Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 16 by jquimelli
28 de outubro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-16/

É fácil para nós, leitores, culparmos Sarai e Abrão por serem impacientes. Afinal, sabemos que cinco capítulos à frente Isaque nascerá e então o casal terá seu tão esperado final feliz. No entanto, quando se trata de nossas próprias vidas, muitas vezes lutamos com o mesmo desafio básico da caminhada cristã: a espera.

Esperar que as promessas de Deus se concretizem pode parecer um dos períodos mais difíceis de nossa vida. Do nosso ponto de vista, a espera parece longa e, assim, achamos justificativas para cumprir a promessa do nosso próprio modo. Achamos que talvez Deus queira que façamos algo para fazer que as coisas aconteçam. Quando não confiamos no tempo de Deus, nos machucamos e inevitavelmente também afetamos a vida daqueles que nos rodeiam. No entanto, servimos a um Deus que não nos abandona a nossas escolhas precipitadas.

Deus não mostrou a Hagar o resultado dos futuros relacionamentos de Ismael em consequência das decisões de seus pais e das suas próprias. Ao mesmo tempo, Deus escolheu abençoar a criança, como filho de Abrão, com muitos descendentes. Deus ouve nossos gritos de miséria, sejam eles próprios ou de outros. Ele não se faz de surdo.

Kathlyn Mayer
Troy, Nova Iorque, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=266
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça este comentário em áudio:



GÊNESIS 16 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
28 de outubro de 2018, 0:55
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COMENTÁRIO GÊNESIS 16 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
28 de outubro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 16 – A família é alvo tanto de Deus quanto do diabo. Sempre foi assim, e continua sendo. Deus fez um casal e colocou no jardim do Éden. Satanás orquestrou uma investida nociva à família, induzindo à esposa a destruir o marido, e o marido a transferir sua culpa à esposa (Gênesis 3:1-12) e ambos a serem expulsos do belo e harmonioso jardim.

Em seguida, nota-se o estrago multiplicando-se na família. Os filhos do casal, em uma desavença espiritual, sofrem com um assassinato: O irmão mais velho mata ao irmão mais novo (Gênesis 4:1-10). E… não demorou para o diabo inserir a prática da poligamia (Gênesis 4:19-24). A família divinamente criada sempre esteve sob ataque cultural e espiritual.

Alguns pontos explicativos são sugeridos por Andreas J. Köstemberger:

1. A família é o centro de aprendizado teológico: a) Deus a usa para nos ensinar Sua própria natureza (amor, relacionamento e unidade); b) Deus a usa para nos ensinar o evangelho (nos tornamos filhos de Deus, adotados pela graça); c) Deus a usa para nos ensinar sobra a igreja (que é a família dEle, somos todos irmãos).
2. Na família se obtém capacitação para o serviço: a) serviço na igreja/comunidade; e, b) serviço na sociedade.
3. Na família se promove a esperança escatológica, de um lar de glória com seres transformados na presença do Pai Celestial, onde o amor e a vida existirão para sempre.

Deus comissionou a família de Abrão a fim de abençoar todas as famílias da terra (Gênesis 12:1-3). Satanás cria oportunidades e põe obstáculos na trajetória da família de Abrão visando sua destruição. Se ele conseguir, ele destruirá a esperança de uma família perfeita e impedirá o cumprimento dos planos divinos na Terra.

Observe:

• A própria esposa de Abrão, seguindo o costume cultural, sugere ao seu marido que tenha relação sexual com a serva egípcia, a fim de que consiga o filho que Deus lhes prometeu (vs. 1-2).
• Abrão aceita a proposta, teve um filho com Hagar, e sentiu a desgraça bater à porta de sua família (vs. 3-6).
• Deus intervém em meio à desgraça, causada por Abrão e Sara, para salvar Hagar e Ismael (vs. 7-16).

Não permita que Satanás destrua tua família. Busque a Deus para restaurá-la, concertá-la e abençoá-la! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de outubro de 2018, 0:30
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“Então, ela invocou o nome do Senhor, que lhe falava: Tu és Deus que vê; pois disse ela: Não olhei eu neste lugar para Aquele que me vê?” (v.13).


