Reavivados por Sua Palavra


Gênesis 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de outubro de 2018, 6:52
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“E, havendo Deus terminado no dia sétimo a Sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a Sua obra que tinha feito” (v.2).


Já na criação, o Senhor estabeleceu os dias da semana. Toda a natureza e todo ser vivente foi programado numa sequência de sete, e o sétimo dia foi estabelecido como uma espécie de selo de identificação. É o memorial da criação, a inconfundível assinatura do Criador, a conclusão da obra de Suas mãos. O ciclo de sete dias corresponde perfeitamente às necessidades do que fora criado. O número que representa “perfeição, plenitude”, foi estabelecido no último dia da semana da criação para o benefício da humanidade (Mc.2:27). E como o mais exímio Professor, Deus ensinou a nossos primeiros pais, pelo exemplo, como eles deveriam observar este dia, pois, no sábado, Deus “descansou nesse dia de toda a Sua obra que tinha feito” (v.2). O Senhor criou um templo no tempo para que o homem fosse especialmente abençoado e santificado pela bênção e santificação que Ele mesmo determinou para este dia (v.3).

Quando, no Sinai, o Senhor disse a Seu povo Israel: “Lembra-te do dia de sábado para o santificar” (Êx.20:8), Ele estava dizendo: “Lembrem do que Eu estabeleci na criação e sejam um testemunho para o mundo inteiro de que só há um Criador”. O nosso relógio biológico funciona numa sequência de sete. Ou seja, fomos criados para funcionar assim, como o significado do próprio número já diz: para vivermos de forma perfeita e plena. Ao transgredir essa lei biológica, três consequências são inevitáveis: ao contrário de descanso há fadiga, no lugar de bênção há maldição e o que fora criado para ser santo é tido como profano, comum. O sábado não é somente uma cláusula do Decálogo, uma exigência divina, mas a prova do amor e do respeito do Criador por Sua criatura, a celebração pelos feitos do Senhor durante a semana, o ápice da verdadeira adoração.

Este capítulo também apresenta um relato mais detalhado da criação do homem e da mulher, ambos feitos à imagem e à semelhança de Deus (Gn.1:26-27). A primeira família humana e o sábado foram estabelecidos antes da entrada do pecado no mundo. Não é sem razão que Satanás tem destruído as famílias e desviado o homem do verdadeiro dia de guarda. O primeiro casamento foi celebrado pelo próprio Criador, entre um homem e uma mulher, um macho e uma fêmea (Desculpem a ênfase, mas a verdade precisa ser dita. Leiam o que o apóstolo Paulo escreveu sobre isto em Romanos 1:26-27). Quando o mundo declara que não houve uma semana da criação com sete dias literais, mas uma evolução durante milhares e milhares de anos, exclui o casamento entre homem e mulher, o sábado, a entrada do pecado no mundo e a nossa necessidade de um Salvador. Percebem o terrível engano? Deus nos criou para sermos felizes e desfrutarmos de Sua criação. Mesmo com o pecado, Ele nos dá o privilégio de vivermos no sábado as bênçãos do Éden. Jesus observou este dia (Lc.4:16 e 31). As mulheres que O seguiam, inclusive Maria, “no sábado, descansaram, segundo o mandamento” (Lc.23:56). O apóstolo Paulo e seus companheiros de ministério guardavam o sábado (At.16:13). Até em Sua morte, Jesus observou as horas sabáticas, descansando em Seu túmulo e tornando este dia, também, um memorial da redenção.

Está se aproximando o tempo em que a nossa fidelidade ao Senhor será provada com grande intensidade. Deus programou o mundo e o homem para as bênçãos sabáticas. Satanás os reprogramou para dar as costas ao Criador e já tem caminhado para estabelecer, de forma universal, a sua contrafação. Enquanto Deus estabeleceu o casamento entre um homem e uma mulher, Satanás tem espalhado pelo mundo a ideia de que o que importa é ser “feliz”, una-se a quem ou o que quiser e com quantos achar que precisa. Enquanto o selo de Deus é o sábado (Ez.20:12 e 20), a marca do reino das trevas será estabelecida sobre o primeiro dia da semana. Deixar de fazer uma prova na faculdade ou ter que abandonar um emprego por causa do sábado são situações que o Senhor considera como fidelidade no pouco. Mas se não estivermos dispostos a confiar na provisão de Deus agora, quando ainda pouco nos é exigido, quando formos fortemente oprimidos e a nossa própria vida e de nossa família estiver em jogo, o fogo da mais terrível aflição provará quem de fato é ouro e quem é escória.

