Reavivados por Sua Palavra


COMENTÁRIO GÊNESIS 2– PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
14 de outubro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

GÊNESIS 2 – O sábado é a assinatura do Criador para ser relembrado por
cada ser humano em qualquer época e lugar.

O primeiro dia completo do primeiro casal humano foi o sétimo dia, o
qual o Criador o abençoou e santificou. Pelo texto dizer que Deus também
descansou no sétimo dia quando na verdade Ele não Se cansa nem se fatiga
(Isaías 40:28) fica sugerido Sua dedicação em parar tudo para estar com
o primeiro homem e a primeira mulher.

• O sábado é o memorial de que não houve evolução natural, mas criação
sobrenatural por um Deus sem igual.

“Foi para conservar essa verdade sempre perante o espírito dos homens
que Deus instituiu o sábado no Éden; e, enquanto o fato de que Ele é o
nosso Criador continuar a ser razão por que O devemos adorar,
permanecerá o sábado como sinal e memória disto. Tivesse sido o sábado
universalmente guardado, os pensamentos e afeições dos homens teriam
sido dirigidos ao Criador como objeto de reverência e culto, jamais
tendo havido idólatra, ateu, ou incrédulo” (Ellen G. White).

Da mesma forma que o sábado tem sido ferozmente atacado como uma
instituição divina por toda a história, outra instituição preservada do
Éden também tem sido perversamente atacada: O casamento.

Assim como a Trindade são três seres divinos num só Deus e isso é
incompreensível à limitada mente humana, o ato de tornar duas pessoas
numa só carne também é miraculoso e vai além dos limites da capacidade
humana de entender.

No capítulo supracitado fica constatado que:

• Para Deus, os dias não são todos iguais; pois, só o sétimo foi
abençoado e santificado (vs. 1-3);
• A criação do homem e da mulher foi distinta das outras coisas e seres
criados; eles receberam tratamento especial e um jardim de presente (vs.
4-14, 18-24).
• O trabalho de cuidar e lavrar o jardim e a capacidade de Adão dar
nomes aos animais não revela um ser primitivo, desprovido de sabedoria e
incapaz de fazer coisas complexas – nem foi criado para a ociosidade
(vs. 15-17).
• O idealizador do casamento pretendia que essa instituição fosse
bênção e refletisse o caráter amoroso e puro do Criador, na união
sexual, emocional e espiritual do casal heterossexual.

Reflita nestas verdades, experimente-as, compartilhe-as… e
reaviva-te! – Heber Toth Armí.


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