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II CRÔNICAS 36 – O que é que escraviza, entorpece e destrói pessoas, famílias, igrejas e instituições? O pecado! No último capítulo de II Crônicas Jeocaz, nomeado rei de Judá por Neco, foi deposto depois de três meses, e substituído por Jeoaquim, filho de Josias (36:1-4). Nabucodonosor venceu em Carquemis e invadiu Judá. O reinado de Jeoaquim se findou com sua deportação a mando de Nabucodonosor, que subjugou Jerusalém e destruiu o templo (vs. 5-8). Zedequias assumiu o trono deixado por Jeoaquim, mas sua rebelião levou à extinção definitiva de Jerusalém no ano 456 a.C. (vs. 9-13). Isso tudo é consequência do pecado acoplado ao julgamento de Deus. Porém, Deus tem a última palavra. Suas promessas messiânicas não chegaram ao fim com o fim de Jerusalém. O livro de Crônicas termina falando de esperança e liberdade. Nas Palavras de David S. Dockery “Crônicas termina com os exilados livres para voltar à terra e reconstruir o templo. Nosso Deus é um Deus de novas oportunidades, aquele que, por intermédio de Jesus, oferece aos pecadores nova liberdade, a oportunidade de voltar para a família dos salvos e novas oportunidades de servi-lo”. Com Deus, a esperança não é a última que morre; na verdade, ela não morre nunca. Em Deus, nem o diabo e nem a morte tem a última palavra. Por isso, não se desespere nunca na vida; confie sempre em Deus, Ele sempre terá uma solução quando o pecado arruinar tudo!
A teologia bíblica sobre profetismo ensina que nunca foi desejo de Deus que homens e mulheres ficassem na incerteza quanto ao propósito da vida. Deus deu a certeza de que poderíamos conhecer a verdade sobre o futuro (vs. 15-16).
1. Você sabia que Deus falava face a face com os seres humanos? Deus advertiu pessoalmente a Adão e Eva que mesmo sendo criados perfeitos e colocados num Jardim do Éden perfeito, nem tudo era seguro.
2. Você sabia que o mal existia num lugar perfeito? Deus mostrou a Adão e Eva que o mal se emboscava num lugar perfeito.
3. Você sabia que sem a orientação de Deus não há vida nem mesmo num lugar perfeito? Deus revela aos seres humanos a necessidade de orientação. Ele apresenta a nós que sem Suas orientações não há vida. Se Adão e Eva com 100% de sua habilidade mental, sem natureza pecaminosa, careciam das orientações de Deus para conduzir bem a sua vida, quem dirá nós, estragados e detonados pelo pecado!?
Por isso, por compaixão, amor e misericórdia, Deus mesmo tem usado a voz humana para transmitir Sua palavra (v. 15). Assim, quem despreza um mensageiro de Deus, está desprezando o próprio Deus (v. 16). Esse é o último remédio de Deus aos pecadores; se não surtir efeito, não há o que fazer, a não ser deixarem colher as consequências! É melhor “Crer no Senhor vosso Deus e estar seguro; crede nos Seus profetas e prosperareis” (II Crônicas 20:20). Ouça a Deus por meio de Seus mensageiros!
Deus é soberano e Todo-poderoso, está cima de tudo e de todos. Além disso, Ele é onisciente, Ele conhece perfeitamente o passado, o presente e o futuro; nada está encoberto aos Seus olhos. Ele pode fazer qualquer coisa, até mesmo revelar detalhes sobre o futuro que ninguém suspeita. O Edito de Ciro é o ápice da revelação do cronista sobre a soberania de Deus na história e no curso dela. Deus interveio na história para mudar o curso da sorte de Israel (2Cr 36:22-23); confie inteiramente nEle. Não perca as esperanças! Segundo o teólogo David S. Dockery concluiu: “Embora parecesse que as promessas de Deus a Davi haviam sido abandonadas, o cronista mostrou por intermédio de seu panorama histórico que Deus permanece fiel e pode mudar a história para cumprir Seus propósitos”. Além disso, Dockery diz que os dois últimos versículos de II Crônicas “foram repetidos em Esdras 1.1-3a para mostrar que a história da obra redentora de Deus por meio do templo continuava nos relatos de Esdras e Neemias”. Então:
1. Ainda que pareça que os propósitos de Deus a você jamais vão se cumprir, creia que Deus fará tudo em Seu devido tempo se você confiar plenamente nEle.
