Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 6 by jquimelli
18 de outubro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-6/

Gênesis 6 registra a história do dilúvio mundial. Suponha que você fosse Noé. Tente imaginar a confiança de Noé em Deus para começar a construir a arca contra todas as adversidades. Porém Noé não apenas começou, mas persistiu por 120 anos construindo a arca. Pense no ridículo que ele suportou. Nunca havia chovido antes. As pessoas devem ter pensado e questionado: “Este homem é louco?”

A dimensão do empreendimento era formidável. A arca tinha 135 metros de comprimento, 22,5 metros de largura e treze metros e meio de altura (cf. v. 15 NVI). Temos aqui, então, um navio do tamanho de uma vez e meia de um campo de futebol americano. Imagine o trabalho de cortar a madeira e içá-la à sua posição final nesse enorme barco. No entanto, a escritura diz: “Noé fez tudo exatamente como Deus lhe tinha ordenado.” (v. 22 NVI). Que fé! Que coragem! Peço a Deus que nós também tenhamos a fé e a coragem para fazer o que Deus manda em todos os aspectos de nossas vidas.

Essa história possui outro aspecto extremamente significativo. Deus declara que Ele irá estabelecer a Sua aliança com o Seu povo (v. 18). A aliança de Deus é a Sua promessa de Sua fidelidade e salvação. No meio da tempestade, Deus preparou uma arca de segurança. Jesus é o nosso refúgio em tempos de tempestade, nossa arca da segurança, o nosso refúgio em tempos de angústia. Que incríveis boas novas! A aliança de Deus é a Sua garantia eterna da nossa segurança na arca de Sua graça.

Mark Finley
Evangelista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=276
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Áudio online [Voz: Valesca Conty]:


GÊNESIS 6 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
18 de outubro de 2018, 0:55
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COMENTÁRIO GÊNESIS 6 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
18 de outubro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 6 – A corrupção da humanidade não é característica apenas dos últimos dias. Ela é tão antiga quanto a queda, e desenvolveu-se muito rapidamente. A progressão do mal tornou-se quase irreversível, a tal ponto de ter que colocar um freio acionado por Deus. Esse freio chama-se dilúvio, que tornou-se a barreira ao aumento da perversidade.

A coisa piorava na sociedade, a maldade penetrou em cada canto do mundo e do coração da humanidade. Gênesis 6 mostra a Israel, que ao receber a mensagem desse livro estava no Egito (e também a nós), que Deus toma providências radicais quando o mal parece sufocar ao bem.

Em meio aos perigos oriundos da corrupção, “Gênesis proporcionou a Israel a base teológica e histórica de sua existência como povo escolhido de Deus. Israel podia traçar sua genealogia até o patriarca Abraão, a quem Deus havia escolhido dentre as nações dispersas, e a quem fez as grandes promessas pactuais de que teria posteridade e território”. Desta forma, “o conteúdo de Gênesis dava segurança aos israelitas de que Deus os daria o futuro prometido, e que Ele era capaz de cumprir com Suas promessas” (Walvoord e Zuck).

1. O dilúvio aconteceu como uma ação direta de Deus no mundo, participando ativamente na história humana; a literalidade do dilúvio é ratificada por profetas posteriores (Isaías 54:9), pelos apóstolos (I Pedro 3:20; II Pedro 2:5; 3:6), pelo próprio Jesus (Mateus 24:37-39; Lucas 17:26-27) e também por muitos achados arqueológicos em todo mundo.
2. O objetivo divino com a inundação mundial foi colocar limites à corrupção moral, social, física e espiritual numa sociedade que sofria no império da violência.

Observe estes dois importantes pontos:

• Visando atingir as famílias, Satanás promove o jugo desigual, e o resultado é catastrófico (vs. 1-6);
• Visando salvar a família, Deus chama Noé: Sua família é a única e entrar na arca especial para livrar-se do dilúvio (vs. 7-22).

A graça de Deus atua na desgraça humana; porém, cada pessoa decide aceitar ou rejeitar o presente divino. Ele entra em cena e salva quem se apega a Seu método de resgate.

Deus é paciente, mas não passivo. Ele atua quando o mal desafia Seus planos. Se outrora agiu contra a violência e imoralidade, Ele logo agirá no presente! Preparemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de outubro de 2018, 0:30
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“Porém Noé achou graça diante do Senhor” (v.8).


As primeiras gerações se foram, novas gerações surgiram e a beleza inicial foi se dissipando. As cores já não eram as mesmas, a paisagem foi sendo modificada e cada vez mais cardos e espinhos apareciam em dissonância com a bela vegetação. Os animais que dantes eram mansos foram revelando em seu trato um comportamento de natureza perigosa. Apesar da “supermáquina” humana ter recebido habilidades e características à imagem e semelhança de seu Criador, o tempo começou a mostrar que, assim como o restante da criação, ela também morre. Até que surgiu uma geração diferente de todas as outras. Refiro-me à história do dilúvio.

