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A história de Edom reflete o contínuo desdobramento da lei da “iniquidade dos pais sobre os filhos” (ver Êxodo 20: 5). Os edomitas odiavam os israelitas, muito após a morte de Esaú e esta hostilidade continuou especialmente depois que eles se recusaram a permitir que os filhos de Israel tomassem o caminho mais curto através do seu território em seu caminho para Canaã (veja Números 20: 14-21).
A descrição que Obadias fez de Edom foi: “O orgulho do seu coração te enganou” (v 3.). Eles estavam orgulhosos de sua aparentemente inexpugnável fortaleza no alto de uma montanha, onde existiam várias áreas de armazenamento subterrâneo para a captura de água da chuva. Esta antiga fortaleza era chamada de Sela, e hoje a conhecemos como Petra. As pessoas hoje podem visitar esta antiga fortaleza, alguns a cavalo, através de uma estreita passagem de aproximadamente 1,5 quilômetros de comprimento, que em alguns trechos não é mais larga do que a extensão dos braços abertos. Os edomitas se sentiam muito seguros em sua fortaleza e se orgulhavam dela! Herbert Edgar Douglass, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/22/obadias/
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A pedidos, informamos que nesta semana estamos lendo o capítulo 58 de Patriarcas e Profetas,
em: https://credeemseusprofetas.org/2017/12/09/profetas-e-reis-cap-58/.
O comentário sobre o capítulo 58 está em:
https://credeemseusprofetas.org/2017/12/09/blog-da-semana-10-12-2017-sobre-profetas-e-reis-cap-58/
A leitura da semana pode ser acompanhada pelo blog: https://credeemseusprofetas.org/.
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A partir deste domingo, iremos divulgar aqui, no blog Reavivados, o capítulo da semana.
E em janeiro,…
… começaremos a ler juntos o livro mais apaixonante do Espírito de Profecia:
O Desejado de Todas as Nações!
Que tal convidar toda a sua comunidade para lermos juntos este abençoado livro, que conta com detalhes apaixonantes a vida de Jesus?
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Comentário Devocional
Este capítulo, a última das visões que Amós registrou, tem claramente duas seções: primeiro a destruição de Israel (vv.1-10) e, segundo, a restauração de Israel (vv.11-15).
Deus graciosamente promete salvar um remanescente (vv-7-8). Israel será lançado, por assim dizer, na “peneira” da aflição para distinguir os verdadeiros seguidores de Deus daqueles que se apegam ao pecado. Todos os ímpios existentes entre o povo de Deus, que se rebelaram contra os Seus caminhos, serão destruídos.
Amós agora se volta do castigo do povo de Deus para a brilhante e gloriosa promessa de restauração futura. Quando Judá e Israel não conseguiram viver à altura do que Deus havia prometido fazer em benefício deles, aquilo que Deus tinha planejado somente poderia ser cumprido em parte quando os fiéis retornassem do exílio babilônico.
Quando o povo judeu rejeitou seu Salvador, as bênçãos e promessas a Israel foram repassadas à semente espiritual de Abraão, os seguidores de Jesus Cristo.
Os versículos 13-15 descrevem em linguagem impressionante a profusão de bênçãos que poderiam ter sido derramadas sobre o Israel literal, mas agora serão concedidas ao verdadeiro Israel de Deus. A promessa feita a Abraão de que sua descendência herdaria a terra de Canaã foi apenas parcialmente cumprida quando Josué conduziu os filhos de Israel para a Terra Prometida.
O cumprimento final desta maravilhosa promessa acontecerá quando a Cidade Santa, a Nova Jerusalém, repleta com os salvos de todas as épocas, descer do céu e se estabelecer permanentemente na terra, em Canaã. Esse dia não está longe!
Deepati Vara Prasad
Watchman Publishing House, India
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/amo/9 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1134
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/21/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Amós 9 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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AMÓS 9 – A restauração da humanidade e do mundo acontecerá apesar da incredulidade da maioria. Um remanescente fiel experimentará das alegrias pelo cumprimento real das profecias de Deus.
Estude o último capítulo de Amós, onde temos:
• A revelação de um juízo iminente contra todo pecador impenitente (vs. 1-6). Isso deve nos levar à reflexão e autoanálise, pois ninguém conseguirá driblar a Deus (II Coríntios 5:10).
• Após a investigação divina, o juízo resultará na sentença de aniquilação dos perversos, opressores e arrogantes (vs. 7-10). O resultado será morte plena, esse é o infeliz salário do pecado (Romanos 6:23).
• Ao executar a sentença nos ímpios, Deus reformará tudo o que o pecado deformou, trazendo bênçãos abundantes, promovendo paz e tranquilidade (vs. 11-15). O resultado será vida plena (Apocalipse 21 e 22).
Álvaro César Pestana destaca dois pontos do livro. Para ele, Amós…
1. mostra que os corruptos e ambiciosos não escaparão de Deus: No nosso mundo cheio de ganância e de exploração do próximo uma leitura deste livro poderia ajudar muito. No fim das contas, tudo não vai acabar em pizza!
2. prova que o chamado profético não tem limitações sócio culturais: Ele era um caipira iletrado, mas tornou-se o instrumento de Deus para corrigir os “intelectuais” e os “colunáveis” de seu tempo.
