Reavivados por Sua Palavra


APOCALIPSE 16 by jquimelli
6 de outubro de 2018, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/apocalipse/ap-capitulo-16/

Apocalipse 16 descreve o derramamento das taças dos sete anjos de Apocalipse 15, enquanto aqueles que venceram a besta  cantam o cântico de Moisés e do Cordeiro (v. 2-3) relembrando a libertação da escravidão no Egito.

Os cinco primeiros flagelos sobre os adoradores da besta relembra especialmente as pragas do Egito: úlceras (v. 2; Ex. 9:10), água em sangue (v. 4; Ex. 7:20), rãs (v. 13; Ex. 8:6), trevas (v. 10; Ex. 10:22), saraiva (v. 21; Ex. 9:25). O sexto flagelo usa imagens de duas vitórias de Deus contra os inimigos de seu povo, a seca do rio Eufrates lembrando a queda de Babilônia para a Medo-Pérsia e a batalha de Elias contra os falsos profetas no Monte Carmelo (v. 12-16).

Em um último esforço para vencer a batalha pelo controle do mundo, as forças da escuridão – o dragão, a besta e o falso profeta – se unem para conquistar o apoio dos chefes de Estado. Essa aliança internacional tem como alvo o Cordeiro e seus seguidores na batalha do Armagedom. Mas “o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis” (17:14 ARA). Por conseguinte, a tríplice união se desintegra e as capitais das nações e os governos entram em colapso (16:19). Os atos finais do julgamento incluem um terremoto sem precedentes e granizos enormes caem dos céus. Nesse momento, uma voz vinda do trono de Deus pronuncia: “Está feito”, ecoando o poderoso grito do Calvário: “Está consumado”.

A batalha final será vencida por Deus e estaremos diante de Deus vestidos com a justiça de Cristo (vestes brancas).

Flávio da Silva de Souza
Professor de Teologia Sistemática
SALT – Seminário Latino Americano de Teologia

Garth Bainbridge
Associação da Grande Sydney
Austrália

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1429
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli

Audio online [voz: Valesca Conty]:



APOCALIPSE 16 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
6 de outubro de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria



APOCALIPSE 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
6 de outubro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

APOCALIPSE 16 – A pior crise histórica logo se instalará no mundo. As consequências do pecado serão vastas para quem não optou pelo Cordeiro que tira o pecado.

João, o discípulo amado, revela que o amor de Deus está presente no Apocalipse. Jesus é aquele que nos ama (Apocalipse 1:5) e, a igreja deve prezar pelo amor (Apocalipse 2:4). Contudo, o amor anseia pelo bem de seus amados e terá que agir drasticamente para proporcionar-lhes um ambiente livre de qualquer perigo.

Além disso, quanta graça foi oferecida à humanidade desde que Jesus assumiu como Sumo Sacerdote intercessor no Santuário Celestial! Assim facilita entender por que a ira de Deus se manifesta sobre os incrédulos rebeldes.

• Primeira praga: Atinge aos adoradores da Besta e de sua imagem com feridas terríveis e dolorosas (vs. 1-2);

• Segunda praga: Atinge os mares (e seres marítimos), transformando-os em sangue (v. 3);

• Terceira praga: Atinge os rios e as fontes das águas deixando a humanidade sem água potável (v. 4);

• Quarta praga: Atinge o sol, o qual causará insolação terrível nos revoltosos pecadores (vs. 8-9);

• Quinta praga: Atinge o trono da Besta com trevas que causam angústias no coração humano (vs. 10-11);

• Sexta praga: Atinge o Rio Eufrates e promove o Armagedom (vs. 12-16);

• Sétima praga: Atinge o ar que fará com que os ímpios sejam todos mortos (vs. 17-21).

O caráter do perverso e corrupto é revelado no Apocalipse: Após as seis trombetas anunciarem parcialmente o juízo na história alertando quê o Deus Santo fará no final da história, os arrogantes pecadores não se arrependem de seus pecados, não desapegam de seus ídolos, nem param de adorar aos demônios, nem confessam seus assassinatos, feitiçarias, prostituições e furtos (Apocalipse 9:20-21).

Contudo, Deus concedeu mais tempo de graça e levantou um povo (10:1-11:14) para convocar as pessoas a adorarem ao Criador (14:6-12). Alguns aceitarão convertendo-se (15:2-4), enquanto outros:

• Blasfemarão e jamais reconhecerão seus pecados (16:8, 11, 21);
• Se ajuntarão com Satanás/dragão, com o Catolicismo/besta e o protestantismo apóstata/falso profeta para guerrear contra Deus (16:12-16).

