Filed under: Mateus
Leia primeiro, em espírito de oração, o texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-2/
Comentário devocional:
No segundo capítulo de Mateus vemos como Deus começou a falar com Seu povo novamente depois de séculos de silêncio entre o AT e o NT, quando não houve nenhum profeta ou nova revelação profética escrita. Parece que Mateus queria enfatizar que Deus usa pessoas comuns. Ele queria que os leitores e os ouvintes vissem que foi a obediência de pessoas comuns que possibilitou que o plano de Deus se cumprisse na Terra.
Imagine o que José deve ter sentido ao saber que sua noiva estava grávida e que ele não era o pai! Mas então, o anjo do Senhor lhe aparece em sonho e ele ouviu, acreditou e obedeceu. Mas Deus não parou por aí. Ele enviou José e Maria depois do nascimento de Jesus para o Egito. José continuou a obedecer a vontade de Deus, porque sentiu que lhe havia sido confiada a enorme tarefa de proteger a vida do Messias.
É interessante ver como pessoas simples como José e Maria foram obedientes e é triste ver como meticulosos estudantes da Bíblia, como os sacerdotes, fecharam os olhos para a mais importante profecia, a profecia que indicava a chegada do Messias.
Assim como Deus confiou a José uma responsabilidade, hoje também Ele confia ao Seu povo uma importante tarefa: levar a mensagem de Jesus ao mundo inteiro. Para cumprirmos esta missão necessitamos ouvir a voz de Deus e sermos obedientes. Deus irá nos guiar passo a passo. Precisamos apenas estar dispostos a obedecê-Lo por amor.
Oleg Kostyuk
Apresentador do programa “Cross Connection”
Hope Channel
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/2 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1177
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/03
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados27-01-2018.mp3
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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MATEUS 2 – O fato de Jesus ter vindo ao mundo só terá resultado se Ele tiver lugar na estrebaria de nosso coração.
Três grupos existirão até o fim da história do pecado:
1. Algumas pessoas, como Herodes, sempre odiarão Jesus (vs. 2, 12-23). Perseguidores, críticos, ateus, incrédulos, etc. possuem ódio mortal contra Ele, mesmo que no fundo sabem que deveriam aceitá-lO!
2. Muitas pessoas, como os sacerdotes e escribas, negligenciarão sempre a Jesus (vs. 3-6). Professar ser cristão não é a mesma coisa que ser cristão. Aqueles que vivem relaxada, superficial e negligentemente as orientações de Cristo não O amam de verdade.
3. Alguns sempre adorarão a Jesus, como os magos (vs. 2, 11). Esses presentes valiosos revelam o quanto devemos valorizar Jesus.
Curioso é que os sábios vieram do Oriente, com presentes caros, até Jerusalém; guiados sobrenaturalmente por uma estrela, sem serem judeus; entretanto, nada disso atiçou a curiosidade dos líderes religiosos, conhecedores de Bíblia, a investigarem se realmente o Messias, prometido em todo o Antigo Testamento, estaria nascendo em seus dias.
Indagados por Herodes, os principais líderes religiosos citaram de memória Miqueias 5:2 (v. 6). Consequentemente, o texto mostra que, conhecer a Bíblia não é o mesmo que conhecer Jesus. Ser Dr. em teologia, pastor, padre, bispo, presbítero, diácono, professor de classe bíblica, etc. não é garantia de ser verdadeiramente religioso.
O que precisa ser feito? Submeter-se a Deus como demonstraram os sábios:
• É necessário buscar a Jesus com fé sincera: Viajando a camelos, enfrentando o deserto arenoso, frio à noite e calor de dia, eles viajaram com fé.
• É necessário procurar Jesus séria e diligentemente: Sem perceber vestígios do nascimento do Messias em Jerusalém, os sábios perguntaram diligentemente por Ele até chegar a Herodes, o governador. Eles não desistiram enquanto não O encontraram.
• É necessário seguir à revelação inspirada: Possivelmente os sábios tiveram apenas a profecia de Números 24:17; contudo, eles atentaram para o que tinham.
Enfim, cuidado com a religiosidade teórica, superficial e formal. Apenas quem segue os passos dos magos aos procurarem por Jesus encontrarão e adorarão ao verdadeiro Salvador
Se Jesus não hesitou em nascer numa estrebaria fétida Ele não terá problema em nascer num coração apodrecido de dúvidas e pecados. Ele quer transformar nossa vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“E, vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo” (v.10).
Havia-se passado cerca de quatrocentos anos após a última profecia messiânica. Um longo período de silêncio foi então rompido por três “magos do Oriente” (v.1) que, de repente, fazem a perturbadora pergunta: “Onde está o recém-nascido Rei dos judeus?” (v.2). Pergunta esta que alarmou não somente o ímpio rei Herodes, mas “toda a Jerusalém” (v.3). Imediatamente, foram convocados “todos os principais sacerdotes e escribas do povo” para deles saber “onde o Cristo deveria nascer” (v.4). De pronto, vem a resposta: “Em Belém da Judeia” (v.5), como escreveu o profeta Miqueias (v.6). Herodes, temendo perder o seu trono, reúne os magos em secreto e os persuade a informar-lhe onde estava Jesus para poder ir adorá-Lo, quando, na verdade, a sua intenção era matar Aquele que pensou lhe ser uma ameaça.
Apesar da terrível intenção de Herodes, a sua reação foi equivalente ao seu caráter maligno, mas a reação do povo de Jerusalém e de seus líderes religiosos foi ainda pior. Quão diferente foi a atitude dos magos comparada a deles! Percebendo a grandiosidade do que representava aquela nova estrela, partiram em uma longa e difícil viagem esperando ouvir de longe os cânticos de Jerusalém a receber o Seu Salvador. Mas que surpresa deve ter sido para aqueles sábios descobrir que eles eram os únicos na cidade “santa”, ansiosos por ver o recém-nascido Messias. Aqueles homens do Oriente podiam não saber todas as informações acerca do Cristo, mas mostraram aos sacerdotes e escribas que não bastava o conhecimento das Escrituras, mas o conhecimento do Deus das Escrituras. E, como iniciaram a sua viagem, da mesma forma continuaram, apenas os três. Nenhum do povo os acompanhou. Nenhum dos líderes religiosos mostrou interesse de unir-se a eles para adorar e levar seus tesouros Àquele que trocara os tesouros celestes por uma vida de escárnio e privações.
Mal havia nascido, e o tão “esperado” Messias foi rejeitado e perseguido. “Veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam” (Jo 1:11), tendo que partir com seus pais para o Egito (v.13). Satanás utilizou de todos os meios que podia para interromper o milagre da salvação. Em sua fúria e terror ao ver cumprir-se a fiel promessa, Herodes foi seu instrumento para amortizar ainda mais a mente do povo, desviando a atenção do nascimento do Salvador para a morte de tantas crianças inocentes (v.16). O que profetizou Jeremias se cumpriu. E os vivas de júbilo foram trocados por inconsolável pranto (v.18). Mas a missão salvífica havia apenas começado e, durante trinta anos, Jesus testemunhou as rudezas de um mundo imerso no pecado, antes de sentir a dor da rejeição do povo que se chamava pelo Seu nome.
A triste condição espiritual de Israel na primeira vinda de Cristo não é dessemelhante da que prevalece no meio cristão de hoje. Assim como as profecias apontavam para o exato cumprimento do nascimento do Salvador, diante de nossos olhos as profecias se cumprem e se avolumam indicando que o relógio do Apocalipse está prestes a soar a “meia-noite” (Mt 25:6). O Espírito Santo tem exclamado “com potente voz” (Ap 18:2) o derradeiro clamor e, da mesma forma que se deu com os magos do Oriente tem acontecido nestes últimos dias. Há uma igreja invisível sendo chamada em todo o globo terrestre enquanto o povo do advento dorme e, à semelhança dos sacerdotes e escribas, gaba-se do conhecimento: “Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma” (Ap 3:17). A Bíblia não foi escrita para nos fornecer informações, mas para transformar a nossa vida. Estudar as Escrituras a fim de assegurar a vitória nos debates é para Deus considerado inútil e fútil (Tt 3:9). Mas estudá-la a fim de obter o verdadeiro conhecimento redundará em vida eterna: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo 17:3).
Muito em breve, o exército de anjos entenderá que chegou a hora de brilhar não mais como uma estrela no firmamento, de erguer um cântico não apenas aos pastores no campo (Lc 2:13), mas chegada é a hora de toda a humanidade contemplar a Majestade dos Céus e a uma só voz exclamar: Só o Senhor é Deus! Que, assim como o foi com os magos do Oriente, seja esta a nossa reação diante do advento do nosso Redentor. Alegremo-nos, povo do Senhor, “com grande e intenso júbilo” (v.10), pois eis que o nosso Rei vem vindo!
Feliz sábado, “a todos quantos amam a Sua vinda” (2Tm 4:8)!
Desafio do dia: Prepare um “presente para Jesus” e entregue a alguém que esteja necessitando.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Mateus2
#RPSP
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1 Belém da Judéia. Aldeia a uns 8 km ao sul de Jerusalém. … É chamada “Belém da Judéia” não para distingui-la da cidade de mesmo nome, uns 12 km a noroeste de Nazaré, mas para ressaltar que Jesus provinha da tribo e do território que deram origem à linhagem dos reis davídicos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Belém. Literalmente, “casa do pão”. Seu nome anterior, Efrata (Gn 48:7), significa “fertilidade” (ver com. de Gn 53:19). A região de Belém, com suas colinas e seus vales cobertos de vides, figueiras, oliveiras e campos de cereais, provavelmente era, em parte, o celeiro da Judeia. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 292, 293.
rei Herodes. Herodes, o Grande (37 – 4 a.C.), que deve ser distinguido dos outros Herodes da Bíblia. … Assim como a maioria dos governantes daqueles dias, eera implacável: assassinou a esposa, os três filhos, a sogra, o cunhado, o tio e muitos outros – sem mencionar os meninos de Belém (v. 16). Seu reinado também ficou célebre pelo esplendor, conforme se vê nos muitos teatros, anfiteatros, monumentos, altares pagãos, fortalezas e outros edifícios que erigiu ou reformou – incluindo a maior de todas as obras, a reconstrução do templo de Jerusalém, iniciada em 14 a.C. e terminada 68 anos depois de sua morte. Bíblia de Estudo NVI Vida.
uns magos do oriente. As lendas populares atribuíram nomes a estes magos, fazendo deles três reis orientais; talvez o número de presentes (v. 11) e uma aplicação do Sl 72.10-11 levaram a estas conjeturas, porém o evangelho não se detém nestes assuntos. Bíblia Shedd.
Do Gr. magoi, que designava homens de diferentes classes cultas. A palavra “magos” vem dessa raiz. Entretanto, esses “magos” não eram magos no sentido como hoje se entende essa palavra. Eles eram nobres de nascimento, educados, ricos e influentes. Eram os filósofos, os conselheiros do reino, instruídos em toda sabedoria do antigo Oriente. Os “sábios” que foram em busca do Cristo recém-nascido não eram idólatras; eram homens retos e íntegros. Eles estudavam as Escrituras hebraicas e ali encontraram uma clara exposição da verdade. Em particular, as profecias messiânicas do AT chamaram sua atenção e, entre elas, as palavras de Balaão: “uma estrela procederá de Jacó” (Nm 24:17). É provável que também conhecessem e entendessem a profecia de tempo de Daniel (Dn 9:25, 26), e chegaram à conclusão de que a vinda do Messias estava próxima. CBASD, vol. 5, p. 293.
Jerusalém. O fato de os magos terem sido guiados a Jerusalém em vez de a Belém (DTN, 61) é um indício do propósito divino de que a sua visita fosse um meio de chamar a atenção dos líderes da nação para o nascimento do Messias (ver v. 3-6). A atenção e o interesse do povo foram despertados ao saberem da missão dos magos, e então buscaram estudar as profecias. Os líderes judeus se ofenderam com o fato de os magos serem gentios e se recusaram a crer que Deus passaria por alto os hebreus e Se comunicaria com pagãos (ver DTN, 62, 63). CBASD, vol. 5, p. 293.
2 Rei dos judeus. Uma indicação de que os magos eram gentios e que Mateus desejava também adorá-Lo com seu evangelho. Andrews Study Bible.
Sua estrela. Essa estrela não era uma conjunção de planetas, como imaginaram alguns, nem uma nova (fenômeno astronômico), como sugeriram outros. A “estrela” que apareceu na noite do nascimento de Cristo era um “longínquo grupo de anjos resplendentes” (DTN, 60; v. 7). CBASD, vol. 5, p. 294.
alarmou-se o rei Herodes. A aparente relutância dos sacerdotes em divulgar informações sobre as profecias messiânicas, mencionadas sem dúvida pelos magos, fez Herodes suspeitar de que os sacerdotes conspiravam com os magos a fim de destroná-lo, talvez por meio de uma revolta popular. CBASD, vol. 5, p. 294.
alarmou-se … toda a Jerusalém. Não é de se surpreender que toda a cidade se alarmasse, pois seus habitantes sabiam do que Herodes era capaz. Temendo uma revolta popular, ele bem poderia decretar a matança de centenas ou milhares do povo. CBASD, vol. 5, p. 294.
4 chefes dos sacerdotes. Os saduceus responsáveis pelo culto no templo em Jerusalém.
Mestres da lei. Os estudiosos judaicos daquela época, instruídos para profissionalmente desenvolver, ensinar e aplicar a lei do AT. A autoridade deles era rigorosamente humana e tradicional. Bíblia de Estudo NVI Vida.
indagava. A forma do verbo, em grego, indica que Herodes indagou com persistência. Aparentemente os sacerdotes tentavam se evadir de uma resposta direta. Herodes teve que arrancá-la deles. CBASD, vol. 5, p. 295.
5 assim está escrito. Em João 7:42 fica claro que o significado de Miqueias 5:2 era conhecido mesmo do povo. CBASD, vol. 5, p. 295.
7 com precisão. Herodes exigiu informação específica. CBASD, vol. 5, p. 295.
11 o menino com Maria, Sua mãe. Todas as vezes que Jesus e Sua mãe são mencionados juntos, Ele é mencionado primeiro. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O adoraram ... ouro, incenso e mirra. A adoração incluía presentes significativos: ouro, simbolizando a realeza; incenso, a divindade; mirra, o sacrifício. Bíblia Shedd.
Alguns dos mais valiosos e transportáveis presentes disponíveis, eles foram, sem dúvida, essenciais para a sobrevivência financeira da família de José na viagem ao Egito. Andrews Study Bible.
11 na casa. Jesus então tinha pelo menos 40 dias. CBASD, vol. 5, p. 295.
A lei levítica estipulava que o tempo de “impureza” da mãe se tivesse um menino era de 40 dias, se tivesse uma menina, era de 80 dias. … Durante esse período ela deveria permanecer em casa e não deveria participar das práticas religiosas públicas. Era a mãe, e não a criança, que precisava de “purificação”. A mãe e a criança precisavam comparecer ao templo para a “purificação” de um e apresentação do outro. Houve uma finalidade dupla que levou José, Maria e Jesus a Jerusalém nessa ocasião [Lc 2:22], numa distância de oito quilômetros. A ida ao templo ocorreu antes da visita dos magos, porque, depois disso, José e Maria não se atreveriam a visitar Jerusalém. Além disso, deixaram Belém e foram ao Egito quase que imediatamente após a visita dos magos. CBASD, vol. 5, p. 770 [com. sobre Lc. 2:22].
13 tendo eles partido. Tanto os magos como José e Maria foram desviados do caminho de Herodes pela mensagem mandada por Deus.Bíblia Shedd.
foge para o Egito. O Egito era outra província romana e estava além da jurisdição de Herodes. … Nessa época, muitos judeus viviam no Egito. Portanto, José não estaria completamente entre estranhos. Havia sinagogas nas cidades, e até mesmo templos judeus. Heliópolis (Om, cf. Gn 41:45, 50; 46:20) é o lugar para o qual, segundo a tradição, José e Maria figuram em busca de segurança. CBASD, vol. 5, p. 296.
15 Do Egito chamei Meu Filho. Essa citação de Os 11.1 referia-se aos tempos de Moisés, quando Deus chamou a nação para sair do Egito. Mateus, porém, sob a inspiração do Espírito, também a aplica a Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
16 matar todos os meninos. …estimou-se que numa aldeia cuja população provavelmente não excedesse 2 mil habitantes, incluindo arredores, teriam existido apenas cerca de 50 ou 60 crianças da idade indicada, e que somente metade delas seriam meninos [justificando um dos possíveis porquês do historiador Josefo não ter citado a matança dos meninos de Belém]. CBASD, vol. 5, p. 297.
18 Ramá. Há diferença considerável de opinião quanto a identificação de Ramá. CBASD, vol. 5, p. 297.
Raquel chorando. As palavras de Jermias [Jr 31:15] ser referem às amargas experiências dos cativos hebreus levados a Babilônia, em 586 a.C. [provavelmente passando por Ramallah, de Efraim, a 15 km a noroeste de Jerusalém]… A morte de Raquel, em algum lugar próximo dali, no nascimento de Benjamin (ver Gn 35:18-20), torna a metáfora bem apropriada. Ela chamou seu filho de Benoni (ver Gn 35:18), que significa “filho da minha tristeza”. Inspirado, Mateus aplica as palavras de Jeremias à matança das crianças de Belém ordenada por Herodes. CBASD, vol. 5, p. 297.
22 Arquelau. Esse filho de Herodes, o Grande, reinou sobre a Judéia e sobre Samaria durante dez anos apenas (4 a.C. – 6 a.C.). Foi excepcionalmente cruel e tirânico, sendo deposto por isso. Bíblia de Estudo NVI Vida.
22 Galileia. Sua população era uma mistura de judeus e gentios, e os preconceitos religiosos da maioria judia eram menos evidentes ali. … Seus habitantes era desprezados pelos residentes da província da Judeia, mais próspera (Jo 7:52; cf. Mt 26:69; Jo 1:46). CBASD, vol. 5, p. 298.
23 Nazaré. Um pequeno vilarejo cerca de 100 km ao norte de Jerusalém, entre o extremo sul do mar da Galileia e o mar Mediterrâneo. … Era uma vila proverbial por sua impiedade, mesmo entre o povo da Galileia. CBASD, vol. 5, p. 298.
Ele será chamado Nazareno. Essas palavras exatamente não se acham no AT e provavelmente se referem a várias prefigurações e/ou predições do AT (observe o plural “profetas”) de que o Messias seria desprezado (e.g., Sl 22.6; Is 53.3), pois nos dias de Jesus, “Nazareno” era quase sinônimo de “desprezado” (v. Jo 1.45,46). Alguns sustentam que Mateus, ao chamar “Nazareno”, refere-se em primeiro lugar à palavra “renovo” (heb netser) de Is 11.1. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A raiz mais provável [para o nome de Nazaré] é nasar, da qual deriva netser, um “ramo”, “rebento” ou “renovo”. CBASD, vol. 5, p. 299.