Dionísio Pape observou que, “Amós cumpriu a sua missão ingrata e perigosa. Antes de deixar a nação de Israel, sua terra missionária, ele não perdeu a ocasião de advertir o povo do perigo em que jazia enquanto não voltasse ao Senhor […]. No caminho de volta, Amós anunciou as suas visões apocalípticas, chamando o povo ao arrependimento e à fé no SENHOR”. Contudo, não houve “conversão em massa […]. No entanto, Amós não se desanimou. Como todos os profetas do SENHOR, Amós vivia na esperança certa do triunfo final do Senhor. A apostasia materialista de Israel não podia ofuscar os raios rutilantes da glória vindoura do dia do Senhor”.
Alguém declarou: “Quando Amós viu que Israel não ia ouvi-lo, regressou a Judá e pôs os seus escritos em forma de livro, para que o povo todo pudesse ler e entender”. Desta forma, suas palavras inspiradas chegaram até nós!
Podemos deliciar-nos com a esperança revelada nesse livro!
• Arrependamo-nos!
• Consagremo-nos!
• Preparemo-nos!
• Aguardemos!
Cristo logo virá! – Heber Toth Armí.
Tendo o privilégio e após a oportunidade de estudar por nove dias as mensagens de Amós, diga-nos quão útil foi pra você o conteúdo desse livro:
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“Plantá-los-ei na sua terra, e, dessa terra que lhes dei, já não serão arrancados, diz o SENHOR, teu Deus” (v.15).
A mensagem dada a Amós possuía um teor de juízo, mas também de esperança. Apesar dos inevitáveis juízos sobre os desobedientes, também será inevitável a recompensa guardada para todos aqueles que, pondo em risco a própria vida, não mediram esforços para servir ao Senhor com inteireza de coração. Motivo pelo qual Deus não destruiu “de todo a casa de Jacó” (v.8).
Este último capítulo nos dá um vislumbre acerca da desafiadora missão do profeta. Declarar o “assim diz o SENHOR” não é tarefa fácil, principalmente quando o público alvo não reconhece a sua pecaminosidade: “O mal não nos alcançará, nem nos encontrará” (v.10). Deus falava com Seu povo por intermédio de Seus profetas e lhes apresentava importantes sinais que transmitiam os propósitos divinos com exata precisão.
O Senhor não chamou Amós para ser um porta-voz de más notícias, mas para gerar na mente do povo o desejo de buscá-Lo enquanto ainda O podiam achar (Is 55:6). O início do primeiro verso deixa isso bem claro: “Vi o Senhor, que estava em pé junto ao altar” (v.1). Por mais que a Sua posição indicasse um juízo iminente, eu creio que também nos indica a Sua posição como Intercessor. No Santíssimo do santuário celeste, Jesus anseia pelo aroma suave de nossas orações. Ele ali estava para declarar a condenação de “todos os pecadores” (v.10) e a salvação de Seus servos fiéis (v.14).
Parece que esconder-se de Deus é a primeira atitude precipitada e insensata do ser humano (v.2-4). Desde Adão (Gn 3:8), o pecado criou uma barreira entre Deus e o homem que provoca este receio e dúvida. Os juízos de Deus não são anunciados para provocar medo, mas para nos advertir de que, assim como as leis que regem a natureza precisam seguir o seu curso, “o salário do pecado é a morte” (Rm 6:23) e todos nós estamos sujeitos a esta maldita “folha de pagamento”.
O crivo de Deus já está em atividade cumprindo o seu papel no plano diretor. Sob a égide da justiça, encontra-se todo o mundo, mas nem todos aceitam esta proteção. Contudo, apesar da sacudidura provocar intensa dor, ela não tem o objetivo de lançar fora os grãos (v.9), e sim de torná-los resilientes e, como Paulo, fortalecidos no Senhor seja qual for a circunstância (Fp 4:11-13), aguardando com fé a terra da qual jamais “serão arrancados” (v.15).
Jesus nos prometeu: “Mudarei a sorte do Meu povo de Israel” (v.14). E também declarou a João: “E eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap 22:12). Ele deseja reparar as brechas (v.11) que o pecado nos causou e restaurar em nós a Sua perfeita imagem (2Co 3:18). Que as advertências da Palavra de Deus não lhe causem o mesmo que causaram ao coração de Faraó (Êx 14:4), mas que lhe ajudem a eliminar de sua vida tudo aquilo que macula o seu coração e lhe afasta do propósito de almejar o caráter de Cristo e a terra eterna.
Bom dia, remanescente do Deus vivo!
Desafio do dia: Surpreenda alguém hoje com uma mensagem ou telefonema dizendo o quanto o(a) estima e quer vê-lo(a) feliz.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Amós9
#RPSP
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Comentário Devocional
A visão da cesta de frutas de verão neste capítulo mostra a rápida ruína de Israel. Os opressores são chamados a prestar contas por abusar dos pobres; sua destruição é anunciada, um momento que será para eles de grande luto (vv. 4-10).
O objetivo da visão era mostrar que o povo estava maduro para o julgamento. A longanimidade divina de Deus resultou apenas na continuidade do pecado.
Como consequência de sua continuada desobediência, o Espírito Santo deixará de falar ao coração dos impenitentes e então haverá grande fome da Palavra de Deus. As pessoas irão por todas as direções em busca de Sua palavra, mas será tarde demais; eles não serão capazes de evitar os julgamentos (v.11).
O que acontece aqui não é que o amor de Deus será retirado do pecador, mas que o pecador se tornou tão endurecido em suas iniquidades que não deseja abandonar seus maus caminhos, deseja apenas escapar das consequências . É importante notar que esta experiência de Israel se repetirá um pouco antes da segunda vinda de Jesus Cristo.
Busquemos a vontade de Deus enquanto ainda temos oportunidade.
Deepati Vara Prasad
Watchman Publishing House, India
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/amo/8 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1133
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/20/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Amós 8 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/