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MALAQUIAS 1 – Diante da apostasia frente à vinda do Messias, Deus levanta um profeta tomado de uma indescritível ousadia. Temos muito a aprender…
“Malaquias é a última voz do Antigo Testamento, e seu livro serve de bom prelúdio para os quatrocentos anos seguintes de silêncio bíblico. Da perspectiva dos israelitas, aqueles eram anos de poucas expectativas. Tinham retornado do cativeiro babilônico para a sua terra, mas aquela terra era uma província de fundo de quintal para os persas (depois gregos e romanos – os exércitos desses impérios faziam fila para marchar por Israel). O templo reconstruído era uma triste imitação da maravilha arquitetônica de Salomão. O altivo futuro de triunfo e paz mundial descrito pelos profetas parecia um sonho distante” (Philip Yancey).
• Como animar e reavivar um povo assim?
Malaquias não se apresenta, ensinando-nos que é mais importante falar de Deus do que de si mesmo. Ele mostrou que o povo deveria ter aprendido após a disciplina de setenta anos de cativeiro na Babilônia. Embora o templo já estivesse reconstruído, a fé do povo ainda estava em ruínas. Foi para incendiar a fé dos trôpegos espirituais que Malaquias ergueu sua voz.
Desta forma, as verdades proclamadas por Malaquias antes da vinda do Messias servem para nos despertar de nossa letargia antes do retorno do Messias.
Fique alerta! Sendo que, nem sempre…
• …a disciplina divina resulta em mudanças de vida;
• …a restauração alcança o aspecto espiritual;
• …a reforma na igreja significa reforma na vida…
…Então, é necessário reatar o compromisso de um relacionamento genuíno com Deus. Para isso, é imprescindível reconhecer que o amor de Deus…
1. …por Seu povo é real, infinito e atuante (vs. 1-6);
2. …jamais ignora a correção de Seus filhos (vs. 7-10);
3. …não é irresistível; pode ser rejeitado (vs. 11-14).
O amor é base para todo relacionamento, inclusive com Deus. Práticas espirituais sem amor promovem hipocrisia e formalismo religiosos. Somente quem ama a Deus de verdade dispõe-se a não traí-lO com o diabo, praticando o pecado.
• Pecados enfraquecem a fé, deturpam a justiça e, perverte a religião.
Quando a sonolência espiritual toma conta dos crentes, você deve acordar, não dormir junto com eles. Portanto, levante a cabeça e comprometa-se plenamente com Deus!
Busquemos mais reavivamento quanto mais a indiferença aumenta! – Heber Toth Armí.
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“Agora, pois, suplicai o favor de Deus, que nos conceda a Sua graça; mas, com tais ofertas nas vossas mãos, aceitará Ele a vossa pessoa? – diz o SENHOR dos Exércitos” (v.9).
O último livro do Antigo Testamento. O último profeta conhecido de Israel, no Antigo Testamento. O último chamado de Deus a cada geração. Este é o livro do profeta Malaquias (heb., “meu mensageiro”). Um livro onde a vida do mensageiro se esconde atrás da sublime e solene mensagem. Apesar de não haver citação acerca da vida de Malaquias em nenhum outro lugar na Bíblia, e do significado do seu nome indicar que talvez este não fosse realmente o seu nome e sim uma espécie de título, é certo de que este homem de Deus cumpriu com fidelidade o chamado divino dizendo exatamente o que o Senhor lhe havia revelado.
E a primeira coisa que o Senhor diz a um povo rebelde, desobediente e ingrato, por intermédio de Malaquias, é: “Eu vos tenho amado” (v.2).
Qual seria a sua resposta diante de uma declaração tão tremenda? Eis o que Israel respondeu: “Em que nos tens amado?” (v.2). A missão do profeta não foi fácil. Ele estava no meio de um povo extremamente religioso, mas completamente cego. Não existe coisa pior do que tentar corrigir aquele que não reconhece o seu erro. A condição laodiceana de que “estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma” (Ap 3:17), é a pior das armadilhas. Ela é sutil, possui aparência de santidade e arrebata o coração num sentimento de falsa segurança.