Embora o autor das pragas seja Deus, Suas obras são justas; Sua santidade fará justiça contra os injustos e rebeldes corruptos (vs. 5-6).

Em meio ao caos, há uma bem-aventurança aos fieis (v. 15). Acatemo-la e reavivemo-nos urgentemente! – Heber Toth Armí.



APOCALIPSE 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de outubro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha” (v.15).


Quando Deus pronunciar o Seu último chamado ao arrependimento; quando o último clamor, a última oração ascender aos Céus; quando em cada coração humano estiver decidido em que lado está no grande conflito; então, cessada será a obra de intercessão e derramadas serão sobre a Terra, as sete últimas pragas. A descrição apocalíptica revela a ira de Deus agindo contra os “homens portadores da marca da besta e adoradores da sua imagem” (v.2), com flagelos que não podem ser comparados a nenhum outro que a humanidade já tenha sofrido. Como nos dias de Noé (Mt.24:37-39), os ímpios não perceberão o fim da graça até que sejam atingidos pela tempestade “da cólera de Deus” (v.1). Ficará tão evidente que eles se decidiram pelo mal, que o sofrimento das pragas os levará não a clamar ao Senhor por misericórdia, mas a blasfemar contra Deus (v.11).

São muitas as cogitações acerca da literalidade ou do simbolismo das sete pragas. O que precisamos levar em consideração, mediante o que já estudamos até então, é que este livro é uma junção do literal com o simbólico e que, independente de serem literais ou simbólicas, essas pragas evidenciam que verdadeiros e justos são os juízos de Deus (v.7), e que a Sua ira precisa ser levada em conta tanto quanto tem sido ovacionado o Seu amor. Romantizar o amor de Deus e ignorar a Sua ira tornou-se um dos piores enganos dos últimos dias. Que “Deus é amor” (1Jo.4:8.), isto é fato! Mas conta-se nos dedos os corajosos que pregam que “horrível é cair nas mãos do Deus vivo” (Hb.10:31), ou que “Deus é fogo consumidor” (Hb.12:29). Deus há de fazer justiça aos Seus servos de todos os tempos e de uma vez por todas virá para dissipar o mal. Ele prometeu e nenhuma de Suas promessas jamais falhou, “tudo se cumpriu” (Js.21:45).

Semelhante ao que aconteceu no Egito, ocorrerá nos dias que antecedem o segundo advento de Cristo (Êx.7-12). Se serão flagelos mundiais ou locais, não podemos afirmar de certeza, mas, sob a ótica humana, a universalidade das pragas destruiria o planeta em poucos dias. A referência da quinta e da sexta praga sobre “o trono da besta” (v.10) e “sobre o grande rio Eufrates” (v.12), podem ser indícios de que os flagelos não atingirão todo o globo, mas lugares específicos. Com base nisto, analisemos o conteúdo de cada taça:

1º flagelo: Assim como a sexta praga sobre o Egito, a primeira praga de Apocalipse anuncia “úlceras malignas e perniciosas”. Bem como somente os egípcios foram atingidos pela praga e o povo de Deus não foi atingido, também somente sofrerão a primeira praga os “homens portadores da marca da besta e adoradores da sua imagem” (v.2);

2º flagelo: O mar se tornará em sangue. Não sabemos como isso ocorrerá, mas certamente podemos descartar as cogitações de fenômenos naturais que causam a coloração avermelhada na água já que o relato bíblico é bem claro quando diz que o mar “se tornou em sangue como de morto” (v.3);

3º flagelo: Como foi quando a primeira praga caiu sobre o Egito, assim acontecerá tanto com o mar, como vimos no segundo flagelo, como com os rios e as fontes das águas, no derramamento da terceira taça. Nesse tempo, os homens se levantarão contra o derradeiro povo de Deus, pois “o seu pão lhe será dado, as suas águas serão certas” (Is.33:16). E ao observarem os ímpios que nenhuma praga atinge aos fiéis observadores da Lei de Deus (Sl.91:10), será tempo de grande angústia e perseguição para o fiel remanescente. O clamor dos santos mártires que João ouviu na visão do quinto selo, pedindo por justiça, será transformado em louvor pela justiça divina: “Certamente, ó Senhor Deus, Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os Teus juízos” (v.7);

4º flagelo: Quando a quarta taça for derramado sobre o sol, terríveis serão as consequências. Criado no quarto dia da semana da criação, esta estrela tem a função de manter a vida na Terra sendo fonte de calor e de luz. A estrela que por tantos anos foi objeto de adoração dos cultos pagãos, será instrumento da ira divina. E ao invés de haver arrependimento, os ímpios blasfemarão contra Deus, exatamente como faz a besta que escolheram seguir (Ap.13:6; Dn.7:25). O adágio que diz: “O mesmo sol que amolece a cera, endurece o barro”, se aplicará com precisão neste tempo em que o solo do coração dos ímpios estiver endurecido;