A paciência como uma das virtudes do fruto do Espírito Santo é, em sua essência, um atributo divino que deveria ser praticado em nossa vida como parte integrante de nossa fé. Mas quão difícil é esperar! Possuímos alguns “relógios” na vida, que indicam a hora de certas coisas acontecerem. Quando sentimos fome, por exemplo, automaticamente pensamos que chegou a hora de comer. Quando vem o sono, nosso corpo avisa que chegou a hora de dormir. Sarai estava dando ouvidos ao seu relógio biológico quando sugeriu a Abrão que tomasse Agar por mulher. No entanto, quando está em jogo uma promessa divina, mais do que qualquer relógio indicando que a hora já vai avançada, a paciência torna-se um dom indispensável.

Quantas vezes as nossas angústias invadem a sede da emoção e nos fazem tomar atitudes precipitadas e sem a anuência divina. Nem Sarai e nem Abrão consultaram ao Senhor a respeito de Agar. Abrão simplesmente “anuiu ao conselho de Sarai” (v.2) e casou-se com a serva egípcia. Decisões precipitadas, porém, nunca afetam apenas quem as tomou, mas há uma influência direta e indireta sobre outros. Agar concebeu a Ismael e, de Ismael surgiria um povo sobremodo numeroso (v.10). Estamos sempre dispostos a limitar o tempo para determinadas situações em nossa vida, mas quão difícil é ter de arcar com as consequências.

Para Sarai, a consequência foi ter que conviver debaixo do desprezo da segunda esposa de Abrão, devido à sua infertilidade. É certo que Agar aproveitou-se da situação, mas ela simplesmente reagiu segundo a sua esfera de instrução. E, novamente, o “relógio” de Sarai avisou que era hora de tomar uma providência e fazer de tudo para interromper o curso do que dantes pensava ser o melhor a se fazer. Não sabemos que tipo de humilhação Agar sofreu, mas creio que foi tão severa que ela temeu a própria vida e de seu filho. Mas o que há de mais lindo em tudo isso, é que, ainda que nos falte a paciência de aguardar pelo relógio de Deus, Ele é pontual em Suas promessas e age na hora certa até mesmo Se valendo do tempo e das condições que nós mesmos estabelecemos.

Mesmo que Sarai e Abrão tenham agido de forma contrária aos planos divinos, o Senhor permanecia fiel e justo. Agar não foi consultada a respeito da decisão de seus senhores. Como serva, simplesmente se submeteu ao jugo que lhe fora imposto. E, “junto a uma fonte de água no deserto” (v.7), nunca imaginou que o Deus de Abrão viria pessoalmente lhe falar. E como o Mestre da comunicação, e o maior Psicólogo de todos os tempos, iniciou o diálogo com uma pergunta: “Agar, serva de Sarai, donde vens e para onde vais?” (v.8). Parece até uma pergunta simples e que com certeza Ele já sabia a resposta, mas que abriu uma porta a fim que pudesse alcançar o coração de Agar. “Fujo” (v.8), foi a sua resposta. Por vezes, quando pensamos que fugir é a melhor alternativa, Deus nos pede para voltar e nos submeter diante do que mais nos causa medo.

Humilha-te” (v.9), certamente não é o que queremos ouvir, nem tampouco o que queremos fazer, mas, aos olhos de Deus, é melhor ser o humilhado do que o opressor. Ismael não seria o filho da promessa, mas, para Agar, seria sempre a lembrança de que o Senhor a acudiu em sua aflição (v.11). Agar teve o privilégio de estar face a face com Jesus, porque Ele sempre está com o aflito no deserto. Eu não sei em que momento você está no relógio de sua vida, e nem se você decidiu acelerar o tempo e teve de colher consequências que têm te machucado. Talvez você seja vítima da falta de paciência de alguém e esteja enfrentando um deserto tentando fugir do que lhe causa dor. Agar “invocou o nome do Senhor” (v.13).

Vivemos hoje no limiar do tempo em que o relógio do Apocalipse está prestes a soar a meia-noite e “acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32). Por mais que o caminho que o Senhor nos mostre não seja o mais fácil de se seguir, sem dúvida alguma, ele sempre será o melhor. Por que, como bem reconheceu Agar, o Senhor é o “Deus que vê” (v.13). Peça, agora, ao Espírito Santo que lhe conceda paciência para esperar, humildade para aceitar, coragem para enfrentar e fé para adorar. Creia que, hoje, “o Senhor te acudiu na tua aflição” (v.11).

