Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 18 by jquimelli
30 de outubro de 2018, 0:59
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-18/

Deus sabia o que estava acontecendo no vale do Jordão, onde Ló se mudara com sua família. Ele havia descido pessoalmente para investigar o assunto. Um clamor havia subido de Sodoma e Gomorra contra os graves pecados e as injustiças que ocorriam lá (v. 20). Mas Deus sabia que Abraão estava orando por seus familiares que viviam em Sodoma e veio compartilhar com Abraão o que planejava fazer (v. 17). Ele explicou que era importante Se comunicar com Abraão, porque Seu propósito era desenvolver um relacionamento com ele, para que ele comandasse a sua casa a guardar o caminho do Senhor, praticando retidão e justiça (v. 19).

Deus estava ensinando Abraão a respeito de Sua retidão e justiça, e esta seria uma lição fundamental. Quando Abraão intercedeu junto a Deus, ele mostrou a sua compreensão da retidão e da justiça de Deus, dizendo: “Longe de Ti fazer tal coisa: matar o justo com o ímpio, tratando o justo e o ímpio da mesma maneira. Não agirá com justiça o Juiz de toda a terra?” (v. 25 NVI).

Abraão conhecia a misericórdia e a justiça de Deus. E nós, também a conhecemos?

Edwin Reynolds
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=263
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



GÊNESIS 18 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
30 de outubro de 2018, 0:55
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COMENTÁRIO GÊNESIS 18 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
30 de outubro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 18 – Relacionar-se com Deus é o que mais deveria interessar a qualquer ser humano. Intimidade com seres celestiais faz a vida ter sentido como nada mais faz. Aprendamos lições de vida extraídas da amizade de Abraão com Deus!

Abraão foi amigo de Deus. Ele “recebe esse título especial em 2 Crônicas 20:7; Isaías 41:8 e Tiago 2:23, e é a única pessoa na Bíblia com essa designação. Jesus chamou Lázaro de Seu amigo (João 11:11) e chama de ‘amigos’ aqueles que creem nEle e Lhe obedecem (João 15:13-15)… A amizade envolve mistério, e nesse capítulo você verá Abraão ministrando em três áreas diferentes: Ao Senhor (Gênesis 18:1-8), a seu lar [à esposa] (vs. 9-15) e aos perdidos do mundo (vs. 16-33)” (Warren W. Wiersbe).

• Os amigos de Deus sentem-se à vontade para ser quem realmente são.

Veja que Abraão riu diante da situação que lhe fora prometida por Deus em Gênesis 17:17. Riu diante de Deus? Sim! E, agora sua esposa, Sara, ao receber os visitantes em casa (capítulo 18), ri pelo mesmo motivo (v. 12).

Além de amizade, é visível também a existência de incredulidade na risada deste casal. Mas, incredulidade em pessoas com chamado especial de Deus? Sim, a naturalidade com que falam com Deus não esconde o que sentem e pensam. Veja a lógica para tal comportamento incrédulo:

“Abraão e Sara estavam velhos, em idade bem avançada. Sara tinha passado, havia muito, da época de ter filhos. Então, ela riu consigo mesma e disse: ‘Uma velha como eu? Ficar grávida? E com um marido velho como esse?” (vs. 11-12).

Deus analisou toda a cena, percebeu a incredulidade em Sara, e então, disse a Abraão: “Por acaso existe alguma coisa difícil demais para o Eterno? Eu voltarei no ano que vem por esta mesma época, e Sara terá um bebê” (v. 14).

Ouvindo atentamente isto, “Sara ficou com medo e mentiu para Ele: ‘Eu não ri, não!’ Mas Ele disse: ‘Sim! Você riu, sim’” (v. 15).

• A idade, esterilidade e a demora podem limitar as expectativas humanas, mas nunca limitam promessas divinas.

Ainda em clima amistoso, Deus conta a Abraão o que fará às cidades perversas e imorais (vs.16-21); em resposta, Abraão Lhe faz propostas (vs. 22-33).