5º flagelo: Houve trevas tão densas no Egito que os homens não podiam enxergar uns aos outros e os egípcios tiveram que permanecer no mesmo lugar até que cessasse a praga. Mas “todos os filhos de Israel tinham luz nas suas habitações” (Êx.10:22-23). Quando o quinto flagelo for derramado “sobre o trono da besta” (v.10); quando ficar evidenciado que o território da mentira está mergulhado “em trevas” e todos os que seguiram a besta perceberem a sua impotência diante do caos, sentirão uma dor que palavra alguma pode descrever;

6º flagelo: O sexto flagelo faz referência ao rio Eufrates. Era este rio que irrigava a antiga Babilônia; e foi secando este rio que Ciro e seu exército conquistou o Império babilônico. Devemos considerar este flagelo, portanto, de forma simbólica. Quando “o mundo inteiro” (v.14) for reunido (ecumenismo) pelos “três espíritos imundos semelhantes a rãs” (v.13), feliz será aquele que Jesus encontrar vigilante e incontaminado das trevas deste mundo. Assim como o Senhor abriu o Mar Vermelho e fez Seu povo atravessá-lo em terra seca em direção a Canaã, assim este flagelo anuncia o livramento do remanescente de Deus, que marcha rumo à Canaã celestial. O sexto flagelo também anuncia a última grande batalha das tropas de Satanás contra o povo de Deus: o Armagedom. Esta expressão deriva do hebraico “har megido”, que significa “monte de megido”. A região de Megido foi palco de diversas batalhas entre Israel e os povos inimigos. Mas o que nos interessa é identificar este “monte de megido”. O monte localizado nesta região que se encaixa com precisão no contexto da última batalha, é o monte Carmelo. Só este tema seria estudo para muitas meditações, mas lhe convido a ler o relato de 1Reis 18:17-40 e perceber que assim como Elias restaurou o altar do Senhor e revelou a todos que só o Senhor é Deus, assim também, como Elias profético (Ml.4:5-6), esta obra será plenamente cumprida pelo remanescente dos últimos dias.

7º flagelo: Assim como o pecado teve início no santuário celeste, no coração de um querubim que se rebelou contra Deus, cumpre, do mesmo santuário, sair a ordem de destruição definitiva do pecado. E a mesma frase que disse na cruz, Jesus a dirá pela última vez: “Feito está” (v.17; Jo.19:30). Então, uma série de juízos sobrevirão à Terra, que será abalada de uma forma “como nunca houve igual desde que há gente sobre a terra” (v.18).

Não sabemos o dia e nem a hora em que o nosso Salvador virá, mas uma coisa é certa: Ele vem! Ele prometeu! E Ele não mente! Eis que Ele vem “como vem o ladrão” (v.15). Estais, vós, prontos?

Feliz sábado, Elias dos últimos dias!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Apocalipse16 #RPSP

Deixe o seu comentário:



APOCALIPSE 16 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS by jquimelli
6 de outubro de 2018, 0:10
Filed under: Sem categoria

3422 palavras

As sete pragas

“Ninguém que leia Apocalipse 16 pode evadir-se à penosa percepção de que este é o capítulo da ira de Deus. A tendência moderna é subestimar este aspecto do caráter de Deus. A pregação sobre o fogo do inferno é antiquada – e é bom que seja assim -, mas a proclamação sentimentalista do amor de Deus certamente não poderá ser considerada um sucedâneo apropriado. O que o mundo necessita é o salutar equilíbrio da verdade evangélica refletida na declaração de Paulo: ‘Considerai, pois, a bondade e a severidade de Deus.’ Rom, 11:22.

“A ira de Deus é o amor de Deus transformado em indignação moral contra os que persistentemente calcam aos pés os que persistentemente calcam aos pés os princípios da ordem espiritual.” – S. Júlio Schwantes, “As Sete Últimas Pragas”, Liberty (março/abril de 1974), p. 19, citado em LES893, p. 123.

16:1 E ouvi, vinda do santuário, uma grande voz, que dizia aos sete anjos: Ide e derramai sobre a terra as sete taças, da ira de Deus.

Tempo – “As sete últimas pragas serão derramadas por Deus sobre os ímpios, após o fim do tempo da graça e antes da Segunda Vinda de Cristo. Aqueles cujo refúgio é o Senhor serão preservados para ver a volta de Jesus.” – LES893, p. 133.

