Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 17 by jquimelli
29 de outubro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-17/

Enquanto Abrão duvidava da promessa de Deus, Deus continuava a lembrá-lo da Sua aliança. Deus mudou o nome de Abrão para Abraão para refletir como Deus viu que ele se tornaria: “um pai de muitas nações”. O nome de Sarai também foi mudado, para Sara, refletindo também seu futuro. Deus queria que seus nomes, sua identidade, fossem envolvidos em Sua promessa miraculosa. Deus nos vê como quem nos tornaremos mesmo quando não podemos ver por nós mesmos.

É nesse momento íntimo de reafirmação que Deus dá instruções a Abraão de como cumprir sua parte da aliança. Através do comprometimento da alteração fisica da circuncisão, cada descendente masculino e membro da família levaria a marca da promessa.

Abraão não questionou essa ordem. Em vez disso, ele expressou a dúvida que Sara conceberia. Abraão não conseguia entender como a promessa de Deus se cumpriria e apresentou sua própria oferta, esperando que isso fosse o suficiente.

Enquanto Deus graciosamente abençoou Ismael, Ele deixou muito claro que o pacto da aliança se cumpriria com o futuro filho de Sara, Isaque. Deus afirmou que Ele poderia fazer o impossível. Nós, muitas vezes, lutamos para aceitar as promessas de longo alcance de Deus e, embora possamos perder algo por conta de nossos erros, Deus nunca se esquece da promessa original que Ele fez.

Kathlyn Mayer
Troy, Nova Iorque, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=262
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



GÊNESIS 17 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
29 de outubro de 2018, 0:55
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COMENTÁRIO GÊNESIS 17 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
29 de outubro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 17 – A intimidade com Deus é importante para o cumprimento de Suas promessas em nossa vida. Deus sabe disso, e, nós temos dificuldades com isso.

Abrão e Sara estão engatinhando na escola da fé. Muitos nunca se matricularão nessa escola, pois desenvolver a confiança em Deus exige a maior das renúncias, a renúncia…

• …de si mesmo, 
• …do próprio eu,
• …dos próprios sonhos, planos e,
• …até mesmo do conforto.

Leia Gênesis 17 atentamente. Note que, este capítulo, “dá um passo em direção ao nascimento do filho da promessa. As promessas de Deus tornam-se cada vez mais claras e detalhadas; e o mesmo ocorre com suas exigências. Os polos gêmeos da promessa e da obrigação, do privilégio e da responsabilidade, são resumidos na palavra ‘aliança’ (v. 2)” (David F. Payne).

Compromisso com Deus requer descompromisso consigo mesmo, com o mundo e, principalmente, com o pecado. Deus trabalha gradualmente nossa vida para que isso aconteça em algum momento. Desta forma, o capítulo em análise “pode ser chamado de renovação da aliança, assim como Josué 24 registra uma renovação da aliança sinaítica” (Payne).

• Não está na hora de você também avançar em teu relacionamento com Deus e renovar teu compromisso exclusive com Ele?

Um detalhe importante no desenvolvimento do relacionamento com Deus é o tempo. “Deus não havia falado diretamente com Abraão durante 13 anos, desde que ele decidira resolver o assunto sozinho e produzir um descendente para si. Abraão já tinha 86 anos quando Agar lhe deu a luz a Ismael (Gênesis 16:16). Quando o Senhor voltou a lhe aparecer, ele estava com 99 anos (17:1)” (Gene Getz).

A síntese deste capítulo possuem dois pontos:

1. Deus muda o nome de Abrão para Abraão para evidenciar que possui poder de mudar circunstâncias e o caráter de alguém, inclusive com idade avançada (vs. 1-14);
2. Deus muda o nome de Sarai para Sara para mostrar que não há situação tão complicava que Ele não possa revertê-la para alegria e sucesso dos que se comprometem com Ele (vs. 15-27).

Nesse contexto, a circuncisão foi um sinal de aliança pela intimidade do homem para com Deus. Apesar dos erros de Abraão e da dúvida de Sara, Deus avança com Sua promessa. Isso é graça!

Reavivemo-nos na Palavra de Deus! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 17 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
29 de outubro de 2018, 0:30
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“Abrão já não será o teu nome, e sim Abraão; porque por pai de numerosas nações te constituí” (v.5).


O nome foi a primeira identificação humana dada por Deus. Respeitando a individualidade, os nomes eram estabelecidos conforme um significado específico. Vimos na genealogia de Adão que cada nome fazia parte de uma espécie de genealogia profética. Havia uma lógica divina em cada nome dado. Todavia, a separação entre Deus e o homem por causa do pecado gerou a rebeldia, e este passou a ditar seus próprios conceitos e seus nomes tornaram-se resultado disso. Até então, Abrão possuía o nome dado por Tera, seu pai, mas ao mudá-lo para Abraão e o de Sarai para Sara, Deus novamente estabeleceu um princípio sobremodo importante: quando Deus dá nome, Ele está reclamando para Si o Seu direito como proprietário.

Ismael havia se tornado a esperança de Abrão. Com noventa e nove anos acreditara que a promessa do Senhor se cumpriria no filho da serva. Até que o Senhor lhe apareceu e iniciou o diálogo apresentando um de Seus nomes: “Eu sou o Deus Todo-Poderoso” (v.1). Isto é, “Eu sou Aquele que tudo pode fazer”. Ontem vimos que o Senhor é o Deus que tudo vê. Hoje, Ele Se apresenta como o Deus que tudo pode. E assim como Seus nomes representam Seus atributos, Ele deseja imprimir em cada um de nós a Sua marca de posse eterna: “Ao vencedor… darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo” (Ap.2:17). Quando o Senhor dá nome, Ele está declarando: “Você Me pertence”.

Por treze vezes, a palavra aliança aparece neste capítulo, deixando claro que o Senhor não somente deseja declarar a Sua posse sobre o homem, mas também torná-lo herdeiro de Suas promessas. A circuncisão, como um símbolo da aliança estabelecida com Abraão e sua descendência, representava o acordo de Deus com o Seu povo. Mais do que um sinal na carne, a circuncisão representava a “aliança perpétua” (v.13) entre o Senhor e as “numerosas nações” (v.5) que procederiam da linhagem abraâmica. Percebam que Deus não diz que faria de Abraão pai de apenas uma nação, e sim “de ti farei nações” (v.6). Abraão, portanto, não representa o patriarcado de Israel apenas, mas de todos os que O invocam. “Pois não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que O invocam” (Rm.10:12).

Meus irmãos, fazemos parte do grande “Israel de Deus” (Gl.6:16) composto por pessoas de todas as nações, povos, línguas e tribos. Pertencemos a um Deus que é Todo-Poderoso e que nos diz, hoje: “O que é o teu problema em comparação ao Meu poder?!” Assim como a circuncisão era um processo doloroso, a aliança que o Senhor nos propõe não é diferente, requer renúncia e submissão. A circuncisão estabelecida como uma aliança eterna não deixou de existir, ela só mudou de lugar: a “circuncisão, a que é do coração” (Rm.2:29). Assim como Abraão “recebeu o sinal da circuncisão como selo da justiça da fé que teve” (Rm.4:11), em Cristo somos batizados como símbolo da fé que abraçamos, “tendo sido sepultados, juntamente com Ele, no batismo” (Cl.2:12). Esta “é a circuncisão de Cristo” (Cl.2:11).

A missão que foi dada a Abraão, “anda na Minha presença e sê perfeito” (v.1) é a mesma que temos de cumprir hoje: “Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nEle” (Cl.2:6). E a mesma promessa que foi dada ao patriarca, é dada a todo aquele que crê, porque “os da fé é que são filhos de Abraão” e que “são abençoados com o crente Abraão” (Gl.3:7 e 9). Esta não foi uma aliança entre Deus e uma nação apenas, mas uma aliança “para a obediência por fé, entre todas as nações” (Rm.16:26). Agora, amados, “sois povo de Deus” (1Pe.2:10) e sois chamados pelo nome privilegiado de cristãos, aqueles que revelam a Cristo. Portanto, “se sofrer como cristão, não se envergonhe disso; antes, glorifique a Deus com esse nome” (1Pe.4:16) e muito em breve receberás um nome novo lá na glória.

Bom dia, filhos da promessa!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis17 #RPSP



GÊNESIS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
29 de outubro de 2018, 0:10
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751 palavras

Deus Todo Poderoso. heb El Shaddai. (Bíblia Shedd).

Sê perfeito [sem defeito]. O mesmo termo em hebraico é usado para descrever a qualidade dos animais sacrificais (Lev 1:3,10) a ressalta um compromisso de todo o coração para com Deus, não perfeição moral (Jó 1:1,8) (Andrews Study Bible).

pai de numerosas nações. Abraão foi o pai físico de muitas nações – o Israel étnico através do filho prometido, Isaque; os ismaelitas (v 20; 21.13; 25.12-18); os edomitas (25.23; 36.1-43); e seus descendentes através de Quetura (25.1-4). Porém esta promessa encontra seu cumprimento final na multidão de cada tribo, língua e nação que compartilha com Abraão a mesma fé e são batizados em jesus Cristo (Rm 4.16-17, 15.8-12; Gl 3.29; Ap 7.9) (Bíblia de Genebra).

Abrão… Abraão. Reconhecendo a grandeza de Deus, Abrão (cujo nome significa “pai exaltado”) se prostra diante de Deus que muda o seu nome para Abraão, “o pai de muitos” [Bíblia de Genebra: “pai de uma multidão”]. Novamente, este é um ato antes de um fato (Andrews Study Bible).

O antigo nome representava seu passado aristocrático; o novo representa sua grande descendência […] A mudança de nome do patriarca e da matriarca mostram que eles estão sob o governo de Deus (1.5) e são chamados a um novo destino e missão (Bíblia de Genebra).

7 A aliança (concerto) da graça de Deus é repetidamente chamada de uma “aliança eterna” (veja também vv. 13, 19). Para outros exemplos de aliança eterna, veja 9:16, 2 Sam. 23:5; 1 Cron. 16:17; Is. 55:3; 61:8; Jer. 43:40; Ez. 37:26; Heb. 13:20) (Andrews Study Bible).

perpétua. A natureza unilateral e graciosa da aliança de Deus com Abraão é enfatizada pelo seu caráter eterno (v.2). A aliança de Deus dura para sempre porque Ele não muda e porque Jesus Cristo cumpre cada condição dela (2Co 1.20; Ef 2.12-13) (Bíblia de Genebra).

para ser o teu Deus. Embora exista uma dimensão jurídica da aliança (v.2), o relacionamento pactual de Deus com o Seu povo é primeira e principalmente de comunhão (Êx 6.7; Dt 29.13). Deus graciosamente habita com seu povo e este, agradecidamente, responde com fé, amor e obediência (Bíblia de Genebra).

Aqui vemos, em síntese, a essência da aliança que Deus fez com Abraão e sua descendência. Essa essência é pessoal, comparável com a nova relação que o crente tem com Deus, depois de aceitar a Jesus Cristo como seu Salvador pessoal (cf Jo 1.12) (Bíblia Shedd).

10 A circuncisão de todo macho é o sinal da aliança. Textos bíblicos posteriores ligam a circuncisão com obediência e enfatizam a circuncisão do coração (Lev. 26:41; Deut. 10:16; 30:6; Jer. 4:4). A circuncisão também não era limitada somente aos membros da família mas também aos servos (que eram também considerados parte dos moradores da casa, de modo diferente ao conceito ocidental de “empregado”). Falhar quanto a circuncisão resultava em exclusão da comunidade (Gen. 17.14) (Andrews Study Bible).

Por meio deste ritual, o órgão de procriação era consagrado a Deus (cf Lev 19.23). Mais ainda, Deus queria o coração e ouvidos consagrados a Ele (Dt 10.16, 30.6; Jr 4.4, 6.10; Ez 44.7,9). A simples circuncisão da carne é inadequada para agradar a Deus (17.11-14; Jr 9-25-26) (Bíblia de Genebra).

12 oito dias. Ver Lc 1.59, 2.21; Fp 3.5. Algumas culturas do antigo Oriente Próximo circuncidavam seus filhos  na puberdade como um rito de passagem da infância para a idade adulta. Deus empregou este sinal para crianças para mostrar que os filhos de pais crentes são “santos” (são separados do mundo profano e pertencem á comunidade da aliança. Rm 11.16; 1Co 7.14). Deus continua a usar a instituição da família (At 16.31). O rito de iniciação para entrada na comunidade da aliança hoje é o batismo. Em Cristo, não há mais homem ou mulher, judeu ou gentio, de forma que todos podem participar (Gl 3.26-29; Cl 2:11-12) (Bíblia de Genebra).

15 Sarai… SaraSarai significa “minha princesa”; Sara significa “princesa” [Nota: o sufixo “i”, ao final do nome significando “minha” tem relação com o final do pronome pessoal “ani”, que que dizer “eu”: lit. “princesa de eu/de mim”, ou, de forma correta, “minha princesa” ]. Tal mudança de nome servia para que se fizesse mais explícita a promessa de que o descendente viria através de Sara e não de outra qualquer, como Abraão havia sugerido no v 17 (cf Hb 11.11,12) (Bíblia Shedd).

O seu nome de nascimento pretendia, provavelmente, lembrar sua nobreza de família, enquanto o nome pactual tinha em vista a sua nobre descendência  (Bíblia de Genebra).

Dando a ela um novo nome, Deus confirma o fim de sua infertilidade (Andrews Study Bible).

19 Isaque significa riso, visto que tanto Abraão, como Sara, riram-se admitindo que se tratava de uma promessa irrealizável. Por ocasião do nascimento de Isaque, porém, eles riram-se por motivo diferente (21.6) (Bíblia Shedd).



GÊNESIS 17 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
29 de outubro de 2018, 0:06
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