Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 4 by jquimelli
16 de outubro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-4/

Gênesis 4 descreve as consequências terríveis da raiva descontrolada. As emoções desenfreadas de Caim o levaram a matar seu irmão Abel. Há sérias consequências quando nossas emoções estão fora de controle. Caim deixou sua casa e vagou como um “fugitivo e vagabundo.” Sua vida mudou em um instante. Más escolhas, emoções descontroladas e atitudes negativas produzem consequências devastadoras. Boas escolhas, emoções positivas e sob controle resultam em consequências positivas. A vida sob o controle do Espírito de Deus está preparada para enfrentar – com uma atitude de calma segurança no propósito primordial de Deus – qualquer circunstância que a vida apresente.

Nesta narrativa bíblica, uma dos questionamentos mais fascinantes é feita por Caim. Ele pergunta: “Sou eu o guarda do meu irmão?”. Em situações em que nossas decisões impactam a outros, a resposta é um sonoro “sim”. Embora não sejamos responsáveis pelas escolhas de “nosso irmão”, somos responsáveis pelas escolhas que fazemos e que influenciam as vidas daqueles ao nosso redor. Isso deveria nos fazer parar para considerar a influência de nossas ações e atitudes.

Mark Finley
Evangelista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=274
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Isabela Brossi, Jeferson e Gisele Quimelli
Áudio online [Voz: Valesca Conty]:

 



GÊNESIS 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
16 de outubro de 2018, 0:55
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COMENTÁRIO GÊNESIS 4 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
16 de outubro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 4 – O pecado não entrou devagarinho no mundo. O diabo aproveitou a oportunidade e abusou da brecha aberta para mostrar o que é capaz de fazer com a criação de Deus.

1. A segunda geração em sua juventude experimentou brutalmente os estilhaços do pecado. Satanás ataca a família. Aconteceu o primeiro fratricídio, irmão assassinou irmão (vs. 1-8);
2. As orientações e a graça divina foi descaradamente rejeitada, Deus foi questionado e ignorado. Após todas as demonstrações de misericórdia e graça (vs. 9-15) ao rebelde e revoltado “… retirou-se Caim da presença do Senhor” (v. 16).
3. Materialismo, hedonismo, imoralidade, ambição, crueldade e perversidade passaram a reger a humanidade que Deus fizera perfeita a Sua imagem e semelhança (vs. 17-27).
4. Parece que uma depressão espiritual, uma apatia religiosa e uma mornidão na busca a Deus tomou conta por alguns anos até mesmo de Adão e Eva, após a desgraça com seus filhos, até que outro filho e um neto começam o primeiro movimento de reavivamento e reforma na história do mundo (vs. 25-26).

O espirito humano que causa sofrimento nos outros surgiu com o pecado evidente logo no início de suas manifestações na humanidade. O povo de Israel na escravidão egípcia começava a ter uma luz com esses relatos. O sofrimento na escravidão egípcia (ou no pecado) não se deve ao fato de que Deus não existe, ou que Ele não ama ao pecador.

Os piores capítulos de nossa história revela um Deus presente em cada acontecimento. Sua graça é infinita. Observe:

– Ele fala ao irado Caim antes dele cometer fratricídio; o qual ficou calado diante das perguntas retóricas e amorosas de Deus (vs. 5-7);
– Após ter matado seu irmão, Deus aparece-lhe novamente, mas Caim mentiu, transferiu responsabilidade, questionou e mesmo assim recebeu oportunidade de viver e um sinal que lhe protegeria (vs. 9-15).
– Embora Caim fora considerado maldito, é a terra que sofre as maldições. Isso é graça divina! (vs. 11-12).
– Satanás corrompe a família; porém, Deus opera na família. Quando o futuro parecia desesperador e a semente da esperança parecia não brotar, Deus despertou Sete e Enos, pai e filho; daí se começou a história dos reavivamentos e reformas na História humana (vs. 17-26).

Permita que Deus desperte teu coração também! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de outubro de 2018, 0:30
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“Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo” (v.7).


