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I CRÔNICAS 24 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
7 de julho de 2016, 2:00
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“O ofício destes no seu ministério era entrar na Casa do SENHOR, segundo a maneira estabelecida por Arão, seu pai, como o SENHOR, Deus de Israel, lhe ordenara” (v. 19).
O sacerdócio era o maior ofício do templo. Arão e sua descendência foram escolhidos por Deus para “oficiarem como sacerdotes, a saber, Arão e seus filhos Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar” (Êxodo 28:2). Mas esta ordem de Deus foi questionada, e fez-se grande tumulto entre os filhos de Israel, a ponto do SENHOR ter que enviar uma praga para consumir toda a turba que contaminava o arraial com murmuração contra o ofício de Moisés e de Arão (Números 16:49). A praga só cessou quando estes líderes, tendo misericórdia do povo, por ele intercedeu (Números 16:46-47). Então o SENHOR propôs um teste entre os chefes das tribos de Israel: “O bordão do homem que Eu escolher, esse florescerá; assim, farei cessar de sobre Mim as murmurações que os filhos de Israel proferem contra vós” (Números 17:5). Já conhecemos a história. O bordão de Arão floresceu e dEle brotou flores e frutos, confirmando assim a eleição de Arão para o ministério sacerdotal. Tanto Arão, quanto todos os levitas, não teriam parte na herança da terra prometida. Mas a porção que lhes foi outorgada foi a maior de todas: “Eu [Deus] sou a tua porção e a tua herança no meio dos filhos de Israel” (Números 18:20). Estar oficiando perante a glória do SENHOR já era herança suficiente. Não havia maior privilégio do que este. O sumo sacerdote, em especial, era um símbolo do próprio Cristo. Arão fazia expiação pelos pecados de Israel e uma vez no ano, só ele poderia entrar no lugar Santíssimo para a purificação do santuário. Mas todos aqueles rituais, que consistiam em ordenanças, perderam o sentido quando o Cordeiro de Deus foi imolado: “aboliu, na Sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças” (Efésios 2:15). Ou seja, toda a ritualística do santuário perdeu o sentido, porque a sua finalidade era justamente a de apontar para o sacrifício de Cristo. Ele mesmo assumiu a posição de Arão, só que no Santuário Celeste: “Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote, como Este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus… como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o SENHOR erigiu, não o homem” (Hebreus 7:26 e 8:2). Portanto, o ofício de Arão e de seus filhos na Casa do SENHOR deveria ser realizado conforme Deus ordenou, porque prefigurava a obra da redenção e o plano da salvação em Cristo. Desde a cruz, não temos mais a necessidade de oferecer sacrifícios de animais, pois Jesus já se deu por sacrifício perfeito uma vez por todas (Hebreus 7:27). O convite que Cristo nos faz hoje é “Vinde a Mim” (Mateus 11:28) e “Segue-Me” (Mateus 9:9). Quando decidimos ir ao encontro do Salvador e conhecê-Lo, segui-Lo será uma consequência: “Ele se levantou e, deixando tudo, O seguiu” (Lucas 5:28). O discípulo de Cristo carrega consigo a imagem e a semelhança de seu Mestre. E esta é a forma de descobrir um verdadeiro discípulo de Cristo: “Nisto conhecerão TODOS que sois Meus discípulos: se tiverdes AMOR uns aos outros” (João 13:35). Eis o nosso ofício atual: AMAR! I Coríntios 13 não se trata de uma poesia, amados. Não é um surto poético de Paulo. É a discrição perfeita do dom perfeito, que é o AMOR. Nós podemos pregar em diversos idiomas. Podemos ter a mensagem mais tocante. Podemos dar tudo o que temos aos pobres. Podemos até dar a própria vida. Mas, sem amor, “nada disso me aproveitará” (1 Coríntios 13:3). Seguir a Jesus e ser Seu discípulo é viver a linguagem do amor. Assim como foi estabelecido a Arão que seguisse as ordens do SENHOR no serviço do tabernáculo, Cristo também nos deixou uma ordem bem clara: “Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros” (João 15:17). Não foi à toa que Jesus, antes de revelar aos discípulos o ponto culminante que antecederia a Sua volta, que é a pregação do evangelho, enfatiza que o amor se esfriaria de quase todos. Mas logo em seguida, Ele diz: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mateus 24:13). Perseverar em que, meus amados? Em AMAR! Aqueles que conservarem o amor serão verdadeiramente luz do mundo e sal da terra, fazendo a diferença entre as trevas do desamor. Repito: o nosso ofício consiste em AMAR! Por isso, pregue, cante, seja solidário, sorria, mas, acima de tudo, AME! E esse amor o salvará e salvará a muitos!
Bom dia, amados discípulos do Amor (I João 4:8)!
*Leiam #1Crônicas24
Rosana Garcia Barros


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