Sejamos amigos de Deus! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
30 de outubro de 2018, 0:35
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771 palavras

no maior calor do dia. A hora em que os viajantes procuram sombra e descanso (Bíblia de Genebra).

três homens. O Senhor e dois anjos (vs 1, 13, 19.1). Admoestação neotestamentária [do Novo Testamento] para se mostrar hospitalidade (Hb 13.2) é baseada nos incidentes dos caps. 18-19 (Bíblia de Genebra).

correu ao seu encontro. Hospitalidade é um valor nas culturas do Velho Testamento, assim como em muitas culturas orientais. Pessoas correndo para encontrar pessoas  aparecem em outros lugares da Bíblia (29:13, 33:4; Luc. 15:20), mas Abraão curvou-se até o solo. O termo hebraico usado aqui é também usado para indicar adoração quando Deus é o objeto (Gên. 24:26; Êx. 20:5) (Andrews Study Bible).

Observando o costume de hospitalidade do antigo oriente Próximo, Abraão tipifica o gracioso anfitrião e se coloca ao inteiro dispor de seus convidados. Seu comportamento contrasta com a imoralidade dos sodomitas (19.4-5) (Bíblia de Genebra).

lavai os pés. Uma vez que as sandálias de couro eram os únicos calçados usados então, tornara-se uma exigência de boas maneiras que algum servo da casa corresse a lavar os pés ao hóspede ou oferecesse água para que este o fizesse. Era ainda esta a maneira de proceder nos dias de Cristo (cf 2 Cr 20.7; Is 41.8; Tg 2.23)  (Bíblia Shedd).

11 já lhe havia cessado o costume das mulheres. Lit. “Sara não mais experimentou o ciclo das mulheres”. Seu corpo não era mais apto à concepção [havia passado a menopausa] (Hb 11.11-12; Rm 4.19) (Bíblia de Genebra).

12-13 O riso de Sara faz paralelo com o riso de Abraão em 17:17,  (Andrews Study Bible).

14 para o Senhor há coisa demasiado difícil? Compare com Jer. 32:17, 27. Esta pergunta retórica pede um sonoro “não” como resposta, especialmente em se levando em conta as histórias da criação e dilúvio (Andrews Study Bible).

Apesar de seu ceticismo inicial, Sara também veio a crer na promessa (Hb 11.11) e ajuntou-se a seu marido na fé (Rm 4.13-25) (Bíblia de Genebra).

17 Ocultarei a Abraão…? Visto que Abraão tinha de tornar-se pai de muitas nações, convir-lhe-ia saber que Deus havia de destruir Sodoma e Gomorra, capacitando-se, assim, para transmitir a advertência à posteridade, como se percebe no v 19 (cf Sl 78.1-8) (Bíblia Shedd).

16-31 Registra a intercessão de Abraão por Sodoma, seguindo um estilo familiar. Começando com cinquenta, o tamanho de aproximadamente metade de uma pequena cidade (cem, de acordo com Amós 5:3), Abraão finalmente chega a dez, que é um número que ainda marca uma comunidade. Pelo menos dez homens eram necessários em uma cidade para formar uma corte legal (Rute 4:2) (Andrews Study Bible).

19 escolhi. A palavra hebraica traduzida “escolhi” significa “escolhi em amor” (Bíblia de Genebra).

20 clamor. Opõe-se diretamente à retidão/justiça de Abraão (v.19) Em hebraico, as palavras tem som muito parecido (Is. 5:7) (Andrews Study Bible).

Todos os clamores de injustiça voltam sua atenção ao “Juiz de toda a terra” (v 25; cf 4:10) (Bíblia de Genebra).

seu pecado. A pecaminosidade de Sodoma era proverbial e extensa (13.13; Jr 23:14). Esta envolvia demonstrações extremas de deprevação sexual (particularmente homossexualidade, 19.5; Jd 7), arrogância e abuso dos pobres (Ez 16.49-50) e falta de qualquer demonstração de hospitalidade (19.8) (Bíblia de Genebra).