Feliz semana, servos do Deus que tudo vê!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis16 #RPSP



GÊNESIS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
28 de outubro de 2018, 0:10
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1-6 O homem de fé está lutando contra as limitações práticas da fé. A história mostra também a tensão nos relacionamentos familiares que longos períodos de espera podem originar. Note também o silêncio de Deus neste capítulo – exceto pelo longo diálogo com a banida Hagar (Andrews Study Bible).

Serva. O termo hebraico denota uma serva pessoal da esposa, não uma escrava qualquer (cf 21.10). O relacionamento dela com Sara é semelhante ao de Eliézer com Abraão (15.2)  (Bíblia de Genebra).

Possuí minha serva. Deus tinha recentemente reconhecido a fé de Abrão (15:6) mas Abrão agora aparece como simples peça do plano de Sara. Contudo, para entender o plano desesperado de Sara, a vergonha associada a ser estéril precisa ser completamente entendida (1 Sam. 1:5-6). A esterilidade não significava somente a falta de um filho (e portanto de um futuro), mas também apontava para um desgosto divino. Por outro lado, a prática sugerida por Sara para chegar à maternidade por todo o antigo Oriente, do terceiro até o primeiro milênio a.C (Andrews Study Bible).

“A substância da fé possuída por Abraão e por Sara era deficiente, não em relação à promessa, mas em relação ao método pelo qual ela se cumpriria” (Calvino). O comportamento  de Sara estava errado, mas tinha precedentes no Código de Amurabe e nos tabletes de argila descobertos em Nuzi. Em ambas estas fontes vemos que os contratos de casamento estabeleciam a obrigação de prover-se de uma serva para o marido, caso a mulher não chegasse a dar-lhe filhos. O resultado foi o aparecimento da discórdia no lar (4-6) (Bíblia Shedd).

Dentro deste costume [… ] a autoridade sobre os filhos resultantes desta união era da esposa legítima e não da esposa-escrava (Bíblia de Genebra).

Anuiu [concordou]. A frase “anuiu ao conselho” (Gen. 6:2) somente aparece em 3:17, onde se descreve a decisão de Adão de comer o fruto proibido. Este tipo de obediência é autodestrutiva. Outros elementos e ligações verbais (p. ex: “tomou” [3:6/16:3]) conectam esta história à história da queda do homem no cap. 3(Andrews Study Bible).

5-6 A gravidez de Hagar alterou os relacionamentos na casa de Abrão. As reclamações de Sara resultam na confirmação da posição de Sara na casa. Quando Abrão autoriza sua esposa para fazer o que lhe parecer bem com Hagar, Sara “humilhou-a”/ (veja 31:50) (Andrews Study Bible).

Essa geração natural não trouxe paz; apenas o maior descendente de Abraão (Gl 3.16), o Filho do Deus da paz, pode fazê-lo (Bíblia de Genebra).

7-13 Anjo do SENHOR. O nome final – dado no v. 13 (“Tu és Deus que vê”) – sugere que o Anjo de Deus é o próprio Deus (Andrews Study Bible).

Como a Anjo do Senhor fala em nome de Deus na primeira pessoa do singular (v. 10) e como Hagar deu “ao SENHOR que lhe havia falado” o nome “Tu é o Deus que me vê” (v. 13), o anjo parece ao mesmo tempo ser diferenciado do Senhor “por ser chamado mensageiro” – que é o significado da palavra hebraica traduzida por “anjo”) e identificado com ele. Diferenciacação e identificação semelhantes acham-se em 19.1, 21; 31.11, 13; Êx 3.2, 4; Jz 2.1-5; 6.11, 12, 14; 13.3, 6, 8-11, 13, 15-17, 20-23; Zc 3.1-6; 12.8. Segundo a interpretação cristã tradicional, esse “anjo” era uma manifestação pré-encarnada da Cristo como Mensageiro-Servo de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

7 O caminho de Sur se refere a uma muralha ou a fortificações existentes ao longo da fronteira oriental do Egito contra forças estrangeiras vindas de, ou através da Palestina (Bíblia Shedd).

11 Ismael. Heb “Deus ouve” (Bíblia Shedd).

15  Abrão dá nome ao filho e, portanto, o legitimiza. Ele tem agora 86 anos de idade e tem estado em Canaã por onze anos (Andrews Study Bible).



GÊNESIS 16 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
28 de outubro de 2018, 0:05
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