Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
4 de dezembro de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria



ÊXODO 3 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
4 de dezembro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

Neste capítulo Moisés está beirando 80 anos. Dos quais, metade viveu no Egito e a outra metade nos desertos midianitas, cuidando do rebanho do sogro. Nesse contexto, aparece Deus para fazer uma revolução na vida pacata desse acomodado cidadão.

Você sabia que Deus dá chance a quem não tem nenhuma? E que, Ele dá oportunidade de fazer algo grande para quem não vê nenhuma possibilidade de fazer mais nada?

Deus tem uma missão. Ele poderia fazê-la sozinho, mas prefere dar oportunidade aos humanos objetivando transformá-los, e, revelar-Se através deles. Deus quer tornar-Se conhecido. Teologia é o estudo sobre Deus, do qual todos nós deveríamos ser eternos alunos. Infelizmente muitos fogem destas aulas!

Contudo, para chamar nossa atenção Deus usa coisas simples como uma sarça ardente!

Diante da possibilidade de agir com poder em nome de Deus, Moisés revela a verdadeira fraqueza e insignificância humana. Comentando sobre esse relato Erwin W. Lutzer observa que “a boca fala do que existe em abundância no coração” e, então, lista as desculpas de Moisés:

1. Não sou adequado. Sou um zé-ninguém – longe dos planos de Deus não sabemos quem somos (vs. 11-12);
2. Não sei o suficiente – afastado de Deus temos medo até de não saber responder perguntas que nem sabemos se existirão (vs. 13-14).

No capítulo 4 veremos mais objeções de Moisés. O que importa agora é conhecer a maneira de Deus lidar com pessoas resistentes ao Seu chamado. “Êxodo 3 e 4 é um relato teológico denso. Praticamente cada versículo revela tanto a natureza do Deus descrito [na Bíblia] quanto o papel da raça humana nos planos divinos de erradicar o mal e cumprir as promessas feitas a Abraão, Isaque e Jacó” (Paul R. House).

1. Deus diz: “Certamente eu serei contigo”. Isso basta! A presença de Deus em nossa vida faz toda a diferença diante de quaisquer desafios.
2. Deus diz: “EU SOU O QUE SOU”, e assim deves dizer: “EU SOU me enviou a vós”. Saber quem é Deus destrói nossa descrença.

Está claro que a questão não é quem somos, mas Quem está conosco ao permitirmos ser Seus instrumentos na execução de Sua missão.

Encontre-se com Deus e verás que tua vida não será a mesma! Deixe Deus revolucionar tua vida! – Heber Toth Armí.



Êxodo 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de dezembro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Vendo o Senhor que ele se voltava para ver, Deus, do meio da sarça, o chamou e disse: Moisés! Moisés! Ele respondeu: Eis-me aqui!” (v.4).


Apascentando os rebanhos de seu sogro no deserto por quarenta anos, Moisés aprendera a mansidão e a paciência que requeria o seu serviço. Não era fácil encontrar pastagens e água no deserto. Poucos eram os lugares que lhe oferecia tais privilégios, mas a fim de manter os animais em boas condições, não exitava em caminhar por longo período para saciar suas necessidades. Foi assim que o bravo guerreiro tornou-se um homem pacato e paciente. Suas mãos não mais se erguiam para ameaça ou violência, mas para o amparo e o cuidado dos rebanhos que o ensinaram a amar.

Foi diante de um cenário desértico e montanhoso, talvez no lugar mais difícil de se pastorear, que Moisés teve o seu primeiro encontro com Deus. Foi em meio aos perigos de penhascos e de caminhos íngremes que algo lhe chamou a atenção. Seus olhos brilharam na direção de uma planta que ardia em chamas, porém não se consumia. Precisava ver de perto aquele fenômeno jamais visto. Foi quando, “do meio da sarça” (v.4), ouviu uma potente voz que lhe chamava pelo nome. Ainda atordoado pela situação e sem saber como lidar com ela, Deus o orientou a não mais se aproximar e retirar dos pés as sandálias. Percebendo estar perto do próprio Senhor, “Moisés escondeu o rosto, porque temeu olhar para Deus” (v.6).

