Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 3 by jquimelli
15 de outubro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-3/

Gênesis 3 fala poderosamente a cada um de nós que as escolhas têm consequências eternas. A escolha de nossos primeiros pais no Jardim, junto à árvore, ainda impacta nosso mundo, milênios mais tarde. Nossas escolhas pessoais não só nos afetam, mas afetam também nossas famílias, amigos, colegas de trabalho e até mesmo as gerações vindouras.

Também é interessante observar que quando Adão e Eva pecaram, eles “coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si.” (v 7 ARA). Eles aprenderam rapidamente a limitação das ações substitutivas. Existe apenas um remédio para o pecado – Jesus, o Cordeiro que foi morto.

O pecado produz desculpas e culpa. Toda mudança significativa é baseada em nossa escolha. Desculpas não produzem mudanças. A culpa apenas nos fecha em um comportamento destrutivo. A mudança ocorre quando cedemos aos sussurros do Espírito Santo e respondemos à iniciativa de Deus para nos salvar. No jardim, Deus tomou a iniciativa. Ele procurou o casal caído e graciosamente os atraiu de volta para seu coração amoroso. Ele fez isso por eles e o fará por nós também.

Mark Finley
Evangelista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=273
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Áudio online – voz: Valesca Conty:

 



GÊNESIS 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
15 de outubro de 2018, 0:55
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COMENTÁRIO GÊNESIS 3– PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
15 de outubro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 3 – Uma das perguntas que mais é elevada aos Céus talvez seja: “Por que sofremos?”

Se Deus planejou e fez tudo perfeito, se Ele declarou que tudo era muito bom, se Ele criou o ser humano a Sua imagem e semelhança, se instituiu o sábado e o casamento para alegria e benefício dos humanos, se o ambiente do Jardim do Éden era perfeito, e se o próprio Criador além de orientar sobre o perigo existente vinha todas as tardes para estar na companhia de nossos primeiros pais, por que sofremos?

Israel era escravo no Egito, maltratado, desprezado e humilhado pelos egípcios quando Moisés chegou do deserto para explicar-lhes muitas coisas e dar-lhes esperança. O povo de Deus era afligido com cargas impostas com tirania cruel; se isso ainda não bastasse, os egípcios também lhe amargou a vida com dura escravidão a tal ponto do clamor e gemido pelo sofrimento por causa de seus exatores chegarem até aos céus (ver Êxodo 1:11-16; 2:23; 3:7-9).

Por que…

…sofremos?
…existe gente cruel?
…o mal existe?

O terceiro capítulo de Gênesis é essencial na compreensão destas questões. Sem ele, muitas perguntas não teriam respostas verdadeiras. Embora Deus tenha feito tudo para alegria e felicidade de Suas criaturas, um ser encarnou a serpente e estragou o que era muito bom. Apocalipse 12:7-9 revela-nos que Satanás agiu por trás desse “animal falante”.

Observe este esboço de autoria de Álvaro César Pestana:

1. A tentação e o pecado (vs. 1-6);
2. Os resultados do pecado (vs. 7-24);
3. A primeira mensagem de salvação (vs. 9, 15).

O diabo fez estrago; mas, e Deus, não fez nada? Reflita mais detidamente: Deus avisou do perigo emboscado mesmo num lugar perfeito e apresentou a sentença da desobediência (Gênesis 2:16-17). Deus poderia ter dito “Eu avisei”, após Adão e Eva pecarem. E assim, também poderia ter dado a sentença indicada e levado os transgressores à condenação imediata; porém,

– Prometeu enviar um libertador para resolver o problema causado pelos pecadores (Gênesis 3:15);
– Matou um cordeiro, fez roupas de peles e vestiu aos despidos e envergonhados transgressores (v. 21);
– Fez perguntas ao casal e deu a sentença a Satanás (vs. 14-15).

Além destes, há muitos atos da graça divina neste capítulo. Portanto, reavivemo-nos apesar do sofrimento! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de outubro de 2018, 0:30
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“Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (v.15).


