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“De ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção!” (v.2).
Da mesma forma que chamou a Noé, Deus chamou a Abrão e lhe deu uma ordem expressa: “Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, e vai para a terra que te mostrarei” (v.1). Semelhante ao pregador da justiça, Abrão obedeceu sob o amparo da promessa divina: “Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra” (v.3). Abrão literalmente saiu de sua zona de conforto para habitar em tendas como um peregrino. Como não tinha filhos, seu sobrinho Ló recebera afeição de filho e decidira segui-lo na peregrinação rumo à Canaã.
Aonde Abrão armasse a sua tenda, ali edificava um altar ao Senhor, reconhecendo a guia divina e invocando o nome do Senhor. Mas apesar de sua fidelidade a Deus, ele também era homem sujeito a falhar. Ao fazer uso de uma “meia verdade”, Abrão colocou em risco a própria vida e seu casamento. Naquele tempo a expectativa de vida era outra e uma mulher como Sara, com aproximadamente sessenta e cinco anos, ainda esbanjava uma encantadora beleza jovial. Por ser uma mulher “sobremaneira formosa” (v.14), Abrão temeu assumi-la como esposa, submetendo-a a ser “levada para a casa de Faraó” (v.15). Mas as misericórdias do Senhor foram maiores do que o medo do patriarca, que teve sua mulher de volta após Deus lançar juízo sobre a casa do rei do Egito.
Quantas vezes frustramos os propósitos de Deus em nossa vida porque deixamos de invocar o Seu nome para olhar para as dificuldades que nos cercam. Em cada lugar onde chegava, Abrão edificava um altar ao Senhor. Mas no Egito foi diferente. Se tão somente ele tivesse confiado na boa mão de Deus, teria deixado ali o testemunho de um verdadeiro adorador. Como representantes de Deus na Terra, Ele nos concede a oportunidade e o privilégio de sermos Suas testemunhas. Erguemos um altar de adoração ao Deus único quando nossa vida encontra-se velada em Cristo Jesus.
Em Cristo, somos todos filhos de Abraão e herdeiros da mesma promessa. Que se cumpra em nossa vida a profecia de Isaías: “A sua posteridade será conhecida entre as nações, os seus descendentes, no meio dos povos; todos quantos os virem os reconhecerão como família bendita do Senhor” (Is.61:9).
Bom dia, família bendita de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Gênesis12 #RPSP
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7 tua descendência. Literalmente, “tua semente” (singular). Faz referência à “semente” em 3:13. Andrews Study Byble.
13 minha irmã. A meia verdade de Abrão é tacitamente aceita por Sara. Tanto Abrão quanto Sara tinham o mesmo pai (20:12) […] O leitor é lembrado que mesmo sendo Abrão o pai da fé (Heb. 11:8-11, 17-19), ele ainda é um ser humano, com medos e falhas de caráter e é resgatado por Deus e pelas esposas/mães da fé, Como se verá, seus medos eram bem fundados. Andrews Study Byble.
17-20 Apesar de Abrão não parecer considerar a honra e integridade de Sara, Deus considera. Em resposta a pragas, o Faraó devolve Sara a Abrão e os manda de volta a Canaã. Note a importante ligação desta história com a posterior narrativa do Êxodo: Tanto Abrão quanto Israel são benvindos no Egito; eles sofrem e Deus intervem enviando pragas (o mesmo termo em Êx. 11.1); eles retornam carregando riquezas do Egito para Canaã. Andrews Study Byble.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-11/
Gênesis 11 apresenta pelo menos três verdades vitais.
A primeira é esta: o orgulho humano descontrolado leva ao desastre espiritual. Os construtores da torre de Babel queriam construir um nome para si (v. 4). Ao invés de glorificar a Deus e somente Deus, eles desejaram glorificar a si mesmos.
Em segundo lugar, os construtores de Babel rejeitaram a palavra explícita de Deus. Ele prometeu que este mundo não seria destruído novamente por um dilúvio. Quando Deus confundiu as falas, a raça humana perdeu um de seus fatores unificadores – a linguagem. A desobediência traz divisão. A unidade vem de obedecer a Deus, não de desconsiderar Seus mandamentos.
