Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 11 by jquimelli
23 de outubro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-11/

Gênesis 11 apresenta pelo menos três verdades vitais.

A primeira é esta: o orgulho humano descontrolado leva ao desastre espiritual. Os construtores da torre de Babel queriam construir um nome para si (v. 4). Ao invés de glorificar a Deus e somente Deus, eles desejaram glorificar a si mesmos.

Em segundo lugar, os construtores de Babel rejeitaram a palavra explícita de Deus. Ele prometeu que este mundo não seria destruído novamente por um dilúvio. Quando Deus confundiu as falas, a raça humana perdeu um de seus fatores unificadores – a linguagem. A desobediência traz divisão. A unidade vem de obedecer a Deus, não de desconsiderar Seus mandamentos.

Há mais uma verdade importante nesse capítulo, que pode ser encontrada na genealogia de Sem. Gênesis 11 traça a linhagem dos filhos de Noé e, ao final, se concentra em Sem. Abraão descende da linha de Sem. Israel surge a partir da descendência de Abraão e é através dessa linha que o Messias nasce. Com séculos de antecedência Deus tinha um plano para Abraão e seus descendentes. Deus nunca é pego de surpresa. Ele está planejando um grande futuro para você.

Mark Finley
Evangelista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=267
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Isabela Brossi, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça este comentário em áudio:



COMENTÁRIO GÊNESIS 11 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
23 de outubro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 11 – Leia este capítulo observando como Deus foi misericordioso com a humanidade que sempre ambicionou o que nunca deveria cobiçar.

Para impedir tamanha ambição insurgente logo após o dilúvio, Deus usou estratégia diferente:

• Fez que o único idioma existente não fosse mais exclusivo; muitos idiomas surgiram entre os construtores da torre, tendo que espalhar-se para não aglomerar-se e promover o mal (vs. 1-9);
• Em seguida, apresentou a genealogia de Sem, de onde viria o Messias que realmente resolveria o problema dos pecadores encrencados devido ao pecado (vs. 10-26).

Álvaro César Pestana observa:

“O sonho de ser como Deus talvez esteja por trás [dos] relatos famosos da Bíblia, tais como o que se encontra na narrativa da construção da famosa Torre de Babel, narrado em Gênesis 11. A frase que pode descrever a tentativa de igualar-se a Deus diz o seguinte:

“Disseram: Vinde, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo tope chegue aos céus e tornemos célebre o nosso nome, para que não sejamos espalhados por toda a terra.

“Os autores desta frase são os articuladores da primeira aldeia global, ainda na pré-história. Suas declarações, em si, não parecem problemáticas, mas, no conjunto de suas intenções, representam um desafio à Divindade.

“Seu projeto era edificar uma cidade ao redor de uma torre cujo topo chegaria até aos céus. Será que com isto imaginavam invadir o domínio divino? A torre seria um sinal do tamanho de sua fama e poder: não era somente uma obra arquitetônica, mas a construção de um ego coletivo, tremendamente vaidoso e inchado, em sua pretensão. Assim, não seriam espalhados pela terra, como parecia ser a intenção original do Criador [Gênesis 1:28; 9:1].

“Os homens queriam ser como Deus. De fato, parece que esta tentação ainda está na moda”.

Curiosidades:

• O capítulo 11 explica o capítulo 10: Os filhos de Noé agruparam-se por família, conforme sua língua (Gênesis 10:20, 31).
• Babel é berço da Babilônia.
• O tempo da multiplicação das línguas acontece nos dias de Pelegue, filho de Héber (Gênesis 10:25).
• Deus não é autoritário ou arbitrário. Ele observa, analisa e então age visando salvar e restaurar pecadores (Gênesis 11:5-9).
• A satânica ambição deturpada, despertada em Gênesis 3:5, continua arruinando as pessoas; mas Jesus viria humildemente resolver isso!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 11 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de outubro de 2018, 0:30
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“Ora, em toda a terra havia apenas uma linguagem e uma só maneira de falar” (v.1).