Deus havia criado tudo para eles. Toda a atmosfera do Éden era sublime e perfeita. Estavam nus e não se envergonhavam porque estavam cobertos pela glória de Deus. “Mas” (v.1), havia alguém observando o primeiro casal. Um inimigo cuja existência Deus já os havia prevenido. O Senhor fizera de tudo para protegê-los e afastá-los do mal. Contudo, jamais poderia privá-los de sua liberdade. Eles não estavam presos à circunstância de um mundo perfeito, teriam ali uma oportunidade de escolha. Da forma que Deus escolheu nos amar, Ele espera que O amemos, mas jamais exigirá isso de nós. O amor de Deus liberta! E foi com esta finalidade que Deus colocou no meio do jardim duas árvores diferentes das demais. Uma era a árvore da vida (representando a obediência), que lhes concederia a dádiva da vida eterna; outra, a árvore do conhecimento do bem e do mal (representando a desobediência), que lhes provocaria a morte.

Conhecemos a história. Infelizmente, eles escolheram mal, e, por isso, ainda vivemos neste mundo de pecado. A astúcia de Satanás superou a expectativa do recém-criado casal. Um animal falante despertou a curiosidade da mulher que, longe de seu marido, considerou dar ouvidos à serpente mesmo percebendo a proximidade da árvore que o Senhor havia ordenado não comer. Houve primeiro, portanto, uma confusão visual. Então, ela ouviu a serpente falar. Satanás lançou dúvida sobre a ordem de Deus, e, logo em seguida, mentiu: “É certo que não morrereis” (v.4). A terceira sedução do Maligno implantou no coração da mulher a mesma cobiça que o expulsou do Céu: “como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal” (v.5).

O resultado desta odiosa conversa foi que a mulher viu, se agradou, desejou, tomou o fruto, comeu e ainda compartilhou sua desgraça com Adão (v.6). Percebam o caminho percorrido pelas sendas do mal: A contemplação gera simpatia; a simpatia gera o desejo; o desejo gera o contato com o que é desejável; o contato gera o pecado; o pecado gera consequências que também atingem a outros; e “o salário do pecado é a morte” (Rm.6:23). Fico encantada com a paciência e a misericórdia do Senhor para conosco! Desde a primeira queda, Ele tem feito a mesma pergunta à cada ser humano: “Onde estás?” (v.9). A tentativa do casal de se cobrir e de se esconder revela a primeira consequência do pecado: o medo, “porque estava nu, tive medo, e me escondi” (v.10).

A Bíblia diz, amados, que “o perfeito amor lança fora o medo” (1Jo.4:18). Deus não lhes lançou palavras de dura advertência, mas iniciou um diálogo que consistiu em quatro perguntas, uma maldição sobre a serpente e a primeira promessa messiânica das Escrituras. Logo após, Ele declarou o que a mulher e o homem sofreriam como resultado de sua má escolha, os vestiu com “vestimenta de peles” (v.21) e anunciou a inevitável expulsão do casal de seu lar edênico. Mas antes mesmo de Deus dizer: “Haja luz” (Gn.1:3), Ele disse: Haja cruz!

O descendente, Cristo Jesus (Ap.12:5), seria magoado pela serpente, Satanás, (Ap.12:9) mas, na cruz, Cristo venceu, pagando o preço pela escolha errada de nossos primeiros pais e pelos nossos pecados. E, assim como um dia o Senhor fez roupas para Adão e Eva e Ele mesmo “os vestiu” (v.21), muito em breve Ele nos vestirá com as vestiduras brancas da justiça eterna de Cristo: “O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida” (Ap.3:5).

Por pensar que o Messias viria do ventre de sua mulher, Adão lhe deu “o nome de Eva” (v.20), que significa “vida”. Ele entendeu o plano da salvação. Eles foram vestidos com o primeiro sacrifício e, muito em breve, serão despertados do sono da morte para receberem do Cordeiro de Deus, o derradeiro Sacrifício, as vestes imaculadas que o pecado lhes roubou. Preparemo-nos para presenciar o reencontro mais aguardado de todos os tempos: entre o primeiro e o segundo Adão (Rm.5:19).

Bom dia, alvos do amor do Criador!

Dica de leitura: “O Grande Conflito”, capítulo 40, tópico “O encontro dos dois Adões”.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis3 #RPSP



GÊNESIS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
15 de outubro de 2018, 0:10
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2027 palavras

[NC: Recomendamos com ênfase a leitura do Comentário Bíblico Adventista sobre Gênesis 3, de cujas 9 1/2 páginas extraímos aqui somente o material mais significativo.]