Chegada era a hora do livramento de Israel. A grande aflição fizera com que clamassem a Deus por socorro. Moisés estava pronto para liderar esta obra grandiosa. Se o Senhor regredisse quarenta anos e chamasse Moisés quando ainda era um príncipe do Egito, certamente encontraria um bravo e ousado líder declarando o seu desejo em vingar o seu povo. Contudo, quarenta anos depois, ao chamá-lo para liderar talvez a maior missão de livramento registrada no Antigo Testamento, Ele encontrou um homem tão manso quanto as ovelhas que pastoreava e que, cheio de temor, declarou: “Quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel?” (v.11).

A arrogância, o orgulho e a presunção que aprendera nos anos em que viveu no palácio foram trocados pela humildade de anos de serviço útil. Seu temor fazia parte da transformação realizada em seu caráter. Foi quando reconheceu a sua incapacidade, que o Senhor Se apresentou para torná-lo capaz. O “Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó” (v.15) é Deus justo, que cumpre com fidelidade as Suas promessas. Davi escreveu: “que é o homem, que dele Te lembres? E o filho do homem, que o visites?” (Sl.8:4). Mas Aquele que diz: “EU SOU O QUE SOU” (v.14) não pode falhar. Moisés fora escolhido não por causa de méritos próprios, mas por reconhecer a sua insuficiência diante do grande “EU SOU” (v.14).

Estamos vivendo em tempos decisivos. Certamente, O SENHOR está vendo a aflição de Seu povo e ouvindo o seu clamor. Ele conhece os nossos sofrimentos e está prestes a descer para nos livrar e nos fazer subir deste mundo de pecado para “uma terra boa e ampla” (v.8), “a cidade santa, a nova Jerusalém” (Ap.21:2). E assim como escolheu Moisés para liderar o Seu povo na marcha para a terra prometida, o Senhor nos escolheu para conduzir o Seu último exército para a Canaã celestial. Ele nos chama, hoje: “Vem, agora, e Eu te enviarei” (v.10). Foi o mesmo chamado de Cristo: “Vinde após Mim, e Eu vos farei pescadores de homens” (Mt.4:19). Você se acha incapaz para tamanha obra? Ótimo! É tudo o que o Senhor precisa.

Deus está prestes a estender a Sua “mão forte” (v.19) e ferir esta terra com todos os Seus prodígios. Deixe Deus ser Deus em sua vida e muitos “ouvirão a tua voz” (v.18) e te seguirão na certeza de que você e Jesus andam numa só pegada para o eterno Lugar de paz.

Bom dia, servos do EU SOU!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo3 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



ÊXODO 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
4 de dezembro de 2018, 0:05
Filed under: Sem categoria



ÊXODO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
4 de dezembro de 2018, 0:05
Filed under: Sem categoria

1283 palavras

1 De acordo com o discurso de Estêvão, Moisés tinha passado 40 anos como pastor de ovelhas, antes desta vocação (At 7.30). Já tinha passado 40 anos no Egito, recebendo elevada cultura, e agora, após 40 anos de vida no campo, estava preparado para ser guia, pastor, profeta e legislador do seu povo (Biblia Shedd).

Deserto . Uma área não cultivada, mas capaz de manter pastagem. De acordo com 34.3 e Nm 10.11, o deserto do Sinai sustentou os rebanhos de Israel por um ano. monte de Deus. Essas palavras descrevem a montanha como um santuário, uma designação que antecipa o cap. 19. (Biblia de Genebra).

Horebe. Literalmente, “lugar seco”, é também descrita como a “montanha de Deus.” Aparece também em 17:6 e 33:6. Em outros contextos a montanha é chamada Sinai (19:1, 18, 20, 23; 24:16). Ambos os nomes podem ser associados à mesma cadeia montanhosa (Andrews Study Bible).