A geração antediluviana chegou ao limite da impiedade. O povo era tão perverso que se Deus não tomasse uma providência, certamente não existiríamos. Mas Ele chamou um servo para construir uma saída para o que, humanamente, seria impossível de se resolver. A corrupção do gênero humano havia se multiplicado a ponto do Senhor ter Se entristecido de ter criado o homem (v.6). Não confundam o arrependimento humano com o divino. O homem se arrepende do que fez de errado; Deus não Se arrependeu do que fez, pois tudo o que faz é perfeito; Deus aplica o Seu juízo, ou deixa de aplicá-lo (como o foi na história de Jonas; Jn.3:10), movido de profunda dor e piedade. Deus, portanto, lamentou profundamente o que viu (v.5)! Porém, num cenário de grande escuridão, Ele enxergou luz. Um homem decidiu andar na contramão de sua geração: “Noé achou graça diante do Senhor” (v.8).

Moisés, inspirado por Deus, deixou escrito nas Escrituras a biografia de Noé em apenas uma sentença: “Eis a história de Noé. Noé era homem justo e íntegro entre os Seus contemporâneos; Noé andava com Deus” (v.9). A Bíblia revela que “havia gigantes na terra… varões de renome, na antiguidade” (v.4). Mas eu pergunto: Qual deles teve seu nome revelado na Bíblia ou na História? Eles podem ter sido homens de muito prestígio e fama na Terra, mas nenhum deles possuía o que era preciso para se achar graça diante de Deus. Nenhum deles “andava com Deus”. Em meio a um mundo destruído pelo pecado, o Senhor encontrou um coração justo e íntegro e o capacitou para uma obra única e de consequências eternas.

Os “filhos de Deus” (v.6) não pensaram duas vezes e tomaram para si mulheres que não eram tementes a Deus. Contraíram matrimônio sem a aprovação divina e o resultado foi tão danoso que a corrupção foi geral. O mundo tornou-se um lugar horrível de se viver. Os descendentes de Sete contaminaram-se com as filhas de Caim. Mas eles não habitavam junto da descendência de Caim. Ou seja, eles foram até lá. Permitiram que Satanás lhes aguçasse a curiosidade e foram ver a “formosa” estratégia que o Maligno arquitetou. “São os olhos a lâmpada do corpo”, disse Jesus (Mt.6:22). Se os nossos olhos forem maus, todo o nosso corpo será envolto em trevas. Se os nossos olhos estão voltados para este mundo, todo o nosso corpo manifesta que pertencemos a este mundo. É uma consequência inevitável, como declara Ellen White:

Contemplando o mal, tornaram-se os homens transformados na imagem deles, até que Deus não mais pôde tolerar sua impiedade, e foram arrebatados pelo dilúvio” (Fundamentos da Educação Cristã, p. 422).

A grande preocupação de Deus desde o princípio tem sido com a forma como lidamos com o livre arbítrio. Muitos confundem liberdade com libertinagem e deturpam o ideal divino com relação à nossa livre escolha. Amados, o Espírito Santo não vai agir “para sempre no homem, pois este é carnal” (v.3). As nossas escolhas são reflexos diretos ou da ação divina, ou da ação da carne. Não há meio termo. O mesmo que aconteceu no período antediluviano, vai acontecer no tempo que antecederá a segunda vinda de Cristo: “Com efeito, o mistério da iniquidade já opera e aguarda somente que seja retirado Aquele que agora o detém” (2Ts.2:7).

Estamos vivenciando, hoje, a retirada do Consolador desta Terra. Muitos têm rejeitado o último clamor por considerar a mensagem exagerada e radical, assim como o foi nos dias de Noé. Oh, meus irmãos, não se enganem! O Senhor tem pressa em cumprir a Sua promessa para que os Seus filhos não pereçam! Filhos que se recusam a prostrar-se diante dos ídolos deste mundo. “Eles anunciarão entre as nações a Minha glória”, diz o Senhor (Is.66:19), assim como fez o Seu servo Noé, “consoante a tudo o que Deus lhe ordenara” (v.22). O Senhor estabeleceu uma aliança com Noé e cumpriu a Sua promessa com a salvação dele e de toda a sua casa (v.18). O Senhor estabeleceu uma aliança eterna com o Seu povo e virá para salvar a Sua família do Céu, “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Noé escolheu obedecer e foram salvos ele e a sua casa. A Palavra de Deus está em suas mãos. Qual será a sua escolha?