1 Disse à mulher. Usando a serpente como médium, Satanás achou um momento em que pôde se dirigir à mulher sozinha. Sempre é mais fácil persuadir uma pessoa a fazer algo errado quando ela está longe de um ambiente protetor. Tivesse Eva permanecido junto ao marido, sua presença teria sido uma proteção para ela, e a história sem dúvida teria tido uma sequência diferente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 213.

2 Do fruto das árvores do jardim podemos comer. … em vez de voltar as costas e correr para o marido, mostrou sinais de vacilação e dúvida e uma disposição para discutir o assunto um pouco mais com a serpente. CBASD, vol. 1, p. 213.

5 No dia se vos abrirão os olhos. Satanás … acusou a Deus de: (1) Invejar a felicidade de Suas criaturas. … (2) Mentir. … A promessa “se vos abrirão os olhos” sugeria uma então presente limitação de visão que podia ser removida seguindo-se o conselho da serpente. CBASD, vol. 1, p. 214.

6 Vendo a mulher.Depois de terem sido despertadas na mulher a dúvida e a incredulidade com respeito à Palavra de Deus, a árvore lhe pareceu muito diferente. Três vezes é feita a menção de quão atrativa ela era: agradava ao paladar, aos olhos e ao anseio por mais sabedoria. O olhar para a árvore dessa forma, com o desejo de participar de seu fruto, foi uma concessão ao estímulo de Satanás. Em sua mente, ela já era culpada de transgredir o mandamento divino: “Não cobiçarás”(Êx 20:17). O ato de tomar o fruto e comer dele foi apenas o resultado natural de haver se colocado no caminho da transgressão. CBASD, vol. 1, p. 214.

Tomou-lhe do fruto.Havendo cobiçado aquilo a que não tinha direito, a mulher prosseguiu, transgredindo um mandamento após outro. A seguir ela roubou o que era propriedade de Deus, violando o oitavo mandamento (Êx 20:15). Comendo do fruto proibido e dando-o ao marido, transgrediu também o sexto mandamento (Êx 20:13). Então, quebrou o primeiro mandamento (Êx 20:3) porque colocou Satanás acima de Deus em consideração e obedeceu a ele em vez de ao Criador. CBASD, vol. 1, p. 214, 215.

E deu também ao marido. Observando que não havia morrido imediatamente – o que parecia confirmar a definida afirmação do sedutor: “Não morrereis” – Eva experimentou uma enganosa sensação de enlevo. Desejou que o marido também partilhasse dessa sensação. CBASD, vol. 1, p. 215.

E ele comeu. … o poder de persuasão da esposa aliado a seu próprio amor por ela, induziu-o a partilhar das consequências de sua queda, quaisquer que elas fossem. Em vez de esperar até que tivesse a oportunidade de discutir o trágico assunto com Deus, Adão decidiu tomar o destino em suas mãos. A queda de Adão é a mais trágica, porque ele não duvidou de Deus, nem foi enganado como Eva; agiu sob a segura expectativa de que a terrível ameaça de Deus se concretizaria. … Não foi a escolha de Eva, mas a deliberada escolha de Adão, na plena compreensão de uma ordem expressa de Deus, que tornou o pecado e a morte a sorte inevitável da humanidade. Eva foi enganada, mas o mesmo não ocorreu com Adão … Se Adão tivesse permanecido leal a Deus, apesar da deslealdade de Eva, a sabedoria divina teria resolvido o dilema e evitado o desastre para a raça humana. CBASD, vol. 1, p. 215.

7Abriram-se, então, os olhos de ambos. Que ironia há nessas palavras, que registram o cumprimento da ambígua promessa de Satanás! Abriram-se os olhos de seu intelecto e compreenderam que não mais eram inocentes. CBASD, vol. 1, p. 215.

9Onde estás? Deus … o chamou não porque ignorasse o seu esconderijo, mas para levá-lo à confissão. Adão procurou ocultar o pecado por trás das consequências deste e sua desobediência, por trás de seu senso de vergonha, declarando a Deus que havia se escondido devido ao embaraço da nudez. A consciência dos efeitos do pecado era mais aguçada que o senso de pecado em si. CBASD, vol. 1, p. 216.

12A mulher que me deste. A resposta de Adão para explicar seu embaraço foi uma desculpa tortuosa e evasiva que acabou sendo uma acusação contra Deus. A que ponto o caráter de Adão havia mudado no curto intervalo de tempo desde que enveredara pelo caminho da desobediência! O homem que havia amado tanto a esposa que intencionalmente violara o mandamento de Deus para não se separar dela, agora fala da esposa com fria e insensível antipatia, como “a mulher que me deste”. … Um dos amargos frutos do pecado é que o coração se torna duro, “sem afeição natural” (Rm 1:31). CBASD, vol. 1, p. 216.

13A serpente me enganou. Nenhum dos dois deu evidências de arrependimento. Existe, porém uma diferença notável entre a confissão de um e de outro. A mulher alegou que havia sido enganada; Adão admitiu tacitamente que seu ato havia sido deliberado, com pleno conhecimento das consequências.CBASD, vol. 1, p. 216.

14Comerás pó. Uma expressão figurativa. CBASD, vol. 1, p. 216.

15Entre a tua descendência e o seu descendente. Faz-se referência aqui ao conflito milenar entre a “descendência” ou os seguidores de Satanás (Jó 8:44; At 13:10; 1Jo 3:10) e o descendente da mulher. O Senhor Jesus Cristo é designado, por preeminência, como “o descendente” (Ap 12:1-5; cf. Gl 3:16, 19). Ele que veio para “destruir as obras do diabo” (Hb 2:14; 1Jo 3:8). CBASD, vol. 1, p. 217.

Este te ferirá a cabeça. Adão, que foi vice-rei de Deus na Terra enquanto permaneceu leal, havia cedido a autoridade a Satanás, ao transferir sua lealdade a Deus para a serpente. … Adão começou a perceber a extensão de sua perda quando, de governante deste mundo passou a ser um escravo de Satanás. Contudo, antes de ouvir o pronunciamento da sentença, o bálsamo da esperança foi aplicado à sua alma despedaçada. Para a mulher, a quem havia culpado pela sua queda, ele agora devia se voltar em busca do livramento – na espera pelo descendente prometido, em quem haveria poder para vencer o arqui-inimigo de Deus e do homem. CBASD, vol. 1, p. 218 e 218.

16O teu desejo será para o teu marido. A palavra heb. shuq, “desejo”, significa “correr atrás de de, ter ardente anseio por algo”, indicando o mais forte desejo possível. Embora governada pelo homem e torturada pelas dores do parto, a mulher ainda sentiria intenso desejo pelo marido. … Prece razoável concluir que esse “desejo” foi dado para aliviar as tristezas da feminilidade e unir ainda mais o coração do marido e da esposa. CBASD, vol. 1, p. 218.

Ele te governará. A mulher havia rompido seu relacionamento com o homem, o qual fora estabelecido por Deus. Em vez de ser uma auxiliadora “idônea”, ela havia se tornado sua tentadora. Portanto, seu status de igualdade com o homem foi afetado; ele havia governado como seu senhor e amo. As Escrituras descrevem a mulher como sendo “possuída”pelo homem. Entre a maioria dos povos não-cristãos a mulher tem estado sujeita, ao longo dos séculos, à degradação e, quase, à escravidão. Entre os hebreus, contudo, a condição da mulher era de distinta subordinação, mas não de opressão ou de escravidão. O cristianismo colocou a mulher na mesma plataforma que o homem no que diz respeito às bênçãos do evangelho (Gl 3:28). Embora o marido seja descrito como a cabeça do lar, os princípios cristãos devem levar o homem e sua esposa a uma experiência de verdadeira parceria, em que um seja tão devotado à felicidade e bem-estar do outro que nunca nenhum dos dois queira “governar”sobre o outro (ver Cl 3:18, 19). CBASD, vol. 1, p. 218, 219.

17Maldita é a terra. Deve ser notado, novamente, que Deus não amaldiçoou Adão nem sua esposa. As maldições foram pronunciadas somente sobre a serpente e a terra. Mas Deus disse a Adão: “Maldita é terra por tua causa”. CBASD, vol. 1, p. 219.