2 Anjo do SENHOR. Esta frase já é conhecida de Gên. 16 e 22. O contexto sugere que se refira aos nomes de Deus (vs. 4-6,11-16) e do Senhor (vs. 2, 4, 7, 15-16, 18), usados intercambiadamente (Andrews Study Bible).

fogo. O fogo é um frequente símbolo bíblico para a presença de Deus (13.21; 19.18; 1Rs 18.24,38); exprime, particularmente, a santidade consumidora de Deus (Hb 12.29) (Biblia de Genebra).

não se consumia. Luz e calor sem destruição. Moisés podia, através desse milagre, compreender a natureza da comunhão com Deus (Biblia Shedd).

5 Tire as sandálias. Sacerdotes sempre entravam descalços nos templos para manter pureza e expressar humildade e respeito (Jos. 5.15). A santidade divina é um tema muito importante em Êxodo (Andrews Study Bible).

Essa prática é ainda respeitada pelos muçulmanos ao entrarem numa mesquita. Bíblia de Estudo NVI Vida.

santa. O local foi santificado pela presença de Deus. Ver 19.23; 24.2. A questão de como deve alguém aproximar-se de Deus é crucial em Êxodo. Essa questão foi resolvida no simbolismo do tabernáculo (Biblia de Genebra).

Moisés teve de tirar suas sandálias, pois o local onde estava pisando era terra santa. No evangelho vemos Deus fazendo com que o crente seja santo. Agora, seus pés estão calçados com o evangelho da paz (Ef 6.15), de modo que ele pode levar a mensagem de salvação àqueles que estão em terra profana (Biblia NVI Evangelismo em Ação).

6 Eu sou. Prefigura a subsequente autorevelação de Deus (v. 14). Por ora, Ele é o “Deus de seu pai” (Andrews Study Bible).

7-10 Esta passagem contem a razão para o aparecimento divino. Note os sete verbos descrevendo a percepção e ação divinas, incluindo ver, ouvir, preocupar-se, etc. Porque Deus escutou o choro de Israel, Ele enviou Moisés (Andrews Study Bible).

8 Desci. Ainda que Deus esteja presente em todo o lugar, em alguns encontros com certos homens, como nesta ocasião, Deus se manifesta de modo especial (Biblia Shedd).

cananeu. Povo habitante das terras costeiras siro-palestinas. heteu. Cf. Gn 10.15 amorreu. O Antigo Testamento usa este termo de forma vaga, às vezes se referindo aos habitantes pagãos da Palestina em geral (15.16; Js 10.5) e, às vezes, ao povo palestino das regiões montanhosas (Nm 13.29), cf. Gn 10.6. ferezeu. Talvez os aldeões que estavam localizados na Palestina central (Js 17.15). heveu. Os heveus viviam no Líbano e na Síria (Js 11.3; Jz 3.3) e também na área de Siquém e Gibeão (Gn 34.2; Js 9.1,7), cf Gn 10.17. jebuseu. Os ocupantes originais de Jerusalém [Jebus], posteriormente deslocados dali por Davi (Gn 10.16; 2Sm 5.6-9) (Biblia de Genebra).

10 Eu te enviarei. Nota-se que quando Deus se compadece dos aflitos, e promete sua intervenção, é o próprio homem que recebe uma comissão sobrenatural para ser o instrumento nas mãos divinas (Biblia Shedd).

Faraó. Provavelmente Tutmés III (1504 – 1450 a.C.) (Biblia de Genebra).

11 Quem sou eu? Moisés se sentia incapaz para a tarefa, tal como sucedeu a Giseão (Jz 6.15) e a Jeremias (Jr 1.6) (Biblia de Genebra).

O ser humano sempre deve reconhecer sua impossibilidade de fazer as obras de Deus. Mas Moisés está levantando a primeira de uma série de objeções (Biblia Shedd).

12 Eu serei contigo. A promessa da presença real de Deus é a resposta total à fraqueza humana (compare a missão e a promessa descritas em Mt 28.18-20) (Biblia Shedd).

sinal … prestarão culto neste monte. O chamado de Deus seria confirmado por Sua ação futura. Deus estaria com Moisés para que voltasse àquela mesma montanha para adorar (Biblia de Genebra).