“As sete últimas pragas só ocorrerão quando o povo de Deus já estiver selado.” – LES892, p. 96.

“Apesar de João não especificar o momento no qual cairão as 7 últimas pragas, o contexto nos permite deduzir quando cairão. Por exemplo, a primeira praga cairá sobre quem receber a marca da besta ou adorar sua imagem (Apoc. 16:2). Devemos localizar as pragas depois desses acontecimentos. Como as sete últimas pragas constituem a plenitude da ira de Deus sem misericórdia (Apoc. 14:10; 15:1; 16:1), torna-se evidente que o tempo de prova já terá terminado. Evidentemente cairão depois do tempo de prova e antes da segunda vinda de Cristo.” – SRA/EP, p. 112.

Duração – “Estas pragas cairão sucessivamente, mas durante um período curto, pois quando cair a quinta praga os homens ainda estarão sofrendo os efeitos da primeira (16:2, 11).” – SRA/EP, p. 113.

Sete Pragas – literais ou simbólicas? – “As pragas do Egito eram literais. (Ver Êxodo 7:20 a 12:31.) O povo teve tumores e foi afligido por rãs, piolhos, moscas, gafanhotos e tudo o mais. A profecia das trombetas emprega, porém, muitos símbolos. As pragas de Apocalipse 16 podem ser consideradas como eventos literais com significação simbólica.” – LES893, p. 128.

“A linguagem  do Apocalipse é comumente simbólica e, às vezes, impressionista. A linguagem que descreve as pragas talvez não seja literal. Mas perde bem pouco de sua força se for encarada como está no texto. ‘Úlceras malignas e perniciosas’, ‘sangue como de morto’, ‘os homens remordiam as línguas por causa da dor que sentiam’, ‘grande saraivada, com pedras que pesavam cerca de um talento’ são bastante graves ao serem interpretadas literalmente. As ‘trevas’ ‘sobre o trono da besta’ e os ‘espíritos imundos semelhantes a rãs’ que saem da boca do ‘dragão’, da boca da ‘besta’ e da boca do ‘falso profeta’ requerem alguma interpretação, mas certamente não são misteriosos a esta altura de nosso estudo do Apocalipse,” – . Mervyn Maxwell, God Cares, vol. 2, p. 430, citado em LES893, p. 128.

                Pecados específicos – “Cada visitação [das sete pragas] salienta algum pecado específico de um mundo alienado de Deus.” – S. Júlio Schwantes, “As Sete Últimas Pragas”, Liberty (março/abril de 1974), p. 21, citado em LES893, p. 129.

Os justos estarão livres de sofrimento durante as pragas? ’O povo de Deus não estará livre de sofrimento; mas conquanto perseguidos e angustiados, conquanto suportem privações, e sofram pela falta de alimento, não serão abandonados a perecer… . Enquanto os ímpios estão a morrer de fome e pestilências, os anjos protegerão os justos, suprindo-lhes as necessidades.’ – O Grande Conflito, pág. 634. (Ver Isa. 33:15 e 16; 41:17.)

“As pragas abrangerão toda a Terra? ‘Estas pragas não são universais, ao contrário os habitantes da terra seriam inteiramente exterminados.’ – O Grande Conflito, pág. 633. Parece ser evidente que algumas pragas ocorrerão numa região, e outras, noutra. Todo o mundo sofrerá, porém, algumas dessas pragas. ‘O mundo inteiro se envolverá em ruína mais terrível do que a que sobreveio a Jerusalém na antiguidade.’ – O Grande Conflito, pág. 620.” – LES893, p. 128 e 129.

16:2 Então foi o primeiro e derramou a sua taça sobre a terra; e apareceu uma chaga ruim e maligna nos homens que tinham o sinal da besta e que adoravam a sua imagem.

Primeira praga – castigo contra …A idolatria do bem-estar pessoal. Visto que a primeira praga incidirá sobre os que aceitaram o sinal da besta, podemos determinar até certo ponto a natureza de seu pecado. Tais pessoas não amaram suficientemente a Cristo para ser ‘fiéis até à morte’ (Apoc. 2:10). A ameaça de um boicote econômico (Apoc. 13:17) levou-as a duvidar do cuidado de Deus. Confortos materiais e o bem-estar pessoal eram mais importantes para elas do que a obediência a Deus.” – LES893, p. 129 e 130.

16:3 O segundo anjo derramou a sua taça no mar, que se tornou em sangue como de um morto, e morreu todo ser vivente que estava no mar.

Sangue: castigo – “A segunda e a terceira pragas cairão sobre as águas, convertendo-as em sangue, como castigo a quem perseguiu o remanescente fiel.” – SRA/EP, p. 112.

Segunda praga – punição à adoração do poder econômico – “A segunda praga, que será derramada sobre o mar, punirá a adoração do poder econômico que tantas vezes tem sido usado com finalidades pecaminosas. Os mares eram as avenidas do comércio nos tempos antigos – e ainda são. Essa praga desmantelará o comércio.” – LES893, p. 130.

16:4 O terceiro anjo derramou a sua taça nos rios e nas fontes das águas, e se tornaram em sangue.

Água – “Água pura é essencial à continuação da vida. É animador recordar a promessa que é feita aos justos: ‘As suas águas serão certas.’ Isa. 33:16.

“Note por que Deus dá aos ímpios sangue para beber (Apoc. 16:6).” – LES893, p. 129.

16:5 E ouvi o anjo das águas dizer: Justo és tu, que és e que eras, o Santo; porque julgaste estas coisas;

16:6 porque derramaram o sangue de santos e de profetas, e tu lhes tens dado sangue a beber; eles o merecem.

Terceira praga – “A terceira praga (que transforma a água potável em sangue) julgará a última confederação político-religiosa por seu espírito assassino que tencionava erradicar a presença do povo de Deus neste mundo.” – LES893, p. 130.

16:7 E ouvi uma voz do altar, que dizia: Na verdade, ó Senhor Deus Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos.

Verdadeiros e  justos são os Teus juízos – “Desde a entrada do pecado ‘nos tornamos espetáculo ao mundo, tanto a anjos, como a homens’ (I Coríntios 4:9). A cruz de Cristo, a forma como Deus lidou com o drama do pecado e Seu caráter refletido no remanescente fiel acabarão reivindicando o caráter de Deus ante o Universo. Disto resultarão as conclusões corretas às quais se chegará quando caírem as sete últimas pragas.” – SRA/EP, p. 112.

“A confederação do mal nos últimos dias determinará a matança mundial, de um só golpe, de todos os leais seguidores do Senhor, que “guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apoc. 14:12). (Ver Apoc. 13:15-17.) Assim como o assassínio de Jesus (Atos 7:52) constituiu o ponto culminante da matança de Seus fiéis desde Abel (S. Mat. 23:35 e 36), o decreto de morte contra o povo de Deus, no fim (Apoc. 13:15), será o clímax da terrível destruição de inúmeros mártires em séculos passados (Apoc. 6:9-11; 17:16; 18:20 e 24). Por isso, o anjo da terceira praga declara que Deus é ‘justo’ ao punir uma geração tão impenitente e sanguinária (Apoc. 16:5-7).

“O sistema de justiça que se estende pela Bíblia é às vezes chamado lex talionis, a lei da retribuição. Colhemos o que semeamos (Gál. 6:7). ‘Este princípio é freqüentemente mal-interpretado. Longe de fomentar a vingança, ela a restringe, e serve de guia para o juiz ao determinar a penalidade adequada ao crime. Esse princípio não era, portanto, uma autorização para a vingança, mas uma garantia de justiça. … A crítica de Jesus a essa lei (S. Mat. 5:38 em diante) provinha de seu uso para regular a conduta entre os indivíduos. Ele não a rejeitou como princípio de justiça que devia vigorar nos tribunais do país.’ – . ª Thompson, Deuteronomy, The Tyndale Old Testament Commentaries (Londres: Inter-Varsity Press, 1974), pág. 218. (Comparar com O Grande Conflito, pág. 633.)” – LES893, p. 125.

16:8 O quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe permitido que abrasasse os homens com fogo.

16:9 E os homens foram abrasados com grande calor; e blasfemaram o nome de Deus, que tem poder sobre estas pragas; e não se arrependeram para lhe darem glória.

Resultados da  quarta praga – “Os profetas assim descrevem a condição da terra naquele tempo terrível: ‘E a Terra [está triste; … porque a colheita do campo pereceu.’ ‘Todas as árvores do campo se secaram, e a alegria se secou entre os filhos dos homens.’ …’Como geme o gado! As manadas de vacas estão confusas, porque não têm pasto: … os rios se secaram, e o fogo consumiu os pastos do deserto.’ “ – O Grande Conflito, p. 633.