Há mais uma verdade importante nesse capítulo, que pode ser encontrada na genealogia de Sem. Gênesis 11 traça a linhagem dos filhos de Noé e, ao final, se concentra em Sem. Abraão descende da linha de Sem. Israel surge a partir da descendência de Abraão e é através dessa linha que o Messias nasce. Com séculos de antecedência Deus tinha um plano para Abraão e seus descendentes. Deus nunca é pego de surpresa. Ele está planejando um grande futuro para você.
Mark Finley
Evangelista
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=267
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Isabela Brossi, Jeferson e Gisele Quimelli
Ouça este comentário em áudio:
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GÊNESIS 11 – Leia este capítulo observando como Deus foi misericordioso com a humanidade que sempre ambicionou o que nunca deveria cobiçar.
Para impedir tamanha ambição insurgente logo após o dilúvio, Deus usou estratégia diferente:
• Fez que o único idioma existente não fosse mais exclusivo; muitos idiomas surgiram entre os construtores da torre, tendo que espalhar-se para não aglomerar-se e promover o mal (vs. 1-9);
• Em seguida, apresentou a genealogia de Sem, de onde viria o Messias que realmente resolveria o problema dos pecadores encrencados devido ao pecado (vs. 10-26).
Álvaro César Pestana observa:
“O sonho de ser como Deus talvez esteja por trás [dos] relatos famosos da Bíblia, tais como o que se encontra na narrativa da construção da famosa Torre de Babel, narrado em Gênesis 11. A frase que pode descrever a tentativa de igualar-se a Deus diz o seguinte:
“Disseram: Vinde, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo tope chegue aos céus e tornemos célebre o nosso nome, para que não sejamos espalhados por toda a terra.
“Os autores desta frase são os articuladores da primeira aldeia global, ainda na pré-história. Suas declarações, em si, não parecem problemáticas, mas, no conjunto de suas intenções, representam um desafio à Divindade.
“Seu projeto era edificar uma cidade ao redor de uma torre cujo topo chegaria até aos céus. Será que com isto imaginavam invadir o domínio divino? A torre seria um sinal do tamanho de sua fama e poder: não era somente uma obra arquitetônica, mas a construção de um ego coletivo, tremendamente vaidoso e inchado, em sua pretensão. Assim, não seriam espalhados pela terra, como parecia ser a intenção original do Criador [Gênesis 1:28; 9:1].
“Os homens queriam ser como Deus. De fato, parece que esta tentação ainda está na moda”.
Curiosidades:
• O capítulo 11 explica o capítulo 10: Os filhos de Noé agruparam-se por família, conforme sua língua (Gênesis 10:20, 31).
• Babel é berço da Babilônia.
• O tempo da multiplicação das línguas acontece nos dias de Pelegue, filho de Héber (Gênesis 10:25).
• Deus não é autoritário ou arbitrário. Ele observa, analisa e então age visando salvar e restaurar pecadores (Gênesis 11:5-9).
• A satânica ambição deturpada, despertada em Gênesis 3:5, continua arruinando as pessoas; mas Jesus viria humildemente resolver isso!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Ora, em toda a terra havia apenas uma linguagem e uma só maneira de falar” (v.1).
Dentre as cidades que Ninrode fundou, uma delas foi Babel. Ali, os habitantes iniciaram a construção de uma torre que, segundo eles, alcançaria o céu, desafiando a ordem de Deus de povoar a terra e pondo em dúvida a Sua promessa de nunca mais destruí-la com um dilúvio. Até então, a humanidade falava um só idioma, mas Deus, vendo o que ia no coração dos homens, confundiu a linguagem deles, de forma que todos tiveram que se dividir conforme a sua língua e cessar seus planos de edificar a torre e a cidade. Babel significa “confusão”, pois o povo ali havia dado as costas para Deus.
A diversidade de idiomas foi uma consequência do pecado, que faz separação não somente entre o homem e Deus, mas também entre o homem e seus próprios semelhantes. Hoje, no mundo existem cerca de 7 mil idiomas e dialetos. Certamente, houve uma tremenda balbúrdia quando a conversa na cidade resultou em milhares de línguas e dialetos diferentes. Cada qual tentava encontrar alguém que lhe compreendesse, reconhecendo que foi o poder de Deus que fez aquilo.