18A erva. A punição divina estipulava também uma mudança parcial na alimentação. Evidentemente se deve concluir que a quantidade e a qualidade dos cereais, castanhas e frutas originalmente dados ao homem foram, como resultado da maldição, reduzidos a tal ponto que ele precisaria buscar uma porçãoda alimentação diária nas ervas. Essa mudança também deve ter ocorrido, em parte, devido à perda de certos elementos que eram obtidos da árvore da vida, à mudança no clima e talvez, principalmente, à sentença de ter de trabalhar arduamente para obter sustento.CBASD, vol. 1, p. 219.

19No suor do seu rosto. O trabalho e o esforço desenvolvem o caráter e ensinam a humildade e a cooperação com Deus. Essa é uma das razões pelas quais a igreja cristã geralmente tem encontrado seus mais leais adeptos e defensores na classe trabalhadora.CBASD, vol. 1, p. 219.

Até que tornes à terra. O Senhor informou Adão que a sepultura era seu destino certo. Ele compreendeu, assim, que o plano da redenção (v. 15) não impediria a perda da vida presente, mas oferecia a certeza de uma nova vida. … A menos que, em misericórdia, fosse concedido um tempo de graça para o homem, a morte teria ocorrido instantaneamente. A justiça divina exigia a vida; a misericórdia divina concedeu uma oportunidade para restaurar essa vida. CBASD, vol. 1, p. 220.

20E deu o homem o nome de Eva a sua mulher. Este verso … mostra que Adão creu na promessa relativa ao descendente da mulher e manifestou essa fé no nome que deu à esposa. Eva hawwah, significa “vida”, e é aqui traduzida como zoepela LXX [versão em latina do AT efetuada antes do nascimento de Jesus]. … Em Gênesis 4:1, hawwah foi imperfeitamente transliterado como euapela LXX e daí vem a forma “Eva”em nossa língua.CBASD, vol. 1, p. 220.

Por ser a mãe.Adão deu, em fé, o nome “aquela que vive”à sua esposa… Em vez de chamá-la, em desânimo e desespero – como seria de se esperar naquelas circunstâncias – de “a mãe de todos os condenados à morte”, ele fixou os olhos, pela fé, em seu Juiz e, antes mesmo que ela desse à luz seu primogênito, chamou-a, com esperança, de “aquela que vive”. A fé de fato foi para ele “a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que não se veem” (Hb 11:1).CBASD, vol. 1, p. 220.

21Vestimenta de peles. O ritual dos sacrifícios, embora não seja especificamente mencionado aqui, foi instituído nessa ocasião (PP, 68; cf. DTN, 28). A história dos sacrifícios de Caim e Abel relatada no capítulo seguinte mostra que os primeiros filhos de Adão e Eva estavam bem familiarizados com esse ritual. Se Deus não tivesse comunicado regulamentos definidos quanto aos sacrifícios, Sua aprovação à oferta de Abel e desaprovação à de Caim teria sido arbitrária. O fato de Caim não acusar a Deus de parcialidade evidencia que tanto ele quanto o irmão sabiam o que era requerido.CBASD, vol. 1, p. 220.

22Como um de nós. Pela desobediência havia aprendido a diferença entre o bem e o mal, ao passo que Deus havia planejado que ele obtivesse esse conhecimento mediante a cooperação voluntária com a vontade divina.CBASD, vol. 1, p. 221.

Estenda a mão. Era então necessário impedir que o homem continuasse a participar do fruto da árvore da vida, a fim de que não se tornasse um pecador imortal (PP, 60).CBASD, vol. 1, p. 221.

24O refulgir de uma espada. A luz sempre foi um símbolo da presença divina. Como tal, oshekinah … Não havia uma espada literal guardando o portão do paraíso. O que havia era o que parecia ser o cintilante reflexo de luz de uma espada “que se revolvia”em todas as direções com grande rapidez – setas de luz refulgentes que irradiavam de um centro intensamente brilhante. … Essa luz viva e radiante não era nada senão a glória do shekinah, a manifestação da presença divina. Diante dela, durante séculos, os que eram leais a Deus se reuniam para adorá-Lo (PP, 62, 83, 84.).CBASD, vol. 1, p. 222.



GÊNESIS 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
15 de outubro de 2018, 0:05
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