Quarta praga – punição à adoração do Sol – “Não é difícil de ver a implicação religiosa na quarta praga que afeta o Sol. … O Sol era o objeto mais comum de adoração no mundo pagão. … Se a ‘marca da besta’… será a observância do domingo – quando esse dia for imposto por lei e os homens o observarem a despeito da questão de lealdade envolvida – então não é de surpreender que o Sol seja usado por Deus na quarta praga para mostrar a insensatez da humanidade. O Sol, que universalmente se acreditava ser uma fonte de bênção, transforma-se numa fonte de desgraça, porque ‘eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura, em lugar do Criador’ (Rom. 1:25).” – S. Júlio Schwantes, “As Sete Últimas Pragas”, Liberty (março/abril de 1974), p. 21 e 22, citado em LES893, p. 130.

16:10 O quinto anjo derramou a sua taça sobre o trono da besta, e o seu reino se fez tenebroso; e os homens mordiam de dor as suas línguas.

A quinta praga sobre o ‘trono da besta’ – “A ‘besta’ representa aqui principalmente o papado em sua situação restaurada – não tanto no aspecto religioso, mas em seu pretenso papel de poder mundial que domina sobre outros poderes mundiais.” – SDABC, vol. 7, p. 841 e 842, citado em LES893, p. 129.

“A praga de trevas literais que caiu sobre o Egito durou três dias, mas nas habitações dos israelitas havia luz (Êxo. 10:21-23). A quinta praga parece ser um tanto semelhante, mas se restringe ao ‘trono’ ou sede da besta papal (Roma) e de seu ‘reino’ – provavelmente os que são súditos eclesiásticos do papa. Visto que esse poder eclesiástico é considerado a voz moral do mundo, esse flagelo talvez envolva a suas trevas espirituais.” – LES893, p. 130.

16:11 E por causa das suas dores, e por causa das suas chagas, blasfemaram o Deus do céu; e não se arrependeram das suas obras.

16:12 O sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates; e a sua água secou-se, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do oriente.

Grande rio Eufrates seco – “’Babilônia’ perderá seu apoio. Importa notar que não é descrita nenhuma batalha sob a sexta praga (Apoc. 16:12-16). Na realidade, a praga incide sobre as águas do Eufrates, fazendo com que elas se sequem (verso 12). Estas são as ‘águas’ sobre as quais a Babilônia mística se acha sentada (Apoc. 17:1) e que são definidas como ‘povos, multidões, nações e línguas’ (verso 15).

“A batalha final contra o povo remanescente de Deus começou durante o tempo da graça (Apoc. 12:17; 13:15-17), a respeito da lei de Deus, especialmente sobre o selo de Deus, o sábado, e a marca da besta (a observância do domingo) imposta pelos poderes confederados da Grande Babilônia. Esses poderes são o dragão, a besta, a besta de dois chifres (o falso profeta) e os poderes políticos da Terra coligados (Apoc. 16:13 e 19). Em Sua segunda vinda, Cristo enfrentará finalmente essa coligação do mal (Apoc. 19:11-16 e 19).

“A sexta praga constitui um juízo sobre a Grande Babilônia. De algum modo ela perderá o apoio de seus súditos. Apoc. 17:16 indica que os antigos súditos de Babilônia se levantarão contra os seus líderes espirituais, a fim de destruir o sistema ao qual mostravam deferência.” – LES893, p. 132.

16:13 E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta, vi saírem três espíritos imundos, semelhantes a rãs.

Três espíritos imundos – “Três ‘espíritos maus’, é um trio que se contrapõe aos três anjos de Apocalipse 14:6-13, atuando através de três caminhos para capturar o mundo. Esses três caminhos são: (1) o dragão (paganismo; note que o dragão em Apocalipse 12 é basicamente Satanás [verso 9] e secundariamente Roma pagã [verso 4]), (2) a besta (catolicismo), e (3) o falso profeta (o protestantismo apostatado). Esses três ‘espíritos de demônios’ fazem ‘sinais e maravilhas’ para enganar o mundo e conduzi-lo à batalha final do Armagedom. Eis uma profecia sobre o impacto do espiritualismo no tempo do fim: ‘Mediante os dois grande erros – a imortalidade da alma e a santidade do domingo – Satanás há de enredar o povo em suas malhas.’ – Ellen G. White, O Grande Conflito, pág. 588. …

“A Nova Era é um fenômeno espiritualista [que cumpre Apoc. 16:12-16]. Promovendo livros como The Aquarian Gospel of Jesus the Christ (1907), The Urantia Book (1955) e A Course in Miracles (1975), procura explorar os ‘anos perdidos’ de Cristo, dos 12 aos 30. Apresenta a Jesus como um mero homem que se tornou deus, e que todos os seres humanos podem se tornar deuses. Assim, se nega a necessidade da Cruz. A Nova Era insiste numa conscientização global, envolvendo a maneira de pensar e o preparo para a volta de Cristo, que irá ensinar uma nova e exaltada religião. (Ver O Grande Conflito, págs. 499 e 589; Patriarcas e Profetas, pág. 56.) Alega-se ainda que Ele tem avançado além dos Seus ensinos de dois mil anos atrás. Essa idéia nega a eterna validade da Bíblia. O espiritualismo apela para o fantástico da mesma forma que Satanás, no Éden. A filosofia é ‘ver para crer’. Satanás apela para os sentidos para invalidar a Palavra de Deus. (ver Gen. 3:2-6.)” – LES963, lição 10, p. 4.

