Reavivados por Sua Palavra


AMÓS 9, comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de dezembro de 2017, 0:41
Filed under: Sem categoria


“Plantá-los-ei na sua terra, e, dessa terra que lhes dei, já não serão arrancados, diz o SENHOR, teu Deus” (v.15).


A mensagem dada a Amós possuía um teor de juízo, mas também de esperança. Apesar dos inevitáveis juízos sobre os desobedientes, também será inevitável a recompensa guardada para todos aqueles que, pondo em risco a própria vida, não mediram esforços para servir ao Senhor com inteireza de coração. Motivo pelo qual Deus não destruiu “de todo a casa de Jacó” (v.8).

Este último capítulo nos dá um vislumbre acerca da desafiadora missão do profeta. Declarar o “assim diz o SENHOR” não é tarefa fácil, principalmente quando o público alvo não reconhece a sua pecaminosidade: “O mal não nos alcançará, nem nos encontrará” (v.10). Deus falava com Seu povo por intermédio de Seus profetas e lhes apresentava importantes sinais que transmitiam os propósitos divinos com exata precisão.

O Senhor não chamou Amós para ser um porta-voz de más notícias, mas para gerar na mente do povo o desejo de buscá-Lo enquanto ainda O podiam achar (Is 55:6). O início do primeiro verso deixa isso bem claro: “Vi o Senhor, que estava em pé junto ao altar” (v.1). Por mais que a Sua posição indicasse um juízo iminente, eu creio que também nos indica a Sua posição como Intercessor. No Santíssimo do santuário celeste, Jesus anseia pelo aroma suave de nossas orações. Ele ali estava para declarar a condenação de “todos os pecadores” (v.10) e a salvação de Seus servos fiéis (v.14).

Parece que esconder-se de Deus é a primeira atitude precipitada e insensata do ser humano (v.2-4). Desde Adão (Gn 3:8), o pecado criou uma barreira entre Deus e o homem que provoca este receio e dúvida. Os juízos de Deus não são anunciados para provocar medo, mas para nos advertir de que, assim como as leis que regem a natureza precisam seguir o seu curso, “o salário do pecado é a morte” (Rm 6:23) e todos nós estamos sujeitos a esta maldita “folha de pagamento”.

O crivo de Deus já está em atividade cumprindo o seu papel no plano diretor. Sob a égide da justiça, encontra-se todo o mundo, mas nem todos aceitam esta proteção. Contudo, apesar da sacudidura provocar intensa dor, ela não tem o objetivo de lançar fora os grãos (v.9), e sim de torná-los resilientes e, como Paulo, fortalecidos no Senhor seja qual for a circunstância (Fp 4:11-13), aguardando com fé a terra da qual jamais “serão arrancados” (v.15).

Jesus nos prometeu: “Mudarei a sorte do Meu povo de Israel” (v.14). E também declarou a João: “E eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap 22:12). Ele deseja reparar as brechas (v.11) que o pecado nos causou e restaurar em nós a Sua perfeita imagem (2Co 3:18). Que as advertências da Palavra de Deus não lhe causem o mesmo que causaram ao coração de Faraó (Êx 14:4), mas que lhe ajudem a eliminar de sua vida tudo aquilo que macula o seu coração e lhe afasta do propósito de almejar o caráter de Cristo e a terra eterna.

Bom dia, remanescente do Deus vivo!

Desafio do dia: Surpreenda alguém hoje com uma mensagem ou telefonema dizendo o quanto o(a) estima e quer vê-lo(a) feliz.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Amós9
#RPSP


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