Um dia, o Eterno irá recriar este planeta (Ap.21:1), então, “de um sábado a outro, virá toda carne” (Is.66:23) adorar “Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Podemos aqui viver, à cada sábado, um vislumbre da eternidade. Todas as coisas criadas, amados, apesar da degradação que o pecado tem causado, declara que “Deus é amor” (1Jo.4:8). Em cada dia da semana, permita que esse amor penetre em seu coração e o recrie para a glória de Deus. E que cada sábado seja uma celebração em adoração ao Deus que cuida de você e que tem um novo Éden para lhe oferecer.

Bom dia, criados para a verdadeira adoração!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis2 #RPSP



Gênesis 2 by Jobson Santos
14 de outubro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-2/

Genesis 2 introduz três princípios vitais: o sábado, o casamento e a escolha. Vamos começar com o último destes três. A essência do que significa ser um ser humano é a capacidade de escolher. Deus não criou robôs mecanizados que servem a Ele porque foram programados em algum computador celestial.

A Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal foi colocada no jardim para permitir a expressão do livre arbítrio. Era intenção de Deus, desde o início, que com a compreensão de Seu caráter e o conhecimento de Seu amor e cuidado, Seus filhos O servissem com alegria. Os nossos primeiros pais não estavam predestinados a cair, mas receberam a escolha de obedecer ou desobedecer. A nós também nos foi dada essa mesma escolha.

O sábado nos chama de volta às nossas raízes a cada semana. Ele nos lembra de nosso Criador amoroso que nos fez para desfrutarmos a vida ao máximo.

Assim como o sábado ancora nossa relação com Deus, o casamento solidifica o relacionamento entre um homem e uma mulher. O sábado e o casamento são instituições gêmeas do Jardim do Éden e o diabo tem violentamente atacado os dois.

A fiel observância do sábado a cada semana constrói uma base sólida para a nossa fé, pois fortalece nosso relacionamento com Deus. Um lar amoroso e um casamento cristão sólido revelam o amor de Deus tanto para os membros de nossa família quanto ao nosso círculo de influência.

Como o sábado e o casamento tem reforçado a sua relação com Deus? Compartilhe com os outros no blog.

Mark Finley
Evangelista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=272
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

 

Áudio online [Voz: Valesca Conty]:



GÊNESIS 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
14 de outubro de 2018, 0:56
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COMENTÁRIO GÊNESIS 2– PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
14 de outubro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 2 – O sábado é a assinatura do Criador para ser relembrado por
cada ser humano em qualquer época e lugar.

O primeiro dia completo do primeiro casal humano foi o sétimo dia, o
qual o Criador o abençoou e santificou. Pelo texto dizer que Deus também
descansou no sétimo dia quando na verdade Ele não Se cansa nem se fatiga
(Isaías 40:28) fica sugerido Sua dedicação em parar tudo para estar com
o primeiro homem e a primeira mulher.

• O sábado é o memorial de que não houve evolução natural, mas criação
sobrenatural por um Deus sem igual.

“Foi para conservar essa verdade sempre perante o espírito dos homens
que Deus instituiu o sábado no Éden; e, enquanto o fato de que Ele é o
nosso Criador continuar a ser razão por que O devemos adorar,
permanecerá o sábado como sinal e memória disto. Tivesse sido o sábado
universalmente guardado, os pensamentos e afeições dos homens teriam
sido dirigidos ao Criador como objeto de reverência e culto, jamais
tendo havido idólatra, ateu, ou incrédulo” (Ellen G. White).

Da mesma forma que o sábado tem sido ferozmente atacado como uma
instituição divina por toda a história, outra instituição preservada do
Éden também tem sido perversamente atacada: O casamento.

Assim como a Trindade são três seres divinos num só Deus e isso é
incompreensível à limitada mente humana, o ato de tornar duas pessoas
numa só carne também é miraculoso e vai além dos limites da capacidade
humana de entender.

No capítulo supracitado fica constatado que:

• Para Deus, os dias não são todos iguais; pois, só o sétimo foi
abençoado e santificado (vs. 1-3);
• A criação do homem e da mulher foi distinta das outras coisas e seres
criados; eles receberam tratamento especial e um jardim de presente (vs.
4-14, 18-24).
• O trabalho de cuidar e lavrar o jardim e a capacidade de Adão dar
nomes aos animais não revela um ser primitivo, desprovido de sabedoria e
incapaz de fazer coisas complexas – nem foi criado para a ociosidade
(vs. 15-17).
• O idealizador do casamento pretendia que essa instituição fosse
bênção e refletisse o caráter amoroso e puro do Criador, na união
sexual, emocional e espiritual do casal heterossexual.

Reflita nestas verdades, experimente-as, compartilhe-as… e
reaviva-te! – Heber Toth Armí.



GENESIS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
14 de outubro de 2018, 0:10
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1928 palavras

1 Exército. A palavra “exército”, tsaba, denota todas as coisas criadas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 202.

2 Descansou. O verbo “descansou”, shabath, significa, literalmente, “cessar”um trabalho ou atividade (ver Gn 8:22; Jó 32:1; etc.). … Deus não descansou porque precisa disso (ver Is 40:28). O descanso de Deus não foi resultado nem de exaustão nem de fadiga, mas de uma cessação de Sua ocupação prévia CBASD, vol. 1, p. 202.

3 E abençoou Deus o dia sétimo. A bênção sobre o dia sétimo subentendia que, dessa forma, ele era declarado objeto especial do favor divino e um dia que traria bênçãos a Suas criaturas. CBASD, vol. 1, p. 203.

E o santificou. O ato de santificação consistiu numa declaração de que o dia foi santo, ou separado para propósitos santos. … O sábado semanal do sétimo dia tem sido frequentemente considerado uma instituição para a dispensação judaica, mas o relato inspirado declara que ele foi instituído mais de dois mil anos antes do nascimento do primeiro israelita (um descendente de Jacó, ou Israel). Há, além disso, a palavra do próprio Jesus, ao declarar: “O sábado foi feito por causa do homem”(Mc 2:27), indicando claramente que esta instituição não foi estabelecida apenas para os judeus, mas para toda a humanidade. CBASD, vol. 1, p. 203.

Porque nele descansou. Deus não poderia ter razão mais elevada para ordenar o descanso no sétimo dia do que o fato de que, ao assim fazê-lo, o homem pudesse desfrutar a oportunidade de refletir sobre o amor e bondade de seu Criador, e tornar-se semelhante a Ele. … O sábado requer a abstenção do trabalho físico comum e a devoção da mente e do coração às coisas santas. … Os evangelhos atestam que ele foi usado dessa forma por cristo e pelos apóstolos (Lc 4:16; At 17:2; 18:4) e que deveria continuar a ser observado pelos cristãos após a conclusão do ministério terrestre de Cristo (Mt 24:20). O fato de que o sábado continuará a ser celebrado na nova Terra como dia de adoração (Is 66:23) é uma clara indicação de que Deus nunca planejou ter sua observância transferida para outro dia. … A rejeição do sábado é uma rejeição ao Criador e abre as portas para todo tipo de falsas teorias. CBASD, vol. 1, p. 203, 204.

4 Esta é a gênese. A palavra “gênese”,toledoth, é geralmente usada em referência à história familiar de uma pessoa, isto é, ao nascimento de seus filhos (ver Gn 5:1; 6:9; 11:10; etc.). … Um comentarista sugere que “gênese” se refere adequadamente à “história ou relato de sua produção”. CBASD, vol. 1, p. 204.

Nenhuma planta. Os v. 4-6 antecipam a criação do homem (v. 7), ao descrever brevemente a aparência da superfície, particularmente com respeito à vegetação, pouco antes do momento em que ele foi trazido à existência no sexto dia da semana da criação. Ali estava o paraíso perfeito, onde só faltava alguém “para lavrar o solo”. CBASD, vol. 1, p. 204.

Uma neblina. Podemos pensar em “neblina” como sinônimo de “orvalho”. O fato de as pessoas to tempo de Noé zombarem da ideia de que chuva vinda do céu pudesse trazer destruição à Terra, no dilúvio, e de Noé ser elogiado por crer em “acontecimentos que ainda não se viam” (Hb 11:7) indica que a chuva era desconhecida para os antediluvianos (ver PP, 96-97). CBASD, vol. 1, p. 205.

Do pó da terra. O fato de o homem ser composto por materiais derivados do solo, elementos da terra, é confirmado pela ciência. A decomposição do corpo humano após a morte dá testemunho disso. CBASD, vol. 1, p. 205.

O fôlego de vida. “Fôlego”, neshamah. Vindo da Fonte de toda a Vida, o princípio vital entrou no corpo inanimado de Adão. É dito que o meio pelo qual a centelha da vida foi transferida para seu corpo foi o “sopro”de Deus. … Ao ser comunicado ao homem, o “fôlego” é equivalente à sua vida; é a própria vida em si Is 2:22). CBASD, vol. 1, p. 205.

Alma vivente. Quando o divino “fôlego”(neshamah) de vida foi infundido na escultura inanimada do homem, este se tornou uma “alma”(nefesh) vivente. … Note que a nefesh é feita por Deus (Jr 38:16), pode morrer (Jz 16:30), ser morta (Nm 31:19), ser devorada (metaforicamente, Ez 22:25), ser resgatada (Sl 34:22) e ser refrigerada (Sl 19:7). Nada disso se aplica ao esírito, ruah, o que indica claramente a grande diferença entre os dois termos. É óbvio, diante disso, que a tradução “alma”para a palavra nefesh em Gn 2:7 não é apropriada, especialmente quando se tem em vista a expressão comumente usada “alma imortal”. Embora popular, esse conceito é alheio à Bíblia. A passagem pode corretamente ser traduzida da seguinte forma: “O homem se tornou um ser vivente”(NVI). Quando “alma”é considerada sinônimo de “ser”, alcança-se o significado bíblico de nefesh presente nesta passagem. CBASD, vol. 1, p. 206.

E plantou o Senhor Deus um jardim. A localização do Éden é desconhecida. O dilúvio alterou de tal forma as características físicas da terra, que se tornou impossível a identificação atual de locais existentes antes dessa catástrofe. CBASD, vol. 1, p. 206.

Árvore do conhecimento do bem e do mal. O artigo definido “o” antes da palavra “conhecimento” significa que a árvore não podia fornecer todo e qualquer tipo de conhecimento, ms apenas certo tipo: o triste conhecimento do “mal”, em contraste com o “bem”. CBASD, vol. 1, p. 207.

10 Um rio. Muitos eruditos têm feito grande esforço em tentar esclarecer os v. 10-14, mas, provavelmente, nunca seja encontrada uma explicação satisfatória , porque a superfície da Terra após o dilúvio tem pouca semelhança com o que era antes. Uma catástrofe de tal magnitude capaz de fazer surgir elevadas cadeias de montanhas e formar vastas áreas oceânicas dificilmente teria deixado intactos acidentes geográficos menores como rios. Portanto, não se pode ter esperanças de identificar locais antediluvianos pelos acidentes geográficos atuais da Terra, a menos que a inspiração o faça para nós (PP, 105-108). CBASD, vol. 1, p. 207.

11 Pisom. O nome do primeiro rio, Pisom, é desconhecido em qualquer fonte extrabíblica, e mesmo na própria Bíblia esse nome não é mencionado em nenhuma outra parte. As opiniões dos eruditos que identificam esse rio com o Indo ou o Ganges na Índia, com o Nilo no Egito, ou com rios da Anatólia, são infundadas. CBASD, vol. 1, p. 207.

13, 14. GiomTigreEufrates. Com respeito aos v. 13 e 14, ver o com. do v. 10. CBASD, vol. 1, p. 207.

17 Da árvore do conhecimento do bem e do mal.É fútil especular sobre que tipo de fruto essa árvore produzia, uma vez que isso não foi revelado. A própria presença dessa árvore no jardim revelava que o homem era um agente moral livre. O serviço do homem não era forçado; ele podia obedecer ou desobedecer. A decisão era dele. CBASD, vol. 1, p. 208.

No dia em que dela comeres.O pronunciamento divino “No dia em que dela comeres, certamente morrerás”, ou, literalmente, “morrendo, morrerás”, significa que no dia da transgressão a sentença seria pronunciada. O homem passaria do status de imortalidade condicional para o de mortalidade incondicional. … a separação da fonte da vida só podia trazer, inevitavelmente, a morte. Os mesmos princípios ainda são válidos. A punição e a morte são resultados certos da livre escolha, por parte do homem, de se colocar em rebelião contra Deus. CBASD, vol. 1, p. 209.

18 Uma auxiliadora que lhe seja idônea. Isto é, apropriada a suas necessidades; para complementá-lo. CBASD, vol. 1, p. 209.

19 Todos os animais do campo. Moisés está registrando não o momento, mas simplesmente o fato da criação dos animais. CBASD, vol. 1, p. 209.

Trouxe-os ao homem. Adão devia estudar esses animais e se envolver na importante tarefa de lhes dar nomes apropriados, exercício este que requeria compreensão dos mesmos e de seus hábitos. Isso o qualificaria ou, talvez, demonstraria que ele estava qualificado para governá-los. Ao mesmo tempo, ele perceberia a via familiar que desfrutavam e, assim, sua própria falta de uma companhia. Reconhecendo também que Deus o havia criado infinitamente mais elevado que os animais, perceberia que não era possível escolher essa companhia entre eles. Para que a formação da mulher preenchesse totalmente o propósito do Criador, Adão precisava sentir sua própria incompletude e sua necessidade de companhia – em outras palavras, que não era bom que ele permanecesse só. CBASD, vol. 1, p. 209.

20 Não se achava uma auxiliadora que lhe fosse idônea.O estudo que Adão fez da criação animal lhe proporcionou considerável conhecimento, mas não satisfez seu anseio pela companhia de outro ser que fosse igual a ele. Este fato indica a participação igual que a mulher devia desfrutar com o homem. CBASD, vol. 1, p. 209.

22 Transformou-a numa mulher.A costela de Adão constituiu o material básico do qual sua companheira foi “construída”. A mulher foi formada para ter uma unidade inseparável e um companheirismo por toda a vida com o homem, e o modo de sua criação devia lançar o alicerce para a ordenança moral do matrimônio. … O matrimônio é um tipo [símbolo] do companheirismo de amor e vida que existe entre o Senhor e Sua igreja (Ef 5:31, 32). CBASD, vol. 1, p. 210.

E lha trouxe. O próprio Deus solenizou o primeiro casamento. Após criar a mulher, Ele a levou até Adão, que, àquela altura, já devia ter despertado de seu profundo sono. Como Adão era o “filho de Deus”(Lc 3:38), assim Eva podia ser, com propriedade, chamada de a filha de Deus; e como seu Pai, Deus a levou a Adão e a apresentou a ele. CBASD, vol. 1, p. 210.

23 Esta, afinal, é osso dos meus ossos.Adão, reconhecendo nela a companheira desejada, recebeu-a alegremente como noiva e expressou sua alegria numa exclamação poética. As palavras “esta, afinal” refletem sua agradável surpresa quando viu na mulher a realização do desejo de seu coração. O fato de ele ter repetido três vezes o pronome “esta”(no hebraico), aponta vividamente para aquela sobre quem, com feliz assombro, seus olhos então repousam com a intensa emoção do primeiro amor. … Elea devia amar daí em diante como a seu próprio corpo, pois, amando-a, estaria amando a si mesmo. O apóstolo Paulo enfatiza essa verdade (Ef 5:28). CBASD, vol. 1, p. 210.

Chamar-se-á varoa.O nome que Adão deu a sua recém-criada companheira refletia o modo como Deus a criara. A palavra heb. ’ishah, “mulher”, é formada pela palavra ’ish,“homem”, com a terminação feminina. A palavra inglesa “woman” (do anglo saxão wife-man) está relacionada à palavra “man”da mesma forma. O mesmo ocorre em várias línguas. CBASD, vol. 1, p. 210.

24 Deixa o homem pai e mãetornando-se os dois uma só carne. Estas palavras expressam a mais profunda unidade física e espiritual de um homem e de uma mulher, e exaltam a monogamia diante do mundo como a forma de casamento ordenada por Deus. Gênesis 2:24 não recomenda um abandono do dever filial e do respeito para com o pai e a mãe, mas se refere primariamente ao fato de que a esposa de um homem deve estar em primeiro lugar em suas afeições e de que seu primeiro dever é com ela. Seu amor a ela deve exceder, mas certamente não substituir, o apropriado amor aos pais. CBASD, vol. 1, p. 210.

Tornando-se uma só carne. A unidade entre marido e mulher é expressa em palavras inequívocas, pois existe entre ambos uma unidade de corpos, uma comunidade de interesses e uma reciprocidade de afeições. É significativo o fato de que Cristo usa exatamente esta passagem em Sua forte condenação ao divórcio (Mt 19:5). CBASD, vol. 1, p. 210,211.

25 Estavam nus. Adão e Eva não tinham necessidade nenhuma de roupas materiais, pois ao seu redor o Criador havia colocado um manto de luz, um manto simbólico de Seu próprio caráter justo, que era perfeitamente refletido neles. Quando a imagem moral do Criador novamente se refletir em Seus filhos e filhas terrenos, Ele voltará para reclamá-los como Seus (ver Ap 7:9; 19:8; PJ, 69, 310). Esse manto branco de inocência é a veste com a qual os salvos da Terra estarão trajados quando adentrarem os portões do paraíso. CBASD, vol. 1, p. 211.



GÊNESIS 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
14 de outubro de 2018, 0:05
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