13 Qual é o Seu nome? Moisés previu uma pergunta que seria feita pelo povo de Israel, e que também era a pergunta dele. Moisés já buscava a auto-revelação de Deus. Se o livramento divino tivesse de ser plenamente apreciado e garantido, aquEle que seria adorado naquele monta teria de ser conhecido (33.12). Um nome pessoal não era apenas uma maneira de tratamento, mas uma descrição do caráter e da personalidade de Deus (Sl 9.10, cf 1Sm 25.25) (Biblia de Genebra).

14 Eu sou. Este verbo, numa forma que produz o passado, o presente e o futuro ao mesmo tempo, dá o nome transliterado Jeová (Yahweh[YHWH]), que indica a natureza eterna e imutável de Deus (Biblia Shedd).

EU SOU O QUE SOU. O Senhor não pode ser definido ou determinado a não ser por Si mesmo. Na qualidade de auto-existente, as Suas promessas são firmes; ele se revelaria em Seus atos de salvação (Biblia de Genebra).

Jesus aplicou esse nome a Si; ao fazê-lo, declarou ser igual a Deus, arriscando ser apedrejado por blasfêmia . Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 O SENHOR.   Hebraico: YHWH. O termo assemelha-se à expressão Eu sou em hebraico (Biblia NVI).

Quando os nomes SENHOR e DEUS se escrevem em letra maiúscula, é uma tradução da palavra hebraica Yahweh, que vem do verbo “ser”, e mostra que Deus é eterno e imutável (Biblia Shedd).

Em hebraico, esse nome é Iavé (muitas vezes grafado, incorretamente, “Jehovah” ou “Jeová”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

assim serei lembrado de geração em geração. Javé [ou Jeová, ou Yahweh, ou YHWH], o nome divino particularmente associado com o relacionamento entre Deus e Israel segundo a aliança, dali por diante deveria ser usado na adoração. As versões na língua portuguesa do Antigo Testamento geralmente traduzem esse nome como “o SENHOR”, seguindo a prática do Novo Testamento, bem como a prática dos judeus durante o período intertestamentário. Os judeus consideravam esse nome sagrado demais para ser pronunciado e, quando liam a Bíblia, substituíam-no por outro, ‘adonay (“meu Senhor”). No hebraico, os sinais vocálicos da palavra ’adonay foram juntados às consoantes do nome hebraico YHWH, para torná-las pronunciáveis, e essa forma híbrida foi traduzida por “Jehovah”, por William Tyndale em sua tradução inglesa (1530 d.C) do Novo Testamento. Ali, “SENHOR” (Javé) é aplicado a Jesus (Rm 10.13, citando Jl 2.32) (Biblia de Genebra).

16 anciãos. Lit. “os barbados”. Esses são os cabeças de famílias que representariam Israel. Eles se reuniram para ouvir a respeito da fidelidade de Deus (4.30-31) (Biblia de Genebra).

17 leite e mel. A usual descrição bíblica da terra de Canaã (Biblia de Genebra).

18 caminho de três dias. Talvez uma expressão para indicar um breve período de tempo (Biblia de Genebra).

Provável expressão convencional com o significado de “breve viagem”, mas não necessariamente de três dias. Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 Eu sei. Deus sempre quer oferecer a oportunidade para o arrependimento e a obediência, mas sabe quão duro é o coração do homem: assim também Jesus nos conhece (cf Jo 2.24-25) (Biblia Shedd).

mão poderosa. Juntamente com a “mão estendida”, esta frase aparece repetidamente na história do êxodo (6:6; 32:11; Deut. 4:34; 5:15; 7:19; 26:8) e ecoa terminologia egípcia indicando conquista. Geralmente, era apenas Faraó quem conquistava assim. Contudo, desde que o conflito entre Deus e Faraó é descrito em termos de uma batalha espiritual, é o Senhor quem tirará Israel do Egito com mão forte e braço estendido (Andrews Study Bible).

20 prodígios. Esta menção de feitos extraordinários antecipa as pragas (7.14-12.30) (Biblia de Genebra).

21 não será de mãos vazias. Conforme tinha prometido (Gn 15.14), Deus providenciaria para que seus anos de servidão fossem recompensados (Biblia de Genebra).

22 despojareis. Novamente uma terminologia de guerra destaca o tema do grande conflito (Andrews Study Bible).



ÊXODO 2 by Jeferson Quimelli
3 de dezembro de 2018, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-2/

Já desde a infância, fica claro que Moisés foi escolhido por Deus para um propósito especial. Deus protegia Moisés enquanto ele estava escondido em casa e também no rio. Deus levou a filha de Faraó a Moisés e ela o reivindicou como seu, mesmo sendo ele supostamente seu escravo. Além disso, ela o devolveu inconscientemente a sua família por um tempo. Quando ele foi para o palácio, Moisés não esqueceu de seu povo e tentou protegê-lo.

Deus nos chama para vários propósitos; no entanto, muitas vezes tentamos resolver os desafios por nós mesmos e cometemos erros que parecem ser irreparáveis. No entanto, Deus pode usar nossos erros para nos ajudar a crescer. Deus usou o erro de Moisés no Egito para levá-lo ao deserto a fim de que aprendesse humildade e paciência como pastor. Essas habilidades tornaram-se necessárias para quando ele liderou Israel através do deserto.

Moisés não foi abandonado porque ele tinha estragado tudo. Deus usou o fracasso de Moisés para lhe ensinar lições valiosas a fim de prepará-lo para a sua missão. Da mesma forma, Deus tem um propósito para todos nós. Mesmo cometendo erros, Deus ainda pode nos usar para a Sua glória.

Kaela McFadden
Aluna da Great Lakes Adventist Academy
Cedar Lake, MI, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=298
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (voz: Valesca Conty):




ÊXODO 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
3 de dezembro de 2018, 0:56
Filed under: Sem categoria



ÊXODO 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
3 de dezembro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

Diante de críticos desafios econômicos, sociais e políticos, enfrentando miséria, escravidão e aflição, Anrão e Joquebede tiveram seu terceiro filhinho. Quanta coragem!

Observe que, neste texto, onde há bastantes detalhes do nascimento de Moisés, nem mesmo se menciona o nome de seus pais – eram pessoas desprovidas de destaque na família israelita.

Contudo, numa época difícil de ser mãe, quando o Faraó/rei havia dito que todo menino que nascesse dos hebreus fosse jogado no rio Nilo para morrer afogado, Joquebede foi heroína; deixando princípios importantes a todas as mães do mundo. A mãe…

1. …que quiser o sucesso de seu filho deve arriscar sua vida para protegê-lo do mal na infância dele (vs. 1-4);
2. …que quer dar um futuro brilhante a seu filho deve ser ousada na educação espiritual nos seus primeiros anos de vida (vs. 5-9);
3. …de sucesso será aquela que fizer tudo o que estiver ao seu alcance, dependendo do poder divino, visando preparar seu filho para fazer a diferença no mundo (vs. 10-11).

Joquebede foi muito sábia, educou Miriã para ser uma filha companheira, esperta e prestativa. Mãe e filha ousaram um projeto arriscadíssimo: Jogaram o bebê vivo no rio Nilo conforme a lei, porém, num cesto de juncos.

O resultado? A criança foi encontrada pela filha de Faraó que o adotou; mas, quem o criou foi Joquebede, que, inclusive ganhou salário para educar o próprio filho. Inacreditável!

Quando grandinho, Moisés foi viver nas cortes do palácio egípcio – a maior potência do mundo daquela época. Ali foi educado para ser Faraó. Contudo, “ele sabia que havia sido chamado para ser o libertador de seu povo. Sua mãe lhe dissera como Deus o tinha preservado num cesto no Nilo. E mais: ele sentia a obrigação da liderança” (Erwin W. Lutzer).

