Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 15 by jquimelli
27 de outubro de 2018, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-15/

Abrão era muito parecido conosco. Quando lemos as promessas da Bíblia, também nos perguntamos como podemos saber que serão cumpridas. Ao examinar a resposta de Deus às perguntas de Abrão, vemos a paciência de Deus. Deus se humilhou, estendendo a mão a Abrão no seu nível.

Quando Deus pediu os animais específicos, Abrão entendeu o que Deus estava fazendo. Deus estava seguindo as tradições culturais de um contrato entre duas pessoas, típico do dia de Abrão. Ele estava fazendo um pacto de sangue. A chama de Deus passando entre os animais era a promessa de Deus de que Ele viria através de Abrão. Quando Abrão estava dormindo, Deus revelou a ele o futuro de seus descendentes. Deus lhe disse que levaria séculos antes que a promessa fosse realizada. Deus escolheu trazer Abrão como amigo ao Seu círculo de conhecimento.

O mesmo Deus de Abrão é o nosso Deus hoje. Nós temos nosso próprio pacto de sangue com Deus através da morte de Jesus na cruz. A ressurreição de Jesus é a nossa garantia de que Deus está vivo e nos redimiu. Através das escrituras, Deus expôs o futuro da raça humana. Isso culmina na promessa de que Ele voltará para nos levar para o Céu.

Kathlyn Mayer
Troy, Nova Iorque, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=265
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça este comentário em áudio:



GÊNESIS 15 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
27 de outubro de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria



COMENTÁRIO GÊNESIS 15 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
27 de outubro de 2018, 0:44
Filed under: Sem categoria

GÊNESIS 15 – Após recusar bens materiais do rei de Sodoma e entregar os dízimos dos bens materiais ao rei de Salém em resposta à vitória que Deus lhe concedera sobre Quedorlaomer e seus aliados opressores, “veio a Palavra do Senhor a Abrão, numa visão” (v. 1).

Abrão estava aprendendo a colocar Deus em primeiro em tudo, na família, nas lutas da vida e também sobre os bens materiais. A família de Caim tornou-se materialista e perdeu-se nas águas do dilúvio (Gênesis 4:20-22), a família de Abrão se afastava desse caminho perigoso devolvendo dízimos.

• Aplicação: A fé nos ergue das coisas passageiras deste mundo.

Na nova revelação de Deus a Abrão, este pergunta da promessa que recebera de ter um filho. E Deus reitera ao ansioso Abrão Sua promessa e direciona seus pensamentos àquilo que realmente aconteceria (vs. 1-5).

O verso 6 é fundamental no texto, na vida de Abrão e também para nós. “E Abrão acreditou! Acreditou no Eterno. E Deus o declarou: ‘Justificado diante de Deus’”.

• Esse ato de fé que justifica o pecador diante de Deus refere-se à soteriologia – doutrina da salvação.
• Essa fé viva, ativa e orientada, “não se baseia na carne envelhecida de Sara nem nos ossos carcomidos de Abrão, mas na palavra revelada de Deus” (Walter Brueggemann).
• A fé requerida por Deus dos seres humanos significa confiança absoluta nEle, nas Suas obras e nas Suas Palavras.

“Deus percebe o valor e a natureza enérgica da fé e reconhece que ela é o primeiro passo rumo à ação de obediência. A fé leva Abrão a demonstrar sua justiça mediante o oferecimento de um sacrifício (15.7-21), a fé sustenta Abrão quando ele aprende que levará mais de quatrocentos anos até seus descendentes herdarem a terra (15.13-14) e a fé fornece, portanto, a base para a aliança entre Deus e Abrão, implícita em Gênesis 12-14 e explícita em Gênesis 15. Sem fé não pode existir justiça. No entanto, onde a fé existe, seguir-se-ão mais e mais ações justas, à medida que o relacionamento humano-divino se desenrola” (Paul R. House).

Além de orientar a religiosidade, estas palavras deveriam avivar a esperança dos israelitas escravos que completava o período indicado na profecia.

Note: Deus está no controle; portanto, reavivemo-nos também! Com Deus, existe esperança! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de outubro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Ele creu no Senhor, e isso lhe foi imputado por justiça” (v.6).


Quão difícil fora a peregrinação de Abrão! Tendo que lidar com povos inimigos, conflitos, a separação de seu sobrinho Ló e o risco de perder sua esposa. Afinal de contas, será que de fato valeu a pena obedecer a Deus, sair de sua terra e viver como um forasteiro em terra estranha? O que faria um homem viver desse modo não fosse a confiança no Deus que ele conhecia? Os últimos acontecimentos, porém, certamente abalaram as emoções do ancião que, diante das ameaças que o cercavam, foi consolado pela voz familiar: “Não temas, Abrão, Eu sou o teu escudo, e teu galardão será sobremodo grande” (v.1).

É certo que Abrão estava cercado de povos pagãos, mas a angústia que lhe consumia a alma estava em um berço vazio. Além da esterilidade de Sara, ambos já alcançavam idade avançada. O tempo tornou-se inimigo do idoso peregrino. Mas ao contemplar os céus e a infinidade de estrelas, algo diferente aconteceu. Sob o manto de um céu que palavra alguma pode descrever, Abrão foi convidado a vislumbrar o plano divino e compreendeu que o mesmo Deus que criara cada uma daquelas estrelas, era poderoso para suscitar-lhe descendência na velhice. E o tempo que dantes lhe roubava o sonho, se tornaria em aliado para a realização de um milagre, pois “de um, aliás já amortecido, saiu uma posteridade tão numerosa como as estrelas do céu e inumerável como a areia que está na praia do mar” (Hb.11:12).

Abrão “creu no Senhor” e foi justificado (v.6). Ele tanto confiou, que foi declarado justo por isso. Você consegue conceber essa ideia de justificação? Não por ter saído de sua terra, não por ter lutado bravamente, não pelos sacrifícios que ofereceu, não pelo dízimo que devolveu. Mas pelo simples motivo de ter crido, isso lhe foi atribuído por justiça. Sem dúvida alguma, a justificação pela fé é uma das doutrinas bíblicas mais difíceis de se compreender, simplesmente porque a ideia humana sobre justificação implica em explicação, esclarecimento, motivo. E, ao colocarmos na balança da vida um ser humano pecador, é difícil entender como o simples gesto de crer o torna justo diante de um Deus santo.

Fazendo distinção, contudo, entre crer de fato e apenas dizer que crê, entendemos melhor esta doutrina. Quando avançamos até o livro de Hebreus, ali encontramos o verdadeiro significado da fé: “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem” (Hb.11:1). Então, mais à frente, percebemos, através da trajetória de vários homens e mulheres, que a fé sempre precedia a ação. Foi pela fé que “Abraão, quando chamado, obedeceu” (Hb.11:8). Eis o verdadeiro sentido da obediência: ela é movida pela fé. É até possível ser obediente sem crer (os fariseus que o digam), mas é impossível crer e ser desobediente. Porque a obediência genuína e agradável a Deus provém de um coração completamente dependente e submisso a Ele.

Quando Deus chama Seus filhos, os chama para a liberdade. Foi assim com Abrão: “Eu sou o Senhor que te tirei de Ur dos caldeus, para dar-te por herança esta terra” (v.7). Foi assim com Israel: “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão” (Êx.20:2). Foi com esse objetivo que Jesus veio ao mundo: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo.8:36). E será com esse objetivo que Ele virá segunda vez: “O vencedor herdará estas coisas, e Eu lhe serei Deus, e ele Me será filho” (Ap.21:7). Pela fé em Cristo, todos nos tornamos filhos de Abraão e herdeiros segundo a promessa, o derradeiro “Israel de Deus” (Gl.6:16). E o conselho de Jesus ao antigo Israel ecoa aos nossos corações, hoje: “Se sois filhos de Abraão, praticai as obras de Abraão” (Jo.8:39).

Amados, não é o mero conhecimento da Bíblia, nem tampouco uma obediência legalista o que nos libertará de nossa condição miserável. Assim como Abrão foi acometido de “grande pavor e cerradas trevas” (v.12), mas logo após, “fez o Senhor aliança com Abrão” (v.18), os filhos de Deus também têm sofrido pela inconstância de um enganoso coração. E somente o verdadeiro conhecimento poderá libertar-nos desta prisão: “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm.7:24-25). “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3). Portanto, meus irmãos, “conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os.6:3).

Feliz sábado, amigos de Deus! (Leiam Is.41:8 e Jo.15:14)

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis15 #RPSP



GÊNESIS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
27 de outubro de 2018, 0:10
Filed under: Sem categoria

730 palavras

veio a palavra do SENHOR. Esta frase tipicamente introduz uma revelação a um profeta (12.7, 20.7; Jr 18.1; Ez 6.1; Os 1.1) (Bíblia de Genebra).

A promessa divina é introduzida pela primeira declaração  “não temas” encontrada na Escritura (26:24, 46:3; Num. 21:34; Deut. 1:21) (Andrews Study Bible).

mas Abrão disse. Embora o endereçamento seja respeitoso, o diálogo de Abrão com Deus sugere um relacionamento íntimo. Ele ainda está pronto a questionar Deus (Andrews Study Bible).

sem filhos. Esta expressão, no hebraico, pode significar “viver sem filhos” ou “morrer sem filhos”. Abraão estava perplexo, talvez em parte porque não ter filhos era visto como um sinal de castigo divino (Lv 20.20-21; 1Sm 1.11; Jr 22.30) (Bíblia de Genebra).

um servo… será o meu herdeiro. Esta prática de um casal sem filhos adotar um escravo como herdeiro é confirmada nos textos de Nuzi (cerca de 1.500 a.C.), uma coleção de mais de 4.000 tábuas de argila encontrados pertos de Kirkuk, no Iraque (Bíblia de Genebra).

creu… imputado para justiça. Definição clássica de fé. Mesmo apesar de Abrão não poder ver o cumprimento da promessa, ele “acreditou”. A fé é demonstrada em momentos de crise (Is. 7:9; Jon. 3:5; Sal. 78:22, 32). imputado para justiça. A terminologia sugere uma interação que vai além de um sentido relacional. Deus declarou Abrão justo não por causa de suas grandes ofertas ou sacrifícios, mas com base em sua fé (Andrews Study Bible).

Neste significativo versículo aparecem, pela primeira vez, as palavras: “creu”, “imputado” e “justiça”, que fazem parte do contexto da “fé salvadora”. Em todos os tempos, a salvação fora oferecida aos homens sob a base da fé. Os santos do AT olhavam para Cristo e eram salvos mediante Sua morte expiatória, exatamente como nós olhamos para aquela morte vicária em nosso lugar e recebemos os benefícios dela mediante a fé (cf. Rm 4.18-24) (Bíblia Shedd).

Este verso nos dá o mais antigo núcleo da doutrina da justificação pela fé e não pelas obras (Gl 3.6-14). Abraão creu na promessa do nascimento de um herdeiro dentre os mortos (Rm 4.17-21; Hb 11.11-12), e Deus imputou isto como justiça a Abraão, satisfazendo o mandato da sua aliança. A justificação de Abraão pela fé é um modelo para a nossa fé na ressurreição de Jesus Cristo, o sacrifício de Deus pelo pecado e o ato de Deus em nos imputar justiça pela fé (Rm 4.22-25) creu. Abraão é o pai de todos aqueles que creem (Rm 4.11) e todos os que creem são filhos de Abraão (Gl 3.7) (Bíblia de Genebra).

Eu sou o SENHOR que te tirei. Uma forma de autoidentificação de Deus depois do êxodo (Ex 20.2) (Bíblia de Genebra).

8 O nome “Senhor Deus” (em heb Adonai Jahweh) significa “dono”, indicando a submissão de Abraão como escravo de Deus. O mesmo nome (“Senhor”) é empregado pela mulher em relação ao marido, indicando a intimidade do amor e a dependência em submissão ao marido (cf 1 Pe 3.6) (Bíblia Shedd).

11 aves de rapina. Um simbolismo das nações impuras tentando destruir os descendentes de Abraão. enxotava. Abraão simbolicamente defende a sua herança prometida contra os agressores estrangeiros  (Bíblia de Genebra).

12-14 Israel deverá herdar Canaã através do ato sobrenatural de Deus, redimindo-os da escravidão (Bíblia de Genebra).

13-16 quatrocentos anos…quarta geração. Descrição profética do tempo de escravidão no Egito. Aparentemente, uma geração significa 100 anos. Estes números devem ser entendidos como número arredondados (Ex. 12:40 refere-se a 430 anos). Os amorreus representavam todos os povos de Canaã (Andrews Study Bible).

15 ditosa velhice. Ver 25.8 (Bíblia de Genebra).

17 fogareiro fumegante e tocha de fogo. O ritual tem seu clímax em fumaça e fogo, que são frequentemente símbolos da presença de Deus (Ex. 12:21; 19:18; 20:18). Jer. 34:18 provê um texto paralelo ao ritual da aliança. Todo animal sacrifical possível está incluído neste significante ritual de aliança (Andrews Study Bible).

Símbolos da presença de Deus com Israel no seu caminho para a Terra Prometida (Ex 13.21, 19.18; 20.18). (Bíblia de Genebra).

passou entre os pedaços. Assim como indicado em outros textos do Oriente Próximo e em Jr 34.18, passar entre os pedaços de animais significava a punição daqueles que quebram a aliança… Deus jura por si mesmo que manteria os termos da aliança. Ver 22.16-17; Hb 6.13  (Bíblia de Genebra).

18 desde o rio o Egito ao grande rio Eufrates. Provavelmente a extensão da terra prometida a Abraão e a sua semente; compreendia desde a corrente que dividia a Filístia do Egito até o rio Eufrates. Estas foram, efetivamente, as fronteiras de Israel no tempo do rei Salomão (Bíblia Shedd).

19-21 Além das fronteiras geográficas, a terra é identificada por seus ocupantes. Ver 10.15-18 (Bíblia de Genebra).



GÊNESIS 15 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
27 de outubro de 2018, 0:05
Filed under: Sem categoria




%d blogueiros gostam disto: