Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 11 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de outubro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria


“Ora, em toda a terra havia apenas uma linguagem e uma só maneira de falar” (v.1).


Dentre as cidades que Ninrode fundou, uma delas foi Babel. Ali, os habitantes iniciaram a construção de uma torre que, segundo eles, alcançaria o céu, desafiando a ordem de Deus de povoar a terra e pondo em dúvida a Sua promessa de nunca mais destruí-la com um dilúvio. Até então, a humanidade falava um só idioma, mas Deus, vendo o que ia no coração dos homens, confundiu a linguagem deles, de forma que todos tiveram que se dividir conforme a sua língua e cessar seus planos de edificar a torre e a cidade. Babel significa “confusão”, pois o povo ali havia dado as costas para Deus.

A diversidade de idiomas foi uma consequência do pecado, que faz separação não somente entre o homem e Deus, mas também entre o homem e seus próprios semelhantes. Hoje, no mundo existem cerca de 7 mil idiomas e dialetos. Certamente, houve uma tremenda balbúrdia quando a conversa na cidade resultou em milhares de línguas e dialetos diferentes. Cada qual tentava encontrar alguém que lhe compreendesse, reconhecendo que foi o poder de Deus que fez aquilo.

Por outro lado, a descendência de Sem frutificou para a glória de Deus. As gerações que se seguiram proporcionaram à geração de Abrão a verdadeira educação que concede ao homem o privilégio de conhecer a Deus. E mesmo diante de que “Sarai era estéril, não tinha filhos” (v.30), a confiança que o patriarca tinha no Senhor lhe conferiu o ilustre título de “pai da fé”. Os habitantes de Babel tiveram de procurar reconhecer a voz daqueles que falassem seu próprio idioma, em meio a uma multidão em que todos falavam ao mesmo tempo. Abrão reconheceria a voz dAquele que criou os idiomas, numa audiência particular com o Eterno.

Quando depositamos a nossa confiança nas vozes desta terra, o resultado sempre será confusão e decepção. Colocar ideias humanas acima da vontade de Deus gera frustração e acaba por fechar o coração para os apelos do Espírito Santo. O Senhor deseja falar conosco e revelar a Sua “boa, agradável e perfeita vontade” (Rm.12:2). Ouvir a voz de Deus não foi um privilégio apenas para Abrão e os profetas, mas continua sendo um privilégio para todo aquele que O conhece. Pois, está escrito: “Eu sou o bom Pastor; conheço as Minhas ovelhas, e elas Me conhecem a Mim” (Jo.10:14). Que possamos confiar plenamente no Senhor e seguir na Sua direção, edificando nossa vida sobre a Rocha que é Cristo e jamais seremos confundidos!

Bom dia, ovelhas de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis11 #RPSP


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