Por outro lado, a descendência de Sem frutificou para a glória de Deus. As gerações que se seguiram proporcionaram à geração de Abrão a verdadeira educação que concede ao homem o privilégio de conhecer a Deus. E mesmo diante de que “Sarai era estéril, não tinha filhos” (v.30), a confiança que o patriarca tinha no Senhor lhe conferiu o ilustre título de “pai da fé”. Os habitantes de Babel tiveram de procurar reconhecer a voz daqueles que falassem seu próprio idioma, em meio a uma multidão em que todos falavam ao mesmo tempo. Abrão reconheceria a voz dAquele que criou os idiomas, numa audiência particular com o Eterno.
Quando depositamos a nossa confiança nas vozes desta terra, o resultado sempre será confusão e decepção. Colocar ideias humanas acima da vontade de Deus gera frustração e acaba por fechar o coração para os apelos do Espírito Santo. O Senhor deseja falar conosco e revelar a Sua “boa, agradável e perfeita vontade” (Rm.12:2). Ouvir a voz de Deus não foi um privilégio apenas para Abrão e os profetas, mas continua sendo um privilégio para todo aquele que O conhece. Pois, está escrito: “Eu sou o bom Pastor; conheço as Minhas ovelhas, e elas Me conhecem a Mim” (Jo.10:14). Que possamos confiar plenamente no Senhor e seguir na Sua direção, edificando nossa vida sobre a Rocha que é Cristo e jamais seremos confundidos!
Bom dia, ovelhas de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Gênesis11 #RPSP
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1 linguagem. A linguagem é um importante unificador. O cap 11 descreve a existência de uma linguagem universal (Andrews Study Bible).
2 do Oriente. Ou para o oriente (Bíblia NVI). A mesma expressão hebraica em 2:8 é traduzida por “na direção do Oriente”, que é como ela deve ser entendida aqui. Mover-se para leste sempre marca um movimento negativo (p. ex.: Ló separando-sede Abrão [13:10-12]; Os filhos de Quetura indo na direção do Oriente [25:6]). 11:2 é reminiscente da jornada de Caim para o leste e a fundação de cidades pelos seus descendentes (4:14-17) (Andrews Study Bible).
Sinar têm referência às planícies da Babilônia (Bíblia Shedd).
4 torre… aos céus. Esta descrição sugere um esforço monumental motivado pelo orgulho (cf. Is 2.15-17). Os seres humanos – desta vez numa tentativa titânica de auto-afirmação corporativa – desafiam abertamente a Deus (Bíblia de Genebra).
Cujo tope. Eles tinham conhecimento maior do que se revela, nesse esforço por construir uma torre que alcançasse o céu. A melhor tradução do texto seria: “Uma torre que alcançasse o céu no tope”. Nos sítios que foram edificadas muitas das antiquíssimas cidades da Mesopotâmia encontram-se os remanescentes das torres que teriam sido construídas e ficaram incompletas, atingindo apenas alguns andares. Nas plaquetas de barro, tais torres são referidas como “zigurates” e relacionam-se com a vida religiosa dos povos antigos que ocupavam aquelas regiões. Na parte mais alta dos “zigurates” encontravam-se, usualmente, locais de culto e sacrifício (Bíblia Shedd).
O desejo de alcançar o céu (e estar livre de outro dilúvio) sugere que os construtores não confiam na promessa de Deus em 9:8-17. Contudo, o seu principal propósito era tornar célebre o nome para eles. A atitude dos construtores está em conflito com os desejos de Deus de tornar célebre [fazer um nome] para Abraão (12:2). A independência de Deus e auto-suficiência são algumas das mais importantes motivações. Muito vêem similaridades entre esta torre e os zigurates (grandes torres-templos), comuns nas culturas circundantes (Andrews Study Bible).
Estes construtores estavam tentando obter relevância e imortalidade nos seus feitos, porém apenas Deus pode dar um nome eterno (12.2) àqueles que engrandecem o nome dEle (4.26; 12.8; Is 63. 12, 14) (Bíblia de Genebra).
Para que não sejamos espalhados. Assim como Caim, no seu afastamento de Deus, esses pecadores orgulhosos temiam deslocamento e talvez temessem também uns aos outros (4.14). Assim como Caim, eles encontraram solução para isso numa cidade que se rebelava contra Deus – estratégia que envolvia desobedecer a ordem de Deus de “encher a terra” (9.1) (Bíblia de Genebra).
5 Desceu o Senhor. Texto chave da história. A descida de Deus é sempre conectada com eventos significantes: a entrega dos Dez Mandamentos (Êx. 19:11, 18, 10; 34:5), o estabelecimento de um sistema administrativo inovador (Num. 11:25), etc. (Andrews Study Bible).
A investigação divina antes do julgamento é frequentemente mencionada descrita em Gênesis (3.11-13; 4.9-10; 18.21). Ao invés de conflitar com a doutrina da onisciência divina (cf 6.6), esta descrição antropomórfica da atividade de Deus serve para enfatizar que o julgamento divino é sempre de acordo com a verdade. As torres da Mesopotâmia foram construídas como escadas para a descida dos deuses. Deus, porém, desce em julgamento nesta torre de orgulho humano (Bíblia de Genebra).
6 Confundamos. (Hebraico balal). Um jogo de palavras com o termo babel, ou Babilônia. considerando que os babilônios entendiam o nome de sua cidade como sendo “porta dos deuses” (babili), o significado deste jogo de palavras deve ser apreciado (Andrews Study Bible).
Aqui vemos a atitude de Deus que reconhece o valor da unidade e na paz quando são caracterizadas na santidade. Fora disso, melhor a divisão do que a apostasia coletiva (cf Lc 12.51). Pentecostes é um novo começo. O evangelho é proclamado em muitas línguas apontando para o cumprimento final de Sf 3.9, “Então darei lábios puros aos povos, para que todos invoquem o nome do SENHOR, e o sirvam de comum acordo”. (Bíblia Shedd).
7 Desçamos. O emprego do plural sugere a Trindade (cf. Gn 1.26) (Bíblia Shedd).
8 dispersou. Ironicamente, ao invés de ganhar relevância e imortalidade, eles alcançaram alienação e dispersão. A expulsão já fora a triste sorte de Adão e Eva (3.23) e de Caim (4.12). Esse castigo foi também um ato da graça; no isolamento, os povos estariam mais inclinados a se voltar a Deus (12.3; At 17.26-27) (Bíblia de Genebra).
9 Babel. Isto é, Babilônia (Bíblia NVI). (cf o hebraico bala, confundir). Tanto a história como a arqueologia dão testemunho a respeito da confusão de línguas, fato que é reconhecido pela filologia comparada (Bíblia Shedd).
Babel, Babilônia e a grande Babilônia – essa é a linhagem da apostasia que sempre fez oposição à Igreja de Deus, como uma sombra, a mover-se furtivamente ao longo do muro ao nosso lado. Babel contrapõe-se a Abraão; Babilônia, a Jerusalém; a grande Jerusalém, à Noiva, a esposa do Cordeiro. “Retirai-vos dela, povo meu”, é o grio que ressoa através dos tempos (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
10 A descendência dos descendentes de Sem marca uma importante mudança em Gênesis: de uma história de uma perspectiva universal o texto agora muda para a história de um homem e sua família. A genealogia é o meio para conseguir esta mudança (Andrews Study Bible).
Da consideração da raça inteira, a atenção é solicitada a focalizar-se sobre apenas uma família genealógica, cujo cabeça torna-se o canal para a realização do plano divino da redenção (Bíblia Shedd).
Esta genealogia dos eleitos, como em 5.3-32, é inicialmente linear e, então, segmentada em três filhos […] Ela se sobrepõe a 10.21-3 e forma uma transição da história primeva para o relato de Abraão. Como é comum em antigas genealogias, esta genealogia aparentemente contém lacunas. Se fosse precisamente sequencial, os eventos dos caps. 9-11 cobririam menos de três séculos, todos os ancestrais de Abraão estariam vivos quando ele nasceu, e Sem sobreviveria ao período de Abraão em 14 anos. O propósito desta genealogia é relatar os avanços da linhagem messiânica (Bíblia de Genebra).
Gerar. Pode ter o sentido de ser ancestral ou predecessor, também nos versículos 11-25 (Bíblia NVI).
12 Arfaxade…Salá. A Septuaginta diz Aos 35 anos, Arfaxade gerou Cainã. Depois que gerou Cainã, Arfaxade viveu 430 anos e gerou outros filhos e filhas, e então morreu. Aos 130 anos, Cainã gerou Salá. Depois que gerou Salá, Cainã viveu 330 anos e gerou filhos e filhas. Veja Gen 10.24 e Lc 3.35.36 (Bíblia NVI).
15 Verifica-se claramente a redução da longevidade depois do dilúvio. Tanto o pecado, como as doenças por ele ocasionadas e até mesmo a misericórdia Divina, constribuíram para que assim acontecesse (Bíblia Shedd).
Na história sumeriana do dilúvio, a idade dos reis é também reduzida depois do dilúvio (Bíblia de Genebra).
27 Introduz a genealogia de Abrão (Andrews Study Bible).
28 Morreu Harã. A morte prematura de Harã explica o destino de seus filhos nesta família intimamente unida. Abraão adotou Ló, filho de Harã (v. 31; 12.4), e Naor casou-se com Milca, filha de Harã.
Ur dos caldeus. Provavelmente a importante cidade no Sul da Mesopotâmia, às margens do rio Eufrates (cerca de 3000-1900 a.C.), (Bíblia de Genebra).
Esta cidade tem sido desenterrada […] Era razoavelmente populosa e as ruínas revelam a existência de muita atividade comercial. Têm-se encontrado máquinas, instrumentos musicais, livros (de tabletes de argila) e até mesmo casas de diversão. Abraão deve ter tomado conhecimento da luxúria que ali proliferava (Bíblia Shedd).
29 . Os versos 29-30 interrompem o lento movimento de nomes e anos com a descrição das esposas dos filhos de Tera (Andrews Study Bible).
Sarai. Esta era filha de Tera, de uma mãe diferente da mãe de Abraão (20.2). A proibição de tais casamentos era desconhecida no período patriarcal (cf. Lv 18.9; 20.17; Dt 27.22). (Bíblia de Genebra).
a de Naor… filha de Harã. A lei mosaica posterior não proibe o casamento com uma sobrinha (Bíblia de Genebra).
30 Estéril. Sara e sua incapacidade de concepção é central para tudo que segue (Andrews Study Bible).
Essa menção à impossibilidade de ter filhos prenuncia a provisão miraculosa de uma descendência para continuar a linhagem da promessa da aliança (18.1-15; 21.1-12) (Bíblia de Genebra).
31 Tomou… saiu. Nenhuma razão é dada para a partida de Tera de Ur, mas Atos 7:2-5 pode sugerir que o chamado de Deus foi primeiramente dado a Abrão em Ur (Andrews Study Bible).
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-10/
Genealogias são muitas vezes difíceis de ler e mais difíceis ainda de entender. No entanto, elas desempenham um papel importante em nossa compreensão da história da Bíblia. Elas mostram a continuidade das famílias, revelam a migração dos povos, fornecem ligações entre eventos bíblicos significantes, e nos permitem discernir mais claramente o inter-relacionamento dos personagens bíblicos.
Em Gênesis 10, três filhos de Noé e suas famílias se estabelecem em três áreas distintas. Os filhos de Cão se mudam para o nordeste da África e a Palestina. Os descendentes de Sem migram para a Mesopotâmia e o sudoeste da Arábia e as famílias de Jafé viajam para a Ásia Menor (atual Turquia) e Europa Ocidental. Eles se separam de acordo com sua “língua, famílias e nações.”
Obviamente surgiram dificuldades entre os filhos de Noé. Essas dificuldades os levaram a se mudar para diferentes lugares. Há momentos na vida em que se mudar para um lugar diferente é muito melhor do que permanecer e fazer guerra.
Há uma outra lição espiritual vital aqui. A fidelidade de Noé com Deus e sua obediência fiel não garantiram a fidelidade de seus próprios filhos. Assim como Noé, seus filhos também tiveram que fazer uma escolha decisiva para servir a Deus.
Compartilhe as lições espirituais que você vê neste capítulo desafiador.
Mark Finley
Evangelista
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=260
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Isabela Brossi, Jeferson e Gisele Quimelli
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