2. Comece a ler o livro de Esdras amanhã. Ali existem verdades reveladas desconhecidas por muita gente. Vamos descobrir ali pepitas de ouro espiritual para enriquecer nossa alma!
3. Reaviva diariamente tua paixão espiritual; alimente a tua alma com a Palavra de Deus todas as manhãs! – Heber Toth Armí
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“O Senhor, Deus de seus pais, começando de madrugada, falou-lhes por intermédio dos Seus mensageiros, porque Se compadecera do Seu povo e da Sua própria morada” (v.15).
Josias foi o último monarca reformador de Judá, e sua morte assinalou o início das últimas e ímpias dinastias. Ainda nos dias de Josias, o Senhor suscitou o profeta Jeremias como Seu atalaia. A voz do profeta ecoava pelas ruas de Jerusalém até às mais íntimas salas palacianas pronunciando o claro e sonoro “assim diz o Senhor”. Com palavras de dura reprovação, mas de teor salvífico, entre lágrimas e grande angústia, Jeremias expressava no olhar e na voz o profundo desejo pelo bem-estar de seu povo.
A ameaça da invasão babilônica, porém, não intimidou a maioria esmagadora de Judá, que, com desdém, “zombavam dos mensageiros, desprezavam as palavras de Deus e mofavam dos Seus profetas” (v.16). Jeremias não estava só no dever de advertir a nação, mas certamente tornou-se o principal alvo dos insultos e das ameaças daqueles a quem desejava salvar. Sob o olhar dos líderes da nação, seu ministério era considerado um insulto e sua mensagem, demasiado extremista.
Após um curto período de submissão ao Egito, Judá, bem como as demais nações, passaram às mãos da cabeça de ouro dos reinos da Terra (Dn.2:38). Babilônia tornou-se a capital do mundo antigo, e Nabucodonosor, o monarca mais temido de todos os tempos. Rejeitada foi “a palavra do Senhor, por boca de Jeremias” (v.21): “Circuncidai-vos para o Senhor, circuncidai o vosso coração, ó homens de Judá e moradores de Jerusalém, para que o Meu furor não saia como fogo e arda, e não haja quem o apague, por causa da malícia das vossas obras” (Jr.4:4).
Mas os reis, os príncipes, os sacerdotes e o povo entregaram-se à loucura da idolatria, corromperam seus corações e deram as costas ao Senhor, de modo que “não houve remédio algum” (v.16). O Senhor estabeleceu um período de 70 anos (v.21) sob jugo babilônico, após o qual Ele despertaria “o espírito de Ciro, rei da Pérsia” (v.22), a prata dos reinos da Terra (Dn.2:32), para pôr em liberdade os filhos de Israel e promover a edificação da Casa do Senhor “em Jerusalém” (v.23).
A leitura do último capítulo do segundo livro de Crônicas ecoa as consequências da desobediência ao que estudamos no capítulo vinte, versículo vinte: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis”. Insistentemente, os servos de Deus declaravam a mensagem que os livraria da destruição e da escravidão, mas eis que os ouvidos deles estavam incircuncisos e não podiam ouvir; eis que a palavra do Senhor era para eles coisa vergonhosa; não gostavam dela (Jr.6:10).
Amados, o Senhor, nosso Deus, “começando de madrugada” (v.15), tem clamado com forte apelo aos nossos corações. Ele tem dado as últimas batidas à porta da mente de cada ser humano (Ap.3:20). Não é mero símbolo a Babilônia atual. É, porém, um poder tão destruidor quanto o foi o antigo império. E a ordem divina é expressa e urgente: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). A pergunta é: “quem entre vós é de todo o Seu povo” (v.23)?