22 Notas textuais antigas de pesquisadores bíblicos sugerem que a leitura  original deste verso poderia ser: “enquanto o SENHOR permaneceu na presença de Abraão” ao invés de Abraão permanecendo na presença do SENHOR. Esta modificação foi feita por razões teológicas, tendo em vista que “permanecer na presença” significa “servir” alguém e frequentemente marca posição social (41:46; Lev. 9:5; Jer. 15:19). As implicações teológicas são que Deus está desejoso para servir a humanidade – mesmo até a morte (Mat. 20:28) (Andrews Study Bible).

A intercessão diante de Deus supõe certa condição que se observa claramente no caso de Abraão: 1) Ele estava na presença de Deus […]; 2) Ele se aproximou de Deus (v 23); 3) Ele reconhecia o quanto a vontade de Deus estava associada à justiça e à retidão (vv 23-25) (Bíblia Shedd).

25 A petição de Abraão é baseado na justiça de Deus (Andrews Study Bible).

26 pouparei. Esta passagem não apenas revela que Deus ouve e responde as orações dos retos, mas também preserva os iníquos por causa dos retos (cf Mt 5.13). Mesmo o pequeno número de dez justos seria suficiente para evitar o julgamento divino (v 32) (Bíblia Shedd).

32 dez. Menos de dez poderiam ser individualmente salvos, como acontece no cap. 19 (Bíblia de Genebra).

33 Tendo cessado de falar. Ou por indevido otimismo ou por ignorância, Abraão não chegou a pedir a preservação das cidades por causa de menor número do que os dez justos. Contraste-se com este fato a intercessão de nosso Senhor Jesus Cristo que não conhece limites, visto que é capaz de salvar completamente… “uma vez que Ele vive para interceder” (Hb 7.25). Esta já é a segunda intervenção, por parte de Abraão, em favor de Sodoma (cf 14.14), assinalando como o mundo inteiro seria abençoado através dele (12.3) (Bíblia Shedd).



GÊNESIS 18 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de outubro de 2018, 0:30
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“Porque Eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do Senhor e pratiquem a justiça e o juízo…” (v.19).


É muito importante que examinemos a Bíblia à luz da própria Bíblia, como está escrito: “Porque é preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali” (Is.28:10). O relato de hoje nos apresenta a aparição do Senhor a Abraão e com Ele dois homens, que, no capítulo seguinte, veremos que se tratam de dois anjos. Este relato possui uma mensagem profética nas entrelinhas. “Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: […] Assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do Homem […] O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam, edificavam; mas no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre e destruiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem Se manifestar” (Lc.17:20, 26, 28 e 29). Analisemos o contexto do capítulo de hoje:

No momento mais quente do dia (no momento mais difícil), Abraão estava “assentado à entrada da tenda” (v.1) (atitude de letargia). Quando ele levantou os olhos (despertamento) viu aqueles três homens que tinham uma mensagem especial para lhe dar (Deus nos deu as três mensagens angélicas, Ap.14:6-12). Abraão correu (percepção de urgência) e “prostrou-se em terra” (v.2) (atitude de submissão). Abraão se apressou, e fez com que toda a sua casa participasse desse momento (“…antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor, ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais” Ml.4:5-6; “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e a tua casa” At.16:31). O Senhor e os anjos comeram do banquete oferecido (Aquele que abre a porta do coração para Jesus, Ele promete: “cearei com ele e ele Comigo” Ap.3:20). Abraão “permaneceu de pé” (v.8) (“Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do Homem” Lc.21:36).

O Senhor prometeu a Abraão: “Certamente voltarei a ti” (v.10) e Ele também nos prometeu: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). “Abraão e Sara já eram velhos, avançados em idade” (v.11). O longo tempo de espera pode causar desânimo, mas a promessa é certa, porque “não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). Deus escolheu Abraão para ordenar seus filhos e sua casa a fim de que permanecessem fiéis à Sua Palavra. Deus suscitou um povo exclusivamente Seu a fim de ensinar, pregar e curar, seguindo nos passos de Cristo, “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12).