Bom dia, família do Céu!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis6 #RPSP

Nota: Grande parte do comentário de hoje (e dos próximos dias), foi extraída do meu segundo livro, “O Último Chamado de Deus“. Para quantos queiram adquiri-lo, bem como o primeiro livro, “Com Lágrimas de Amor“, entrar em contato pelo email: nanayuri7@gmail.com



GÊNESIS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
18 de outubro de 2018, 0:10
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635 palavras

1. Como se foram multiplicando os homens.A raça humana cresceu rapidamente, não só em impiedade, mas em número. Entre os muitos perigos para os que temiam a Deus estavam as belas filhas dos descrentes. Mulheres passaram a ser desposadas, não por causa de sua virtude, mas pela beleza, e a consequência foi que a impiedade e a maldade fizeram grande avanços entre os descendentes de Sete.CBASD –Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 237.

Os filhos de Deus.Os antigos comentaristas judeus, os pais da igreja e muitos expositores modernos interpretam esses “filhos”como sendo anjos, comparando-os com os “filhos de Deus”de Jó 1:6, 2:1 e 38:7. Esse ponto de vista deve ser rejeitado porque a punição que logo sobreviria era pelos pecados dos seres humanos (ver v. 3) e não dos anjos. Além disso, anjos não se casam (Mt 22:30). Os “filhos de Deus” eram os descendentes de Sete, e “as filhas dos homens”eram ímpias cainitas (PP, 81). Mas tarde, Deus falou a Israel, de Seu “primogênito” (Êx 4:22), e Moisés chamou o povo de Israel de “filhos […] do Senhor, vosso Deus” (Dt 14:1). CBASD, vol. 1, p. 238.

Pois este é carnal. Esta expressão também pode ser traduzida como “em seus desvios, o homem é carnal”, de shagag, “vaguear”, “desviar-se”. Ao seguirem as paixões carnais, diz Deus, os homens se entregaram aos desejo da carne, a ponto de não mais responderem ao controle do Espírito Santo. A insensibilidade à influência divina era completa; portanto, o Espírito de Deus deveria ser retirado. CBASD, vol. 1, p. 238.

Havia gigantes na Terra. Esses “gigantes”, nefilim, não eram produto de casamentos mistos, como alguns sugerem. … Uma vez que nessa época todos a raça humana era de grande estatura, pode ser que a palavra designe o caráter, em vez da estatura. Os antediluvianos geralmente possuíam grande força física e mental. Dotados de inteligência e habilidade, eles devotaram persistentemente suas capacidades físicas e intelectuais à gratificação do próprio orgulho e das paixões, e a opressão do próximo (PP, 80, 84, 90). CBASD, vol. 1, p. 238, 239.

Então, Se arrependeu o SENHOR. O “arrependimento” de Deus é uma expressão que se refere à dor do amor divino ocasionada pela pecaminosidade do ser humano. Ressalta que Deus, em harmonia com Sua imutabilidade, assume uma mudança de posição em resposta a uma mudança ocorrida na criação. A menção à dor divina em face da condição depravada do homem é uma tocante indicação de que Deus não o odiou. CBASD, vol. 1, p. 239.

Noé era homem justo. A palavra “justo”não implica inocência imaculada, mas retidão, honestidade e virtude. … Viver em retidão no tempo de Noé exigia assumir uma atitude destemida e firme contra más influências, tentações sutis e vis zombarias. CBASD, vol. 1, p. 240.

12 Viu Deus a terra. Esta investigação revelou que já havia distinção entre os caipiras, que desafiavam a Deus, e os setitas, que antes temiam a Deus. Com poucas exceções, “todo ser vivente” havia se corrompido. CBASD, vol. 1, p. 240, 241.

13 Resolvi dar cabo de toda carne. Os avisos anteriores da intenção divina de destruir a Terra (v. 3, 7) são presumivelmente, o registro de palavras que Deus pronunciou num concílio celestial, e não a ouvidos humanos. Então, foi feito uma comunicação diretamente a Noé. CBASD, vol. 1, p. 241.

18 Estabelecerei a Minha aliança. O primeiro acordo registrado entre Deus e Noé (ver com. de Gn 15:9-7 sobre o procedimento na efetivação de uma aliança). Ao fazer uma aliança com Noé, Deus fortaleceu a confiança desse homem justo na certeza do cuidado divino. Independentemente do que ocorresse, Noé sabia que ele e sua família seriam salvos. CBASD, vol. 1, p. 242.

E teus filhos. Essas promessas incluíam até os filhos de Noé que ainda não haviam nascido e as esposas deles, porque nessa ocasião Noé ainda não tinha filhos, embora já estivesse com 480 anos de idade (ver com. de Gn 5:32). CBASD, vol. 1, p. 242.

22 Assim fez Noé. Este verso curto abrange 120 anos de serviço fiel. CBASD, vol. 1, p. 243.



GÊNESIS 6 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
18 de outubro de 2018, 0:05
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