A comparação feita entre Jacó e Esaú não mostra uma acepção por parte de Deus, mas o resultado de diferentes escolhas. Esaú era alvo do amor de Deus assim como Jacó, mas Jacó escolheu o caminho do arrependimento, já Esaú “querendo herdar a bênção, foi rejeitado, pois não achou lugar de arrependimento, embora, com lágrimas, o tivesse buscado” (Hb 12:17). Quantos não estão tentando fazer o mesmo? Querem a bênção do Senhor, choram pela bênção do Senhor, buscam por ela, mas não reconhecem que precisam se arrepender de seus pecados. Chamam a Deus de Pai e de Senhor, mas não O honram e não O temem (v.6).
E nem os sacerdotes escaparam da repreensão divina. Enquanto ofereciam ofertas imundas e desprezíveis, e acendiam fogo estranho no altar do Senhor, Ele dizia: “Tomara houvesse entre vós quem feche as portas” (v.10). Ele estava dizendo ao povo: “Eu prefiro um templo fechado a um templo que Me desonre”! Você compreende a seriedade desta mensagem? Deus estava falando com um povo que dizia honrá-Lo enquanto oferecia do pior ou do resto que tinha. E a estes são dirigidas as duras palavras: “Eu não tenho prazer em vós, diz o SENHOR dos Exércitos, nem aceitarei da vossa mão a oferta” (v.10). Que coisa mais triste!
O que temos ofertado ao Senhor? O que realmente temos ofertado? E quando Ele se refere a ofertas não está falando em quantidade, mas na qualidade do que ofertamos. Também não se refere apenas a dinheiro, mas à nossa resposta quanto ao tudo que Deus nos entregou. Até quando Deus terá de suportar a nossa arrogância em pensar que somos alguma coisa? Até quando a Sua longanimidade se estenderá por um povo que insiste em rejeitar a cura da enfermidade mortal que não admite ter? “Maldito seja o enganador” (v.14), que tendo o melhor para oferecer a Deus, promete dar e Lhe oferece o pior.
Amados, não é agradável ser repreendido, porém, o Senhor nos diz: “Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te” (Ap 3:19). Experimente Deus! Não vá ao Seu encontro com propósitos egoístas, porque Ele sonda o seu coração. “Suplicai o favor de Deus” (v.9) com a oferta de um coração governado pelo Espírito Santo. Esta é a oferta pura (v.11) que Ele aceita. Esta é a Sua maior alegria!
Bom dia, amados pelo Pai!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Malaquias1
#RPSP
Comentário devocional:
Zacarias foi profeta de Israel logo após o retorno do povo do exílio babilônico. Eles se encontravam em uma situação triste e agonizante, porque a construção do templo havia sido interrompida devido à pressão dos povos ao redor. É neste momento que Zacarias lhes traz esperança com a mensagem apresentada neste capítulo de que a restauração seria completada. Sua mensagem lhes deu grande incentivo e também para nós, que vivemos no tempo do fim.
Os dois primeiros versos parecem-nos descrever a situação pouco antes do fechamento da porta da graça. Como bem sabemos, o conflito final envolverá uma questão econômica. Nossos bens serão tomados e divididos, não importa onde vivamos no mundo. Haverá restrição de compra e venda de bens, incluindo veículos e casas, para todos os que não receberão a marca da besta (Ap 13:16-18).
No final do milênio os pés de Jesus pisarão sobre o Monte das Oliveiras. Então a cidade de Nova Jerusalém descerá do céu quando a montanha se dividir para o norte e para o sul, formando uma grande planície para a cidade repousar (v. 4). Que pensamento glorioso!
A última parte de Zc 14 nos concede uma visão graciosa. O remanescente de todas as nações adorará o Senhor dos Exércitos. Apesar de não sermos judeus pelo sangue, se permanecermos fiéis pela Sua graça, seremos contados entre os remanescentes, tendo o privilégio de adorar ao nosso Deus eternamente! Haverá consagração completa.
Ajuda-nos, Senhor, a fazermos parte desta cena gloriosa! Bendito seja o nome do Senhor para sempre! Amém!
Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook
Coréia do Sul
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/14 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1171
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/28
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Zacarias 14 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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ZACARIAS 14 – Antes de aprofundarmos na profecia do último capítulo de Zacarias, é fundamental entender alguns pontos importantíssimos encontrados no restante da Bíblia:
• Primeiro, o juízo investigativo iniciado em 1844 tem como objetivo classificar quem pertence a Deus e quem pertence ao diabo, antes do advento de Cristo (Daniel 8:13-14).
• Segundo, o juízo de comprovação realizado pelos salvos no Céu, durante o milênio, visa confirmar o justo, perfeito e amorável caráter do Soberano do Universo, o qual terá julgado a humanidade (I Coríntios 6:2; Apocalipse 20:4).
• Terceiro, após essas duas fases será dada sentença final, é a última fase do juízo divino. Então, o mal, seu autor e agentes serão eliminados definitivamente (Apocalipse 20:7-10).
No capítulo em análise não são nítidas estas fases, a verdade é progressiva como se nota no Novo Testamento. Claramente nota-se que Deus vencerá de vez ao mal, o qual nunca mais existirá.
Observe o seguinte esboço com atenção e oração:
1. Ao final do milênio, Satanás arrogantemente, sai com estilo de alguém triunfante, ameaçando atacar e destruir a cidade do remanescente fiel; entretanto, Deus intervirá e vencerá aos agentes do mal (vs. 1-3).
2. Ao final do milênio a cidade Santa, a Nova Jerusalém, descerá do Céu com os salvos e Jesus; é chegada a hora de dar fim aos servos do pecado (vs. 4-7).
3. Ao final da destruição da corrupção, imoralidade e perversão, será estabelecido o reino divino: Um Novo Céu e uma Nova Terra onde habitará a justiça e haverá harmonia plena com a vontade de Deus (vs. 8-21).
O verso 4 é único a dar informações sobre onde pousará a Cidade Santa que descerá dos Céus com os salvos com Cristo. Observe informações nele contidas:
• Onde pousará a cidade? No monte das Oliveiras;
• O que acontecerá quando a cidade pousar na terra? Haverá um grandioso terremoto que alterará a topografia terrestre;
• Qual a razão desse evento? Eliminar os inimigos de Deus. Estes ressuscitarão no final do milênio para receber a sentença pela persistência no pecado. Logo após, Deus restaurará o Céu e a Terra, arruinados pelos pecados.
O bem finalmente vencerá ao mal! A Terra será restaurada! Todo perigo será eliminado. Deus fará justiça e eliminará a maldade! Os salvos das nações adorarão em Jerusalém – Heber Toth Armí.
Escreva tua opinião sobre o livro do Profeta Zacarias:
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“O SENHOR será Rei sobre toda a terra; naquele dia, um só será o SENHOR, e um só será o Seu nome” (v.9).
O grande “Dia do SENHOR” (v.1) é anunciado pelo profeta. Jerusalém seria alvo de uma nova batalha, desta vez, definitiva. Haveria uma separação entre o povo, sobrando “o restante” (v.2), que não seria expulso da cidade. Deus mesmo pelejaria em favor de Seu povo (v.3), sendo-lhe por montanhas ao redor (v.4). Pelo vale dos montes do Senhor o restante fugiria até que viesse “o SENHOR… e todos os santos, com Ele” (v.5). Então, iria se cumprir na cidade fiel o plano original do Criador e Jerusalém se tornaria a capital de toda a terra.
Assim como Israel aguardava o cumprimento da primeira vinda do Messias, Zacarias termina a sua fala anunciando a Sua segunda vinda. Se tão-somente o povo houvesse dado ouvidos às profecias e à voz do Senhor, este evento glorioso já teria acontecido. Contudo, desde a primeira vinda de Jesus a esta terra, já se passaram mais de dois mil anos de longanimidade e misericórdia. Nestes últimos dias, o Senhor tem guiado “o restante do povo” (v.2) de Seu Israel espiritual (Gl 6:16) pelo vale dos Seus montes. E assim como Jesus travou uma terrível batalha pelo Seu povo, “sobre o monte das Oliveiras” (v.4; Mt 26:36-46), hoje, Ele luta por mim e por você, intercedendo em nosso favor como o nosso Sumo Sacerdote.
A Festa dos Tabernáculos era a última festa das celebrações anuais dos israelitas, sucedendo o Dia da Expiação. Enquanto este último deveria ser observado mediante profundo exame de coração e aflição de alma, a última festa deveria ser celebrada com alegria como lembrança da libertação de Israel, do Egito. Hoje, conforme as profecias bíblicas, Jesus atua no lugar Santíssimo do santuário celeste como nosso Sumo Sacerdote. Desde 1844, conforme estudamos no livro do profeta Daniel, vivemos o grande Dia da Expiação aguardando a celebração dos tabernáculos de Deus. Profeticamente, vivemos em um tempo de aflição de alma e diligente exame de coração. A nossa alegria deve estar depositada nos méritos dAquele que pagou o preço de nosso resgate e subiu para nos preparar lugar (Jo 14:2).
Amados, estamos em contagem regressiva para aquele “dia singular” (v.7). “Todos os que restarem de todas as nações” (v.16) são os que têm ouvido e os que ouvirão o último chamado de Deus e “subirão… para adorar o Rei, o SENHOR dos Exércitos” (v.16). Em uma subida constante e crescente, o Espírito Santo tem sido derramado sobre o remanescente de Deus que almeja chegar na Nova Jerusalém. E o chamado para esta busca e crescimento é para as “famílias da terra” (v.17), pais, mães e filhos subindo juntos “para adorar o Rei” (v.17). Famílias restaurando o altar do Senhor em suas casas e pedindo “chuva no tempo das chuvas serôdias” (Zc 10:1), enquanto sobem.
O crescimento espiritual é um processo árduo e que requer total confiança em Deus. Como vimos ontem, estamos passando por um processo de purificação que requer fogo e provação (Zc 13:9). E Tiago bem define o propósito divino neste processo: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg 1:2-3). E Jesus afirmou: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt 24:13). Você entende que antes de subir ao monte, precisamos andar no vale? O “vale da sombra da morte” (Sl 23:4) deste mundo não é lugar de destruição, é lugar de santificação, porque o bom Pastor está conosco. A fornalha ardente que o inimigo acende para nos destruir, Deus transforma em lugar de purificação para nos salvar, e lugar de passeio com a bênção de Sua presença (Dn 3:25).
Quer fazer a diferença este ano? Quer apressar o “Dia do SENHOR” (v.1)? Quer ser um missionário do exército de um só Senhor? Então, comece esta obra no seu coração e na sua casa. Porque “se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente” (1Tm 5:8). Ore como nunca orou! Não apenas leia a Bíblia, estude-a! Convide o Espírito Santo para ser Seu amigo e leal confidente. Pare agora de levantar “a mão contra o seu próximo” (v.13) enquanto há tempo! Permita que o bom Pastor conduza a sua vida e você nunca terá o que temer. Segure firme na destra do Onipotente e muito em breve ouvirás de Sua boca o que você buscou todos os dias:
“Vamos subir!”
Bom dia, peregrinos rumo ao Lar!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Zacarias14
#RPSP
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Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno. Hebreus 4:14-16 ACF
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Acompanhe a seguir uma detalhada descrição de Jesus, o nosso Sumo-Sacerdote celestial:
As vestes do sumo sacerdote eram de custoso material e de bela confecção, em conformidade com a sua elevada posição. Em acréscimo ao traje de linho do sacerdote comum, usava uma vestimenta de azul, também tecida em uma única peça. Ao longo das franjas era ornamentada com campainhas de ouro, e romãs de azul, púrpura e escarlate. Por sobre isso estava o éfode, uma vestidura mais curta, de ouro, azul, púrpura, escarlate e branco. Era preso por um cinto das mesmas cores, belamente trabalhado. O éfode não tinha mangas, e em suas ombreiras bordadas de ouro achavam-se colocadas duas pedras de ônix, que traziam os nomes das doze tribos de Israel.
Sobre o éfode estava o peitoral, a mais sagrada das vestimentas sacerdotais. Este era do mesmo material que o éfode. Era de forma quadrada, media um palmo, e estava suspenso dos ombros por um cordão de azul, por meio de argolas de ouro. As bordas eram formadas de uma variedade de pedras preciosas, as mesmas que formam os doze fundamentos da cidade de Deus. Dentro das bordas havia doze pedras engastadas de ouro, dispostas em fileiras de quatro, e como as das ombreiras, tendo gravados os nomes das tribos. As instruções do Senhor foram: “Arão levará os nomes dos filhos de Israel no peitoral do juízo sobre o seu coração, quando entrar no santuário, para memória diante do Senhor continuamente”. Êxodo 28:29. Assim Cristo, o grande Sumo Sacerdote, pleiteando com Seu sangue diante do Pai, em prol do pecador, traz sobre o coração o nome de toda alma arrependida e crente. Diz o salmista: “Eu sou pobre e necessitado; mas o Senhor cuida de mim”. Salmos 40:17.
À direita e à esquerda do peitoral havia duas grandes pedras de grande brilho. Estas eram conhecidas por Urim e Tumim. Por meio delas fazia-se saber a vontade de Deus pelo sumo sacerdote. Quando se traziam perante o Senhor questões para serem decididas, uma auréola de luz que rodeava a pedra preciosa à direita, era sinal do consentimento ou aprovação divina, ao passo que uma nuvem que ensombrava a pedra à esquerda, era prova de negação ou reprovação.
A mitra do sumo sacerdote consistia no turbante de alvo linho, tendo presa ao mesmo, por um laço de azul, uma lâmina de ouro que trazia a inscrição: “Santidade ao Senhor”. Êxodo 28:36. Todas as coisas ligadas ao vestuário e conduta dos sacerdotes deviam ser de molde a impressionar aquele que as via, dando-lhe uma intuição da santidade de Deus, santidade de Seu culto, e pureza exigida daqueles que iam à Sua presença. {Patriarcas e Profetas, p. 249-250}
Formato sugerido para o sábado final:
Este último sábado deve ser um momento de grande alegria por tudo o que Deus fez por você e sua igreja durante os Dez Dias de Oração. Organize o seu dia para celebrar a bondade de Deus e Seu imenso poder. Reflita como você experimentou o derramamento do Espírito Santo nos últimos dez dias. Este sábado é uma oportunidade para você se alegrar com o que Jesus fez, está fazendo, e fará por aqueles que confiam nEle.
Fonte: http://tendaysofprayer.org/

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Os sinos na roupa do Sumo Sacerdote davam ao povo um sinal audível de que ele estava vivo e intercedendo por eles. Enquanto Cristo intercede por nós no Lugar Santíssimo, embora não possamos ouvir os sinos em Sua roupa, devemos prestar atenção aos sinais de que Ele está prestes a terminar a Sua obra como Sumo Sacerdote e voltar a este mundo como Juiz e Rei.
Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima. Lucas 21:28
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Somente uma vez por ano podia o sumo sacerdote entrar no lugar santíssimo, depois de muito cuidadoso e solene preparo. Nenhuma vista mortal que não a do sumo sacerdote podia olhar à sagrada grandeza deste compartimento, porque era o lugar especial de habitação da visível glória de Deus. O sumo sacerdote sempre entrava tremente, enquanto o povo aguardava seu retorno com solene silêncio. Seus ferventes desejos eram para Deus, em busca de Sua bênção. Diante do propiciatório Deus Se comunicava com o sumo sacerdote. Se ele permanecia tempo incomum no santíssimo o povo ficava muitas vezes terrificado, temendo que por causa de seus pecados ou algum pecado do sacerdote, a glória do Senhor o tivesse fulminado. Mas quando o sonido das campainhas de suas vestes era ouvido, ficavam grandemente aliviados. Ele então saía e abençoava o povo. {A História da Redenção, p. 155.3}
Retirando-Se Jesus do lugar santíssimo, ouvi o tilintar das campainhas sobre as Suas vestes; e, ao sair Ele, uma nuvem de trevas cobriu os habitantes da Terra. Não havia então mediador entre o homem culpado e Deus, que fora ofendido. {Primeiros Escritos, p. 280.2} Cristo ordenara a Seu povo que atendesse aos sinais de seu advento e se regozijasse ao contemplar os indícios de seu vindouro Rei. “Quando estas coisas começarem a acontecer”, disse Ele, “olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima.” Ele indicou a Seus seguidores as árvores a brotarem na primavera, e disse: “Quando já têm rebentado, vós sabeis por vós mesmos, vendo-as, que perto está já o verão. Assim também vós, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o reino de Deus está perto.” Lucas 21:28, 30, 31. {O Grande Conflito, p. 308.2}
No Monte das Oliveiras, Cristo falara aos discípulos, do Seu segundo advento ao mundo. Especificara certos sinais que se manifestariam quando Sua vinda estivesse próxima, e ordenara aos discípulos que vigiassem e estivessem preparados. Novamente repetiu a advertência: “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir.” Mateus 25:13. Mostrou então o que significa aguardar Sua vinda. O tempo não deve ser gasto em vigilância ociosa, mas em trabalho diligente. {Parábolas de Jesus, p. 171.5}
Muitos há no mundo hoje que fecham os olhos às evidências dadas por Cristo para advertir os homens sobre Sua vinda. Buscam aquietar toda a apreensão, ao mesmo tempo em que os sinais do fim se cumprem rapidamente e o mundo se apressa em direção ao tempo em que o Filho do homem Se revelará nas nuvens do céu. Paulo ensina ser pecaminoso mostrar-se indiferente aos sinais que devem preceder à segunda vinda de Cristo. Aos culpados dessa negligência chama ele filhos da noite e das trevas. Ao vigilante e atento anima ele com estas palavras: “Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão. Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. Não durmamos pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios”. 1 Tessalonicenses 5:4-6. {Atos dos Apóstolos, p. 144.1}
Fonte: http://tendaysofprayer.org/

Comentário devocional:
“Naquele dia uma fonte jorrará para os descendentes de Davi e para os habitantes de Jerusalém, para purificá-los do pecado e da impureza.” (v. 1 NVI). Que visão cheia de graça e encorajamento!
O capítulo 13 é uma continuação do capítulo anterior. Nos versos 2 a 4 o Senhor dos Exércitos promete que os ídolos e os falsos profetas, assim como o espírito imundo que a tantos tem extraviado, serão, por fim, cortados da terra.
Nos versos 5-6, Zacarias fala da vinda do Redentor e descreve o Seu sofrimento. Ele veio para fazer jorrar a fonte purificadora para o pecado e a rebelião da humanidade. Mas seus ouvintes estavam tão cegos por causa de sua maldade e cobiça, que o puseram à morte.
É incrível ver que a maior parte das Escrituras foi escrita mais para nós, que vivemos no tempo do fim, do que para qualquer outra pessoa na história, até mais do que a audiência pública direta dos profetas. A última parte deste capítulo evidencia isso (v. 8, 9). O Senhor permitirá que o remanescente sofra provações e dificuldades, o suficiente para que desistam de seu mundanismo pecaminoso e desejo de auto-exaltação. Então eles invocarão o nome de Cristo e ansiarão pelo poder purificador de Seu sacrifício. Neste momento passaremos a ser o Seu povo e Ele será o nosso Deus. Quando isso acontecer, nós alegremente diremos: “O Senhor é o meu Deus!” (v. 9 NVI).
Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook
Coréia do Sul