Subamos, amados! Subamos em direção não mais a uma terra perecível. Subamos ao mais alto e sublime lugar, que nos “está preparado desde a fundação do mundo” (Mt.25:34). Andemos neste mundo como peregrinos à caminho da pátria celestial. Que a nossa confiança esteja bem firmada no Senhor e nas palavras de Sua inspiração, e Ele nos manterá a salvo e, findos os anos do cativeiro do pecado, Ele nos fará prosperar até que alcancemos a segurança do eterno Lar. Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo do Senhor!
Desafio da semana: Estabeleça um plano diário para o estudo do Espírito de Profecia. Indico que acompanhe o projeto mundial “Crede em Seus Profetas”. Lembre-se da palavra do Senhor: “O Meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” (Os.4:6).
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas36 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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4 Eliaquim … e lhe mudou o nome para Jeoaquim. Seu nome [Jeoaquim] significa “O Senhor estabelece”, e o antigo nome, Eliaquim, significa “Meu Deus estabelece”. A mudança de nome era insignificante, mas serviu para mostrar que o faraó tinha plenos poderes sobre ele (Bíblia Shedd).
e o levou para o Egito. Com respeito à referência de Jeremias ao fato de Joacaz er sido levado para o Egito e à sua predição de que ele não voltaria do exílios, ver Jeremias 22:10 a 12 (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 338).
13 se revoltou. Zedequias sucumbiu à tentação de confiar na ajuda do Egito, e se rebelou contra Nabucodonosor. A reação babilônica foi rápida. Jerusalém foi sitiada (Jr 21.3-7) em 588 a.C. e resistiu durante mais de 2 anos antes de ser destruída no verão de 586 (Bíblia de Estudo NVI Vida).
14 Aumentaram. Numa época em que era absolutamente necessário um total arrependimento nacional, os líderes de Judá foram levando o povo por veredas que provocaram, mais ainda, a desgraça total (Bíblia Shedd).
todas as abominações. Ver relato das visões em que são retratadas algumas dessas abominações que despertaram a ira do Senhor contra a nação (Ez 8:3, 10, 14, 16; cf. Jr 7:11, 17, 18, 30). Parece ter havido poucas das terríveis abominações dos pagãos que não fossem então praticadas pelo professo povo de Deus dentro dos pátios sagrados do templo. Em vista de tal situação, o dia da ruína não podia estar longe (CBASD, vol. 3, p. 338).
15 madrugada. Pode se referir ao horário predileto das orações dos profetas, ou ao fato que desde a aurora da existência nacional houve profetas fiéis. A resposta que Deus recebeu era uma verdadeira zombaria (16), uma ofensa à santidade e à justiça divinas, que exigia um castigo bem severo (Bíblia Shedd).
16 não houve remédio algum. Estas palavras tristes mostram que o grande Médico desenganara Sua nação, depois de oferecer-lhe todos os remédios: profetas, pragas, perseguições e reformas (Bíblia Shedd).
Deus advertiu Judá a respeito de seu pecado e continuamente restaurou o povo ao Seu favor, somente para fazê-lo voltar a Si. Infelizmente a situação chegou a tal ponto que não houve mais remédio. Tome cuidado com o pecado que encontra acolhida em seu coração, do qual você nunca se arrependeu e abandonou. Chegará o dia em que não haverá mais remédio para ele e a misericórdia de Deus será substituída pela Sua justiça. A pessoa que frequentemente repete um pecado e não se arrepende, convida a tragédia para se instalar na sua vida (Life Application Study Bible).
17-21 Neste trecho, que analisa a queda de Judá, as palavras tudo, todos,aparecem sete vezes, enfatizando a maior calamidade para a nação (Bíblia Shedd).
17 por isso, o Senhor fez subir. Quando Israel pecou, o Senhor permitiu que os assírios executassem juízo contra eles (Is 10:5,6), e desta vez Ele permitiu que os caldeus executassem juízo sobre um povo que era “mais justo” do que eles (Hc 1:6-13) (CBASD, vol. 3, p. 338).
20,21 O cronista [ao contrário do escritor de Reis], cuja ótica era de depois do exílio, conseguia lembrar-se do exílio, não somente como um julgamento, mas como algo que contnha esperança para o futuro. Para ele, o remanescente purificado voltara a uma terra purificada (v. 22, 23), e começava uma nova eera. O exílio não era somente castigo, mas também bênção, pois deixou a terra colocar-se em dia com seus repousos sabáticos (Lv 26.40-45). E Deus tinha se lembrado da sua aliança (Lv 26.45) e restaurado Seu povo à terra (Bíblia de Estudo NVI Vida).
21 setenta anos. O povo tinha faltado com o cumprimento da lei do sábado da terra, que proibia a plantação no sétimo ano (Lv 25.2-7). Esses anos seriam contados por toda o período da história de Israel e de Judá, como nação organizada, em plena posse da terra, 490 anos desde o princípio da história, registrada em 1 Sm 1.1 (Bíblia Shedd).
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/35
Josias escolheu celebrar a Páscoa, a primeira das festas e festas judaicas. Josias também instruiu os levitas a colocar a arca no templo, significando o retorno da presença de Deus entre Seu povo. Então Josias gentilmente forneceu milhares de cordeiros, cabras e gado para o povo apresentar como oferendas. Nunca foi celebrada uma Páscoa em Israel como aquela, desde os dias de Samuel.
Logo depois disso, “o Faraó Neco, rei do Egito, avançou até o rio Eufrates, ao encontro do rei da Assíria” (2Rs 23:29). O objetivo de Neco era ajudar os assírios contra as forças da Babilônia. … pois, em última análise, essas forças se tornariam uma ameaça ao Egito (Comentário Adventista, vol. 3, p. 335). Mas, em vez de seguir o conselho de Neco: “Não interfiras nisso, ó rei de Judá … para de te opores a Deus, que está comigo” (v. 21, NVI), Josias foi contra ele. Possivelmente por presunção, excesso de confiança ou talvez inexperiência, Josias não teve tempo para pesar as palavras de Neco, ou considerar que elas poderiam realmente ser de Deus. Josias se disfarçou e foi à guerra contra Neco e foi morto.
Sua própria presunção ou excesso de confiança te causaram problemas? Reserve um tempo hoje para ouvir a voz de Deus, seja qual for a forma que lhe falar, e ouça humildemente Seus conselhos antes que seja tarde demais.
Jackie Ordelheide Smith
Diretor assistente
Escola Sabatina e Ministérios Pessoais, Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=648
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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892 palavras
3 Ponham a arca sagrada no templo. Subentende que tenha sido retirada, talvez para proteção, durante os reinados maus de Manassés e de Amom, que antecederam a Josias (Bíblia de Estudo NVI Vida).
14 Até à noite. O esforço especial era para garantir que ninguém ficasse sem o cordeiro pascal.
15 Os cantores … não necessitaram de se desviarem. No momento da necessidade tinham acudido na construção do templo (34.13), mas agora, no culto, seus talentos são mais eficientemente empregados nos cânticos de louvor de declarações da Palavra de Deus, através dos salmos. A música no culto deve ter mensagem tão importante quanto a do sermão (Bíblia Shedd).
17 A Festa dos Pães Asmos era uma celebração de sete dias que se iniciava no dia seguinte à Páscoa. Como a Páscoa, ela comemorava o êxodo do Egito. Por sete dias o povo comia pão sem fermento do mesmo modo como seus ancestrais faziam quando saindo do Egito porque poderia ser feito rapidamente em preparação para sua súbita partida (Ex 12:14-20). Esta festa lembrava o povo de que eles haviam deixado a escravidão para trás e tinham vindo à terra que Deus lhes prometera (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
20-27 Carquemis. Uma importante cidade da antiguidade localizada na margem ocidental do rio Eufrates na atual Turquia (Andrews Study Bible).
Este evento ocorreu em 609 a.C. Nínive, a capital assíria, havia sido destruída três anos antes pelos babilônios. Os assírios derrotados se reagruparam em Aram [Síria] e Carquemis, mas a Babilônia enviou seus exércitos para destruí-los de uma vez por todas. O faraó Neco, querendo fazer do Egito um poder mundial, estava preocupado com o crescimento da força da Babilônia , então marchou com seu exército ao norte através de Judá para ajudar os assírios em Carquemis. Mas o rei Josias de Judá tentou evitar que Neco passasse pela suas terras a caminho de Carquemis. Josias foi morto e Judá se tornou sujeito ao Egito (2Rs 23.25-30 ajuda a entender a tragédia. Mesmo com Josias servindo a Deus, Deus não mudou o Seu julgamento sobre Judá por causa do pecado de Manassés e do arrependimento superficial de Israel). Neco chegou a Carquemis e a defendeu dos babilônios por quatro anos, mas em 605 ele foi completamente derrotado e a Babilônia se moveu para o foco das atenções como o poder mundial dominante (Life Application Study Bible Kingsway NIV). [ver 2Rs 28.28-30.
Josias não era amigo dos assírios, desejava-lhes a total destruição (Bíblia Shedd).
21-24. Josias ignorou a mensagem de Neco por aquilo que Neco era – rei de uma nação pagã. A suposição errônea de que Neco não era parte do plano de Deus custou a vida a Josias. Enquanto nem todos que afirmam ter uma mensagem de Deus realmente a tenham, a mensagem de Deus pode vir de modos inesperados. Deus falou para reis pagãos no passado (Gn 12:17-20; 20:3-7; ver tb Dn 4:1-3). Não deixe que o preconceito ou falsas suposições ceguem você à mensagem de Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
21 outro reino com o qual estou em guerra. Referência aos babilônios; Nabopolassar estava no trono da Babilônia, ao passo que seu filho Nabucodonosor comandava os exércitos no campo da batalha. Nabucodonosor passaria a ser sucessor do seu pai depois de outra batalha em Carquemis contra
o Egito em 605 a.C. Josias pode ter sido um aliado da Babilônia (v. 32.31; 33.11) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Josias não quis esperar que Deus vingasse Seu povo das invasões que sofria, segundo Seu método escolhido, utilizando-se de um exército estrangeiro. Josias quis tirar desforra contra seu inimigo político, em vez de confiar em Deus e procurar entender Sua vontade. Isto foi fatal (Bíblia Shedd).
não te opores a Deus. Esta foi uma ocasião em que a coragem deveria se manifestar pela prudência, e na qual Josias teria se demonstrado um homem mais sábio se tivesse reconhecido nas palavras de Neco uma mensagem de Deus (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 335).
22 da parte de Deus. De alguma maneira, Deus tinha transmitido seus propósitos ao rei estrangeiro, tal como tinha falado a Abimeleque por meio de um sonho (Gn 20.3), mas Josias não lhe deu ouvidos (Bíblia de Genebra).
Deus fala ao ser humano de muitas maneiras, e a sabedoria sempre inclui o estar alerta à voz do Céu, quer venha de um leigo ou de um profeta, se um compatriota ou de um mensageiro de terras distantes. Obviamente seria justificável que Josias questionasse se as palavras realmente procediam de Deus, mas ele tinha à disposição a orientação profética [Jeremias, p. ex.], pela qual poderia averiguar a questão. Na verdade, ele nunca devia ter empreendido essa aventura sem a aprovação do Céu. Ao recusar-se a dar ouvidos às palavras de neco, Josias rejeitou a voz de Deus e assim precipitou a própria morte (CBASD, vol. 3, p. 335).
25 Jeremias compôs um cântico de lamento em homenagem a Josias. Jeremias tinha Josias em alta estima (Jr 22.15,16). Esse cântico de lamento que compôs já não existe. A declaração de que Jeremias compunha lamentações é uma das razões por que o livro de Lamentações tem sido tradicionalmente associado a ele (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Este profeta foi um dos principais apoiadores das reformas de Josias (Andrews Study Bible).
Nas suas lamentações. Jeremias solicitou que os homens não chorassem por Josias, mas por seu sucessor Salum (Jr 22:10-12), isto é, Jeoacaz, que após um reinado de apenas três meses, foi levado para o Egito (2Rs 23:30-34) (CBASD, vol. 3, p. 336).
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II CRÔNICAS 35 – As pessoas não doam aparentemente nada de ofertas a Deus em comparação com o povo de Israel quando se consagravam. Levar o resto do troco que sobrou da compra do mercado para oferecer de oferta a Deus revela que na tua vida Ele não tem prioridade nenhuma. Oferta é questão de adoração, gratidão e reconhecimento de quem somos em relação a quem Ele é. Veja a quantidade de oferta relatada em II Crônicas 35:
• O rei Josias dá 30.000 cordeiros e bodes e 3.000 novilhos para oferecer de oferta em sacrifício a Deus;
• Os oficiais do rei doam 7.600 cordeiros e bodes e 800 novilhos.
Ao todo foram 41.400 sacrifícios, uma fazenda foi oferecida em um dia a Deus. A oferta revela o precioso e generoso sacrifício de Cristo; quem entende a teologia da oferta não será mesquinho ao ofertar. Jamais questionará tal ato, pois ele é sagrado, santo e ligado ao plano de salvação. Quem faz uma pesquisa séria no Novo Testamento perceberá que há mais sobre administração financeira e contabilidade de dinheiro (2.084 versículos) do que fé (215 versículos) e salvação (218 versículos). Das 38 parábolas de Jesus, 16 tratam de dinheiro. O dinheiro interfere na fé, na salvação e na teologia. Nesse tempo o terceiro rei de Israel já havia escrito com sabedoria: “Honra ao Senhor com a tua fazenda, e com as primícias de toda a tua renda; então se encherão os teus celeiros abundantemente, e transbordarão de vinho os teus lagares” (Provérbios 3:9-10).
Por que tanta oferta para celebrar a Páscoa? Essa pergunta nos leva a outra pergunta: Por que o Novo Testamento possui muito mais versículos sobre o dinheiro do que sobre a fé e a salvação juntas? A Bíblia responde:
1. A nossa maneira de relacionar com o dinheiro demonstra a condição de nosso coração: Escravo do dinheiro ou servo de Cristo (Mateus 6:21);
2. Ao ofertar a Deus demonstramos quem de fato é nosso Deus: O dinheiro o Jeová (Mateus 6:24);
3. Através do dinheiro revelamos onde está focado nosso amor, em Deus ou no dinheiro (I Timóteo 6:10);
Sempre que o povo está voltado a Deus, ele abre mão de tudo o que tem no mundo porque Ele se torna mais importante que qualquer coisa (II Crônicas 30:24; 31:5-6; 35:7-9). Ao nos dar Jesus, Deus se deu totalmente aos seres humanos e espera o nosso tudo. Claro que Deus não quer o nosso dinheiro, mas onde colocamos o nosso dinheiro revela onde está o nosso coração. Então, fique alerta, pense biblicamente, não permita que o dinheiro interfira em tua religiosidade! Não permita que o capitalismo, o materialismo e a ambição ou mesmo o egoísmo moldem o teu conceito de dinheiro e oferta. Diz o apóstolo: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformais-vos pela renovação de vosso entendimento para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Como você tem ofertado a Deus? Ele é prioridade em teu bens materiais? Ele está acima de tuas riquezas e lucros? Você O considera dono de tudo?
Existem erros na vida que são simples, porém, vitais. A provocação é como tentar apontar a arma para a cabeça dos outros sem perceber que a tua cabeça é o alvo. Josias provocou guerra ao enfrentar Neco, sem necessidade alguma no momento (II Crônicas 35:20-27); então, foi ferido mortalmente por arqueiros inimigos. Atos de imprudência são apresentam grande risco; por isso, quaisquer atitudes, por mais simples que sejam, devem ser bem pensadas. Ninguém deve falar nada se não tem certeza, e, nem fazer nada sem antes pensar muito bem. Já é sabido o ditado que diz, “quem fala o que quer ouve o que não quer”, quando não causa uma desgraça em sua própria vida. Josias morreu numa batalha que não era dele, no campo de Megido, sem que precisasse estar ali. Todo o Judá lamentou a sua morte. Há importantes lições aplicáveis em teu dia a dia; veja: apesar de Josias ter sido advertido pelo próprio Neco a mudar de atitude, a abandonar suas ideias, ele não lhe deu atenção; assim, quando Deus envia alguém para te corrigir, não titubeie, aceite a correção, não seja orgulhoso; para o teu próprio bem! É preciso ter sabedoria para decidir, falar e fazer qualquer coisa. Josias deveria ter consultado a Deus ou dado ouvidos a Neco que falou-lhe em nome de Deus com tanta convicção antes dele provocar aquela situação. A verdadeira sabedoria, prudência e humildade só tem quem depende de Deus em tudo na vida. Busque a Deus, “não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal” (Provérbios 3:7) – Heber Toth Armí
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“Nunca, pois, se celebrou tal Páscoa em Israel, desde os dias do profeta Samuel; e nenhum dos reis de Israel celebrou tal Páscoa…” (v.18).
A culminância dos atos de Josias como rei reformador destaca uma atitude insensata e impulsiva. Antes das flechas do Egito, Josias foi flechado pelo orgulho. Através do rei do Egito, Deus buscou frustrar-lhe os planos. Não lhe competia ir a uma guerra que não era dele. “Porém Josias não tornou atrás” (v.22) e à semelhança de Acabe, quando se disfarçou para enganar o exército de Ramote-Gileade (2Cr.18:29), usou da mesma estratégia selando a própria destruição.
O fim da vida de Josias não precisava ser assim. Em algum momento do caminho, permitiu que o seu enganoso coração o corrompesse e o levasse a esquecer de todos os benefícios do Senhor para com ele. A ascendente queda de uma Páscoa jamais vista para uma guerra sem sentido precisa abrir os nossos olhos para uma necessidade que é diária: “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados” (2Co.13:5).
A necessidade de líderes que se empenhem na obra do ensino das Escrituras e que sejam consagrados ao Senhor é urgente e real. Contudo, maior do que esse serviço é a obra de cunho pessoal que cada um de nós precisa experimentar. A ordem que estabeleceu uma celebração sem precedentes é a ordem dada pelo Céu a nós, hoje: “Preparai-vos segundo as vossas famílias” (v.4). Cada membro do lar é convidado a celebrar a Páscoa do Senhor diariamente, dando graças a Deus pelo verdadeiro Cordeiro que foi imolado em nosso lugar. Desta forma, lançamos mão de nossa auto-suficiência e nos colocamos “sobre o altar do Senhor” (v.16).
Andar com Deus é uma experiência possível e que move o coração do Pai do Céu para todo aquele que busca tal comunhão. Da mesma forma que existe esse desejo divino em operar em nós a Sua santificadora influência, há um inimigo nos sugerindo disfarces letais. Não tombará, porém, o soldado que reconhece a sua limitação e a sua necessidade vital da infalível armadura. “Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis” (Ef.6:13).
Como a vitória de Josias estava em se abster da guerra, a nossa vitória consiste em confiar no “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap.13:8). Que nossa vida não seja lembrada com “uma lamentação” (v.25), mas como quem deixou no mundo o precioso legado de “que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Rm.8:4). Vigiemos e oremos!
Bom dia, guiados pelo Espírito de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas35 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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