Ver Apêndice: “Semelhanças e contrastes entre Deus e Satanás (o dragão)”.

16:14 Pois são espíritos de demônios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha do grande dia do Deus Todo-Poderoso.

“As mensagens proféticas de Daniel indicam que estamos vivendo, sem sobra de dúvida, no tempo do juízo pré-advento (Dan. 7:9-14; 8:14). Daniel predisse que esse julgamento ocorreria pouco antes da segunda vinda de Jesus.

“Durante esse tempo, de acordo com o livro de Apocalipse, ocorrerá uma união entre o protestantismo apostatado e o papado. Essa união se ligará também com forças espiritualistas pagãs e realizará milagres para enganar os habitantes da Terra. A imagem da besta (protestantismo imitando o papado medieval) irá pressionar o governo dos Estados Unidos e de outros países para aprovarem leis que favoreçam a religião papal.

16:15 (Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua nudez.)

Bem-aventurado aquele que vigia – “Visto que Jesus vem ‘como vem o ladrão’, Ele não será esperado pelo mundo. Durante os juízos finais, aqueles que se prepararam e se mantiveram vigilantes serão, porém, felizes. Eles se acham revestidos da justiça de Cristo. ‘[Permanecem] firmes na fé e no caráter e inteiramente leais a Deus.’ – SDABC, vol. 7, pág. 845. (Ver I Tess. 5:2-4; Apoc. 3:5.)” – LES893, p. 131.

“Nunca houve tão nítida separação entre os justos e os ímpios, como sucederá depois do fim  do tempo da graça, quando forem derramadas as sete últimas pragas. Grande será o sofrimento dos ímpios, e grande a privação dos justos. Estes louvarão a Deus por Sua misericórdia, e aqueles blasfemarão por causa de Seus juízos. Deus promete: ‘Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes.’ Apoc. 16:15.” – LES893, p. 122.

“Deus é justo e protegerá os que aceitarem o dom de Sua graça, oferecido com todo amor (Apocalipse 12:11). Os redimidos de Cristo que aceitaram o selo de Deus e recusaram a marca do anticristo não serão castigados com as sete últimas pragas (Salmo 12:7; Isaías 32:18, 19; Salmo 91:10, 11, 15). Os salvos louvarão ao Senhor por Seu livramento (Apocalipse 15:3-6).” – SRA/EP, p. 113.

16:16 E eles os congregaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom.

Armagedom – “O que não se encontra em Apocalipse capítulo 16.

“a. Se é batalha, literalmente falando, ou não.

“b. Se usam armas ou não. Possivelmente seja do mesmo teor que a batalha do capítulo 12:7, porém ideológica.

“c. Quem está contra quem. (Em 19:19 isto é declarado).

“d. Tampouco diz muitas coisas que se tem dito e escrito em particular.” – SRA/EP, p. 118.

“Evidentemente a batalha se prepara durante a sexta praga pois a luta final ocorrerá durante a sétima praga, quando Deus Se lembrar da ‘grande Babilônia para dar-lhe o cálice do vinho do furor de Sua ira.’” – SRA/EP, p. 119.

Ver Apêndice: “Armagedom”.

Interpretação da sexta praga – “No decorrer de sua história, os adventistas têm sugerido uma ou outra de duas interpretações diferentes destes versículos (Apoc. 16:12-16). Note o seguinte:

Apoc. 16:12-16 Interpretação Literal Interpretação Simbólica
“O grande Rio Eufrates” O Império Otomano O povo sobre o qual domina a Babilônia mística
“Cujas águas secaram” Gradual dissolução do Império Romano Retirada do apoio a Babilônia
“Reis que vêm do lado do nascimento do Sol” Nações do Oriente Cristo e aqueles que O acompanham
“Três espíritos imundos” do “dragão”, da “besta” e do “falso profeta” Paganismo ou espiritismo, papado e protestantismo apostatado O mesmo que na segunda coluna
Ajuntam os reis para a batalha Convocam as nações, tanto de modo político, como militar, para a batalha O mesmo que na segunda coluna
“Então os ajuntaram no lugar que… se chama Armagedom” Vale de Megido Literal, no Norte da Palestina Última batalha do grande conflito entre Cristo e Satanás, travada na Terra

The SDA Bible Commentary Comentário Bíblico ASD), vol. 7, págs. 842-846 comenta minuciosamente esses versículos e os conceitos a seu respeito.” – LES893, p. 130 e 131.

16:17 O sétimo anjo derramou a sua taça no ar; e saiu uma grande voz do santuário, da parte do trono, dizendo: Está feito.

Sétima praga – a Vinda de Cristo – “Incrível oposição a Deus, tumultos terrestres, horríveis calamidades e guerras são interrompidos pela vinda de Cristo.” – LES893, p. 132.

“A sétima praga será universal, pois a atmosfera envolve o globo todo. Cidades serão reduzidas a escombros quando a saraivada e o terremoto destruírem asa realizações humanas.” – LES893, p. 132.

“A finalidade desse forte abalo é pôr em acentuado contraste a instabilidade das instituições do homem e a imutabilidade dos desígnios e planos de Deus. … Tarde demais o homem descobrirá que esteve construindo suas cidades-sonho sobre areia movediça, ao passo que, como Abraão na antiguidade, poderia ter aguardado ‘a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador’ (Heb. 11:10).” – S. Júlio Schwantes, “As Sete Últimas Pragas”, Liberty (março/abril de 1974), p. 24, citado em LES893, p. 132 e 133.

16:18 E houve relâmpagos e vozes e trovões; houve também um grande terremoto, qual nunca houvera desde que há homens sobre a terra, terremoto tão forte quão grande;

Maiores desastres naturais – “Por ocasião da volta de Jesus acontecerá a pior devastação mundial de todos os tempos. Ocorrerá o maior terremoto universal, acompanhado do mais forte furacão e da mais pesada chuva de granizo jamais registrada.” – LES963, lição 13, p. 2.

16:19 e a grande cidade fendeu-se em três partes, e as cidades das nações caíram; e Deus lembrou-se da grande Babilônia, para lhe dar o cálice do vinho do furor da sua ira.

16:20 Todas ilhas fugiram, e os montes não mais se acharam.

16:21 E sobre os homens caiu do céu uma grande saraivada, pedras quase do peso de um talento; e os homens blasfemaram de Deus por causa da praga da saraivada; porque a sua praga era mui grande.

Que acontecerá com o povo de Deus durante a grande convulsão final sob a sétima praga?

‘No dia de Sua vinda, a última grande trombeta é ouvida, e há um terrível estremecimento da terra e do Céu. A Terra inteira, das mais elevadas montanhas às mais profunda minas, ouvirá. Tudo será atravessado pelo fogo. A atmosfera contaminada será purificada pelo fogo. Tendo o fogo cumprido a sua missão, os mortos que foram depositados na sepultura sairão – alguns para a ressurreição da vida, para serem arrebatados para o encontro com o seu Senhor nos ares – e alguns para contemplarem a vinda dAquele que desprezarem e que agora reconhecem como sendo o juiz de toda a Terra.

“’Todos os justos são poupados das chamas. Podem caminhar através do fogo, como Sadraque, Mesaque e Abede-Nego caminharam no meio da fornalha sete vezes mais aquecida do que era normalmente… Assim, no dia da vinda do Senhor, fumaça e fogo serão impotentes para prejudicar os justos. Aqueles que estão unidos com o Senhor escaparão sem dano.’ – Ellen G. White, Olhando para o Alto, p. 255.” – LES892, p. 168 e 169.

 

Bibliografia

Anderson, Roy A., O Apocalipse Revelado, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES892 – Battistone, Joseph J. – Lições da Escola Sabatina, 2º Trimestre de 1989, nº 374, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES893 – Coffman, Carl – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1989, nº 375, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES963 – Gulley, Norman R. – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1996, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

SRA/EP – Belvedere, Daniel – Seminário As Revelações do Apocalipse, Edição do Professor, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 2ª ed., 1987.

White, Ellen G., Primeiros Escritos, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP,., 1987.

Seventh Day Adventist Bible Commentary.

White, Ellen G., Atos dos Apóstolos, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP,., .

White, Ellen G., Grande Conflito, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP,., .

Strand, Kenneth A., Interpreting the Book of Revelation. Ann Arbor Publishers, Naples, Florida.

White, Ellen, G., Caminho a Cristo, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

 

Publicado anteriormente em: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com/2015/07/apocalipse-16.html



APOCALIPSE 16 – COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
6 de outubro de 2018, 0:05
Filed under: Sem categoria




%d blogueiros gostam disto: