhoso, mas sem a bênção de Deus, não passaria de uma construção sem serventia. E sabem o que é mais lindo? Esse diálogo entre o SENHOR e Davi. A intimidade que havia entre Davi e Deus pode ser claramente vista todas as vezes que ele expressa a sua gratidão. Ele mesmo escreveu: “A intimidade do SENHOR é para os que O temem, aos quais Ele dará a conhecer a Sua aliança” (Salmo 25:14). Deus realmente deu a conhecer a Davi a Sua aliança, com ele e com a sua descendência: “de maneira que também falaste a respeito da casa de teu servo para tempos distantes” (v. 17). Os salmos que compôs são verdadeiras orações cantadas. Davi não escondia suas intenções, nem tampouco fingia ser o que não era. Por isso que com ousadia, disse ao SENHOR: “Pois Tu conheces bem teu servo” (v. 18). Mas também com humildade se fez o menor dentre todos: “Quem sou eu, SENHOR Deus, e qual é a minha casa, para que me tenhas trazido até aqui?” (v. 16). Ele mesmo confessou: “que é o homem, que dele Te lembres?” (Salmo 8:4). Contudo, Deus tem prazer em abençoar Seus filhos e torná-los bem-sucedidos onde quer que andem (v. 08). E a bem-aventurança de Davi seria perpetuada por meio do Filho de Davi. Competia a Davi fazer preparativos para a construção do templo, entretanto, não lhe competia edificá-lo. De uma coisa, porém, ele poderia ter certeza: o SENHOR o amava com amor eterno (v. 27)! 

O felizes para sempre existe, meus amados. Não é apenas uma frase de contos infantis. É uma promessa de Deus para “todo aquele que nEle crê” (João 3:16). O que Davi conquistou com guerras foram despojos de dor. As guerras que Deus venceu por ele foram milagres do amor. Amor de um Deus que escolhe esquecer os nossos pecados, e os lançar no fundo do mar (Miquéias 7:19). Se você nunca experimentou a intimidade do SENHOR, meu irmão, não perca mais tempo! Busque agora mesmo um lugar onde possa conversar com Aquele que deseja ser o seu melhor Amigo, continue sendo reavivado pela Palavra, e, certamente, muito em breve, ouvirás: “o confirmarei na Minha casa e no Meu reino para sempre” (v. 14).

Bom dia, amigos do SENHOR!

*Leiam #1Crônicas17

Rosana Garcia Barros



I CRÔNICAS 17 by jquimelli
30 de junho de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Após levar a Arca para Jerusalém, Davi começou a pensar no que mais poderia fazer em prol da causa de Deus. Em suas reflexões, ele concluiu que seria bom construir um lugar permanente para abrigar a Arca da Aliança.

Davi falou acerca do seu plano ao profeta Natã e este gostou. Deus, porém, mandou Natã dizer ao rei que Davi não deveria empreender aquela construção.

Embora não lhe tenha permitido construir o templo, a mensagem de Deus encheu Davi de valor próprio. Fez com que ele se sentisse especial pelo que Deus já havia feito na vida dele e pelo que iria fazer.

Em resumo, Deus disse a Davi: como você intentou construir uma casa para mim, eu construirei a sua casa, ou seja, o seu reinado e dos seus descendentes.

Quando nos interessamos pelos sonhos de Deus, Deus trabalha para realizar os nossos mais acalentados sonhos. Como diz a Palavra: “Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração” (Salmo 37:5).

Uma das grandes preocupações de qualquer monarca, nos dias de Davi, era com respeito a sua integridade física e a de seus descendentes. Emboscadas e traições eram comuns. Deus garantiu a Davi que um de seus filhos o haveria de suceder e que não lhe faltariam descendentes para ocupar o trono de Israel.

Mesmo que os descendentes de Davi tenham falhado em sua obediência a Deus, a dinastia de Davi foi perpetuada por intermédio de Cristo, seu descendente de sangue.

Davi ficou emocionado em ser objeto de promessas tão amorosas da parte de Deus. Ele compreendeu que por detrás da mensagem recebida estava a sabedoria de um Deus que conhece todas as coisas e trabalha intensamente para proteger e abençoar os seus filhos.

Muitas vezes desejamos ardentemente uma coisa que não será o melhor para nós e nossos queridos. Fazemos bem quando recebemos de bom grado as orientações de Deus.

Senhor, ensina-me a ver os Teus ensinamentos como expressões do Teu imenso amor e cuidado por mim!

Pr Jobson Santos
UNASP

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/1ch/17 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/17
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/04/06/
Versão em português gentilmente cedida pelo autor
Texto bíblico: I Crônicas 17
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/33 e https://credeemseusprofetas.org/



I Crônicas 16 by jquimelli
29 de junho de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

A chegada da Arca a Jerusalém foi uma ocasião de grande regozijo. O rei havia solicitado que os levitas preparassem músicas especiais para serem cantadas pelo povo e apresentadas pelo coral de levitas. Diferentes instrumentos musicais foram utilizados conferindo a reunião uma atmosfera festiva.

Músicos de tempo integral foram escolhidos para se dedicarem ao louvor e a adoração a Deus, perante a arca do Senhor. As três principais atividades desenvolvidas por eles eram as petições, agradecimentos e louvores.

Para a celebração nada foi esquecido. Cada participante recebeu um lanche constituido de um pão, um bolo de tâmaras e um bolo de uvas passas, comidas típicas da região. Uma refeição simples, nutritiva e saborosa.

Um poema foi composto especialmente para a ocasião (1 Crônicas 16:8-36). Os versos convidam o povo a alegrar-se na presença de Deus pelo que Ele é e pelo que ele faz. O poema retrata a Deus como alguém forte, ativamente envolvido em defender e proteger o seu povo. Os adoradores são convidados a refletir no caráter de Deus: “Rendam graças ao Senhor, pois ele é bom; o seu amor dura para sempre” (verso 34).

Após o culto de adoração, o rei abençoou o povo e então “voltou para casa para abençoar sua família” (verso 43). Estas palavras nos lembram que tão importantes quanto nossas obrigações públicas são os nossos deveres para com os nossos familiares. A melhor adoração é aquela que nos transforma em melhores pais e cidadãos.

Que privilégio participar de um culto de adoração como este! Os adoradores retornaram para seus lares cheios de alegria e confiança em Deus.

Senhor, ensina-me a Te adorar na beleza da Tua santidade!

Pr Jobson Santos
UNASP

 

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Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/16
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/04/04/
Versão em português gentilmente cedida pelo autor
Texto bíblico: I Crônicas 16
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
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I CRÔNICAS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
29 de junho de 2016, 0:50
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1-43 Após a arca ter sido colocada na tenda [tabernáculo] a adoração, se inicia a adoração habitual do santuário com a cação de gratidão de Davi, que é uma composição [medley] de partes dos Salmos 96, 105 e 106 (Andrews Study Bible).

7 Este versículo assinala o início do coro levítico, que logo se tornou tão importante na adoração pública dos hebreus (Bíblia Shedd).

11 Buscai ao Senhor. Uma maneira comum de se referir ao ato de adoração (Andrews Study Bible).

16 Abraão. A parte histórica desta canção destaca as promessas feitas a Abraão, as quais mostram a fidelidade de Deus na história do povo escolhido (Andrews Study Bible).

O emprego do longo trecho histórico [em 8-22] do Salmo 105, que ressalta as promessas que Deus fez para Abraão seria especialmente relevante para os leitores pós-exílicos do cronista, para os quais a fidelidade de Deus era uma realidade renovada ao voltarem para a terra. A citação do Sl 106 [em 34-36] também seria de relevância imediata aos leitores de Crônicas, que tinham sido reunidos e livrados das nações (v. 35) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

36 Amém. Uma palavra hebraica comumente utilizada ao final de uma oração. Significa “Que assim seja!” (Andrews Study Bible).

Uma resposta positiva da parte da congregação (Bíblia Shedd).

37-43 Arca da Aliança. O antigo tabernáculo do deserto estava agora dividido. A arca estava em Jerusalém, enquanto o altar de bronze, pelo menos e, provavelmente, também os vasos do Santo Lugar (Êx 25.23-40; 37.10-25; 40.22-27) estavam sendo usados para a adoração em Gibeom. Asafe e os cantores estavam com a arca em Jerusalém (1Cr 16.37), Zadoque e os outros sacerdotes ministravam perante o tabernáculo em Gibeom (1Cr 16.39-42). Essa condição continuou até que o novo Templo foi edificado, no reinado de Salomão (Bíblia Shedd).

40 O altar das ofertas queimadas (Êx 27.1-8) permaneceu em Gibeom, com o tabernáculo (2Cr 1.3-5). Davi deve ter erigido um novo altar para sacrifícios, em Jerusalém (16.1). Os sacrifícios ordenados pela lei, segundo parece, eram oferecidos em Gibeom. As ofertas voluntárias adicionais talvez fossem oferecidas em Jerusalém, perante a arca (Bíblia Shedd).

 

Publicado originalmente em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/04/05/



I CRÔNICAS 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
29 de junho de 2016, 0:45
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I CRÔNICAS 16 – Olhar no retrovisor da história ajuda-nos a seguir em frente na direção certa rumo ao futuro. Rever a história reavaliando tudo com base na Bíblia pode encher nossa vida de alegria e satisfação.

Israel retornara do exílio; em Babilônia permanecera 70 anos no “cantinho da disciplina”. Agora, de volta a Jerusalém, o cronista relembra fatos importantes enfatizando princípios corretos que devem nortear a conduta no presente. Neste capítulo a festividade revela a emoção indescritível que toma conta do povo que inclina-se a seguir à risca instruções bíblicas.

1. A arca transportada conforme orientado por Deus chegou com sucesso a Jerusalém e foi colocada numa tenda devidamente preparada. No passado, Davi aprendera uma lição com grande amargura, vendo a morte fulminante de Uzá. Agora, o povo precisava respeitar as coisas sagradas sem que alguém fosse fulminado. O mesmo aplica-se a nós hoje (vs. 1-6).

2. A adoração genuína deve ser repleta de alegria. Músicas e canções são expressões entusiásticas e efusivas da alegria que reina no coração daquele que faz sincera e perseverantemente a pura vontade de Deus. Como Davi louvou ao Senhor no passado, o povo no presente também deve louvá-Lo motivado pela gratidão (vs. 7-36).

3. Deve haver cuidados reverentes no serviço sacro – isso inclui organização e ordem. Davi havia nomeado os que ministram diante da arca, os porteiros do templo, os responsáveis pelos sacrifícios e, os encarregados da música. Princípio: Cada pessoa deve responsabilizar-se pelo que foi nomeada a fazer na casa de Deus (vs. 37-43).

A alegria do passado deveria encher o coração do povo restaurado do cativeiro (v. 3). Maior alegria deveria tomar conta de nós que entendemos que Jesus morreu para libertar-nos da escravidão do pecado.

• Deus deve ser sempre celebrado e festejado com alegria.

Focando o louvor e adoração, “o cronista listou alguns dos instrumentos específicos tocados por levitas diferentes. Ele mencionou instrumentos de cordas (liras, harpas) (16.5), percussão (címbalos) (16.5b) e instrumentos de sopro (trombetas) (16.6). Seu interesse nesses detalhes provavelmente reflete sua preocupação a que a adoração pós-exílica seguisse as práticas semelhantes. Esses deveres tinham de ser realizados diante da arca da aliança” (Richard Pratt Jr).

Tudo deve ser feito conforme está escrito nas instruções reveladas por Deus (v. 40). Reavivamo-nos na Palavra! – Heber Toth Armí.



I CRÔNICAS 16 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
29 de junho de 2016, 0:30
Filed under: adoração, alegria, gratidão

“Rendei graças ao SENHOR, porque Ele é bom; porque a Sua misericórdia dura para sempre” (v. 34).

A “arca da Aliança do SENHOR” (v. 37) chegou ao lugar designado. Tudo estava pronto e todos devidamente orientados a assumirem suas funções eclesiásticas. Davi “abençoou o povo em nome do SENHOR” (v. 2) e repartiu igualmente para homens e mulheres “um bolo de pão, um bom pedaço de carne e passas” (v. 3). Os cantores levitas iniciaram o louvor com alaúdes, harpas, címbalos e trombetas (v. 5, 6). Você consegue imaginar um momento desses como algo sem graça? Meus irmãos, eram verdadeiras celebrações, com alimento compartilhado e hinos alegres ao SENHOR, celebrando a Sua bondade e misericórdia! Este salmo dentro do livro de Crônicas, contém estrofes de pelo menos três salmos: 105, 96 e 106. Davi engrandeceu a alegria daqueles que, de coração, buscam o SENHOR (v. 10). A gratidão promove esta alegria, como também promove a confiança, a paz e a busca por tudo aquilo que alegre o coração de Deus! É através da gratidão que podemos perceber com clareza o cuidado e a proteção divina (v. 22); a grandeza do SENHOR (v. 25); que O louvamos e O adoramos “na beleza da Sua santidade” (v. 29); que aceitamos o governo de Deus (v. 31) e a Sua justiça (v. 33); reconhecemos a Sua bondade e misericórdia (v. 34); que só em Deus há salvação (v. 35); e que Ele é Deus “desde a eternidade até a eternidade” (v. 36).

A gratidão é o resultado da soma de entrega + fé! Quando entregamos nossa vida nas mãos do SENHOR, crendo em Sua salvação, produziremos, consequentemente, ações de graças. Todo o nosso ser será uma oferta pacífica diante de Deus! Davi também enfatiza em seu cântico de gratidão, o SENHOR como Criador de todas as coisas. Os deuses das outras nações não passavam de ídolos, ou seja, de falsários diante do SENHOR que fez os céus (v. 26). Foi Ele que “firmou o mundo” (v. 30) e que comanda céus, terra (v. 31), mar, campos e tudo que neles há (v. 32). Davi tinha noção que era perante o Deus vivo, Criador e Mantenedor de tudo, que estava a adorar. Por isso, designou a ministração contínua (v. 37), as ofertas contínuas (v. 40) e os louvores contínuos (v. 41), “segundo tudo o que está escrito na Lei que o SENHOR ordenara a Israel” (v. 40). Aqueles foram momentos de extrema alegria e de ligação com o Alto. O povo foi fortalecido e reanimado pela alegria do SENHOR (Neemias 8:10). Estar na presença de Deus não tem a ver com motivação egoísta, mas com gratidão movida por um coração que entendeu que precisa buscar o Seu poder perpetuamente (v. 11). “Então, se retirou todo o povo, cada um para sua casa” (v. 43) fortalecido no SENHOR, na certeza de que a Sua bênção o acompanhava. O segredo de se manter o coração agradecido está na palavra “continuamente”. O povo deveria ir para casa e PERMANECER adorando ao SENHOR. Render graças a Deus não se resume a uma situação, a uma oração, ou a um cântico. Render graças a Deus é a expressão de toda uma vida, em resposta Àquele que a tornará eterna!

Somos chamados nominalmente para fazer parte do coro celeste, porque a misericórdia do SENHOR dura para sempre (v. 41). Que como Davi, possamos escolher render graças ao SENHOR continuamente, e sermos abençoadores do nosso lar (v. 43) e de todos ao nosso redor!

Bom dia! “Rendei graças ao SENHOR”! (v. 08)

*Leiam #1Crônicas16

Rosana Garcia Barros




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