Dentre as cidades que Ninrode fundou, uma delas foi Babel. Ali, os habitantes iniciaram a construção de uma torre que, segundo eles, alcançaria o céu, desafiando a ordem de Deus de povoar a terra e pondo em dúvida a Sua promessa de nunca mais destruí-la com um dilúvio. Até então, a humanidade falava um só idioma, mas Deus, vendo o que ia no coração dos homens, confundiu a linguagem deles, de forma que todos tiveram que se dividir conforme a sua língua e cessar seus planos de edificar a torre e a cidade. Babel significa “confusão”, pois o povo ali havia dado as costas para Deus.

A diversidade de idiomas foi uma consequência do pecado, que faz separação não somente entre o homem e Deus, mas também entre o homem e seus próprios semelhantes. Hoje, no mundo existem cerca de 7 mil idiomas e dialetos. Certamente, houve uma tremenda balbúrdia quando a conversa na cidade resultou em milhares de línguas e dialetos diferentes. Cada qual tentava encontrar alguém que lhe compreendesse, reconhecendo que foi o poder de Deus que fez aquilo.

Por outro lado, a descendência de Sem frutificou para a glória de Deus. As gerações que se seguiram proporcionaram à geração de Abrão a verdadeira educação que concede ao homem o privilégio de conhecer a Deus. E mesmo diante de que “Sarai era estéril, não tinha filhos” (v.30), a confiança que o patriarca tinha no Senhor lhe conferiu o ilustre título de “pai da fé”. Os habitantes de Babel tiveram de procurar reconhecer a voz daqueles que falassem seu próprio idioma, em meio a uma multidão em que todos falavam ao mesmo tempo. Abrão reconheceria a voz dAquele que criou os idiomas, numa audiência particular com o Eterno.

Quando depositamos a nossa confiança nas vozes desta terra, o resultado sempre será confusão e decepção. Colocar ideias humanas acima da vontade de Deus gera frustração e acaba por fechar o coração para os apelos do Espírito Santo. O Senhor deseja falar conosco e revelar a Sua “boa, agradável e perfeita vontade” (Rm.12:2). Ouvir a voz de Deus não foi um privilégio apenas para Abrão e os profetas, mas continua sendo um privilégio para todo aquele que O conhece. Pois, está escrito: “Eu sou o bom Pastor; conheço as Minhas ovelhas, e elas Me conhecem a Mim” (Jo.10:14). Que possamos confiar plenamente no Senhor e seguir na Sua direção, edificando nossa vida sobre a Rocha que é Cristo e jamais seremos confundidos!

Bom dia, ovelhas de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis11 #RPSP



GÊNESIS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
23 de outubro de 2018, 0:10
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linguagem. A linguagem é um importante unificador. O cap 11 descreve a existência de uma linguagem universal (Andrews Study Bible).

do Oriente. Ou para o oriente (Bíblia NVI). A mesma expressão hebraica em 2:8 é traduzida por “na direção do Oriente”, que é como ela deve ser entendida aqui. Mover-se para leste sempre marca um movimento negativo (p. ex.: Ló separando-sede Abrão [13:10-12]; Os filhos de Quetura indo na direção do Oriente [25:6]). 11:2 é reminiscente da jornada de Caim para o leste e a fundação de cidades pelos seus descendentes (4:14-17) (Andrews Study Bible).

Sinar têm referência às planícies da Babilônia (Bíblia Shedd).

torre… aos céus. Esta descrição sugere um esforço monumental motivado pelo orgulho (cf. Is 2.15-17). Os seres humanos – desta vez numa tentativa titânica de auto-afirmação corporativa – desafiam abertamente a Deus (Bíblia de Genebra).

Cujo tope. Eles tinham conhecimento maior do que se revela, nesse esforço por construir uma torre que alcançasse o céu. A melhor tradução do texto seria: “Uma torre que alcançasse o céu no tope”. Nos sítios que foram edificadas muitas das antiquíssimas cidades da Mesopotâmia encontram-se os remanescentes das torres que teriam sido construídas e ficaram incompletas, atingindo apenas alguns andares. Nas plaquetas de barro, tais torres são referidas como “zigurates” e relacionam-se com a vida religiosa dos povos antigos que ocupavam aquelas regiões. Na parte mais alta dos “zigurates” encontravam-se, usualmente, locais de culto e sacrifício (Bíblia Shedd).