O nascimento de Caim gerou no primeiro casal alegria e conforto. Seus corações expectantes pelo cumprimento da promessa da redenção ficaram sobremodo radiantes. Ao olhar para seu primogênito, Adão via a possibilidade de logo retornar ao lar original. Com a chegada de Abel, a expectativa dobrou e, de uma forma que não podemos alcançar, ele e seu irmão cresciam sob a dedicada orientação e profundo amor de seus pais. Contudo, nem tudo mais eram flores. Assim como os cardos e espinhos cresciam por entre a vegetação, sentimentos ruins começaram a brotar no coração de Caim. O discurso de seu pai sobre os resultados da queda e o plano de Deus para salvá-los eram coisas as quais não compreendia. Ao avistar ao longe os querubins e a espada flamejante a guardar o Éden, pensava ser capaz de mostrar a Deus que ele merecia morar ali.

Caim sabia do engano e da entrada do pecado, bem como da promessa de um Salvador que lhes devolveria o direito de voltar a habitar no lugar para o qual foram criados. Mas parece que nada os convencia de que Deus poderia ter sido menos “duro” com o erro de seus pais. Que ele não tinha culpa de estar ali entre espinhos, quando poderia estar desfrutando das maravilhas do Éden. Não permitiu que seu coração fosse alimentado pela esperança da promessa de libertação dada por Deus, mas o endureceu com pensamentos egoístas e permitiu que Satanás dominasse as suas atitudes a tal ponto, que se negou a sacrificar um cordeirinho no altar do Senhor, mas não mediu esforços para golpear seu próprio irmão até a morte.

Abel, por sua vez, ofereceu a Deus justamente o que Deus havia requerido (v.4). Para que houvesse perdão de pecados, alguém deveria morrer. Enquanto Jesus não vinha, foi estabelecido um sistema de sacrifícios que simbolizava o sacrifício do verdadeiro Cordeiro de Deus. Mas Caim era lavrador e quis dar o que ele, com seu próprio suor, conseguira (v.3). Esse foi o problema: ofertar a Deus a vontade humana. Se a nossa vontade não estiver em comunhão com a vontade de Deus, de nada valem os nossos esforços. Como diz o provérbio: “Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte” (Pv.14:12).

O versículo sete diz que os nossos desejos maus são contra nós, mas cabe a nós dominá-los. Mas, conseguimos isso sozinhos? De forma alguma! Há um Deus que, assim como falou a Caim na tentativa de fazê-lo chegar ao arrependimento, também fala conosco hoje. Não podemos esquecer que o domínio próprio faz parte do fruto do Espírito Santo (Gl.5:23). Novamente, o Senhor demonstrou a Sua longanimidade. Caim negou-se a oferecer sacrifício, mas, a sangue frio, sobre o campo que lavrara, derramou o sangue de seu próprio irmão. Antes disso, porém, ele não ficara sem admoestação. Novamente, o Senhor falou através de perguntas e terminou alertando sobre os resultados do pecado. Entretanto, Caim escolheu calcificar o coração para o mal e, ao contrário de Adão e Eva, que se esconderam do Senhor após o pecado, ao primeiro filho da perdição não foi perguntado onde estava, e sim: “Onde está Abel, teu irmão?” (v.9).

Até que ponto o ser humano pode chegar sem o temor do Senhor? Até às últimas consequências! Muitos professos cristãos têm sofrido da “síndrome de Caim”, oferecendo a Deus obras vazias, invejando as conquistas espirituais dos verdadeiros adoradores e tramando contra eles. Pensam que ninguém tem nada a ver com suas más atitudes e, em rebelião, declaram: “acaso sou eu tutor de meu irmão?” (v.9). Eximem-se da responsabilidade de zelar pela unidade do corpo de Cristo, fechando o coração aos apelos do Espírito Santo. Ao pôr um sinal sobre Caim e poupar-lhe a vida, ficou claro que Deus “não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante as nossas iniquidades” (Sl.103:10). Mas, um dia, o período de misericórdia dos sete (v.15) ou dos “setenta vezes sete” (v.24) findará e o Senhor voltará para vingar os Seus servos.