O Senhor disse que desceria para ver como o pecado de Sodoma e Gomorra havia se agravado. Como o foi com aquelas cidades ímpias, a queda de Babilônia já foi anunciada pelo segundo anjo: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Ap.14:8). E o Senhor tem um convite à porção do Seu povo que ainda se encontra em Babilônia: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). “Abraão permaneceu ainda na presença do Senhor” (v.22). “Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis vós, no Filho e no Pai” (1Jo.2:24). “Destruirás o justo com o ímpio?” (v.23), “Não fará justiça o Juiz de toda a terra?” (v.25), interrogou Abraão ao Senhor. Salomão gastou mais de dez capítulos do livro de Provérbios só fazendo distinção entre o justo e o ímpio. Jesus fez diferença entre o justo e o ímpio, entre o trigo e o joio. Certamente, o derradeiro juízo de Deus revelará “a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml.3:18).

Mas, até lá, o Senhor nos convida a termos a mesma atitude de Abraão. Em atitude de humilhação, reconhecendo a sua condição de “pó e cinza” (v.27) perante o Deus Todo-Poderoso, Abraão intercedeu a Deus pelos homens. “Insistiu” (v.30) o pai da fé em súplicas intercessoras diante do Senhor e continuou até o tempo do último clamor: “lhe falo somente mais esta vez” (v.32). Então, “retirou-Se o Senhor; e Abraão voltou para o seu lugar” (v.33). Está chegando a hora em que o Consolador irá Se retirar desta terra, pois “o mistério da iniquidade já opera e aguarda somente que seja afastado Aquele que agora o detém” (2Ts.2:7). É tempo, portanto, povo escolhido de Deus, de orarmos como nunca oramos! Oremos, clamemos, supliquemos “em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:18)! Proclamemos as três mensagens angélicas, servindo ao Senhor como Abraão, correndo, se apressando, suplicando diante da urgência desta mensagem. Não tardará, quando levantaremos os nossos olhos e veremos o Senhor não mais com apenas dois anjos em Sua companhia, mas com todas as Suas miríades de anjos celebrando a nossa vitória em Cristo.

Bom dia, último exército de oração de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis18 #RPSP



GÊNESIS 18 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
30 de outubro de 2018, 0:05
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Gênesis 18 – COMENTÁRIO Wilma Raquel B. R. Spagnolo by jquimelli
30 de outubro de 2018, 0:04
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Deus tinha uma benção para Abraão e queria que este soubesse. Deus tinha planos para Sodoma e Gomorra e também decidiu contá-los para Abraão. Abraão, um mortal, foi achado digno de ser conhecedor dos planos divinos por causa de sua fé no Deus imortal. Que privilégio!

O patriarca foi visitado por três seres celestiais e dentre eles o próprio Deus. Ofereceu-lhes comida e descanso e sua hospitalidade, demonstrando amor celestial. Mas Deus é que lhe havia trazido o maior presente. Deus é assim mesmo. Procura o ser humano para conceder presentes.

O Senhor, criador da vida, trouxe a certeza de um filho a um casal de idosos. Sara, à porta da tenda, ouviu da promessa e riu. Riu de alegria pela certeza de um filho em seus braços? Não. Riu pela incredulidade diante da impossibilidade de uma mulher de sua idade gerar um bebê. Somos tentados a, como Sara, olhar apenas para o que nossos olhos podem enxergar. Assim, menosprezamos a soberania e o poder de um Deus que não conhece o impossível em nenhuma de suas promessas. A fé e a incredulidade estavam muito próximas na casa de Abraão. Creiamos sempre!

Wilma Raquel B. Ribeiro Spagnolo
Professora de Psicologia da Faculdade Adventista da Bahia – FADBA




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