O desejo de alcançar o céu (e estar livre de outro dilúvio) sugere que os construtores não confiam na promessa de Deus em 9:8-17. Contudo, o seu principal propósito era tornar célebre o nome para eles. A atitude dos construtores está em conflito com os desejos de Deus de tornar célebre [fazer um nome] para Abraão (12:2). A independência de Deus e auto-suficiência são algumas das mais importantes motivações. Muito vêem similaridades entre esta torre e os zigurates (grandes torres-templos), comuns nas culturas circundantes (Andrews Study Bible).

Estes construtores estavam tentando obter relevância e imortalidade nos seus feitos, porém apenas Deus pode dar um nome eterno (12.2) àqueles que engrandecem o nome dEle (4.26; 12.8; Is 63. 12, 14) (Bíblia de Genebra).

Para que não sejamos espalhados. Assim como Caim, no seu afastamento de Deus, esses pecadores orgulhosos temiam deslocamento e talvez temessem também uns aos outros (4.14). Assim como Caim, eles encontraram solução para isso numa cidade que se rebelava contra Deus – estratégia que envolvia desobedecer a ordem de Deus de “encher a terra” (9.1) (Bíblia de Genebra).

Desceu o Senhor. Texto chave da história. A descida de Deus é sempre conectada com eventos significantes: a entrega dos Dez Mandamentos (Êx. 19:11, 18, 10; 34:5), o estabelecimento de um sistema administrativo inovador (Num. 11:25), etc. (Andrews Study Bible).

A investigação divina antes do julgamento é frequentemente mencionada descrita em Gênesis (3.11-13; 4.9-10; 18.21). Ao invés de conflitar com a doutrina da onisciência divina (cf 6.6), esta descrição antropomórfica da atividade de Deus serve para enfatizar que o julgamento divino é sempre de acordo com a verdade. As torres da Mesopotâmia foram construídas como escadas para a descida dos deuses. Deus, porém, desce em julgamento nesta torre de orgulho humano (Bíblia de Genebra).

Confundamos. (Hebraico balal). Um jogo de palavras com o termo babel, ou Babilônia. considerando que os babilônios entendiam o nome de sua cidade como sendo “porta dos deuses” (babili), o significado deste jogo de palavras deve ser apreciado (Andrews Study Bible).

Aqui vemos a atitude de Deus que reconhece o valor da unidade e na paz quando são caracterizadas na santidade. Fora disso, melhor a divisão do que a apostasia coletiva (cf Lc 12.51). Pentecostes é um novo começo. O evangelho é proclamado em muitas línguas apontando para o cumprimento final de Sf 3.9, “Então darei lábios puros aos povos, para que todos invoquem o nome do SENHOR, e o sirvam de comum acordo”.  (Bíblia Shedd).

Desçamos. O emprego do plural sugere a Trindade (cf. Gn 1.26) (Bíblia Shedd).

dispersou. Ironicamente, ao invés de ganhar relevância e imortalidade, eles alcançaram alienação e dispersão. A expulsão já fora a triste sorte de Adão e Eva (3.23) e de Caim (4.12). Esse castigo foi também um ato da graça; no isolamento, os povos estariam mais inclinados a se voltar a Deus (12.3; At 17.26-27) (Bíblia de Genebra).

Babel. Isto é, Babilônia (Bíblia NVI). (cf o hebraico bala, confundir). Tanto a história como a arqueologia dão testemunho a respeito da confusão de línguas, fato que é reconhecido pela filologia comparada (Bíblia Shedd).

Babel, Babilônia e a grande Babilônia – essa é a linhagem da apostasia que sempre fez oposição à Igreja de Deus, como uma sombra, a mover-se furtivamente ao longo do muro ao nosso lado. Babel contrapõe-se a Abraão; Babilônia, a Jerusalém; a grande Jerusalém, à Noiva, a esposa do Cordeiro. “Retirai-vos dela, povo meu”, é o grio que ressoa através dos tempos (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

10 A descendência dos descendentes de Sem marca uma importante mudança em Gênesis: de uma história de uma perspectiva universal o texto agora muda para a história de um homem e sua família. A genealogia é o meio para conseguir esta mudança (Andrews Study Bible).

Da consideração da raça inteira, a atenção é solicitada a focalizar-se sobre apenas uma família genealógica, cujo cabeça torna-se o canal para a realização do plano divino da redenção (Bíblia Shedd).

Esta genealogia dos eleitos, como em 5.3-32, é inicialmente linear e, então, segmentada em três filhos […] Ela se sobrepõe a 10.21-3 e forma uma transição da história primeva para o relato de Abraão. Como é comum em antigas genealogias, esta genealogia aparentemente contém lacunas. Se fosse precisamente sequencial, os eventos dos caps. 9-11 cobririam menos de três séculos, todos os ancestrais de Abraão estariam vivos quando ele nasceu, e Sem sobreviveria ao período de Abraão em 14 anos. O propósito desta genealogia é relatar os avanços da linhagem messiânica (Bíblia de Genebra).

Gerar. Pode ter o sentido de ser ancestral ou predecessor, também nos versículos 11-25 (Bíblia NVI).

12 Arfaxade…Salá. A Septuaginta diz Aos 35 anos, Arfaxade gerou Cainã. Depois que gerou Cainã, Arfaxade viveu 430 anos e gerou outros filhos e filhas, e então morreu. Aos 130 anos, Cainã gerou Salá. Depois que gerou Salá, Cainã viveu 330 anos e gerou filhos e filhas. Veja Gen 10.24 e Lc 3.35.36 (Bíblia NVI).

15 Verifica-se claramente a redução da longevidade depois do dilúvio. Tanto o pecado, como as doenças por ele ocasionadas e até mesmo a misericórdia Divina, constribuíram para que assim acontecesse (Bíblia Shedd).
Na história sumeriana do dilúvio, a idade dos reis é também reduzida depois do dilúvio (Bíblia de Genebra).

27 Introduz a genealogia de Abrão (Andrews Study Bible).

28 Morreu Harã. A morte prematura de Harã explica o destino de seus filhos nesta família intimamente unida. Abraão adotou Ló, filho de Harã (v. 31; 12.4), e Naor casou-se com Milca, filha de Harã.

Ur dos caldeus. Provavelmente a importante cidade no Sul da Mesopotâmia, às margens do rio Eufrates (cerca de 3000-1900 a.C.), (Bíblia de Genebra).

Esta cidade tem sido desenterrada […] Era razoavelmente populosa e as ruínas revelam a existência de muita atividade comercial. Têm-se encontrado máquinas, instrumentos musicais, livros (de tabletes de argila) e até mesmo casas de diversão. Abraão deve ter tomado conhecimento da luxúria que ali proliferava (Bíblia Shedd).

29 . Os versos 29-30 interrompem o lento movimento de nomes e anos com a descrição das esposas dos filhos de Tera (Andrews Study Bible).

Sarai. Esta era filha de Tera, de uma mãe diferente da mãe de Abraão (20.2). A proibição de tais casamentos era desconhecida no período patriarcal (cf. Lv 18.9; 20.17; Dt 27.22) (Bíblia de Genebra).

a de Naor… filha de Harã. A lei mosaica posterior não proibe o casamento com uma sobrinha (Bíblia de Genebra).

30 Estéril. Sara e sua incapacidade de concepção é central para tudo que segue (Andrews Study Bible).
Essa menção à impossibilidade de ter filhos prenuncia a provisão miraculosa de uma descendência para continuar a linhagem da promessa da aliança (18.1-15; 21.1-12) (Bíblia de Genebra).

31 Tomou… saiu. Nenhuma razão é dada para a partida de Tera de Ur, mas Atos 7:2-5 pode sugerir que o chamado de Deus foi primeiramente dado a Abrão em Ur (Andrews Study Bible).




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