Irmãos, fomos chamados por Deus para fazer parte da geração que, à semelhança de Enos, começará “a invocar o nome do Senhor” (v.26), cumprindo-se a tão aguardada profecia de Joel. Cheios do Espírito Santo, todos os verdadeiros adoradores estarão unidos num só propósito “e acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32). Ainda há em tua vida um desejo ruim alimentado ou um pecado acariciado? O Senhor te diz, hoje: “a ti cumpre dominá-lo” (v.7). Clame a Deus pelo Espírito Santo! Se há uma dádiva que Ele deseja nos dar sem reservas é o Seu Santo Espírito (Lc.11:13).

Bom dia, cheios do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis4 #RPSP



GÊNESIS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
16 de outubro de 2018, 0:10
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1611 palavras

1 Adquiri um varão com o auxílio só SENHOR.O hebraico diz, literalmente: “Adquiri um varão, o SENHOR”. Quando Eva segurou seu primogênito nos braços, provavelmente se lembrou da promessa divina (Gn 3:15) e, acariciando a esperança de que ele fosse o Libertador prometido, deu-lhe o nome de Qayin, “adquirido”(DTN, 31). Pobre esperança! Seu ávido anseio pelo rápido cumprimento da promessa do evangelho estava destinado a doloroso desapontamento. Mal sabia ela que aquela criança se tornaria o primeiro assassino do mundo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 223.

2Abel, seu irmão.O nome Abel significa “vaidade”ou “insignificância”.CBASD, vol. 1, p. 224.

3No fim de uns tempos.Literalmente, “ao fim de dias”. … a palavra yamim, “dias”, é usada em vários exemplos em que o contexto deixa claro que se quer dizer um ano.CBASD, vol. 1, p. 224.

Trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao SENHOR. O que tornou a oferta de Caim inaceitável a Deus? A contragosto, Caim reconhecia parcialmente as reivindicações de Deus sobre ele. Mas um espírito secreto de ressentimento e rebelião o levou a cumprir os reclamos divinos de forma que ele mesmo escolheu, em vez de seguir precisamente o plano estabelecido por Deus. Aparentemente ele obedeceu, mas a maneira em que o fez revelava um espírito desafiador. Caim pretendia se justificar por suas próprias obras, ganhar a salvação por seus méritos. Ele se recusou a reconhecer que era pecador e que precisava de um Salvador. Apresentou uma oferta que não expressava nenhum arrependimento pelo pecado – uma oferta sem sangue. E “sem derramamento de sangue não há remissão”, pois “é o sangue que fará expiação pela alma” (Hb 9:22; Lv 17:11, ARC, PP, 71, 72).… Examinar bem o coração pode evitar que como Caim ofereçamos a Deus dons [dádivas] inúteis e inaceitáveis. CBASD, vol. 1, p. 224.

4Das primícias do seu rebanho. A oferta de Abel foi uma demonstração de fé. A oferta de Caim, em contraste, foi uma tentativa de obter a salvação pelas obras.CBASD, vol. 1, p. 225.

Agradou-se. Embora não seja revelada a maneira como Deus aceitou a oferta de Abel, ela consistiu na aparição de um fogo celestial para consumir o sacrifício, como ocorreu muitas vezes em épocas posteriores [ref. omitidas].CBASD, vol. 1, p. 225.

5Ao passo que de Caim e de sua oferta.Caim notou a ausência de qualquer sinal visível do agrado de Deus e da aceitação da oferta. O resultado foi uma ira ardente e profunda. … Caim não fez nenhuma tentativa de esconder sentimentos de desapontamento, insatisfação e ira. Sua face demonstrava o ressentimento.CBASD, vol. 1, p. 225.

6Por que andas irado? Fica aqui evidente, como nos v. 14 e 16, que Deus não deixou de ter contato pessoal com o ser humano quando o expulsou do jardim.CBASD, vol. 1, p. 225.

7Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta. Se Caim não mudasse, mas continuasse no caminho do mal, o pecado o dominaria. A frase “o pecado jaz à porta”(como um animal selvagem) é provavelmente um provérbio (ver 1Pe 5:8).CBASD, vol. 1, p. 225.

8Estando eles no campo.As obras de Caim “eram más, e as de seu irmão, justas”(1Jo 3:12). Foi por isso que Caim matou seu irmão. A inimizade entre o bem e o mal, predita por Deus antes da expulsão do jardim, era vista então pela primeira vez em sua forma mais horrível.CBASD, vol. 1, p. 226.

9Onde está Abel, seu irmão?Assim como ocorreu com Adão e Eva, Deus, então, foi atrás de Caim para pôr a transgressão na devida luz, a fim de despertar arrependimento em sua consciência culpada e crir nele um novo coração. Como Deus havia se dirigido aos pais de Caim com uma pergunta, fez o mesmo com ele. Os resultados, contudo, foram bem diferentes: Caim ousadamente negou sua culpa. A desobediência havia levado ao homicídio, ao qual ele acrescentava a mentira e o desafio, pensando cegamente que poderia ocultar de Deus o seu crime.CBASD, vol. 1, p. 227.

11És agora, pois, maldito. Alguns comentaristas têm interpretado esta passagem como indicando que Caim foi banido para uma região menos fértil. O contexto (v. 12, 14) parece favorecer essa explicação, ou talvez a ideia de que, pelo fato de Caim ter usado mal os frutos da terra, Deus não mais permitiria que ele ganhasse o sustento cultivando o solo. Alguém que é errante pela Terra (v. 14, 16), seja um pastor de ovelhas ou um nômade, não pode ser um agricultor bem-sucedido.CBASD, vol. 1, p. 227.

12Não te dará ele [o solo] a sua força. Caim estava condenado a vaguear perpetuamente a fim de conseguir alimento para si, para a família e o animais.CBASD, vol. 1, p. 227.

13Já não posso suportá-lo. Embora Caim merecesse a pena de morte, um Deus misericordioso e paciente lhe deu mais uma oportunidade de arrependimento e conversão. Mas, em vez de se arrepender, Caim reclamou da punição como sendo mais severa do que merecia.CBASD, vol. 1, p. 227.

14Quem comigo se encontrar. Caim se viu sem esperança de continuar vivo, com medo de que a maldição de Deus implicasse a retirada da restrição de sobre aqueles que buscassem vingar o sangue de Abel. Uma consciência culpada o advertia de que ele merecia morrer e que, daí em diante, sua própria vida estava em perigo.CBASD, vol. 1, p. 227.

15Assim. Em outras palavras, à declaração de Caim “Quem comigo se encontrar me matará”, Deus teria respondido “Não será assim”.CBASD, vol. 1, p. 228.

Sete vezes. Isto subentende uma penalidade severíssima para qualquer pessoa que assassinasse Caim … A vida de Caim e de seus descendentes devia ser uma demonstração do que o pecado faz nos seres racionais (PP, 78).CBASD, vol. 1, p. 228.

Um sinal. Alguns comentaristas veem nesse sinal uma marca exterior ligada à pessoa de Caim, enquanto outros creem que ele recebeu um sinal de Deus como uma garantia divina de que nada colocaria em perigo sua vida. O que quer que seja, não era um sinal do perdão de Deus, mas apenas uma proteção temporal.CBASD, vol. 1, p. 228.

17E coabitou Caim com sua mulher. A repentina menção da mulher de Caim não deve criar problema. Gênesis 5:4 declara que Adão “teve filhos e filhas”além dos três filhos cujos nomes são mencionados. Os primeiros habitantes da Terra não tinham outra escolha exceto se casarem com seus irmãos e irmãs a fim de cumprirem a ordem divina: “Sede fecundos, multiplicai-vos”(ver At 17:26). … Tais casamentos foram mais tarde proibidos (Gn 1:28; ver Lv 18:6-17).CBASD, vol. 1, p. 228.

Ela concebeu e deu à luz a Enoque. O fato de Deus não impedir que o desobediente e réprobo Caim tivesse descendentes é outra evidência de Seu caráter misericordioso (Sl 145:9; Mt 5:45). O nome “Enoque”pode significar “dedicação”ou “consagração”; pode também significar “iniciação”.CBASD, vol. 1, p. 228.

Caim edificou uma cidade. É digno de nota que a primeira “cidade” do mundo tenha sido fundada pelo primeiro assassino, um indivíduo perversamente impenitente cuja vida, completa e irreversivelmente dedicada ao mal, foi vivida em desafio a Deus. Foi alterado, assim, o plano de Deus de que o homem vivesse em meio à natureza, contemplando nela o poder do Criador. Muitos males atuais são resultado direto do agrupamento antinatural de seres humanos em grandes cidades, onde os piores instintos predominam e vícios de todos os tipos florescem.CBASD, vol. 1, p. 229.

18A Enoque nasceu-lhe Irade. O caráter de Enoque, filho de Caim, [e de seus descendentes] está em contraste tão acentuado com o do Enoque da linhagem de Sete, que é impossível identificar os dois como uma só pessoa.Quanto aos outros pares de nomes [Lameque, Matusalém,] a semelhança é apensa superficial. CBASD, vol. 1, p. 229.

19Lameque tomou para si duas esposas. Lameque foi o primeiro a perverter o casamento, tal como este fora estabelecido por Deus, transformando-o na concupiscência dos olhos e da carne, sem ter sequer o pretexto de que a primeira esposa não tivesse tido filhos. A poligamia foi um novo mal que ficou arraigado durante longos séculos. Os nomes das esposas de Lameque sugerem atração sensual: Ada significa “adorno”e Zilá significa “sombra”ou “tilintar”.CBASD, vol. 1, p. 229.

22Naamá.Não se sabe por que a irmã de Tubalcaim é especificamente mencionada. A tradição judaica a identifica como a esposa de Noé. Seu nome, que significa “a bela”ou “a agradável”reflete a mente mundana dos cainitas, que olhavam para a beleza, e não para o caráter, como o principal atrativo das mulheres.CBASD, vol. 1, p. 230.

23Matei um homem. As palavras de Lameque, em forma hebraica poética, têm sido apropriadamente chamadas de o “Cântico de Lameque”. Tanto quanto se saiba saiba, esse cântico constitui a primeira composição poética do mundo. É difícil saber o significado exato de suas palavras um pouco enigmáticas. Orígenes escreveu dois livros sobre o “cântico”e depois declarou que ele não podia ser explicado.CBASD, vol. 1, p. 230.

25Sete. Depois de relatar o desenvolvimento da ímpia família de Caim, o autor volta a Adão e Eva e repassa brevemente a história daqueles que foram fiéis a Deus. Pouco depois a morte de Abel nasceu um terceiro filho, a quem sua mãe deu o nome de Sete, Seth, o “nomeado”, a “compensação”ou o “substituto”, em lugar de Abel. Eva, tendo visto que seu filho piedoso estava morto e reconhecendo que as palavras de Deus com respeito ao descendente prometido não podiam encontrar cumprimento no amaldiçoado Caim, expressou sua fé de que o Libertador prometido viria através de Sete. Sua fé foi recompensada, pois os descendentes de Sete obedeceram ao Senhor.CBASD, vol. 1, p. 230.

26 Enos. Em seu tempo, iniciou-se um culto mais formal. As pessoas, é claro, haviam invocado o Senhor antes do nascimento de Enos, mas à medida que o tempo passava surgiu uma distinção mais evidente entre aqueles que adoravam ao Senhor e aqueles que O desafiavam. A expressão “invocar o nome do Senhor”é usada frequentemente no AT (Sl 79:6; 116:17; Jr 10:25; Sf 3:9) para indicar adoração pública, como ocorre aqui. CBASD, vol. 1, p. 230.

 

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GÊNESIS 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
16 de outubro de 2018, 0:05
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