• Por isso, ao ver um egípcio maltratando um hebreu, o assassinou; entretanto, foi descoberto (vs. 11-14);
• Por causa disso, ele fugiu pelo deserto a Midiã – onde casou-se e fixou residência (vs. 15-22);
• Apesar de tudo, Deus não Se esqueceu de Seu povo (vs. 23-25).

Projetado a Faraó, Moisés tornou-se pastor de ovelhas – ofício abominável aos egípcios (Gênesis 46:34). Aparentemente, os planos de Deus estavam acabados! Só que não! (vs. 24-25).

Deus ouve os gemidos daqueles que clamam a Ele! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Êxodo 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de dezembro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“E a mulher concebeu e deu à luz um filho; e, vendo que era formoso, escondeu-o por três meses” (v.2).


O nascimento de Moisés representava o início de um novo tempo para Israel. Ciente da promessa divina de que estava se encerrando o prazo de quatrocentos anos para que o povo saísse do Egito, Satanás temeu que aquela saída significasse o nascimento do Messias e, semelhante ao que faria com os meninos de Belém através de Herodes, instigou Faraó a dar a seguinte ordem: “A todos os filhos que nascerem aos hebreus lançareis no Nilo” (Êx.1:22). Foi um massacre terrível e uma desolação sem precedentes para as mães de Israel. Mas houve uma mãe que, movida pelo Espírito Santo, ocultou o seu bebê até o momento em que teve de colocá-lo em condição vulnerável confiando de que havia um propósito grandioso na vida daquela criança. O Senhor a salvaria.

De longe, Miriã, “a irmã do menino” (v.4), observava para ver o que lhe aconteceria. Joquebede não havia posto seu filhinho ali à toa. Aquela mulher de fé acreditava que Deus cuidaria de seu bebê e lhe daria livramento. Acredito que ela o deixou à margem do rio, deixou Miriã a observá-lo e se retirou para orar. Foi quando sua oração foi interrompida pelo chamado de sua filha que quase não conseguia lhe explicar o que havia acontecido. Aquele bebê conquistara o coração da filha de Faraó, que o tomou para si. Joquebede cuidaria de seu filho, teria tempo suficiente de moldar-lhe o caráter e ainda seria paga por isso. Mas, no tempo determinado, teve de entregá-lo à filha de Faraó, que o chamou pelo nome de Moisés, dizendo: “Porque das águas o tirei” (v.10).

O menino cresceu e tornou-se um homem forte e decidido. Apesar de ser um príncipe do Egito, Moisés se compadecia do sofrimento de Israel. Sua mãe deixara bem claro qual era a sua origem, e como hebreu, começara a sentir a dor de seu povo. Foi quando uma cena lhe causou um sentimento de ódio homicida. Ao ver “um do seu povo” (v.11) sendo espancado por um egípcio, conferindo de que ninguém poderia vê-lo, “matou o egípcio, e o escondeu na areia” (v.12). Mas o que julgara ser um ato heróico lhe causou uma fuga repentina. Ameaçado de morte por Faraó, Moisés fugiu e foi para a “terra de Midiã” (v.15). Sua atitude junto ao poço também mostrou que possuía um temperamento violento para lidar com situações adversas. A partir dali, Deus iniciaria uma obra de preparação na vida daquele que seria Seu instrumento para livrar Seu povo do jugo egípcio.

O Senhor precisava pacificar o coração de Moisés. Ele ainda não estava apto para a obra de livramento. Não seria por força ou por violência que Moisés livraria seu povo da escravidão, e sim pelo poder de Deus. Ele teria quarenta anos para aprender esta lição. Até que o povo clamou e “viu Deus os filhos de Israel e atentou para a sua condição” (v.25). Somos todos alunos na escola da vida. Quantas vezes pensamos que a garantia de que ninguém está vendo o que fazemos de errado nos livra de colhermos as consequências de nossos atos. Quando, na verdade, estamos tão somente fazendo o mesmo que fez Moisés, escondendo os nossos pecados na areia, onde facilmente os ventos da vida, mais cedo ou mais tarde, os revelarão.

Mas assim como o misericórdia divina alcançou aquele bruto coração e o transformou em uma joia lapidada, Ele deseja realizar a mesma obra em nossa vida. A areia pode não ser o melhor esconderijo de pecados, mas é onde Jesus nos diz que facilmente podem ser apagados. A intenção de Moisés em fazer justiça com as próprias mãos em defesa de um irmão nos mostra que nem sempre as nossas “boas” intenções justificam as nossas ações. Maior do que a fuga do Egito, foi a fuga de Moisés dele mesmo e de seu impetuoso temperamento. Todos nós temos defeitos de caráter a serem corrigidos, e precisamos estar cientes de que, por vezes, os desertos da vida se tornam a melhor escola para isso.

Você está tendo de colher amargas consequências por seus erros passados? Saiba que Deus não lhe conduz ao deserto para lhe castigar, mas para que você compreenda, como Moisés, que ainda é “peregrino em terra estranha” (v.22). O Senhor tem um povo que está clamando por livramento e, muito em breve, virá para nos levar de volta para Casa. Que até lá possamos aceitar a Sua obra em nossos corações, moldando o nosso caráter para a eternidade.

Bom dia, joias preciosas do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo2 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



ÊXODO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de dezembro de 2018, 0:05
Filed under: Sem categoria

950 palavras

1-10 De modo similar ao cap. 1, a história da sobrevivência miraculosa de Moisés é uma história de mulheres que desviaram e frustraram os planos de Faraó. Apesar de nenhum de seus nomes serem citados, elas são, todavia, os caracteres principais (Andrews Study Bible).

1 um homem. A sorte de Israel dependia de um membro da família desse homem. … Seus pais [de Moisés], Anrão e Joquebede eram sobrinho e tia (6.20) (Bíblia de Genebra).

2 vendo… formoso. A sequência de ver que alguma coisa ou alguém é formoso (ou bom) é conhecido de Gên. 1:4, 10, 12, etc., onde Deus vê sua boa criação. O autor usa os mesmos termos. Apesar do Faraó ter sentenciado destruição e caos, uma nova criação está sendo preparada (Andrews Study Bible).

Moisés era uma criança saudável, que provavelmente sobreviveria. Jesus Cristo, de quem Moisés era um tipo, e fundador do novo Israel, também nasceu sob um edito de morte e foi miraculosamente poupado no Egito (Mt 2.13-23) (Bíblia de Genebra).

3 rio. O Nilo como instrumento de salvação é contrário às expectativas e se opõe aos desejos de Faraó (1:22). Na teologia egípcia o Nilo desempenhava um papel importante e estava conectado a diferentes divindades. Esta é uma prévia do conflito entre o Senhor, que ainda não apareceu em Êxodo, e Faraó e os deuses egípcios, que encontraremos adiante, na narrativa das pragas (Andrews Study Bible).

5 a filha de Faraó. Parece… que não tinha um filho propriamente seu (Bíblia Shedd).

A filha de Faraó não é nomeada, mas ela não é ignorante (v. 6). Ela pode ser Hatshepsut, a filha de Tutmoses I, se for seguida a cronologia bíblica (Andrews Study Bible).
Alguns pensam que essa princesa tornou-se a famosa Hatsepsute, a rainha de Tutmés II, e que governou o Egito após a morte de seu marido (1504 – 1483 a.C.) (Bíblia de Genebra).

6 compaixão. Mal podia a filha de Faraó compreender que a amarga tristeza de ficar sem filho era o meio pelo qual Deus lhe estava preparando o coração para sentir compaixão justamente na hora propícia. Assim Deus pode fazer que os mais desprezados sejam servidos e atendidos pelos grandes da terra (Is 49.23) (Bíblia Shedd).

7-9 Assim, a mãe de Moisés não somente tinha licença para criar seu filho, contra as ordens de Faraó, como receber condições financeiras que lhe possibilitaram fazê-lo de um modo eficiente. O único privilégio que não tinha era nomear a criança (v 10) (Bíblia Shedd).

