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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-13/
Gênesis 13 começa com Abraão adorando em um altar (verso 4) e termina com Abraão adorando em um altar (verso 18). Embora Abraão, em sua humanidade, tivesse exibido falta de fé quando estava no Egito, ele não desistiu de sua fé. Ele permaneceu leal a Deus. Ele tinha deficiências como cada um de nós, mas seu coração estava comprometido com Deus. Seus erros não o desencorajaram a ponto de desistir de sua fé, assim como também não devemos desistir. A descrença de Abraão no Egito levou-o a uma dependência mais profunda de Deus em Betel.
Quando surgiu um conflito sobre direitos de terra e água, Abraão disse ao seu sobrinho, Ló: “Não haja desavença entre mim e você” (verso 8). Então ele graciosamente deu a Ló o direito de escolher a terra que ele desejava. Abraão desinteressadamente abriu mão de sua primazia em prol da paz. Ló escolheu o que ele acreditava ser a melhor terra na fronteira com as cidades de Sodoma e Gomorra, o que se revelou um desastre para a sua família. O espírito desprendido de Abraão o preparou a receber a abundância de Deus. As mais ricas bênçãos do Céu fluem aos corações dos que possuem espírito de doação.
Mark Finley
Evangelista
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=268
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Ouça este comentário em áudio:
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GÊNESIS 13 – Os princípios para a vida humana são vistos nos primeiros capítulos de Gênesis, conforme destaca Warren W. Wiersbe:
• Deus é real e podemos confiar nEle;
• Vivemos na criação de Deus;
• Somos feitos à imagem de Deus;
• A obediência é a chave para a produtividade, a alegria e a bênção;
• Satanás é real, mas é um inimigo;
• O pecado existe;
• Deus criou o sexo e sabe melhor do que nós como deve ser usado;
• Todos os seres humanos são uma só raça;
• Israel é o povo escolhido de Deus;
• Deus não muda e está sempre no controle;
• Nosso relacionamento com Deus baseia-se na fé;
• A vida mais gratificante é aquela dedicada a Deus.
Até o capítulo 12 Moisés prepara o texto para introduzir no relato a família de Abraão. Desta família virá a nação que prepararia as nações para a vinda do Messias, abençoando assim a todas as famílias da Terra. Essa informação e os princípios citados acima eram extremamente importantes para os israelitas escravos dos egípcios.
Entendemos até aqui que Deus não abandona os pecadores, não ignora o sofrimento humano, não está alheio e indiferença às injustiças e crueldades na sociedade, nem de braços cruzados frente às investidas de Satanás à humanidade.
A família de Abrão não foi perfeita. Nem a trajetória dele após ser chamado por Deus. Observe este esboço do Comentário Bíblico Africano de Gênesis 13:
1. Abrão volta do Egito (vs. 1-4);
2. Abrão e Ló se separam (vs. 5-18);
a) Abrão protege os laços de família (vs. 5-13);
b) O Senhor renova a confiança de Abrão (vs. 14-18).
Após ser humilhado, mas trazendo muitas riquezas do Egito, ainda havendo fome na terra, a situação não era fácil para ninguém. Abrão voltou ao lugar onde havia levantado um altar e ali adorou a Deus novamente.
A fé precisa amadurecer e se desenvolver. Tudo conspira contra isso. Depois de voltar e adorar, Abrão teve de lidar com um conflito devido ao superpovoamento e ao limitado espaço para pastagem do gado.
Um poderoso alerta deste capítulo é: Nossas melhores escolhas, excelentes, porém egoístas, nos levam ao desastre espiritual e empurra para o centro da perversidade – evidentes nos passos de Ló.
Portanto, precisamos consultar sempre a Deus antes de agir! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Habitou Abrão na terra de Canaã; e Ló, nas cidades da campina e ia armando as suas tendas até Sodoma” (v.12).
Além de ter chamado Abrão para uma obra grandiosa, o Senhor também o abençoou com muitos bens. A prosperidade de Abrão, porém, não era a causa de seu fiel serviço a Deus, mas uma dádiva que ele reconhecia como uma bênção concedida por seu Pai bondoso. Ao surgirem divergências entre “os pastores do gado de Abrão e os pastores do gado de Ló” (v.7), imediatamente o patriarca lançou mão de sua própria vontade por amor ao seu sobrinho. E diante de uma terra que o Senhor lhe prometera por herança, não fez caso de permitir que Ló escolhesse para que lado iria estabelecer sua morada.
Ao abrir o seu diálogo com Ló dizendo: “Não haja contenda” (v.8), Abrão revelou o fruto do Espírito Santo através de seu ânimo pacífico. Não era desejo seu apartar-se de seu amado sobrinho, mas ele percebeu que esta era a única saída a fim de que permanecesse o vínculo da paz, tanto entre eles, quanto entre os servos de ambos. Quão diferente foi a atitude de Ló comparada a de seu tio! Enquanto Abrão se despojou de si mesmo, ergueu “Ló os olhos e viu toda a campina do Jordão, que era toda bem-regada… como o jardim do Senhor, como a terra do Egito” (v.10). Ele escolheu, aparentemente, o lado mais promissor. Visando seus próprios interesses, não levou em conta que escolhera armar as suas tendas em direção à Sodoma, onde “os homens… eram maus e grandes pecadores contra o Senhor” (v.13). Ele viu, desejou e tomou para si! Isto não nos faz lembrar de algo?
Enquanto Ló ergueu os olhos a fim de contemplar o “belo” engano de sua cobiça que logo seria destruído, Deus mandou Abrão erguer os olhos a fim de contemplar o que lhe seria dado “para sempre” (v.15). Creio que Jesus também lembrou da mansidão de Abrão ao lidar com uma situação aparentemente crítica, quando proferiu a terceira bem-aventurança: “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra” (Mt.5:5). Abrão não ficou conhecido como o “pai da fé” simplesmente porque fazia o que Deus lhe mandava, e sim porque ele escolheu ter um coração governado por Deus. Tudo quanto possuía, depositava no altar do Senhor e nada considerava como de sua exclusiva propriedade. A verdadeira adoração não estava no altar de pedras que ele erguia, mas no altar de um coração manso e humilde.
As situações difíceis que surgem na família da fé não devem ser tratadas com descaso, nem tampouco tornar-se motivos de discórdia entre irmãos. O Senhor nos chama a sermos como o Seu servo Abrão, despojando-nos de nosso orgulho e egoísmo a fim de fazer prevalecer a paz e a unidade. E mesmo que não haja mútuo interesse altruísta, e, aparentemente, fique evidente a injustiça, podemos crer na fiel promessa: “Perto está O que me justifica; quem contenderá comigo?” (Is.50:8). O Senhor diz, hoje, ao Seu derradeiro povo: “Ergue os olhos e olha desde onde estás para o norte, para o sul, para o oriente e para o ocidente; porque toda essa terra que vês, eu ta darei, a ti e à tua descendência, para sempre” (v.14-15). Muitos têm depositado sua confiança nas coisas do presente século, “nós, porém”, meus amados irmãos, segundo a promessa do nosso Deus, “esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2Pe.3:13). Seja esta a esperança que sempre mantenha aceso o altar do Senhor em nosso coração!
Bom dia, herdeiros da Nova Terra!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Gênesis13 #RPSP
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595 palavras
2 Já sendo rico antes de ir para o Egito, Abraão voltou com seus bens grandemente aumentados devido à generosidade de Faraó. Pela primeira vez a Bíblia menciona prata e ouro como metais preciosos, e o fato de que a posse deles tornava alguém rico. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 296.
3 Jornadas. A palavra aqui traduzida por “jornadas” significa “estações” ou locais onde ele armou sua tenda. … uma jornada feita em etapas graduais, de uma pastagem a outra, na direção geral de Betel. CBASD, vol. 1, p. 296.
4 Até ao lugar do altar. Moisés salienta que Abraão voltou a um local onde já havia realizado um culto público. … O local de cada acampamento de Abraão era marcado por um altar no qual nômades cananeus aprendiam sobre o Deus verdadeiro e ao qual, depois de Abraão ter ido embora, voltavam para adorar esse Deus (PP, 128). Um importante ponto a se considerar na escolha de um lar é “o lugar do altar”. CBASD, vol. 1, p. 296.
6 Eram muitos os seus bens. A prosperidade do tio se estendeu ao sobrinho. Ló, o único membro da família de Tera que obedeceu à ordem de Deus para ir a Canaã, participou d bênção prometida a Abraão. Uma vez que a terra já estava ocupada pelos cananeus e as montanhas de Canaã eram cheias de florestas, como mostram registros antigos, havia poucas pastagens permanentes para os grandes rebanhos de gado e ovelhas dos recém-chegados. CBASD, vol. 1, p. 297.
8-9 Se fores. Apesar de Abrão, por ser o mais velho da família, merecer mais respeito e prioridade de escolha, deu esta oportunidade a Ló. Andrews Study Byble.
10-13 Ló escolheu o fértil vale do Jordão e se mudou em direção ao leste; A escolha de Ló por um ambiente urbano alerta o leitor cuidadoso de Gênesis sobre os possíveis problemas, tendo em vista terem sido as cidades serem retratadas sob uma luz negativa (4:17-22, 11:1-9). Andrews Study Byble.
10 Sodoma e Gomorra. Pela primeira vez as duas ímpias cidades de Sodoma e Gomorra são vinculadas ao destino de Ló. Essas cidades parecem ter estado situadas ao sul do mar Morto, que no tempo de Abraão era muito menor do que hoje (ver Gn 14:3 [NTLH] e 19:24, 25). CBASD, vol. 1, p. 297.
Como o jardim do SENHOR. O fértil vale do Jordão, com sua vegetação tropical, parecia comparável ao que Moisés havia ouvido falar do paraíso perdido, e ao fértil Delta do Nilo, pelo qual Ló e Abraão haviam passado havia pouco. CBASD, vol. 1, p. 298.
12 Ia armando as suas tendas até Sodoma. A experiência de Ló é uma lição para o cristão tentado a trocar a felicidade eterna por vínculos terrenos e ganhos temporais. Primeiro, ele “viu” e depois “escolheu”. Deixando o vale do Jordão, ao norte do Mar Morto, ele armou sua tenda em direção a Sodoma e depois acabou se mudando para dentro da cidade (ver Gn 14:12; 19:1). Embora ele próprio fosse justo, sua fatídica decisão significou a perda de quase tudo que lhe era caro (PP, 168). CBASD, vol. 1, p. 298.
13 Os homens de Sodoma. Em geral, há mais depravação entre pessoas situadas em terras mais férteis e que desfrutam as vantagens de uma civilização avançada. … Constitui um dos perigos morais da prosperidade o fato de que os seres humanos se tornam tão satisfeitos com as coisas deste mundo que não sintam necessidade de Deus. CBASD, vol. 1, p. 298.
14-17 Abrão recebe outra promessa divina de terras. O resultado das escolhas de Ló e Abrão serão vistos nos próximos capítulos. Andrews Study Byble.
18 Um altar ao SENHOR. Cada memorial ao verdadeiro Deus expressava gratidão por Suas misericórdias e lealdade a Seus princípios. CBASD, vol. 1, p. 299
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Amigos,
Recomendo muito a leitura do livro Reavivados pela Palavra de Deus, disponibilizado gratuitamente pela Associação Ministerial mundial através do endereço abaixo.
Um excelente livro!
Destaco a frase da última capa: “O estudo da Palavra de Deus, que conduz a uma experiência transformadora com Jesus, está no próprio centro do reavivamento.” Mark Finley
http://cdn.ministerialassociation.org/docs/languages/portuguese/RevivedByGodsWord-Portuguese.pdf
Jeferson
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-12/
A promessa do Senhor a Abraão em Gênesis 12:2 revela outra verdade eterna, de longo alcance: “Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção” (NVI). As bênçãos que Deus nos dá não devem ser egoisticamente acumuladas. Somos abençoados para abençoar. Ao compartilhamos as bênçãos que Deus nos deu, trazemos glória ao Seu nome.
E “…por meio de você todos os povos da terra serão abençoados” (v. 3 NVI). Deus abençoou Abraão para que ele pudesse abençoar a outros. Ele nos abençoa para que nossas famílias possam ser abençoadas através de nós. Nós nos tornamos um canal de bênçãos celestes para aqueles que nos rodeiam.
O caminho do sucesso e o caminho do fracasso andam muito próximos um do outro. Abraão comprometeu sua integridade ao declarar que Sara, sua esposa, era sua irmã. Sua falta de fé quase resultou em tragédia. Como o faraó afirmou corretamente: “eu poderia tê-la levado como minha esposa” [v. 17 tradução do autor]. A incredulidade de Abraão poderia ter causado a perda de quem ele mais amava. Anos mais tarde, Deus conduziu Abraão a um teste semelhante de fé. Quando Deus disse que Sara iria conceber na velhice, será que Abraão agora acreditaria em Deus?
Quando falhamos em um ponto, Deus nos leva ao mesmo lugar novamente e novamente. As aulas na escola do Senhor não podem ser desprezadas. Graças a Deus Abraão passou no teste. Do igual maneira, nós também podemos passar no teste.
Mark Finley
Evangelista
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=247
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Este texto em áudio:
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GÊNESIS 12 – A rotina era permanente. Tudo estava tranquilo. Abrão descendia de Sem, um dos filhos de Noé. Morava em Ur dos Caldeus, cidade ao norte da Mesopotâmia. Sendo filho primogênito de Terá, seria o herdeiro legítimo de todo privilégio e responsabilidade que cabiam ao patriarca de um clã. Entretanto, Abrão não tinha filhos – nenhum herdeiro; pois Sarai, sua esposa, era estéril.
Contudo, Moisés descreve que o destino deste casal foi completamente alterado ao receber de Deus uma ordem e uma promessa.
• Quando Deus nos escolhe para uma missão, tudo muda em nossa vida.
• Ao intervir, Deus nos tira da mesmice, monotonia e rotina diária e motivando-nos a agir pela fé.
A família sempre esteve no coração de Deus. Após a família de Noé salvar-se do dilúvio numa arca, e o texto bíblico apresentar a importante genealogia de Sem (Gênesis 11:10-27), e mostrar que a família de Abrão (Gênesis 10:28-32) descende do filho abençoado de Noé, não do amaldiçoado (Gênesis 9:24-27), revelará os princípios da raça hebraica, retratando quatro pessoas: Abraão, Isaque, Jacó e José.
Temos muitas lições para extrair do capítulo em análise. Na primeira parte (vs. 1-9), podemos destacar três aplicações:
1. Sem demonstrar renúncia total e submissão absoluta a revelação de Deus, nunca teremos uma experiência marcante em nosso currículo espiritual.
2. Se não estivermos dispostos a deixar o conforto de nossa vida aparentemente estável, o convívio dos amigos e familiares jamais experimentaremos os privilégios dos planos divinos.
3. Sem confiar em Deus, não vamos jamais sair do lugar de onde estamos para ir no centro de Sua vontade.
Na segunda parte (vs. 10-20), donde se nota Abrão titubeando, temos mais quatro preciosas lições de vida:
1. Podemos enfrentar crises periódicas em nossa jornada mesmo quando seguimos totalmente as orientações divinas. Abrão enfrentou a seca ao chegar em Canaã.
2. Ao depararmo-nos com crises, criaremos medidas drásticas para resolver problemas. Abrão desceu ao Egito para salvar seus bens.
3. Graça, misericórdia, fidelidade e paciência de Deus são mantidas independentes de nossas decisões sem consultá-lO.
4. Ao sofrer as consequências de nossas escolhas erradas, devemos aceitar novamente a orientação de Deus para nossa vida diária, caso queiramos ser realmente bem-sucedidos.
Somente os planos divinos dão certo para nós! Então, conscientizemo-nos e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.