8-9 Todas as mulheres desta narrativa escolheram desobedecer ordens e cruzaram barreiras de parentesco e étnicas (Andrews Study Bible).

10 já grande [cresceu, cf NKJV]. Talvez por dois ou três anos (como Samuel em 1 Sam. 1:22); Não há clara indicação de tempo (Andrews Study Bible).

Moisés. O nome vem do hebraico “tirar para fora”, e talvez seja uma tradução do nome equivalente que a princesa lhe teria dado no idioma egípcio. O futuro legislador, historiador e líder nacional, estava para receber dos inimigos de seu povo a mais elevada cultura da época, equipando-o para estas missões (Bíblia Shedd).

O nome [Mosheh] é semita, embora também fosse compatível com o nome egípcio Mose, que significa “é nascido” (p. ex., Tutmose, que quer dizer “Tute é nascido”) (Bíblia de Genebra).

11-15  Moisés se identifica com o oprimido. Após tentar sem sucesso resolver a situação de opressão em uma pequena escala, Moisés teve de fugir da ira de Faraó e acabou em um poço, em Midiã (em Gên 29:1-35, outra história semelhante é relatada) (Andrews Study Bible).

Agora, com quarenta anos de idade (At 7.23), Moisés se identifica com o povo de Deus (Hb 11.24-27). O esforço de Moisés por livrar um israelita da opressão que ele estava sofrendo mostrou-se inútil quando Moisés procurou ser um juiz em Israel (v. 14) (Bíblia de Genebra).

No entanto, ele ainda tinha muito a aprender. Ninguém pode prevalecer pela força. … Israel seria liberto de seus indizíveis sofrimentos inteiramente graças à mão estendida do seu Protetor todo-poderoso. Daí a falha da primeira tentativa de Moisés. Em lugar de olhar “de uma e de outra banda”, ele deveria ter olhado para cima (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

14 Quem te pôs. Com estas palavras os israelitas mostraram que não estavam prontos par receber as bênçãos da liberdade, rejeitando seu defensor. Assim também os judeus do tempo de Jesus estavam sempre dispostos a receberem curas e mais favores do Senhor, mas não toleravam a pregação contra os seus pecados, não obstante ser justamente o pecado que envenena a vida mais que a doença, rejeitando a terna compaixão de Jesus que queria libertá-los totalmente do pecado, através do evangelho (cf a comparação entre Moisés e Jesus Cristo em At 7.23-35, 22) (Bíblia Shedd).

15 Midiã. Os nômades midianitas descendiam de Abraão e Quetura (Gn 25.1-6; Nm 10.29-32; Jz 6) (Bíblia de Genebra).

16 tirar água. As mulheres fizeram a tarefa difícil e então foram enxotadas (Bíblia de Genebra).

17 as defendeu. Esta foi a terceira intervenção de Moisés em defesa dos fracos. Os conflitos entre os nômades por causa de direitos sobre a água eram comuns (Bíblia de Genebra).

18 Reuel. Esse nome significa “amigo de Deus”. O sogro de Moisés era conhecido por dois nomes: Reuel e Jetro (3.1; 4.18) (Bíblia de Genebra).

22 Note que foi Moisés quem deu nome ao seu filho (e não a mãe, como na maioria das histórias patriarcais), enfatizando seu desejo de manter conexão com o povo do concerto [aliança] que são ‘estrangeiros” no Egito (Andrews Study Bible).

23-25 A primeira referência à participação ativa de Deus na história de Israel em Êxodo. Contudo, Ele sempre esteve ocupado nos bastidores. Isto envolve uma mudança de perspectiva [de foco], de volta ao Egito (Andrews Study Bible).

23 clamaram [choraram/gritaram, na NKJV]. Esta é a primeira vez que Israel clama ao Senhor. Eles estão no fundo do desespero – e Deus escuta. Este padrão é repetido muitas vezes durante a era dos juízes (Jz 3:9, 15; 4:3; 6:6; etc.) (Andrews Study Bible).